google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

21 setembro 2014

Presidente turco declara que reféns foram libertados após negociações

O presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, declarou, este domingo, que as dezenas de reféns da Turquia sequestrados pelo grupo extremista Estado Islâmico em Mossul, em Junho, foram libertados no sábado na sequência de "negociações diplomáticas" e não foi pago resgate.
"Uma troca monetária estava totalmente fora de questão. Houve apenas negociações diplomáticas e políticas. É uma vitória da diplomacia", declarou Erdoğan aos jornalistas no aeroporto de Ancara, antes de partir para Nova Iorque, onde participará da 69.ª Assembleia Geral da ONU.
No sábado, Erdoğan referiu uma "operação secreta" do serviço de informação turco.
"Não importa se houve troca ou não. A coisa mais importante é que (os reféns) estão de volta e reunidos com as suas famílias", disse Erdoğan ao ser questionado se os reféns haviam sido libertados em troca de militantes do grupo Estado Islâmico (EI).
Diplomatas turcos e os seus familiares foram raptados, juntamente com oficiais das forças especiais, no consulado do seu país, a 11 de Junho, em Mossul, por militantes do grupo radical islâmico Estado Islâmico, que já ocupou uma vasta região do norte do Iraque.
A Turquia tem estado relutante em participar na coligação de países, liderado pelos Estados Unidos, que estão a combater o EI. Entretanto, Erdoğan disse que o país pode mudar de posição, agora que os reféns foram libertados.
 
(Fonte: Jornal de Notícias)

12 setembro 2014

"Turquia espera que a adesão à UE não demore 50 anos"


O recém empossado ministro turco dos Assuntos Europeus, Volkan Bozkır, veio a Lisboa a convite do seu homólogo e para discutir questões ligadas à adesão à UE.

De forma franca, Bozkır disse ao DN que a Turquia é "teimosa", não desiste da UE mas "espera que a adesão não demore outros 50 anos". O responsável turco reconheceu que, no que toca à adesão de Ancara, o "quadro não é animador" mas isso não significa que a Turquia desista de integrar a União Europeia. Pelo contrário. "Estamos a trabalhar como se todos os capítulos estivessem abertos", assim, quando isso acontecer, a "Turquia está pronta para as negociações".
Volkan Bozkır, falando sobre a Ucrânia e o papel da UE, considerou existirem países da UE que fazem promessas que, na prática e "realisticamente" não podem cumprir mas, entretanto, já enviaram os sinais errados. Aconteceu na Geórgia, quando prometeram apoiar o seu Presidente e depois não o fizeram, "e hoje não se sabe o que pertence ou não à Geórgia". Aconteceu o mesmo com a Ucrânia mas quando esta perdeu a Crimeia "nada se fez". No que toca à Turquia, ela "não é a mesma de há 50 anos". "É uma ilha de estabilidade em termos políticos, económicos e militares" no meio de vizinhos cheios de problemas, diz Bozkır.
 
(Fonte: DN)

Rui Machete reitera apoio de Portugal ao processo de adesão da Turquia à UE

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, reiterou o apoio de Portugal ao processo de adesão da Turquia à União Europeia (UE), num encontro com o novo ministro dos Assuntos da UE turco, Volkan Bozkir. “Debatemos o processo de adesão da Turquia à UE, com a oportunidade de reiterar o apoio de Portugal a esse processo. Somos a favor do ingresso da Turquia na UE, e já o somos há alguns anos”, afirmou Machete durante a conferência de imprensa conjunta no Palácio das Necessidades e antes do almoço de trabalho que conclui a visita oficial do ministro.
Antes, e no decurso de um encontro prévio que se prolongou por mais de uma hora, o ministro português teve oportunidade de defender um novo impulso às negociações de adesão, bloqueadas há vários anos, e a abertura de novos capítulos negociais. “Se foram fixados os objetivos que devem ser atingidos em cada capítulo, acredito que a UE e a Turquia vão progredir mais rapidamente”, afirmou ainda, após sublinhar a importância de ambas as partes se “conhecerem melhor” e “garantir confiança mútua”. “Somos claramente a favor da adesão turca, ajudaremos no que for possível, é um processo complexo e não posso indicar todos os aspetos em que possamos ser úteis, mas esta é a posição de Portugal”, disse.
A nível económico, foi abordado o atual estado da união aduaneira UE-Turquia, com Machete a defender “uma maior articulação entre as posições negociais da Comissão Europeia e as preocupações da Turquia”, de forma a garantir o relacionamento existente entre as duas partes. A parceria transatlântica de comércio e investimento com os EUA foi outro tema em destaque, com o ministro português a sublinhar o interesse de Ancara “em poder participar, ou conhecer com detalhes as negociações, para que o tratado seja estendido até à Turquia quando for estabelecido”.
No âmbito do “bom relacionamento” bilateral entre as duas capitais, o chefe da diplomacia destacou o seu “reforço substancial” a nível político e económico, destacou o trabalhos das comissões mistas — com uma segunda reunião agendada para outubro — e a evolução positiva das relações comerciais com as exportações portuguesas para a Turquia “a aumentarem 17,5% nos últimos cinco anos”.
A situação internacional também foi um dos temas em debate, tendo sido analisada “a difícil situação política e humanitária no Mediterrâneo e Médio Oriente” e a importância do papel da Turquia na resolução destes problemas. O ministro português também expressou a solidariedade do Governo de Lisboa pelo “papel fundamental” assumido pela Turquia “no apoio às vítimas da catástrofe humanitária provocada pelos jihadistas que atuam na Síria e Iraque” e disse que Portugal “encorajou” o reforço das suas fronteiras para impedir o afluxo, através de território turco, de combatentes ocidentais que pretendam alistar-se nas fileiras dos fundamentalistas.
Nas suas declarações, Volkan Bozkır — um dos membros do novo Governo islamita conservador turco do primeiro-ministro e ex-MNE Ahmet Davutoğlu, que tomou posse no início de Setembro após a eleição de Recep Tayyip Erdoğan para a Presidência — disse ter optado por Portugal na primeira deslocação para “receber energias” antes das visitas a Bruxelas e Estrasburgo. “A adesão à UE permanece um alvo estratégico, a Turquia vai prosseguir neste caminho, no futuro e utilizando todos os meios necessários. Foi uma importante mensagem (…) temos que compensar o tempo perdido nos últimos anos e manter esta relação viva”, assinalou.
Numa referência às relações bilaterais, o ministro dos Assuntos da União Europeia turco mostrou-se descontente com a atual dimensão do comércio bilateral. “O volume de negócios é de 1,3 mil milhões de dólares, não representa as potencialidades dos dois países, deverá ser de cinco mil milhões de dólares, e os investimentos económicos estão a crescer”, disse.
Bozkir admitiu, numa referindo-se à UE, a necessidade de recuperar a “confiança mútua” no centro das suas preocupações nas próximas deslocações à sede da UE e ao Parlamento europeu. “Passo a passo, talvez tenhamos um cenário correto antes do final do ano, em vez da atual situação que não traduz a realidade”, prognosticou.
A 1 de Setembro, ao apresentar o seu programa de Governo no Parlamento, Davutoğlu fixou o ano de 2023 como a data para a entrada do seu país na União Europeia, que coincide com as comemorações do primeiro centenário da fundação da República turca por Mustafa Kemal Atatürk.
 
(Fonte: Observador)

03 setembro 2014

Polícia turco que matou manifestante nos protestos de 2013 condenado a sete anos de prisão

Um tribunal de Ancara condenou hoje a sete anos e nove meses de prisão um agente da polícia que atingiu a tiro na cabeça um manifestante durante os amplos protestos antigovernamentais em 2013.
O agente Ahmet Sahbaz foi considerado culpado de assassinato pela morte de Ethem Sarisülük, um trabalhador de 27 anos que foi atingido à queima-roupa durante um protesto em Ancara em 1 de Junho de 2013.  A vítima faleceu após mais de duas semanas em estado de morte cerebral.
O tribunal estabeleceu inicialmente uma pena de prisão perpétua por um delito de assassinato em primeiro grau, que foi de seguida reduzida para sete anos e nove meses, ao considerar como atenuantes a possibilidade de o polícia não ter morto o manifestante de forma intencional, e pelo facto de o disparo ter sido efetuado sob uma forte provocação.
A leitura do veredicto por “assassinato possivelmente intencional” motivou fortes protestos na sala onde decorreu o julgamento, rodeado por fortes medidas de segurança.
Os familiares do manifestante exprimiram a sua decepção, pronunciaram-se por uma condenação mais severa e anunciaram que vão recorrer da sentença.
Sarisülük foi uma das 14 vítimas mortais, incluindo dois polícias, dos protestos iniciados no parque Gezi em Istambul no final de Maio de 2013.
A vaga de manifestações foi desencadeada pelos planos do Governo em eliminar essa zona verde da cidade para construir um centro comercial e um museu.
Os protestos depressa assumiram uma forte componente política com acusações de “deriva autoritária” do então primeiro-ministro islamita conservador Recep Tayyip Erdoğan, eleito Presidente da Turquia em 10 de Agosto.
 
(Fonte: Jornal da Madeira)

Polícia tira 'selfie' enquanto homem se prepara para se suicidar

Um caso na Turquia está a ganhar contornos de escândalo: um polícia fã de 'selfies' decidiu tirar uma no momento em que um homem ia saltar de uma ponte. A insensibilidade perante o suicídio levou a que uma investigação fosse aberta.
 
Perante um homem que se ia suicidar, um polícia, que se encontrava no local, decidiu captar o momento com uma selfie. O caso aconteceu na Turquia, mais concretamente em Istambul, e o choque alastrou das redes sociais para as autoridades, que decidiram avançar com uma investigação ao polícia em causa.
     
Conta o britânico Mirror que Sadettin Şaşkın, de 35 anos, estava a passar por um período conturbado, que envolvia problemas familiares e financeiros. O homem acabou por subir à ponte do Bósforo, com intenção de se suicidar. Mas antes de saltar um dos polícias que estava no local optou por tirar uma selfie, com Şaşkın a surgir ao fundo da imagem.
A insensibilidade do polícia foi rapidamente criticada nas redes sociais, onde a fotografia acima foi publicada, despoletando esta investigação. A edição inglesa do turco Hurriyet, conta que esta era a terceira tentativa de suicídio do homem. Şaşkın saltou e o seu corpo foi recolhido poucos minutos depois. Estaria ainda vivo mas acabou por não sobreviver.
 
(Fonte: Notícias ao Minuto)

01 setembro 2014

Primeiro-ministro turco fixa 2023 como data de adesão à UE

O novo primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davotuğlu, estabeleceu hoje 2023 como data limite para a entrada do país na União Europeia (UE) e assegurou que a solução do conflito com a minoria curda será uma prioridade do seu Governo. 

"O objectivo é coroar o 100.º aniversário a nossa República com a integração na UE", disse o chefe do Governo ao apresentar o programa do executivo no Parlamento, dominado pelo islamita-conservador Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP) e que no próximo sábado deverá legitimar o novo gabinete.

Em 2023 assinalam-se os 100 anos da fundação da Turquia moderna, na sequência do colapso do Império otomano no final da I Guerra Mundial.
  
Davutoğlu, o ex-responsável pela diplomacia de Ancara que substituiu na chefia do governo Recep Tayyip Erdoğan, o novo Presidente do país, prometeu que a adesão à UE permanece um dos objectivos da Turquia, apesar dos atrasos e obstáculos nas negociações que decorrem desde 2005, e cuja responsabilidade atribuiu a Bruxelas.

Nesta perspetiva, anunciou que entre 2014 e 2017 vai ser aplicado um programa nacional de medidas para preparar a entrada do país euroasiático no clube europeu.

O primeiro-ministro também insistiu na ideia da construção de uma "nova Turquia", emitida por Erdoğan no seu discurso da vitória após a eleição para a Presidência em 10 de Agosto.
Uma renovação do país que, como assegurou, implica a aprovação de uma nova Constituição, que será "democrática".

Entre as prioridades do seu Governo, Davutoğlu destacou o processo negocial destinado a terminar com 30 anos de conflito armado com a minoria curda, definindo-o como uma iniciativa "de abertura democrática, unidade nacional e irmandade".

No decurso do mandato de Erdoğan, que chefiava o executivo desde 2003, a Turquia e a guerrilha do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) iniciaram contactos diretos e em Março de 2013 foi iniciado um processo de paz que as duas partes afirmam pretender aprofundar.

Outro ponto central do programa do Governo reside no prosseguimento do combate ao "Estado paralelo", que segundo as autoridades turcas foi erguido pela confraria religiosa de Fethullah Gülen, autoexilado nos Estados Unidos no final da década de 1990, e que ainda manterá uma importante influência no sistema judicial e nas forças de segurança.

"O combate dentro da lei contra aqueles que ameacem a democracia vai prosseguir", advertiu o primeiro-ministro, que tem prometido "tolerância zero" a quem manifestar mais lealdade a Gülen que ao Estado turco.

A resolução do conflito palestiniano, a crise com a vizinha Síria, a divisão de Chipre e o desenvolvimento das relações com a Rússia, incluindo a situação na Ucrânia, vão também permanecer como prioridades para o novo executivo de Ancara.

Na área económica, Davutoğlu decidiu manter a mesma equipa e a mesma estratégia adoptada por Erdoğan, com o objectivo de colocar a Turquia entre as dez economias mais poderosas do mundo em 2023.
 
(Fonte: Notícias ao Minuto)

26 agosto 2014

Paulo Portas representa Portugal na tomada de posse de Erdoğan

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, vai representar Portugal na cerimónia de posse do Presidente da Turquia, Recep Tayip Erdoğan, na quinta-feira, em Ancara, indicou hoje o seu gabinete.

Erdoğan, chefe de Governo desde 2003, venceu a 10 de agosto, por maioria absoluta, as primeiras eleições presidenciais diretas na Turquia e tomará posse para um mandato de cinco anos, na presença de mais de 80 líderes de países estrangeiros e de organizações internacionais. Em comunicado enviado à Lusa, o gabinete do vice-primeiro-ministro sublinhou que "Portugal e a Turquia têm vindo a reforçar as suas relações a nível diplomático e também no plano económico, tendo as trocas comerciais atingido em 2013 um novo máximo histórico, próximo de 700 milhões de euros".

Além disso, lê-se no documento, "o número de empresas exportadoras para a Turquia tem aumentado continuamente, sendo hoje mais de 640" e estão paralelamente "em curso importantes projectos de investimento turcos em Portugal, bem como de empresas portuguesas na Turquia".

Ao tornar-se o nono chefe de Estado eleito da história da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, de 60 anos, que sucede a Abdullah Gül, emitiu uma mensagem de unidade, declarando querer inaugurar "uma nova era" no país e ser "o Presidente dos 77 milhões de turcos", por meio de "um novo processo de reconciliação social", em que todos os turcos, independentemente da origem ou credo, serão cidadãos iguais do país, e "os conflitos do passado" serão deixados para trás.
 
(Fonte: Notícias ao Minuto)

08 julho 2014

Portugal e Turquia vão cooperar na indústria da defesa

O Parlamento aprovou hoje, com os votos favoráveis do PSD, CDS-PP e PS, o  Acordo entre Portugal e a Turquia sobre a cooperação no domínio da indústria da defesa, documento firmado inicialmente em Novembro de 2013.
PCP, Bloco de Esquerda e "Os Verdes" votaram contra a proposta de resolução, que respeita a um acordo de cooperação que foi assinado inicialmente pelo ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, e pelo seu homólogo turco, Ismet Ylmaz, durante uma visita oficial à Turquia, a convite das autoridades locais.
"O Acordo tem por objectivos estabelecer uma cooperação no âmbito da indústria de defesa, melhorando as capacidades das suas indústrias de defesa através de uma cooperação mais eficaz nas áreas de desenvolvimento, produção, aquisição e manutenção de bens e serviços de defesa e apoio técnico e logístico relevante", diz o texto hoje aprovado.
A investigação conjunta, o desenvolvimento, produção e modernização de peças sobressalentes, instrumentos e equipamento técnico necessários às Forças Armadas, a venda a terceiros através de parcerias comuns e a aquisição de equipamento militar são alguns dos objetivos previstos no acordo.
A Turquia produz actualmente 55% das suas necessidades em termos de indústrias de Defesa, e admite, segundo o ministro da Defesa turco, abrir as portas às capacidades portuguesas nos restantes 45%.

(Fonte: Dinheiro Vivo)

Parlamento aprova acordo com a Turquia na Defesa

O Parlamento aprovou esta terça-feira, com votos favoráveis do PSD, CDS e PS, o acordo entre Portugal e a Turquia sobre cooperação na indústria da defesa. PCP, BE e Verdes votaram contra.
A cooperação será nas áreas da investigação conjunta, o desenvolvimento, produção e modernização de peças sobressalentes, instrumentos e equipamento técnico necessários às Forças Armadas, a venda a terceiros através de parcerias comuns e a aquisição de equipamento militar, entre outros.
O acordo tem como base um documento firmado em Novembro de 2013 e foi assinado inicialmente por José Pedro Aguiar-Branco, e o homólogo turco, Ismet Yılmaz, durante uma visita oficial à Turquia a convite das autoridades locais.
"O Acordo tem por objectivos estabelecer uma cooperação no âmbito da indústria de defesa, melhorando as capacidades das suas indústrias de defesa através de uma cooperação mais eficaz nas áreas de desenvolvimento, produção, aquisição e manutenção de bens e serviços de defesa e apoio técnico e logístico relevante", diz o texto hoje aprovado.
A Turquia produz atualmente 55% das suas necessidades em termos de indústrias de Defesa, e admite, segundo o  ministro turco, abrir as portas às capacidades portuguesas nos restantes 45%.

(Fonte: Diário de Notícias)

27 junho 2014

Portugal e Turquia com novas parceiras à vista em 2015

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, disse esta sexta-feira que Portugal e a Turquia deverão ter já no próximo ano novas parcerias em áreas que poderão passar pelo turismo, energia, tecnologias de informação, educação e saúde.
Paulo Portas foi o anfitrião da primeira Comissão Conjunta Económica e Comercial Portugal-Turquia, que decorreu na manhã desta sexta-feira em Lisboa, e avançou que "esta foi apenas a primeira comissão" e que vai liderar em Outubro a ida à Turquia de uma delegação, que vai integrar empresas de diversos sectores.
"Estamos a trabalhar arduamente a nossa relação económica para criar oportunidades para o sector privado, para reforçar as exportações, o investimento e as parcerias e criar crescimento e empregos", disse Paulo Portas, sublinhando as oportunidades das empresas dos dois países e a necessidade de estas se conhecerem melhor.
 
(Fonte: Correio da Manhã)