25 maio 2008
Autor do atentado contra o Papa quer nacionalidade polaca
Empresa turca quer investir no mercado angolano
A Asas Grupo, companhia vocacionada para a produção de alimentos, pretende apostar no mercado angolano na distribuição de bens, essencialmente farinha de trigo, fraudas e óleo alimentar, segundo o director-geral, Alim Denvencen. A empresa, que explora o mercado africano desde 2006, efectuou o ano passado um volume de negócios avaliado em 10 milhões de dólares. Para o director da firma fundada em 1987, a Expo Turco-África foi um momento aproveitado para a procura de parceiros angolanos. “Queremos fazer negócios em Angola”, ambiciona o responsável que considera existir no país um mercado próspero para a realização de bons negócios. Contudo, o empresário turco está convicto de que encontrará uma parceria angolana que ajudará a empresa desenvolver as suas actividades comerciais no país. Numa primeira fase, a Asas Grupo quer fornecer os seus produtos no mercado e depois virar-se para outras áreas de negócios. O presidente do Conselho de Administração do Grupo Pitabel, Abel Segunda, obteve informações precisas sobre a empresa, tendo ficado, posteriormente, para analisar se é viável ou não cooperar com a Asas Grupo. O Pitabel aposta no sector da educação, mas pode alargar os seus negócios para outras áreas, conforme disse o PCA do grupo. Ao presidente do Pitabel, do director da empresa Asas deu a conhecer que, além de Angola, a sua firma pretende investir na Nigéria, Sudão, Kénia e Uganda. Além destes países, o primeiro a apostar será a Tanzânia, onde a empresa efectuou contactos exploratórios para poder investir no sector da construção civil. Neste momento, a empresa tem 150 trabalhadores. A empresa turca produz 100 mil litros de óleo por dia, 1500 de toneladas de farinha, cinco milhões de peças de fraudas descartáveis.Além da Asas Grupo, mais dez empresas turcas pretendem expandir os seus negócios. São os casos da Nova Plastic Mutlu Ambalas e a Doruk Una Degekatma, entre outras.
23 maio 2008
Portugueses participam nas Olimpíadas da Língua Turca
Ver também:
Parlamento Europeu incita a Turquia a prosseguir com as reformas
A Turquia começou as negociações em 2005. Em Junho, dois novos capítulos podem ser abertos. Até agora, a Turquia só abriu 6 dos 35 capítulos, e oito continuam bloqueados enquanto Ancara não resolver o diferendo com Chipre.
Miguel Queiroz vai representar Portugal em Istambul
(Fonte: Record)
Turquia: um país com fortes potencialidades económicas
A Turquia é um país com fortes recursos e que graças à melhoria da política económica adoptada pelo Governo permitiu o país alistar entre a décima sexta maior economia do mundo.
A economia da Turquia deverá situar-se em 2025 na décima quinta posição, devendo recuar para décima sexta posição, em 2050, em função das previsões da Golden Sachs Economic Research.
Dados apurados indicam que o comércio estrangeiro cresceu 162 por cento, nos últimos cinco anos. Adicionando a isso, está o crescimento verificado na exportação com países vizinhos tendo atingido, em cinco anos, um progresso de 337 por cento.
A Turquia também tem atraído cada vez mais investimentos estrangeiros. Em 2005, o capital estrangeiro foi de 20,2 mil milhão de dólares, sendo o 13º país do mundo a atrair mais investimento estrangeiro directo.
Com reservas internacionais na ordem de 60 mil milhões de dólares, formação bruta de capital fixo de 22% do PIB (5% publica e 17% privada), o investimento directo estrangeiro está em torno de 20 mil milhões de dólares.
Entre 2002 e 2007, a Turquia cresceu sete por cento, uma média diária por ano. O PIB da Turquia tem crescido nos últimos cinco anos a uma taxa anual de 7,5%, com a contribuição de 65% da indústria, através da participação maioritária dos sectores turístico, automóvel, têxtil (com tecnologia de ponta) e químico.
O Produto Interno Bruto (PIB) alcançou em 2007 cerca de 650 mil milhões de dólares e o PIB per capita superou os 9000 dólares. É uma performance na medida em que o mais abrangente de todos os agregados macroeconómicos é o produto, que traduz o valor de todos os bens e serviços que são produzidos numa economia (num país ou numa região). Representa a soma dos bens e serviços produzidos por todas as empresas, instituições com ou sem fins lucrativos, profissionais liberais, etc.
Por isso, a Turquia é o país que possui condições para constar entre os primeiros dez melhores do mundo. Devido à oferta de vários produtos e equipamentos, a empresa angolana Aisha Trading, que aposta no ramo da agricultura, uma das participantes do fórum de negócios entre turcos e africanos, não teve dificuldades em encontrar fornecedores de equipamentos.
Os dois administradores da empresa presentes deslocaram-se a uma zona industrial da Turquia para verificarem o potencial, em termos de equipamentos.
Aquele país é o segundo maior em termos de equipamentos manufacturados e detém uma das maiores joalharias manufacturadas a nível mundial. Além disso, possui a primeira fábrica de têxtil e de fertilizantes
da Europa.
É sexto maior produtor de cimento e algodão e refrigerantes. E o sétimo em termos de ferro e aço da Europa. Também se fabrica automóvel tendo, nos últimos cinco anos, a exportação dos meios rolantes produzidos naquele país crescido 371 por cento, a representar uma facturação de 20 mil milhões de dólares.
De resto, a liberalização do mercado em 1980 ajudou a crescer o país.
A Turquia é hoje capaz de apresentar produtos de muita boa qualidade. Por exemplo, o país possui um forte na área da construção naval, destilarias, cimento, tabaco, alimentar, vidro, artigos de papel, couro e cerâmica. Além disso, um importante Entreposto Comercial, um Porto que efectua volumes maiores de descargas de mercadorias provenientes do exterior e linhas férreas que unem a Europa à Ásia.
A Sehil é um dos maiores grupos empresariais
da Turquia. Apostada na construção civil, com subsidiárias ligadas a diversas áreas, como energia, minas
e indústria, a companhia tem tido sucesso assinalável internacionalmente.
A empresa concretizou 35 projectos residenciais, domiciliários, hoteleiros, de escritórios, shoppings, parques e industriais.
Com o envolvimento de nove mil pessoas e 25 em diferentes projectos, o grupo Sehil também aposta no meio ambiente, além da sua participação na construção de empreendimentos de ferro.
A perspectiva da empresa é estender os projectos para outros locais com o Marina Complex (ainda a concluir), contempla hotéis e unidades residenciais.
Este projecto a ser construído em Istambul, vai consumir 750 milhões de dólares. Além disso, serão construídas 150 fazendas com elevadas dimensões no centro de Istambul, capital económica da Turquia. O projecto é de cerca de 500 milhões de dólares.
A empresa também aposta na área mineira através da companhia Sehil Mining, tendo a companhia começado já a trabalhar na exploração de ouro, niquel na província da Manisa e Yozgat, com uma área de 1600 e 1650 hectares, respectivamente.
Turquia derrotou a Eslováquia
20 maio 2008
Turquia proíbe fumo em locais públicos
Os bares e restaurantes terão um período de transição para se habituarem à nova legislação. A proibição começará a ser aplicada em Julho de 2009.
O Parlamento adoptou em Janeiro esta lei que foi considerada uma "revolução" por parte da imprensa e que marca o ingresso de Ancara no clube dos países onde são aplicadas medidas restritivas na luta contra o tabagismo.
O texto foi elaborado pelo Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), do primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdoğan.
A nova lei proíbe fumar em repartições públicas, em locais de trabalho e lugares públicos, incluindo centros comerciais, escolas, estádios desportivos e hospitais.
Em caso de infracção, uma advertência por escrito será aplicada. Caso o estabelecimento continue a permitir que clientes fumem no seu interior serão cobradas multas, que chegam a 5.000 libras turcas (2.700 euros ou 4.000 dólares), aos estabelecimentos privados.
Na Turquia, 60% dos homens e mais de 20% das mulheres fumam.
Segundo o Ministério turco da Saúde, quase 20% das mortes estão relacionadas com doenças ligadas ao tabagismo.
A proibição de fumar em transportes públicos na Turquia já existe há 10 anos, embora muitas vezes as restrições não tenham efeito.
14 maio 2008
Governo Turco quer apoiar reconstrução de Angola
Angola vai aproveitar as oportunidades oferecidas pela Turquia para ajudar no processo de reconstrução nacional em curso no país, segundo o embaixador de Angola acreditado na Grécia, Isaías Jaime Vilinga, quando ontem falava à margem do Fórum de Negócios “Turquia-África”, que decorre em Istambul.
O diplomata angolano adiantou que já existe intenção dos Turcos cooperarem com o país, restando apenas a sua concretização. Informou ainda que durante o evento, que reúne mais de 45 países africanos, está prevista a assinatura de um acordo de cooperação entre a Turquia e Angola. Para tal, aguarda-se (mas ainda sem confirmação) a chegada, a qualquer instante, em Istambul, do director de cooperação multilateral do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Angola, António Nunes “Mona”. O alto funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros pode, eventualmente, assinar alguns acordos em agenda. Acrescentou que a informação foi avançada pelas entidades turcas durante a reunião dos ministros africanos presentes no Fórum, que decorreu na manhã de ontem, antes da abertura da cerimónia oficial, que aconteceu durante a tarde. “O país precisa de ser reconstruído e o Governo já tem feito bastante, mas é preciso ainda mais ajuda neste sentido”, realçou o embaixador de Angola na Grécia. O diplomata angolano, que também responde pelos assuntos exteriores na Turquia e no Chipre, está confiante na cooperação comercial e económica entre Angola e a Turquia. Sublinha, no entanto, que a África tem estado a corresponder e os Turcos têm muita vontade de investir e cooperar com o continente berço da humanidade. “É altura de aproveitar a vontade dos Turcos para que os países africanos se desenvolvam”, disse o diplomata, para quem se nota já uma aproximação entre a Turquia e África. Para o efeito, a Turquia vai abrir, nos próximos tempos, mais cinco novas embaixadas em vários países africanos, com vista à aproximação das relações comerciais entre este país e o continente. A nível dos países da África Austral, participam representantes da África do Sul, República Democrática do Congo, Cabo-Verde, Zâmbia, Guiné-Bissau, Moçambique, Namíbia, Tanzânia e Zimbabwe. Angola participou pela segunda vez consecutiva na terceira edição deste fórum. Além do embaixador na Grécia, estão presentes representantes da Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA), do Banco de Comércio e Indústria (BCI) e empresários ligados ao ramo do comércio e agricultura.
(Fonte: Jornal de Angola)
13 maio 2008
Galatasaray é campeão da Turquia
Num jogo para o qual entrou com três pontos de vantagem sobre o seu mais directo adversário, o Fenerbahçe, o novo campeão garantiu o ceptro com golos do veterano Hakan Şükür e de Balta.
No entanto, o Galatasaray acabou o campeonato com uma vantagem ainda maior, de seis pontos, uma vez que o Fenerbahçe perdeu, na última ronda, por 0-2, no terreno do Trabzonspor.
