google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

25 fevereiro 2009

Acidente com avião da Turkish Airlines em Amesterdão causa 9 mortos e 84 feridos


Um avião da Turkish Airlines (THY) despenhou-se durante a aterragem no principal aeroporto de Amesterdão (Aeroporto Schiphol) na manhã desta quarta-feira.
Até ao momento, nove pessoas perderam a vida e 84 encontram-se feridas, seis das quais em estado considerado muito grave, 25 em estado grave e 24 com ferimentos ligeiros. O grau de gravidade dos restantes feridos ainda não foi determinado.
O piloto e dois co-pilotos estão entre as vítimas mortais deste acidente e os seus corpos ainda se encontram dentro do cockpit. Os feridos foram transportados para 11 hospitais de Amesterdão.
Estas informações foram avançadas há cerca de uma hora numa conferência de imprensa que teve lugar no aeroporto Schiphol.
O Boeing 737-800 aterrou às 09.31 GMT num terreno localizado a cerca de 1,5 quilómetros da movimentada auto-estrada A9 e partiu-se em três partes. Ambulâncias e bombeiros dirigiram-se imediatamente para o local da ocorrência. De acordo com testemunhas, foram de imediato encontrados corpos.
Inicialmente foi avançado pelo Ministro dos Transportes turco e pela Turkish Airlines (THY) a não existência de mortes no acidente. Entretanto, o Primeiro Ministro Recep Tayip Erdoğan apresentava condolências às famílias antes de ter sido tornado público a existência de vítimas mortais.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros turco informou que viajavam no avião sinistrado cerca de 56 estrangeiros e 78 cidadãos turcos. O avião partiu de Istambul às 08.22 am (06.22 GMT) em direcção a Amesterdão.
A Turkish Airlines disponibilizou um voo especial para Schiphol com familiares dos passageiros do avião sinistrado que deverá chegar às 17.10 GMT.
Ainda não foram determinadas as causas do acidente, mas algumas testemunhas afirmam ter visto os motores do avião a cairem, seguindo-se a queda do avião que se partiu em três partes. Os motores foram encontrados a cerca de 100 metros dos destroços do avião. Não foi vislumbrado qualquer fumo ou fogo. Foi também avançado que a causa do acidente poderá estar relacionada com insuficiente combustível para a realização da aterragem.
A Turkish Airlines tem um bom registo de segurança. É considerada uma companhia aérea de quatro estrelas pela Skytrax. A Virgin e a British Airways têm a mesma classificação.
O último acidente a envolver um avião da Turkish Airlines aconteceu em 2003 quando 65 pessoas morreram no leste da Turquia.
O acidente desta manhã foi o pior em Schiphol desde que um avião de carga da El Al embateu contra blocos de apartamentos num subúrbio de Amesterdão em Outubro de 1992 matando 43 pessoas.
O primeiro-ministro holandês Jan Peter Balkanende telefonou ao seu homólogo turco Tayyip Erdoğan para apresentar as suas condolências. Informou que está a acompanhar pessoalmente a evolução dos acontecimentos, e assegurou que as autoridades holandesas estão a fornecer toda a assistência necessária. Disse também que vai visitar os feridos.





17 fevereiro 2009

Obama telefonou aos dirigentes turcos

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, telefonou na passada segunda-feira ao presidente turco, Abdullah Gül, e ao primeiro-ministro, Recep Tayip Erdoğan, com quem teve uma conversa "amigável e produtiva", informou a Casa Branca em comunicado.
Obama e os líderes turcos falaram sobre o Iraque, sobre a necessidade de trabalharem juntos para conseguir a paz no Oriente Médio, e ainda sobre a revisão da estratégia americana no Afeganistão e Paquistão, segundo o comunicado.
"O presidente (Obama) destacou a importância da aliança entre os Estados Unidos e a Turquia, e afirmou que está impaciente para começar a trabalhar com o presidente Gül e o primeiro-ministro Erdoğan numa ampla agenda de interesses mútuos", indicou a Casa Branca.
"O presidente expressou o seu desejo de reforçar as relações turco-americanas e de trabalhar lado a lado de forma eficaz no seio da NATO", acrescentou a nota.
O telefonema de Obama acontece depois de uma visita do presidente turco a Moscovo, com o objectivo de reaproximar os laços do seu país com a Rússia, apesar das rivalidades históricas entre ambos.

(Fonte: AFP)

15 fevereiro 2009

Polícia turca detém dezenas de manifestantes em protestos pró-curdos

Oitenta e seis manifestantes foram detidos pelas autoridades turcas, na cidade de maioria curda de Diyarbakır, no sudeste do país. Pelo menos oito jovens e 17 agentes da polícia ficaram feridos.
As autoridades usaram canhões de água e gás lacrimogéneo para dispersar as mais de duas mil e quinhentas pessoas que se juntaram em frente à sede do Partido da Sociedade Democrática (DTP), a única formação política curda legalizada.
Os protestos foram convocados para marcar o décimo aniversário da captura do líder separatista Abdullah Ocalan. O fundador do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) foi capturado em 1999 e condenado a prisão prepétua por “separatismo”.
O Partido da Sociedade Democrática (DTP), a primeira formaçao pró-curda a entrar no parlamento turco em mais de uma década, enfrenta uma proibição do tribunal por estar alegadamente ligado ao PKK, considerado um grupo terrorista pela União Europeia, Turquia e Estados Unidos.

(Fonte: Euronews)

12 fevereiro 2009

Turquia preparada para aderir à UE até 2013

A Turquia estará preparada para aderir à União europeia até 2013, declarou hoje em Riga o ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Ali Babacan.
"Estamos plenamente determinados a entrar na União Europeia. Até 2013, a Turquia vai declarar-se pronta mas não sabemos se, por seu lado, a UE estará preparada", declarou o chefe da diplomacia turca à imprensa.
"Não estamos extremamente apressados", acrescentou, durante uma visita oficial à Letónia, país báltico membro da UE desde 2004. "Em dois ou três anos, a Turquia será diferente do que é agora", prosseguiu o ministro.
Ancara iniciou em Outubro de 2005 as negociações de adesão à UE, mas apenas dez dos 35 capítulos temáticos que conformam essas discussões foram abertos. Vários Estados membros, entre os quais a França, são hostis a uma plena adesão da Turquia.
Oito capítulos estão congelados desde Dezembro de 2006 devido à recusa turca de abrir portos e aeroportos aos navios e aviões da República de Chipre, que Ancara não reconhece e que é membro da UE.

(Fonte: Diário Digital)

01 fevereiro 2009

Abbas inicia em Paris viagem à UE e Turquia

O presidente da Autoridade Nacional Palestiniana inicia, amanhã, em Paris, uma viagem a quatro países da União Europeia (UE) e à Turquia, segundo anunciou, ontem, uma fonte palestiniana.
No âmbito desta viagem, Mahmud Abbas não se deslocará, como previsto inicialmente, à República Checa, país que preside à UE, e esta foi adiada para data ainda não definida porque o líder palestiniano decidiu deslocar-se ao Egipto, hoje, para debater os esforços do Cairo com vista à consolidação do cessar-fogo em Gaza depois da ofensiva israelita, referiu o porta-voz de Abbas, Nabil Abu Rudeina.
Segundo a mesma fonte, Abbas partirá, amanhã, do Cairo para Paris, onde se encontrará com o Presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Na terça-feira, Abbas vai a Estrasburgo, onde deverá proferir um discurso no Parlamento Europeu.
Durante a estada nos países europeus, Abbas também irá ao Reino Unido (dia 5), à Polónia (7) e a Itália (9).
Além dos países da UE, Abbbas irá, no dia 6, à Turquia, cujo primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, abandonou bruscamente, na quinta-feira, um debate sobre o conflito de Gaza depois de uma azeda troca de palavras com o Presidente israelita, Shimon Peres, no Fórum de Davos, na Suíça.
Segundo Abu Rudeina, Abbas vai debater durante esta viagem "meios para consolidar o cessar-fogo em Gaza e os esforços para a reconstrução".

(Fonte: Lusa)

31 janeiro 2009

Turquia: Meira titular na vitória do Galatasaray

O Português Fernando Meira foi titular no Galatasaray que venceu o Denizlispor por 2-0, na 18ª jornada do campeonato da Turquia. A jogar fora de casa, a equipa de Istambul chegou à vitória com golos de Milan Baros e Nonda, aos 9 e 72 minutos. O Galatasaray terminou o jogo reduzido a 10, por duplo cartão amarelo a Ayhan Akman.
A formação do internacional português é terceira classificada, com menos dois pontos que os líderes Sivasspor e Trabzonspor. Os primeiros empataram a zero com o Kayserispor e os segundos venceram na capital o Ankaraspor por 2-0.

(Fonte: Mais Futebol)

Israel e Turquia desvalorizam discussão entre Erdoğan e Peres

Foi num misto de euforia e apreensão que a Turquia recebeu, esta madrugada, o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdoğan, depois de, subitamente, ter abandonado um debate com o Presidente israelita, Shimon Peres, no Fórum Económico Mundial, em Davos (Suíça).
Em Istambul, milhares de pessoas saudaram Erdoğan como um herói por ter criticado a ofensiva em Gaza e ter confrontado Peres com a acusação de, “no que toca a matar, [Israel] sabe bem como matar”. O município decorou a rua em frente à residência do chefe do Governo com cravos vermelhos e prolongou o horário de funcionamento do metropolitano, com serviço gratuito para os que se deslocassem ao aeroporto.
Numa conferência de imprensa, à chegada, Erdoğan deu a sua versão do incidente: “O meu discurso durou 15 minutos. Quando chegou a vez do senhor Peres, ele falou durante 23 minutos, sem qualquer aviso ou advertência. Enquanto falava, usou termos insultuosos, inaceitáveis. (...) Eu disse que não levantava a minha voz, mas tinha de responder às críticas. ” Confessou ainda que ficou profundamente irritado com o modo como o jornalista americano David Ignatius moderou o debate, não o deixando responder ao longo monólogo de Peres durante o qual, apontando um dedo ao líder turco, o interpelou: “O que faria se caíssem todas as noites 100 ‘rockets’ em Istambul?”
Para Yavuz Baydar, do influente jornal “Today’s Zaman”, a recepção a Erdoğan explica-se pela “frustração de grande parte da população turca com o que considera ser ‘a barbárie’ das forças armadas israelitas contra os civis de Gaza”. Muitos não compreendem também “as posições cépticas do Egipto e da Arábia Saudita em relação ao Hamas, por isso, Erdoğan ajudou a exprimir os sentimentos populares, apresentando-se como um líder capaz de ‘dar uma dura lição ao intransigente Israel’. Os Turcos gostam de ser duros e terão visto elementos de justiça naquele jogo de gritos” em Davos, acrescentou Baydar, em declarações ao PÚBLICO, por “e-mail”.
Não estará a ira de Erdoğan relacionada com as eleições locais de 29 de Março? “Naturalmente”, responde Baydar. “Ele é um mestre da retórica que sabe cativar a multidão. É óbvio que viu aqui uma oportunidade de chamar eleitores para o seu partido [AKP]. É realista dizer que já assegurou outra vitória – ou que, pelo menos, salvou a sua popularidade”.
No entanto, alertou o analista, “se ganhou em casa, não se sabe ainda se a sua escolha de palavras na discussão com Peres caiu bem na Europa e na América [onde o lobby judeu tem convencido o Congresso a não aprovar uma lei do genocídio arménio e apoiado a luta turca contra os separatistas curdos do PKK]. Ao aperceber-se dos riscos, [Erdoğan] apressou-se a enfatizar que não era anti-semita nem incitou ao ódio com base na religião.”
Shimon Peres telefonou a Erdoğan para se explicar, e ambos concordaram que “não há nenhum conflito entre Israel e a Turquia.” Baydar também crê que “os danos não foram assim tão grandes que não possam ser reparados”. Porque “Israelitas e Turcos precisam uns dos outros numa região instável e sob ameaça. São as únicas democracias no bairro, e a cooperação militar é importante para ambos.” Reconhece, por outro lado, que os dez mil membros da comunidade judaica, em Istambul e em Izmir, se sentem “muito mal”.
“Há um grande medo na comunidade”, constatou Baydar. “Alguns receberam ameaças de morte, a imprensa tem dado conta de manifestações de anti-semitismo e de casos em que os guardas de sinagogas têm sido rudes com os judeus que ali vão rezar. O anti-semitismo é um problema na Turquia desde há muito tempo. Devido ao horror em Gaza, os judeus aqui têm-se mostrado muito mais prudentes e silenciosos.”
A Turquia tem servido de ponte nas negociações indirectas Israel-Síria, e o Presidente Abdullah Gül (não Erdoğan) tem procurado “renovar” o Hamas, tentando convencê-lo a transformar-se numa força política e a reconhecer o Estado judaico. No entanto “a última discussão emotiva [com Peres] sugere que o país ainda não tem maturidade suficiente” para ser mediador, diz Baydar.

(Fonte: Público)

30 janeiro 2009

Peres: Discussão em Davos não afecta relação com Turquia

O presidente israelita, Shimon Peres, disse hoje esperar que as relações de Israel com a Turquia não sejam afectadas pela acalorada discussão que travou na véspera com o primeiro-ministro Tayyip Erdoğan no Fórum Económico Mundial, em Davos.
"Não queremos um conflito com a Turquia. O nosso conflito é com os palestinianos", disse Peres aos jornalistas na estância alpina, acrescentando que conversou por telefone com Erdoğan depois do incidente.
"Não vejo este facto como um problema pessoal ou nacional. As relações podem permanecer como estão. O meu respeito [por Erdoğan] não mudou. Foi uma troca de opiniões, e opiniões são opiniões", disse.
Peres disse esperar que a Turquia continue a ser uma força moderadora no Médio Oriente. "A Turquia será uma resposta para o Irão [...] e oferece uma escolha ao Médio Oriente. Espero que continue assim", afirmou.
Ao deixar o evento, Erdoğan disse que nunca mais voltaria ao Fórum de Davos, pois não teve liberdade para responder aos argumentos de Peres sobre a recente ofensiva de Israel contra o Hamas, que matou 1.300 palestinianos, mais de metade dos quais civis.
Peres diz que precisou de falar de forma incisiva na quinta-feira por causa do quadro "feio" pintado por outros oradores a respeito de Israel. "Foi simplesmente uma representação distorcida da natureza de Israel", afirmou.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e o secretário-geral da Liga Árabe, Amr Moussa, estavam entre os participantes do evento de quinta-feira.

(Fonte: Diário Digital)

Presidência de Israel nega ter pedido desculpa a Erdoğan

A presidência do Estado de Israel desmentiu hoje categoricamente que o presidente Shimon Peres tenha pedido desculpa na quinta-feira ao primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, que em fúria abandonou um debate sobre o conflito em Gaza.
Segundo a agência turca Anatólia, Peres pediu desculpa ao chefe do governo turco, que abandonou um debate sobre o conflito em Gaza depois de uma intervenção do presidente israelita, em Davos, na Suíça.
"Esta alegação não tem o mínimo fundamento", declarou a porta-voz da presidência israelita, Ayelat Frish.
Em contrapartida, Frish afirmou que Peres tinha telefonado a Erdoğan, e adiantou que os dois dirigentes tinham tido uma "conversa amigável". Durante "esta conversa, o primeiro-ministro turco sublinhou que o seu gesto não visava Peres mas o presidente da sessão", que lhe tinha cortado a palavra, precisou a porta-voz.
O primeiro-ministro turco ficou furioso durante um debate público no Fórum económico mundial de Davos, e abandonou o local acusando os organizadores de o impedirem de falar depois de uma longa intervenção de Shimon Peres. Erdoğan desejava responder a Peres, que estava sentado ao seu lado, sobre a intervenção israelita em Gaza, mas o jornalista que mediava o encontro interrompeu-o com insistência, para lhe comunicar que o debate estava terminado. Quando abandonou a sala, Erdoğan criticou em frente dos jornalistas o tom empregado pelo presidente israelita. "Peres não se dirige a um chefe de uma tribo. Deve aprender como falar a um primeiro-ministro da República da Turquia", afirmou Erdoğan, citado pela Anatólia.
Erdoğan, que dirige uma formação resultante de um movimento islamita, criticou quase diariamente a ofensiva de 22 dias de Israel na Faixa de Gaza, a ponto de ser acusado por parte da imprensa e da oposição turcas de defender o movimento islamita Hamas, considerado uma organização terrorista pelo Ocidente.

(Fonte: OJE/Lusa)

Apoteótica recepção a Erdoğan no regresso a Istambul

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, teve hoje de madrugada uma recepção apoteótica no aeroporto Atatürk, na cidade de Istambul, ao regressar antecipadamente ao país depois de se haver incompatibilizado no Fórum Económico de Davos, na Suíça, com o Presidente israelita, Shimon Peres.
Mesmo apesar de ser a meio da noite, cerca de 3.000 cidadãos afluíram à aerogare, num mar de bandeiras vermelhas turcas, para aclamar a atitude de Erdoğan, ao condenar de forma inequívoca a operação militar israelita na Faixa de Gaza. Havia cartazes a denunciar o Estado de Israel, mesmo apesar de a Turquia ser tradicionalmente o país mais próximo dos Iraelitas de entre todos os muçulmanos. E Erdoğan explicou-se perante os seus compatriotas: “Fiz o que tinha de ser feito”. Numa das sessões mais emotivas da normalmente circunspecta conferência de Davos, que congrega grandes sumidades da política internacional, o primeiro-ministro turco passara ontem em frente do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e de outras entidades para sair ostensivamente da sala, queixando-se de que os seus comentários sobre a operação em que morreram mais de 1.300 palestinianos tinham sido interrompidos. Sentiu-se perante um verdadeiro atentado à liberdade de expressão e preferiu deixar a Suíça mais cedo do que o previsto, jurando nunca mais voltar a Davos, enquanto não lhe fosse possível dizer tudo o que pensa quanto a determinadas situações.Tendo surgido na altura como um autêntico porta-voz dos sentimentos islâmicos, o chefe do Governo de Ancara, que tem vindo a procurar ser mediador no conflito do Médio Oriente, designadamente entre Israel e a Síria, lamentou que grande parte da audiência tivesse aplaudido a forma como o velho Peres defendeu a luta de Israel contra o Hamas. Entretanto, Shimon Peres, que em 1994 foi um dos galardoados com o Prémio Nobel da Paz, já lhe telefonou para lhe apresentar desculpas pela forma como tudo decorrera, noticiou a agência turca Anatólia.

(Fonte: Público)