google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia: Obama na Turquia
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09 abril 2009

Visita de Obama à Turquia terminou com a promessa de um novo capítulo

Obama despede-se da Turquia

O presidente norte-americano Barack Obama deixou a Turquia após dois dias intensos de uma visita que foi um sucesso. Pode dizer-se que Obama abriu um novo capítulo nas relações Turquia-EUA. "Eu estou pessoalmente comprometido em abrir um novo capítulo nos compromissos da América", disse Obama a cerca de 100 estudantes em Istambul, na sua última paragem em terras turcas. "Não podemos falar sempre do passado e centrarmo-nos somente nas nossas diferenças, ou deixar que as paredes da desconfiança nos encurralem".
Cerca de 100 estudantes juntaram-se no Centro Cultural Tophane, em Istambul, e colocaram questões ao Presidente. O encontro durou cerca de 45 minutos com os estudantes a formarem um círculo apertado em torno de Obama num ambiente intimista. Obama esteve sempre de pé e a circular enquanto respondia às perguntas.


Obama reunido com estudantes em Istambul
Um dos estudantes perguntou se a sua eleição iria alterar a política levada a cabo até agora pelos Estados Unidos. "Vamos esperar que o tempo mostre", respondeu, acrescentando que se opôs à guerra do Iraque antes da invasão, mas que agora como presidente, tem a responsabilidade de retirar as tropas americanas sem causar destruição. Embora existam divergências entre as suas posições e as dos seus predecessores relativamente a assuntos como o Iraque e mudanças climáticas, Obama disse que é necessário tempo para mudar uma nação. "Os Estados são como grandes navios. Movimentar o navio do Estado é um processo lento", acrescentou.
Obama rejeitou "esterótipos" no que concerne à América, nomeadamente que a América se tornou egoísta. "Estou aqui para dizer-vos que esse não é o país que conheço e amo... A América, tal como outra nação, cometeu erros, mas durante mais de dois séculos tem procurado uma união mais perfeita", disse. "A eleição de um presidente afro-americano com um nome invulgar como 'Barack Hussain Obama' fez as pessoas sentirem que os Estados Unidos ainda oferecem muitas oportunidades, e esta é uma prova do decréscimo da discriminação racial", acrescentou. "O mundo será o que se fizer dele", disse Obama aos estudantes. "Pode-se escolher fazer novas pontes em vez de novas paredes".

Antes de se encontrar com os estudantes em Istambul, Obama, acompanhado pelo primeiro-ministro turco Tayyip Erdoğan, visitou o Museu de Santa Sofia e a Mesquita Azul ou Mesquita Sultanahmet. Antes, Obama tinha-se encontrado com o Mufti de Istambul Mustafa Çağrıcı, com o Arcebispo Sírio-Ortodoxo Yusuf Çetin, com o Grão-Rabino de Istambul Isak Haleva e com o Arcebispo do Patriarcado Arménio Aram Ateshyan no hotel onde esteve alojado em Istambul.

Obama com os líderes espirituais de Istambul

Obama na Mesquita Azul

Barack Obama visita a Mesquita Azul

Barack Obama visita a Mesquita Azul, em Istambul, acompanhado pelo primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdoğan na manhã de 7 de Abril (Foto: AP/Charles Dharapak)

Obama em Santa Sofia

Obama em Santa Sofia

Barack Obama visitou a outrora basílica, depois mesquita e agora museu de Santa Sofia, em Istambul, acompanhado pelo primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdoğan na manhã de 7 de Abril (Foto: AP/Charles Dharapak).

08 abril 2009

Patriarca optimista em relação à reabertura de seminário em Istambul


O Patriarca da Igreja Ortodoxa Grega, Bartolomeu I, mostrou-se optimista relativamente à reabertura de um seminário em Istambul, depois do presidente norte-americano Barack Obama ter dito no seu discurso no Parlamento turco que quaisquer passos para a melhoria da liberdade religiosa e dos direitos das minorias - como a reabertura do seminário de Heybeliada – seria um importante sinal para dentro e fora da Turquia.
A União Europeia tem pressionado a Turquia para abrir o seminário localizado numa ilha do mar de Mármara, perto de Istambul, e encerrado há quase quatro décadas. A Turquia tem argumentado que um seminário em Istambul violaria o regime secular do país.
O Estado turco encerrou o Seminário de Heybeliada, Halki em Grego, em 1971, no seguimento de um movimento contra a educação religiosa que também atingiu escolas muçulmanas. As faculdades de teologia islâmica estão desde então sob a alçada das universidades estatais.
"O seminário de Heybeliada não é uma questão de prestígio para nós. A abertura desta escola é fulcral para o nosso Patriarcado levar a cabo a sua missão religiosa", referiu Bartolomeu I em comunicado.

07 abril 2009

Obama apela ao reatamento das relações diplomáticas entre a Turquia e a Arménia

Barack Obama incentivou os ministros dos negócios estrangeiros da Turquia e da Arménia a completarem as conversações para a restauração das relações diplomáticas entre os dois países vizinhos.
Obama entregou esta mensagem pessoalmente ao ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Ali Babacan, e ao ministro dos Negócios Estrangeiros da Arménia, Edward Nalbandian, quando os encontrou numa recepção em Istambul oferecida a todos os convidados presentes no Fórum Aliança das Civilizações.
"À margem do jantar desta noite da Aliança das Civilizações, o presidente encontrou-se com os ministros dos Negócios Estrangeiros da Turquia e Arménia para elogiar os seus esforços no processo de normalização das relações Turquia-Arménia e para incentivá-los a chegarem rapidamente a um acordo", revelou um elemento da comitiva do presidente Obama.
A Turquia e a Arménia não têm relações diplomáticas e as sua fronteira foi fechada há mais de uma década após a invasão de 20% do território do Azerbaijão por parte da Arménia – o conflito Nagorno-Karabakh.
A Arménia e a Turquia encetaram um processo de normalização das suas relações, incluindo a reabertura da fronteira, quando o presidente turco Abdullah Gül fez uma visita histórica a Yerevan no ano passado para assistir ao jogo de qualificação para o campeonato do mundo de futebol que as equipas dos dois países disputaram.
Obama disse ontem em Ancara que o seu ponto de vista sobre os incidentes de 1915 não se alterarou, mas congratulou-se com o diálogo que está a decorrer entre a Turquia e a Arménia.
A Arménia, apoiada por toda a sua diáspora, tem tentado obter o apoio da comunidade internacional para o reconhecimento do alegado genocídio arménio. Por seu lado, a Turquia tenta convencer a Arménia a aceitar uma investigação histórica dos acontecimentos de 1915.

O encontro de Obama com a oposição e os ecos do seu discurso

Obama encontrou-se ontem com os líderes dos três principais partidos da oposição no Parlamento turco e falou individualmente com cada um deles durante cerca de cinco minutos. Reuniu-se com Deniz Baykal, líder do Partido Republicano do Povo (CHP, kemalista), com Devlet Bahçeli, líder do Partido do Movimento Nacional (MHP, nacionalista) e com o líder do DTP, Ahmet Türk, líder do Partido da Sociedade Democrática (DTP, pró-curdo).
Baykal agradeceu a Obama o encontro com a oposição. "Eu sei a importância da oposição nas democracias. Eu também estive na oposição durante anos", respondeu Obama ao líder do maior partido da oposição. Baykal entregou a Obama dois romances: "Huzur" (Conforto), de Ahmet Hamdi Tanpınar e "Haritada bir Nokta" (Um Ponto no Mapa) de Sait Faik Abasıyanık.

Barack Obama com Deniz Baykal

Durante o encontro entre Bahçeli e Obama, a importância das relações entre os dois países foi mencionada.

Barack Obama com Devlet Bahçeli
Ahmet Türk, revelou que o presidente norte-americano Barack Obama disse ao seu partido que "a violência ou a luta armada não resolverão o problema curdo". "Eu disse-lhe que nós também denunciamos a violência, mas informei-o de que aconteceram mais de 17 000 mortes à margem da lei [no sudeste da Turquia] ao longo dos anos", disse o líder do DTP. Disse ainda que entregou a Obama um dossier que inclui os pontos de vista do DTP para a solução do problema curdo. Também entregou ao Presidente um jogo de botões e um alfinete para Michelle Obama.
Os deputados turcos parecem ter apreciado o "discurso histórico" de Obama no Parlamento. "Falou de democracia, secularismo e de Atatürk. Enviou a mensagem de que Israel e a Palestina são dois estados, algo que nós também defendemos. Definiu o PKK como uma organização terrorista", referiu o líder da bancada do CHP, Onur Öymen. O deputado do DTP por Istambul, Ahmet Tan, mencionou o discurso do presidente Bill Clinton em 1999 e disse não existirem diferenças entre os dois discursos. "Só existe uma diferença de 10 anos. O facto de ter referido a reabertura de uma seminário foi uma surpresa", disse. O deputado do AKP (Partido da Justiça e Desenvolvimento (islamita, no Governo), Seracettin Karayağız, escreveu uma carta a Obama onde aborda os acontecimentos de 1915. "Os Arménios mataram os meus dois tios e muitos familiares meus. Colocaram o meu pai numa prisão. Ambas as partes sofreram grandes perdas durante a guerra, mas não se tratou de um genocídio", escreveu Karayağız na sua carta a Obama.

Libertado suspeito de planear ataque contra Obama

A polícia turca libertou hoje um homem que dizia ter um plano para matar o presidente norte-americano Barack Obama. O suspeito foi detido em Istambul na semana passada depois da polícia ter recebido informações de que planeava atacar Obama durante a sua visita à Turquia.
A polícia libertou hoje o suspeito por considerar que sofre de perturbações mentais. Os Serviços Secretos norte-americanos estão a acompanhar o caso juntamente com as autoridades turcas. Segundo o porta-voz dos Serviços Secretos, o presidente Barack Obama nunca esteve em perigo durante a sua estadia na Turquia. O porta-voz da Casa Branca, que esteve com Obama em Istambul, recusou comentar o caso.

06 abril 2009

Barack Obama sente-se "honrado por estar ao lado da Turquia"


Barack Obama iniciou hoje o primeiro dia da sua "visita histórica" à Turquia, como tem sido apelidada nos meios de comunicação turcos. Começou por visitar o Mausoléu de Mustafa Kemal Atatürk, o fundador da Turquia moderna, onde depositou uma coroa de flores e escreveu palavras de homenagem no Livro de Honra.
Depois, seguiu para o Palácio presidencial onde era aguardado pelo presidente Abdullah Gül. Ouviu o hino nacional do seu país tocado ao vivo pela banda do Exército, e depois entrou com Gül no palácio. Estiveram reunidos durante largos minutos e depois deram uma conferência de imprensa conjunta. Obama enalteceu o papel estratégico da Turquia como aliada fundamental para o diálogo entre o oriente e o ocidente. Foi questionado por uma jornalista sobre a questão do reconhecimento por parte dos EUA do alegado genocídio arménio cometido pelo império otomano em 1915. Respondeu que cabia à Turquia e à Arménia reconciliarem-se com a sua história e resolverem essa questão, e congratulou-se com o facto de estarem a ser desenvolvidos esforços nesse sentido. Abdullah Gül aproveitou para se pronunciar sobre o assunto, dizendo que se trata de uma questão histórica e não política e que a Turquia tem interesse em que uma comissão de historiadores analise e se pronuncie sobre o caso.
O presidente norte-americano dirigiu-se depois para o Parlamento turco, onde se reuniu com os líderes dos três principais partidos da oposição: CHP (Partido Republicano do Povo, kemalista), MHP (Partido do Movimento Nacional, nacionalista) e DSP (Partido da Esquerda Democrática, curdo). Depois, proferiu um discurso no Parlamento com a duração de cerca de 45 minutos, aplaudido várias vezes. Obama abordou diversas temáticas, nomeadamente a crise económica global, a adesão da Turquia à União Europeia, a questão energética, os conflitos no Médio Oriente, o Irão e as armas nucleares e a questão Turquia-Arménia. Referiu igualmente a necessidade de uma melhor comunicação com o mundo muçulmano.
Uma das suas frases mais aplaudidas foi proferida logo no início do seu discurso: "Algumas pessoas têm-me perguntado se eu escolhi continuar a minha viagem até Ancara e Istambul para enviar uma mensagem. A minha resposta é simples: Evet ['sim' em Turco]. A Turquia é um aliado crítico. A Turquia é uma parte importante da Europa. E a Turquia e os Estados Unidos devem permanecer unidos e trabalhar juntos para enfrentarem os desafios do nosso tempo". Salientou a amizade entre os dois países apesar de desavenças pontuais ao longo de sesenta anos e o poder dessa aliança que tornou os dois países e o mundo mais fortes.
Apoiou também a adesão da Turquia à União Europeia e recebeu mais aplausos: "Assim, ao enfrentarmos os desafios do século XXI, devemos procurar a força de uma Europa que é verdadeiramente unida, pacífica e livre. Deixem-me ser claro: os Estados Unidos apoiam veemente a adesão da Turquia à União Europeia. Não falamos como membros da União Europeia, mas como bons amigos da Turquia e da Europa".
Obama felicitou a Turquia pelas reformas que tem levado a cabo no âmbito da adesão à UE, frisando que a Turquia não as adoptou por exigência europeia, mas porque escolheu mudar e tem a capacidade de mudar. Disse também que mais passos têm de ser dados, nomeadamente a reabertura do seminário Halki e o fortalecimento dos direitos das minorias.
Referiu que "as duas democracias são confrontadas com um conjunto de desafios sem precedentes" e definiu-os como sendo "uma crise económica que não tem fronteiras, o extremismo que leva à morte de homens, mulheres e crianças inocentes, o desgaste energético e as mudanças climáticas, a proliferação das armas mais mortíferas e a persistência dos conflitos.
Obama abordou muitos mais assuntos, nomeadamente o facto de a Turquia e os EUA poderem ajudar à paz no Médio Oriente, criticou o uso de armas nucleares, disse que "os EUA buscam um entendimento com o Irão baseado no respeito mútuo" e que "a Turquia e os EUA querem um Irão seguro". Agradeceu também o apoio turco no Afeganistão e enalteceu o papel importante da Turquia como mediadora entre a Síria e Israel. Abordou a questão Turquia-Arménia, dizendo que os EUA apoiam o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países. Disse também que "os EUA nunca estarão em guerra com o Islão" e que "o respeito mútuo e o interesse para com o Islão não tem a ver só com o combate do terrorismo". Acrescentou que os EUA querem uma relação mais abrangente com o mundo muçulmano e um futuro melhor em todo o mundo: "Somos mais fortes quando trabalhamos juntos", disse. Acrescentou ainda que "a força sozinha não resolve os problemas" e disse ainda sentir-se honrado por estar ao lado da Turquia. No final foi aplaudido e cumprimentado e seguiu com Erdoğan para uma reunião no gabinete do primeiro-ministro turco. Mais tarde, Obama e Erdoğan seguiram juntos para Istambul onde Obama prosseguirá a sua visita à Turquia.

05 abril 2009

Barack Obama já está em Ancara

Chegada de Obama a Ancara

O presidente norte-americano chegou ao Aeroporto Esenboğa, em Ancara, às 21.15 horas (19.15 horas em Lisboa) num avião "Air Force One". Após a aterragem a porta do avião esteve aberta durante cerca de 20 minutos, altura em que Barack Obama desceu rapidamente as escadas. À sua espera estava o ministro da economia, Mehmet Şimşek com a sua esposa norte-americana e o presidente da Câmara de Ancara Melih Gökçek. À mesma hora Erdoğan dava uma conferência de imprensa em Istambul juntamente com José Luis Zapatero no âmbito da Aliança das Civilizações que tem início amanhã. Obama seguiu para o hotel Sheraton.

Programa de Obama na Turquia

Com a aproximação da chegada do presidente Obama à Turquia, os habitantes das duas principais cidades turcas tentam planear as suas vidas de acordo com o itinerário do Presidente em Ancara e Istambul, uma vez que muitas estradas vão estar cortadas em ambas as cidades.
O avião de Obama vai aterrar no Aeroporto de Esenboga, em Ancara, às 21.40 horas (hora de Ancara). De acordo com o gabinete de imprensa do primeiro-ministro, no dia seguinte de manhã, Obama vai visitar o mausoléu do fundador da Turquia moderna, Mustafa Kemal Atatürk, e vai assinar o livro de visitas. Uma cerimónia oficial de boas-vindas vai ter lugar no palácio presidencial de Çankaya. Obama vai encontrar-se com o presidente turco, Abdullah Gül, e depois do encontro ambos darão uma conferência de imprensa conjunta. Obama vai discursar no Parlamento e vai encontrar-se individualmente com os líderes dos três principais partidos da oposição: CHP (kemalista), MHP (nacionalista) e DSP (curdo). Incialmente estava previsto um encontro conjunto com os líderes da oposição, mas os líderes do CHP (Partido Republicano do Povo) e do MHP ( Partido do Movimento Nacionalista) não aceitaram. Obama anunciou então o encontro individual com cada um dos três líderes. Obama vai também reunir-se com o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan no seu gabinete. Cerca de 200 convidados vão estar presentes no Parlamento para assistirem ao discurso de Obama que se prevê que terá a duração de cerca de 45 minutos. Entre os convidados constam membros do Exército, juízes, líderes da sociedade civil, representantes de organizações profissionais e presidentes de sindicatos, assim como o presidente da Federação Alevi Bektaşi, Ali Balkız.
Estava previsto o presidente Obama ficar hospedado no hotel Hilton durante a sua estadia em Ancara, mas os empregados do hotel encontram-se em greve. Na passada quinta-feira organizaram um protesto em frente ao hotel entoando palavras de ordem: "Escravos servem Obama", "Não ao abuso do trabalho" e "Trabalhadores do Hilton não são escravos". Assim, Obama ficará alojado no hotel Sheraton.
O presidente norte-americano parte para Istambul na segunda-feira à noite, onde vai participar num jantar, no Çırağan Palace, oferecido aos líderes que irão participar na Aliança das Civilizações. Espera-se que Obama discurse durante o jantar. Na terça-feira, Obama vai visitar Santa Sofia, a Mesquita Azul e o Museu de Arte Islâmica, onde se encontrará com alguns estudantes. Abandonará a Turquia durante a tarde.