google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

02 abril 2012

Davutoğlu: "Existe uma necessidade de liderança visionária na UE"

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Ahmet DavutoĞlu, é tido como o arquitecto da política externa da Turquia, da última década. Politólogo e historiador, Davutoğlu é conhecido pela “política de zero problemas” com os vizinhos. Tornou-se num actor importante na política regional, numa altura decisiva para o Médio Oriente. Em entrevista, Ahmet Davutoğlu fala da crise na Síria e sobre o impasse nas negociações entre a Turquia e a União Europeia.

Euronews: A Síria mantém-se um tema quente e a crise, no país, prolonga-se. O plano de Kofi Annan concedeu mais tempo ao regime de Bashar Al-Assad. Por outro lado, existem planos para unirem a oposição síria. Todas estas medidas exigem mais tempo. Caso esta crise se prolongue, a Turquia pode ver-se em apuros? A criação de uma zona de contenção está, também, em cima da mesa…

Ahmet Davutoğlu: “Claro que, se a crise continuar, não é só a Turquia que fica em apuros, mas toda a região, pois a localização geopolítica da Síria é crítica. O país tem uma interactividade muito estreita com os países vizinhos. É um vizinho muito importante da Turquia. Qualquer tensão proveniente da Síria, pode afetar todos os países circundantes. Por isso, esperar e deixar que o assunto se resolva com o tempo não é a opção certa. A comunidade internacional deve intervir de modo a evitar que isto se transforme numa grande fonte de instabilidade.”

E: Considera que existe o perigo de um conflito armado?

AD: “Neste momento existem já grandes confrontos na Síria.”

E: Quero dizer, podem espalhar-se para fora das fronteiras da Síria?

AD: “Isso depende do curso dos desenvolvimentos no país, mas existe, sempre, esse tipo de risco. No final, todos os conflitos internos afectam os países vizinhos e as outras nações da região. Isso é óbvio! Por isso, temos uma responsabilidade histórica e humanitária para com o povo sírio e estamos determinados a assumir essa responsabilidade. Estamos, também, determinados a realizar isso com a comunidade internacional. Se esse conflito ameaçar os interesses e a segurança nacional da Turquia então, temos o direito de tomar todas as precauções necessárias para precaver a nossa segurança nacional.”

E: Regressou agora do Irão. A Síria é um assunto importante entre os dois países, que se encontram divididos em relação à Síria. Podemos dizer que têm abordagens opostas sobre o destino do líder sírio. A questão vai colocar sob tensão as relações entre a Turquia e o Irão? Que impacto terá?

AD: “Não. As relações entre a Turquia e o Irão estão muito enraizadas. É uma relação de vizinhança. Quando divergimos sobre certas questões, dizemos-lhes, como sempre fizemos. O nosso primeiro-ministro explicou muito bem as nossas preocupações ao homólogo iraniano, aquando da visita. Claro que temos algumas divergências sobre a postura do Governo sírio e do seu futuro. Estamos em contacto permanente com o Irão de modo a superarmos esses
problemas. A Síria é um país contíguo à Turquia e a Turquia está, em primeiro lugar, preocupada com os desenvolvimentos na Síria. É importante que a comunidade internacional perceba a nossa posição.”

E: E a questão da União Europeia? Parece ter saído da agenda turca… Claro que isso se deve, também, a factores externos. Parece que as relações entre a UE e a Turquia irão ficar congeladas, quando o Chipre presidir à União. Qual é a sua previsão sobre as relações entre a União Europeia e a Turquia?

AD: “Não é correcto dizer que as nossas relações com a União Europeia tenham ficado para trás pois, há duas semanas, fui convidado, pela primeira vez na história da Turquia e da UE, para a reunião do Conselho das Relações Externas em Bruxelas. Discursei lá. As relações estão em andamento mas temos problemas em relação às negociações para a adesão. Com a integração do Chipre do Sul na União, surgiu uma anomalia. Agora, esta irregularidade atinge uma segunda fase. Na verdade, de acordo com o acervo da União Europeia, toda a ilha se tornou membro da UE. Agora, a parte Cipriota grega, que não representa todo o Chipre, assume a presidência da União Europeia. Assim, a irregularidade persiste. Esta é a fraqueza da UE. Se Bruxelas não mostrar capacidade para superar este problema, as negociações não progredirão facilmente, independentemente da Turquia ter feito bem o trabalho de casa. Em primeiro lugar, a União Europeia tem de se questionar e de tomar uma decisão. Tem de mostrar que quer remover todos os obstáculos que bloqueiam a adesão plena da Turquia. Se a UE quer transformar-se numa potência global, em termos geográficos e culturais, tendo uma base geopolítica e económica dinâmica e culturalmente inclusiva, então, a adesão da Turquia é obrigatória.
A economia turca tornou-se muito forte e dinâmica. Isso mostra que a Turquia é um activo estratégico para a União Europeia, mas precisamos de líderes europeus que entendam isso. Existe uma necessidade de liderança visionária no clube. Infelizmente, sem tal visionarismo, é difícil que a Turquia e a UE consigam atingir uma nova dimensão nas suas relações.”

E: Sobre a questão dos vistos entre a Turquia e a União Europeia. O país pediu que houvesse liberdade de movimentos dentro da UE, mas, por alguma razão, essas exigências não foram atendidas. Na sua opinião, o que está a impedir a livre circulação dos Turcos na União Europeia?

AD: “Essa é uma questão vital para nós. É um assunto importante e não deve ser visto como um favor. Que fique claro: é um direito para os cidadãos turcos. Era imperativo ter a liberalização dos vistos, ao longo do tempo, a partir de 1996, depois do Acordo que instituiu a União Aduaneira. Há várias decisões, tomadas por tribunais europeus, que referem que a
implementação do visto é contrária às leis europeias.
A lógica do Acordo que instituiu a União Aduaneira e as decisões dos tribunais europeus demonstram que a implementação do visto é ilegal. Além disso, politicamente é difícil entender o porquê de estarmos sujeitos a restrições de vistos, enquanto alguns países da América Latina, que nem são candidatos, estão isentos de visto. Não é uma atitude legítima. Apesar das promessas para suavizar os regulamentos, alguns países europeus dizem que se opuseram. Mas quando temos conversações bilaterais com esses países, que se opuseram ao levantamento dos vistos, eles desmentem estar contra a livre circulação dos Turcos na União Europeia.
A Comissão dos Assuntos Internos da UE vai reunir-se a 26 de Abril. Esperamos aí fazer progressos em relação a essa questão. Em conclusão, os membros da União Europeia devem entender que a livre circulação é um direito dos cidadãos turcos e faremos tudo o que pudermos para que esse direito seja reconhecido.”

(Fonte: Euronews)

Carlos Carvalhal vai abandonar o comando técnico do Beşiktaş

O Português Carlos Carvalhal foi afastado do comando técnico da equipa de futebol do Beşiktaş e já chegou a acordo para a rescisão de contrato com a nova direção do clube, anunciou hoje o emblema turco.
Numa pequena nota publicada no seu sítio oficial na internet, o Beşiktaş revelou a saída de Carvalhal e agradeceu o "bom trabalho" que o treinador luso realizou no clube, desde a sua chegada em Agosto do ano passado.
Nessa altura, Carvalhal foi contratado para substituir interinamente o treinador Tayfur Havutçu, que estava preso preventivamente por alegado envolvimento num escândalo de corrupção, acabando mais tarde por ser confirmando como técnico dos turcos até final da temporada.

(Fonte: Visão)

Paulo Portas em visita à Turquia

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, viaja hoje para Ancara, onde irá jantar com empresários portugueses e com a comunidade portuguesa residente na capital turca.
O jantar contará com a presença do ministro da Economia turco, Mehmet Zafer Çaglayan, referiu uma nota informativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
No dia seguinte, o chefe da diplomacia portuguesa realiza uma visita a Anıtkabir, o Mausoléu de Atatürk, pai da Turquia Moderna.
Paulo Portas encontra-se depois com o homólogo turco, encontro que será seguido de uma reunião entre delegações, onde vão participar o embaixador português em Ancara, Jorge Cabral, e o presidente da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio de Portugal), Pedro Reis.
O programa de terça-feira inclui ainda um encontro com o ministro de Estado e dos Assuntos Europeus, Egemen Bağış, e uma audiência com o presidente da Turquia, Abdullah Gül. O ministro português, que regressa no mesmo dia a Istambul, reúne-se ainda com o presidente da Universidade de Economia e Tecnologia (TOBB).
No último dia da visita, na quarta-feira, Paulo Portas intervém num seminário empresarial organizado pela Câmara de Comércio e Indústria da Turquia (TUSKON). A iniciativa vai incluir encontros bilaterais entre empresários turcos e portugueses.
Ainda na quarta-feira, o chefe da diplomacia portuguesa reúne-se com o presidente do Conselho para as Relações Económicas Externas (DEIK), concluindo a visita à Turquia com uma intervenção num encontro da TUSIAD (associação das empresas turcas) sobre a economia portuguesa e o programa de privatizações.
Nesta deslocação de quatro dias, Paulo Portas está acompanhado por uma delegação de cerca de 20 empresários portugueses, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
No domingo, o chefe da diplomacia portuguesa participou em Istambul na reunião dos "Amigos da Síria".

(Fonte: Jornal i)

30 março 2012

Daron Acemoğlu: "Nenhum país está condenado a ser pobre para sempre"



Co-autor do elogiado livro "Por que Falham as Nações", o economista turco do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) defende a tese de que uma nação só prospera se houver instituições políticas e económicas "inclusivas".
Em "Why Nations Fail: The Origins of Power, Prosperity and Poverty" (Por que Falham as Nações: As Origens do Poder, Prosperidade e Pobreza), os seus autores, os economistas Daron Acemoğlu e James Robinson, dizem que não adianta um país ter recursos naturais abundantes, clima favorável ou uma população determinada a trabalhar muito. Se não houver uma base que garanta a distribuição de poder político e oportunidades económicas ao maior número possível de cidadãos, mais cedo ou mais tarde o país rumará para a estagnação. A boa notícia é que "nenhum país está condenado a ser pobre para sempre".
Acemoğlu, de 44 anos, nasceu em Istambul, é economista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e é o nome do momento entre os seus pares. Cinco detentores do Prémio Nobel de Economia já elogiaram o livro.

(Fonte: Época)

Istambul: Dois mortos em explosão

Duas mulheres morreram hoje e um homem ficou ferido na sequência de uma explosão, possivelmente de gás, ocorrida num café-restaurante de Istambul, informou a imprensa turca.
A explosão causou um incêndio no estabelecimento comercial localizado no bairro de Esenler, que já foi extinto pelos bombeiros de acordo com o canal de televisão NTV.

(Fonte: Expresso)

29 março 2012

Miguel Garcia: "Estou muito feliz aqui"



Miguel Garcia, jogador português do Orduspor, concedeu uma entrevista ao Relvado, na qual abordou, entre outros assuntos, a sua experiência na Turquia.

Relvado - Como está a correr a sua experiência no Orduspor?

Miguel Garcia - Está a correr bem e tem superado as minhas expectativas. A manutenção era o nosso objectivo, que já foi alcançado. Agora, ainda estamos a tentar ficar nos oito primeiros, de modo a disputar o play-off, mas será muito difícil, pois estamos a cinco pontos do oitavo classificado... Pessoalmente, joguei 28 dos 32 jogos do campeonato, tenho jogado quase sempre.

R - E o campeonato turco, é competitivo?

MG - Confesso que não o acompanhava muito. Mas estou surpreendido. Não falta competitividade e há muitos bons jogadores e excelentes equipas, como o Beşiktaş, Galatasaray e Trabzonspor. Acho que são equipas que podem lutar pela vitória na Liga Europa.

R - E a cidade, como é?

MG - É uma cidade pequena, que não tem aeroporto, por isso as viagens custam muito, pois as deslocações são muito longas. É uma cidade portuária... Mas confesso que não há muito para fazer... Passo quase todo o tempo com o João Ribeiro [seu colega de equipa].

R - E já "arranha" o Turco?

MG - É complicado, não há palavras iguais ao Português ou ao Inglês. Tenho aulas de Turco uma ou duas vezes por semana, mas é muito difícil falar. Sei apenas algumas palavras.

R - Isso acaba por dificultar a sua adaptação, ou não?

MG - Esta é uma cidade sem turistas e ninguém fala Inglês. É complicado, claro. Ensinaram-me a dizer 'não falo Turco' e quando vou às compras junto tudo no carrinho, digo isso, pago e vou-me embora. Nos primeiros tempos, para comprar telemóvel e outras coisas, tive a ajuda de um intérprete.

R - Os adeptos turcos são conhecidos pelo seu fanatismo. Os do Orduspor também são bastante ferverosos?

MG - São fantásticos! Aqui todos os clubes têm adeptos fabulosos e, ao contrário de Portugal, os estádios estão sempre cheios. O ambiente é sempre óptimo.

R - Tem falado com os outros Portugueses que jogam na Turquia?

MG - Sim, principalmente com o Manuel Fernandes e o Pelé, para além do João Ribeiro. Istambul fica a uma hora de avião, mais uma hora de autocarro, mas às vezes vou lá ter com eles. Temos de 'puxar' uns pelos outros, pois estamos muito longe do nosso país.

R - Pretende continuar no Orduspor na próxima época?

MG - Tenho mais um ano de contrato com o clube e estou muito feliz aqui. O presidente e o treinador também gostam de mim, por isso entre ir para outro clube e não jogar muito, prefiro continuar na Turquia.

(Fonte: Relvado)

28 março 2012

Primeiro-ministro turco em visita de dois dias a Teerão

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, chegou hoje a Teerão para uma visita de dois dias que tem na agenda as relações bilaterais, mas também o programa nuclear iraniano, informou a agência oficial do Irão Irna.
Erdoğan foi recebido no aeroporto de Teerão pelo ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Ali Akbar Salehi, e tem encontros agendados com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e com o presidente do Parlamento local, Ali Larijani.
As relações bilaterais, a situação regional, designadamente na Síria, e o programa nuclear iraniano são alguns dos temas que deverão ser discutidos durante os encontros.
A Turquia propôs acolher as próximas negociações nucleares entre o Irão e o grupo 5+1 (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha). As últimas tiveram lugar em Istambul em Janeiro e não produziram resultados.
A Turquia, que reforçou as relações económicas e comerciais com o Irão nos últimos anos, opõe-se a novas sanções americanas e europeias contra Teerão. Cerca de 30 por cento do petróleo importado pela Turquia provém do Irão.

(Fonte: RTP)

26 março 2012

Turquia fechou embaixada em Damasco

A Turquia fechou hoje a sua embaixada em Damasco devido à degradação das condições de segurança na Síria, informou fonte diplomática turca citada pela agência noticiosa AFP.
"As atividades da embaixada da Turquia estão suspensas desde esta manhã," explicou a mesma fonte sob anonimato, ao acrescentar que o pessoal diplomático turco deixou a capital síria.

(Fonte: Lusa/RTP)

Sanções ao Irão afectam economia turca

As sanções económicas ao Irão estão a afectar a indústria de vestuário da Turquia, com os negócios outrora prósperos entre os dois países a enfrentarem dificuldades, como a falta de crédito aos empresários iranianos e o aumento de custos causados pelas diferenças cambiais.
As exportações da Turquia para o Irão, que aumentaram 12 vezes na última década, tendo atingido os 3,5 mil milhões de dólares (2,64 mil milhões de euros) em 2011, caíram 25% de Dezembro a Janeiro, com as sanções a pressionarem o valor real da moeda iraniana, o rial, uma quebra de 55% face ao dólar americano, segundo o The Wall Street Journal.
Todos os bancos turcos, com exceção de um, deixaram de processar pagamentos para os clientes iranianos, enquanto os custos mais elevados significam que o número de iranianos que visitam a Turquia desceu.
A Turquia recusou-se a adoptar sanções unilaterais mais severas contra o Irão como as tomadas pela UE e pelos EUA, sublinhando, em vez disso, o seu empenho para com o cumprimento das medidas estabelecidas em 2010 pelas Nações Unidas, e continua a comprar petróleo e gás iraniano, apesar de ter registado uma diminuição.
Contudo, o declínio no comércio elimina uma grande ligação entre os dois países, que estão cada vez mais a separar-se devido às linhas sectárias relativas ao conflito do Médio Oriente, indica o The Wall Street Journal.
Em Janeiro, as novas sanções dos EUA direcionadas para o banco central do Irão levaram a uma desvalorização da moeda iraniana, e a lira turca começou a valorizar, fazendo com que o custo relativo de alguns produtos turcos tenha aumentado quase duas vezes no espaço de apenas alguns dias.
O aumento do preço foi agravado pela recusa dos bancos turcos de processar os negócios comerciais envolvendo os clientes iranianos com medo do congelamento nos mercados internacionais por novas sanções. Os empresários iranianos pagam agora as encomendas em dinheiro, que atravessa as fronteiras em malas.
Como resultado, as empresas da Turquia, que esperavam um aumento das vendas numa altura em que se celebra a festa do Ano Novo Persa, que se realiza esta semana, estão agora a enfrentar uma quebra sustentada e, em alguns casos, a acumular stocks indefinidamente, conclui o The Wall Street Journal.

(Fonte: Portugal Têxtil)

China não vai a Istambul à conferência internacional "Amigos da Síria"

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Hong Lei, confirmou nesta segunda-feira (26) em Beijing que o país recebeu o convite para a Segunda Conferência Internacional "Amigos da Síria", que será realizada no dia 1 de Abril na Turquia. Porém, face à situação actual, o país asiático não aceitou participar no evento.
Hong Lei disse que as acções da comunidade internacional relativamente à questão síria devem ser favoráveis à diminuição da tensão no país, ao impulsionamento de diálogos políticos e de conciliação, e à manutenção da paz e estabilidade regional do Oriente Médio.
Hong Lei acrescentou ainda que a solução do problema da Síria deve ter a participação conjunta de todos os envolvidos. Para ele, a comunidade internacional deve oferecer as condições adequadas durante o processo. A China quer esforçar-se ao lado dos envolvidos e continuar a desempenhar um papel positivo e construtivo para a solução pacífica e adequada da questão da Síria.

(Fonte: CRI)