20 Abril 2014

Município de Braga estreita relações internacionais na Turquia

A Câmara Municipal de Braga marcou presença na EU-Turkey Town Twinning Conference, realizada em Ancara, capital da Turquia, representada entre os dias 13 e 16 de Abril pela vereadora Sameiro Araújo e por António Barroso, do Gabinete da Presidência.
 
Esta iniciativa inseriu-se num programa com vista à inclusão e aproximação da Turquia à União Europeia, sendo que esta presença deriva de um convite endereçado, em Dezembro último, pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia ao Município de Braga.
A visita desenvolveu-se no âmbito do programa VabPro e reuniu 35 cidades Europeias como Budapeste, Atenas, Riga, Tallin e Granada e 20 Províncias/regiões da Turquia entre elas Istambul, Antalya, Hatay e Trabzon com a finalidade de auxiliar a dotação das cidades turcas de alguns recursos em falta, relativamente a outras cidades europeias. Tal acção garantiu à cidade de Braga a possibilidade de identificar as oportunidades que o vastíssimo mercado turco lhe poderá trazer. Braga e Lisboa foram as únicas cidades portuguesas representadas.
Este evento foi mais um passo na afirmação internacional de Braga, totalmente financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia.
Para Sameiro Araújo, “esta foi mais uma oportunidade para o fortalecimento de relações internacionais entre Braga e outras regiões da Europa e da Turquia, para cooperarmos e trabalharmos em programas europeus de intercâmbio e colaboração, mas também para a divulgação do nosso concelho e da nossa região lá fora”, referiu.
Segundo António Barroso, “Braga não podia deixar de marcar presença num evento com esta importância. Esta iniciativa é a concretização da aposta clara na busca de novas parcerias e novos investimentos em diversas áreas. Houve a oportunidade de estreitar relações com responsáveis de cidades europeias e vamos trabalhar numa futura cooperação entre Braga e Hatay – região do sul da Turquia, com fortes raízes cristãs, onde se situa a primeira igreja cristã do mundo, que visa, entre outros objectivos, dinamizar o intercâmbio na temática do turismo e também as oportunidades de negócio que o mercado turco apresenta. Continuaremos a desenvolver a nossa actividade para cumprir o desiderato de afirmar continuamente Braga no roteiro Internacional”.
 
(Fonte: Local.pt)

17 Abril 2014

Serviços secretos turcos com poderes alargados

O Parlamento turco aprovou esta quinta-feira um projeto-lei que aumenta consideravelmente os poderes da agência nacional de informação. O texto, controverso, foi aprovado, após um intenso debate, pelos votos da maioria absoluta do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP) do primeiro-ministro Tayyip Erdoğan.

A proposta do Governo turco confere aos serviços secretos direitos acrescidos em matéria de recolha de informações e prevê penas de prisão para a divulgação de documentos confidenciais.
Erdoğan tem procurado controlar a publicação nas redes sociais YouTube, Facebook  e Twitter de gravações comprometedoras para o Governo e para si próprio. Ordens para bloquear o tráfego das redes Facebook e Twitter criaram um crise política entre o Governo e o Presidente da Turquia e acabaram por ser revertidas por ordem judicial.
Tayyip Erdoğan conseguiu já reforçar o controlo do poder judiciário, tendo sido aprovada no final de Fevereiro nova legislação que faz depender do Executivo a nomeação de juízes e de procuradores.

(Fonte: RTP)

30 Março 2014

Domingos Paciência: "Foi um erro ter ido para a Turquia"

O treinador português já deixou o Kayserispor depois de uma experiência para esquecer e que durou apenas sete jogos. 
Domingos Paciência reconhece que cometeu uma "precipitação" quando aceitou o convite para treinar o Kayserispor, clube turco que orientou durante dois meses e que deixou no passado dia 17. Presente esta noite no Portugal Fashion, na Alfândega do Porto, o treinador português não guarda boas recordações da sua última experiência profissional e assegura que vai "ponderar muito bem" antes de aceitar qualquer nova proposta profissional. Sobre a experiência na Turquia, resume: "Há que reconhecer, foi um erro ter ido para lá. O dinheiro por vezes leva a que as pessoas queiram exercer o poder e eu não sei trabalhar com interferências. Não havia forma de continuar."
(Fonte: O Jogo)

Como despertará a Turquia amanhã?

Deveriam ser meras eleições locais. Mas não são. “Porque estes não são tempos normais. Vamos despertar na segunda-feira com uma nova Turquia”, escreve o colunista Semih Idiz no diário Hürriyet. Que Turquia? Não sabemos.
Tayyip Erdoğan transformou estas eleições numa questão de “vida ou morte” e na luta contra uma “aliança do mal” que o quereria destruir. Pede que o eleitorado lave o seu nome das acusações de corrupção. “Mas a luta real, sejam quais forem os resultados de domingo, serão as eleições presidenciais deste ano e as legislativas previstas para o próximo ano”, conclui Idiz. A oposição aceitou a batalha de “nacionalizar” as eleições locais. Está em jogo, dizem os seus dirigentes, a escolha entre democracia e um regime autoritário.
O rastilho do confronto remonta a 17 de Dezembro, com a eclosão daquilo a que se chamou uma “guerra civil islâmica”, entre Erdoğan e a comunidade religiosa e educativa Hizmet (Serviço), de Fethullah Gülen, um pensador sufi que reside nos Estados Unidos desde 1998 e acusa o regime de ser “crescentemente autocrático”.
Um procurador de Istambul — suspeito de estar ligado a Gülen — ordenou dezenas de detenções por corrupção, atingindo personalidades próximas do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, no Governo), provocando a demissão de três ministros. A seguir, foi a vez de Erdoğan e os filhos serem postos em causa. O primeiro-ministro acusa Gülen de liderar um “golpe de estado” e de controlar um “estado paralelo”, na magistratura e na polícia.
A Justiça foi colocada sob tutela governamental. Foi cerceada a liberdade de informação. Foram “saneados” milhares de polícias e magistrados. Está em curso “uma caça às bruxas”, escreve o analista liberal Mustafa Akyol.
Erdoğan tem uma concepção “maioritária” da democracia: quem vence as eleições não deve ser limitado nem pelos direitos da minoria nem pela liberdade de imprensa, nem sequer pela separação dos poderes. Desvaloriza a legitimidade da Justiça face ao veredicto eleitoral: “Na Turquia é o povo quem decide.” Figuras do AKP, como o Presidente Abdullah Gül ou os vice-primeiros-ministros, Bülent Arinç e Ali Babacan, afirmam que a democracia é algo mais do que eleições. Divergem de Erdoğan mas temem dividir o partido. Erdoğan está em declínio, ferido na sua legitimidade, mas é quem está no comando. E é esse comando que se joga nas eleições de hoje.
Cenários
As sondagens realizadas a partir de Dezembro são confusas: o AKP obteria entre 38 e 50% dos votos. Huseyin Çelik, vice-presidente do AKP, colocou a fasquia da vitória nos 38,8% dos votos obtidos nas eleições locais de 2009. Os analistas da oposição consideram que o AKP sofrerá uma derrota se ficar abaixo dos 47% obtidos nas legislativas de 2007, para não falar nos quase 50% de 2011. As duas grandes batalhas travam-se em Ancara e, sobretudo, em Istambul.
A perda de Istambul — que é improvável — significaria o fim de Erdoğan, porque é “o seu berço e o seu trono”. Também uma votação abaixo dos 40% seria “o princípio do fim do AKP”, escreve Semih Idiz. Os dirigentes do AKP seriam forçados a pensar na mudança de líder para evitar um desastre nas legislativas.
Um estudo da Brookings Institution, realizado pelo politólogo Ali Çarkoglu (Turkey goes to the Ballot Box), constata que o apoio ao AKP desceu oito pontos nas intenções de voto desde o princípio de Dezembro: passou de cerca de 50% para 42. Um resultado de 42% permitiria a Erdoğan proclamar vitória. Esta percepção seria reforçada pela larga vantagem do AKP em relação aos partidos da oposição, estagnados e sem iniciativa. Mas não seria a vitória esmagadora que ele quer e os “gulenistas” temem.
O Hizmet de Gülen, que ousou afrontar Erdoğan e promete continuar a batalha, não é nem quer ser um partido político. Uma sondagem indica que 70% dos turcos crêem na corrupção do Governo mas não abandonam o AKP por não encontrarem alternativa credível e temerem os efeitos económicos da sua queda.
Há outro factor que cria imprevisibilidade. Os “gulenistas” apelam ao “voto útil” nos candidatos mais bem colocados para derrotar o AKP. Como reagirão os eleitores ao voto em inimigos históricos como os kemalistas do Partido Republicano do Povo? Por sua vez, em “guerra contra Gülen”, Erdoğan procurou o apoio dos militares — de má memória para as suas bases.
 
(Fonte: Público)

28 Fevereiro 2014

Libertados os últimos suspeitos-chave de corrupção governamental na Turquia

Cinco pessoas, entre as quais os filhos de dois ex-ministros turcos e um empresário azeri, foram libertados esta tarde na Turquia e vão aguardar julgamento em liberdade. Tinham sido presos em Dezembro no âmbito de uma operação anti-corrupção que abalou o Governo de Tayyip Erdoğan forçando a demissão de dois ministros.

A libertação surge dias depois do Presidente Gül ter promulgado nova legislação que dá ao Governo maior controlo sobre o sistema judicial, incluindo a nomeação de juízes e procuradores. Os procuradores responsáveis pela investigação à corrupção foram substituídos nos últimos dias, o que relança rumores de um branqueamento dos suspeitos.
O primeiro-ministro Tayyip Erdoğan defende que a investigação não passa de uma conspiração para desacreditar o seu Governo e lançar o caos na Turquia a um mês de eleições locais. Acusa os seus antigos aliados, apoiantes do líder muçulmano exilado Fethullah Gülen, de estarem por trás de tudo. Esta semana foi divulgada a gravação áudio de uma conversa em que o próprio Erdoğan ordena ao filho, Bilal, que faça "desaparecer" 30 milhões de euros, no mesmo dia 17 de Dezembro em que decorreu a operação policial anti-corrupção. O primeiro-ministro diz que a gravação é uma montagem.
Barış Güler, filho do anterior ministro do Interior, e Kaan Çağlayan, filho do ex-ministro da Economia, foram ambos acusados de servir de intermediários para distribuir e exigir subornos. Os seus pais demitiram-se após a detenção, o que obrigou Erdoğan a remodelar o Governo.
O empresário azeri, Reza Zarrab, é suspeito de criar uma rede interna nos serviços oficiais para esconder a venda ilegal de ouro para o Irão através do banco estatal Halkbank.
Os cinco hoje libertados eram os últimos de 18 suspeitos presos em Dezembro ainda detidos. Há duas semanas, o ex-director executivo do Halkbank, Süleyman Arslan, tinha já sido libertado. Arslan é acusado de corrupção, fraude e lavagem de dinheiro ligada à venda ilegal de ouro para o Irão.
A televisão privada NTV diz que os suspeitos foram libertados porque "todas as provas necessárias já tinham sido recolhidas."
 
(Fonte: RTP)

11 Fevereiro 2014

Governo turco afasta 166 procuradores e juízes

O Governo turco afastou, esta terça-feira, 166 procuradores e juízes, numa nova purga nos meios judiciais em resposta a um inquérito sobre corrupção que envolve diversos empresários e políticos com ligações ao poder, referiram os média locais.
De acordo com a edição na internet do diário "Hurriyet", entre os visados incluem-se destacados procuradores da capital Ancara, de Istambul e de Esmirna.
Desde o início do escândalo, divulgado em meados de Dezembro, o Governo islamita conservador do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan já despediu milhares de polícias (seis mil segundo as estimativas de diversos média), para além de procuradores, juízes e advogados envolvidos nas investigações sobre alegadas operações de lavagem de dinheiro, contrabando de ouro e corrupção.
Ainda segundo as informações divulgadas, 85 oficiais da polícia de Istambul foram afastados esta semana das suas funções.
Erdoğan, também líder do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, no poder desde 2002), tem acusado os apoiantes do exilado e influente predicador turco Fethullah Gülen, de desencadearem as investigações no âmbito de uma tentativa de "golpe" contra o seu Governo num ano de eleições decisivas, com municipais em Março e presidenciais em Agosto.
Estes afastamentos, acompanhados pela aprovação de legislação que reforça o controlo do Governo dos conteúdos da internet, estão a originar reacções no país e no estrangeiro sobre o estado da democracia no país.
O primeiro-ministro turco rejeitou também hoje as fortes críticas à nova legislação que reforça o controlo da internet, e assegurou que se destina prioritariamente à "ciber-intimidação" dos seus adversários políticos.
Erdoğan justificou as alterações à lei de 2007 sobre a internet pela necessidade de combater a "chantagem" exercida pelos seus rivais na rede.
O parlamento turco votou na semana passada uma série de medidas que concedem à autoridade governamental das telecomunicações (TIB) a possibilidade de bloquear uma página da Internet sem decisão judicial, caso "atente contra a vida privada" ou publique "conteúdos discriminatórios face a determinados membros da sociedade".
 
(Fonte: Jornal de Notícias)

07 Fevereiro 2014

Jornalista expulso por criticar Governo

A Turquia expulsou esta sexta-feira um jornalista estrangeiro do diário “Zaman”, próximo da confraria do predicador muçulmano Fethullah Gülen, acusado de ter criticado o Governo na rede social Twitter, informou o jornal.
A expulsão de Mahir Zeylanov, cidadão do Azerbaijão, ocorreu após a aprovação pelo Parlamento turco, na noite de quarta-feira, de um conjunto de alterações legislativas que reforçam o controlo do Estado sobre a Internet e que foram consideradas como um atentado à liberdade de informação por numerosas ONG, a União Europeia (UE) e os Estados Unidos.
Segundo o “Zaman”, Zeylanov foi colocado numa lista de cidadãos estrangeiros considerados indesejáveis por Ancara devido à "difusão de 'tweets' dirigidos a altos funcionários do Estado", e na sequência de uma lei que autoriza a expulsão "daqueles cuja permanência na Turquia seja prejudicial à segurança pública e às exigências políticas e administrativas".
(Fonte: Renascença)

07 Janeiro 2014

Centenas de polícias demitidos na Turquia

Entre os elementos despedidos pelo Governo turco, acusados de estarem ligados ao escândalo de corrupção que está a ser investigado, estão os chefes dos principais departamentos policiais. 

Os protestos exigindo a demissão de Erdoğan têm subido de tom. O Governo turco despediu esta noite 350 polícias em Ancara, incluindo chefes dos principais departamentos, naquele que é o mais recente desenvolvimento relacionado com o escândalo de corrupção que já afastou vários ministros no país. Os polícias foram demitidos por um decreto do Governo publicado à meia-noite, o qual incluía nomes dos chefes das unidades dos crimes financeiros, anti-contrabando, crime informático e crime organizado, informou a agência privada Doğan News. No mesmo decreto foram nomeados 250 substitutos para os lugares dos agentes despedidos. A medida surge numa altura de grande pressão para o Executivo turco, que tenta por todas as vias conter o escândalo que envolve aliados políticos do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan, ameaçando a sua permanência no poder. A imprensa turca relaciona a investigação com as tensões entre Governo e seguidores de Fethullah Gülen, um dos mais influentes clérigos muçulmanos da Turquia que vive no exílio nos Estados Unidos. Apoiantes de Gülen ocupam cargos-chave em vários ramos do Governo, incluindo a polícia e justiça. Referindo-se à investigação como uma conspiração estrangeira - despoletada para derrubar o seu Governo - Erdoğan respondeu com a demissão de dezenas de chefes de polícia em todo o país, depois de ter já procedido a uma radical remodelação governamental. Mais de metade dos principais ministros de Erdoğan foram afastados e substituídos por dez novos governantes, além de ter sido pedida a demissão de pelo menos cinco parlamentares do AKP (Partido da Justiça e Desenvolvimento), no poder desde 2002. O AKP, partido do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan, tem maioria no parlamento turco, garantindo 320 dos 550 assentos. 
 
(Fonte: Expresso)

09 Novembro 2013

Andebol: Equipa feminina do JAC Alcanena perdeu frente ao Istambul Maltepe

A formação feminina do JAC Alcanena perdeu este sábado frente às Turcas do Istambul Maltepe, por 40-29, em jogo da primeira mão da terceira eliminatória da Taça Challenge de andebol, disputado em Istambul, na Turquia.
Patrícia Rodrigues, com sete golos, Adriana Lage e Neuza Valente, ambas com seis, foram as jogadoras mais concretizadoras da equipa orientada por Marco Santos, que tem a 16 de Novembro, em Alcanena, a difícil missão de anular a vantagem das Turcas.
A equipa do Istambul Maltepe, que ao intervalo vencia já por 10 golos (23-13), cedo puxou pelos galões de favorita e não deu margem de manobra às Alcanenenses.
Fatma Argun, com 10 golos, foi a jogadora turca mais concretizadora e principal responsável pelo avolumar da diferença entre ambos os conjuntos e que permite ao Istambul gerir uma vantagem de 11 golos para o segundo jogo.
 
(Fonte: O Jogo)

Turquia atrai número crescente de portugueses qualificados

A comunidade portuguesa na Turquia tem vindo a aumentar nos últimos anos, com mais jovens qualificados e profissionais especializados a encontrar oportunidades num país que cresce oito por cento ao ano.
De acordo com dados da embaixada portuguesa em Ancara, existirão 300 portugueses a residir no país, 80 por cento dos quais em Istambul, e uma "população flutuante de 150 pessoas", constituindo uma pequena comunidade de profissionais qualificados ou estudantes, que se move nos meios intelectuais, empresariais e liberais.
Há um "movimento ascendente" no número de portugueses que procura a Turquia, disse em declarações à Agência Lusa o embaixador de Portugal em Ancara, Jorge Cabral, que acompanhou a visita oficial de dois dias à Turquia do ministro da Defesa Nacional, Aguiar Branco, hoje de regresso a Lisboa.
Alguns dos novos membros da comunidade vieram estudar, outros representam empresas portuguesas que decidiram investir na Turquia e outros ficaram "por amor", num país que lhes oferece "conforto e segurança".
No caso de Cláudio Rocha, técnico de manutenção de aeronaves, está em Ancara porque a empresa portuguesa para a qual trabalha ganhou um concurso lançado pelo Ministério da Saúde turco para fornecer um serviço de avião-ambulância.
"Foi a empresa que emigrou e eu vim com a empresa", contou o jovem à Agência Lusa, revelando que irá ficar e constituir família, uma história de amor que começou quando "conheceu uma turca que fala muito bem português".
Cláudio Rocha afirmou-se satisfeito com a perspectiva de futuro na Turquia, considerando que "a maneira de viver turca é boa", garante "uma vida segura e calma" e é fácil arranjar emprego, quando comparado com Portugal.
Na sua área, aeronáutica, é mais fácil na Turquia do que em Portugal, sublinhou, destacando, a título de exemplo, o "grande investimento" do Governo turco na companhia nacional, Turkish Airlines, que foi eleita pelos passageiros como a melhor companhia aérea em 2011 e 2012.
Rui Colaço, 26 anos, licenciado em engenharia de materiais, conheceu a namorada turca na Holanda durante um programa Erasmus, decidindo, algum tempo depois, visitá-la nas férias.
"Vim de férias e não voltei", disse Rui Colaço, sublinhando que demorou apenas quatro meses a arranjar emprego.
 
(Fonte: ionline)

08 Novembro 2013

Turkish Airlines Open: Golfista português Ricardo Santos afasta-se dos lugares da frente

O golfista português afastou-se bastante dos lugares da frente da penúltima prova das Final Series do European Tour.
Ricardo Santos teve um dia para esquecer no Turkish Airlines Open. Na quinta-feira, concluíra os primeiros 15 buracos com 6 abaixo do par, o que lhe dava o quarto lugar provisório, à distância mínima do trio de líderes. Nesta sexta-feira, completou os restantes três buracos com 2 acima (bogeys no 7 e 9) e depois fez 3 acima na segunda jornada, caindo para 56.º, com um total de 143 (68-75), 1 abaixo do par 72 do The Montgomerie Maxx Royal, em Antalya.
Na penúltima prova das Final Series do European Tour, o Português está agora a 11 pancadas do quarteto de líderes, constituído pelo Sueco Henrik Stenson (64-68), o Inglês Ian Poulter (66-66), o Francês Victor Dubuisson (67-65) e o Norte-Americano Justin Walters (66-66). Tiger Woods (n.º 1 mundial) segue em quinto, com 133 (70-63), e o inglês Justin Rose (n.º 5), detentor do título, é nono, com 136 (70-66).
(Fonte: Público)

Turquia admite reforçar laços económicos com Portugal

No final da sua visita à Turquia, José Pedro Aguiar-Branco diz que este país "vê em Portugal uma situação optimista no sentido da evolução portuguesa mesmo do ponto de vista financeiro".

A Turquia admitiu reforçar os seus laços económicos com Lisboa, uma vez que reconhece o esforço feito por Portugal de recuperação económica e financeira, indicou o ministro português da Defesa.
De visita à Turquia, José Pedro Aguiar-Branco explicou que o tema da crise em Portugal não escapou às conversas tidas com o Governo turco, empresários e possíveis investidores, mas foi falado "numa perspectiva positiva".
"Não obstante Portugal estar a atravessar um período de grandes exigências do ponto de vista financeiro, o facto de ter sido mantido o seu nível de participação nos compromissos internacionais, nomeadamente no Afeganistão, foi reconhecido como um gesto de grande solidariedade e sentido de responsabilidade por parte de Portugal", acrescentou.
Aguiar-Branco, que disse ter recebido "palavras de grande satisfação e agrado", adiantou ainda que o factor crise em Portugal não está a afastar potenciais investidores.
"Outra expressão que tive de dimensão positiva é que Turquia vê em Portugal uma situação optimista no sentido da evolução portuguesa mesmo do ponto de vista financeiro", concluiu.

(Fonte: TSF)

Aguiar-Branco destaca papael das forças turcas na NATO

O ministro português da Defesa Nacional sustentou hoje que a intervenção da NATO no Afeganistão pode ser considerada "um sucesso" pela "diminuição da ameaça do terrorismo" e destacou o papel das forças turcas na Aliança Atlântica.
José Pedro Aguiar-Branco visitou hoje o 3rd Corps Command, nos arredores de Istambul, Turquia, uma unidade histórica do Exército turco, atualmente quartel-general da Força de Reacção Rápida. Após um encontro com o comandante da unidade, Aguiar-Branco assistiu a uma apresentação das missões realizadas pela força, incluindo no Afeganistão, no âmbito da Força Internacional de Apoio à Segurança no Afeganistão (ISAF), na qual Portugal também participa com um contingente de 128 militares até final de 2014, em missões de treino e formação. Aguiar-Branco defendeu junto do comando dos militares turcos a importância de, até à saída da ISAF do Afeganistão, sublinhar, junto das comunidades internacionais e europeias, o "que pode ser considerado o sucesso da missão". "É importante que as opiniões públicas internacionais e europeias saibam que quando estivermos para sair, no final de 2014, a situação é muito diferente, para melhor, e que foi diminuída a ameaça do terrorismo", argumentou o ministro, em declarações aos jornalistas, depois da visita. Aguiar-Branco elogiou o caráter de "grande solidariedade" das Forças Armadas turcas nas missões que desempenham no âmbito da NATO, destacando em particular o "papel de grande relevo nos teatros de operações como o Afeganistão". "A posição relativa da Turquia na NATO é importante, pelo peso das Forças Armadas turcas na Aliança, pela forma e atitude que têm tido de grande solidariedade, que mostram o empenho desta Aliança no reforço da sua própria potencialidade como instrumento de combate a todas as formas de ameaça que existem à escala global", considerou.
Aguiar-Branco termina hoje uma visita oficial de dois dias a Ancara e Istambul, Turquia, durante a qual foi também assinado um acordo de cooperação que visa dar um impulso político à criação de parcerias entre empresas dos dois países nas áreas das tecnologias e sistemas de informação, entre outras. O ministro da Defesa Nacional adiantou que convidou o seu homólogo turco, Ismet Yılmaz, a visitar Portugal no próximo ano, manifestando-se convicto de que as negociações irão progredir em 2014.
 
(Fonte: Diário Digital com Lusa)

Aguiar-Branco na Turquia: Indústria da Defesa pode ajudar Portugal a sair da crise

O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, em visita oficial a Turquia, defendeu que a indústria da defesa pode ajudar Portugal a sair da crise. Aguiar-Branco anuncia que a partir de agora, as empresas portuguesas vão ter mais facilidades para entrar no mercado turco na área específica da indústria de defesa. As barreiras burocráticas foram ultrapassadas e a própria Turquia diz que Portugal não deve desperdiçar esta oportunidade. Uma oportunidade muito valiosa. É assim que as autoridades turcas definem a hipósese agora aberta, com a assinatura de um Acordo entre os dois países na área da indústria da defesa. Portugal precisa de vender e a Turquia, com uma forte aposta na indústria da defesa, com um orçamento que de ano para ano aumenta nesta área, precisa de comprar. O ministro da Defesa assinou com o seu homólogo turco um Protocolo que permite às empresas portuguesas entrarem mais facilmente nesta oportunidade. Às PME basta que estejam registadas na Base Industrial e Tecnológica e, diz o ministro, que se atrevam a entrar neste mercado das indústrias da Defesa. Uma saída para a crise. Os Turcos querem software português, sistemas de comunicação e pediram também informaçoões sobre a possibilidade de negócios na indústria naval.
 
(Fonte: TSF)

07 Novembro 2013

Turkish Airlines Open: Golfista Ricardo Santos brilha em Antália














Ricardo Santos ocupava a quarta posição do Turkish Airlines Open quando a primeira volta foi interrompida ao anoitecer, depois de um atraso de três horas, por trovoada.
O Português somava 6 pancadas abaixo do par com 15 buracos jogados no The Montgomerie Maxx Royal (par 72), em Antália, tendo a desvantagem mínima para o trio de líderes, composto pelos ingleses Paul Casey e Steve Webster e o Sul-Africano Darren Fichardt, todos com 7 abaixo. O n.º 1 mundial, Tiger Woods, era 50.º, com 1 abaixo após 10 buracos.
Iniciando a sua prestação no buraco 10 e integrado num grupo com o sueco Alex Noren (seguia com -2) e o alemão Maximilian Kieffer (-5), Santos nem começou bem, já que marcou um bogey 6 logo no buraco 11. Mas depois cometeu a proeza de marcar seis birdies nos oito buracos seguintes, incluindo quatro consecutivos entre o 12 e o 15. E faria o seu sétimo birdie do dia no 5. Nesta sexta-feira de manhã jogará o 7, o 8 e o 9 para concluir a primeira volta.  
Esta é a penúltima prova das Final Series do European Tour, a anteceder o DP World Tour Championship, no Dubai, onde competem apenas os 60 primeiros na ordem de mérito do circuito. Santos ocupa a 63.ª posição na tabela monetária (com 489 mil euros em prémios) e precisa de facturar pelo menos 33.274 euros na Turquia para reentrar no top 60. Com 78 jogadores a competir em Antália, o primeiro prémio vale 848 mil euros, o último pouco mais de 5 mil.
Santos encontrava-se nesta quinta-feira empatado no quarto lugar com sete jogadores, sendo que deste apenas o Argentino Ricardo Gonzalez e o Dinamarquês Thorbjorn Olesen tinham fechado a primeira jornada, com 66. Do trio de líderes, todos têm pelo menos mais quatro buracos pela frente.
No grupo mais mediático do dia, Tiger Woods e o Inglês Justin Rose (n.º 5 mundial e detentor do título) mostravam-se desinspirados (ambos com -1) e o Sueco Henrik Stenson (n.º 3 mundial e vencedor da FedEx Cup 2013) somava com -4.
Ricardo Santos está a jogar o seu segundo torneio com Tiger Woods entre a concorrência. No primeiro, em Janeiro, deu boa conta de si ao concluir em quarto lugar, o que lhe valeu um prémio de 101 mil euros, em contraste com Woods, que foi eliminado pelo cut. Agora o Algarvio parece voltar a crescer com a ocasião.
 
(Fonte: Público)

Protestos contra a construção de muro na Síria

A polícia de choque turca usou esta quinta-feira gás lacrimogéneo e canhões de água para dispersar milhares de pessoas que se manifestavam contra a construção de um muro na fronteira com a Síria.
Na cidade fronteiriça de Nusaybin, no sudeste da Turquia, a multidão atirou ‘cocktails’ Molotov e garrafas de plástico aos guardas fronteiriços.
A presidente da Câmara de Nusaybin, situada numa zona maioritariamente curda, esteve em greve de fome nos últimos nove dias, também em protesto, e classificou o procjeto como um “muro da vergonha”.
O Governo turco, que receia que os cidadãos de etnia curda na Turquia se juntem aos curdos do outro lado da fronteira para reclamar a criação de um estado autónomo, negou estar a construir um muro e disse que se tratava de uma vedação de arame farpado.

(Fonte: Euronews)