google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

24 fevereiro 2011

Turquia traz a Portugal megaprojectos de energia e estradas

Energia, turismo e construção são sectores em que a Turquia oferece oportunidades de investimento às empresas portuguesas, disse ontem o ministro do Comércio Externo daquele país, Zafer Çaglayan, na conferência "Business Roundtable Turquia", organizada pelo Jornal de Negócios.
A estas áreas, António Mendonça, ministro português das Obras Públicas, acrescentou a das infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias e a das telecomunicações.
Entre os grandes projectos apresentados está a privatização de mais de 1700 quilómetros de estradas e a construção de mais cinco mil quilómetros até 2023, num total de 11 estradas que deverão representar um investimento de 47 mil milhões de dólares (34,4 mil milhões de euros).
Mas os negócios do sector energético são dos que mais potencial têm no país. Em entrevista ao Jornal de Negócios, o ministro Zafer Çaglayan disse estimar que "nos próximos 12 anos cerca de 130 biliões de dólares (95,5 mil milhões de euros) de investimento sejam executados só para fazer face à procura de energia no país".
O governante adiantou ainda que "a Turquia transformou-se num dos mercados de energia de maior crescimento no mundo e está rapidamente a ganhar uma estrutura competitiva. Está estimado que a procura do país por electricidade vá crescer a uma taxa anual de 6% entre 2009 e 2023".
Além disso, o responsável diz ainda que "o Governo turco encoraja investidores a implementar projectos de energia na Turquia com novos incentivos para a energia renovável".
Os governantes turco e português sublinharam, nas suas intervenções, que as relações económicas entre os dois países são ainda insuficientes, realçando que há espaço para reforçar a cooperação. Zafer Çaglayan avançou que as trocas comerciais entre Turquia e Portugal são hoje inferiores a mil milhões de dólares, mas podem chegar num futuro próximo aos cinco mil milhões, podendo mesmo "atingir os dez mil milhões".
"Pretendemos que, no futuro, as relações entre os dois países se consolidem e nos permitam, em conjunto, aumentar exponencialmente as relações económicas e inverter as tendências menos positivas que se têm verificado nos últimos anos", afirmou, por seu lado, António Mendonça. Na opinião do ministro das Obras Públicas, a Turquia apresenta oportunidades para os empresários nacionais, sendo que "as empresas portuguesas e o mercado português também constituem boas oportunidades para as empresas turcas".
A cooperação entre ambos pode ainda abrir os mercados do Cáucaso aos empresários nacionais e os dos países de língua portuguesa aos Turcos. Também o ministro turco sublinhou que há oportunidades para que os empresários dos dois países estabeleçam parcerias em mercados terceiros. "Podemos cooperar na América Latina, Médio Oriente, mercados africanos e no Cáucaso," sublinhou. Em sua opinião, em sectores como o automóvel, "não somos competidores, somos complementares".

(Fonte: Jornal de Negócios)

Brisa quer que Turquia passe a ser o seu segundo mercado doméstico

A Turquia é, a par da Índia, um dos mercados onde a Brisa pretende entrar no sector das concessões rodoviárias, estando a aguardar o lançamento do concurso de privatização da rede de auto-estradas do país.
"Esperamos que se o programa de privatização avançar, e se ganharmos, possamos transformar a Turquia num segundo mercado doméstico para a Brisa. É isso que ambicionamos," afirmou ontem Guilherme Magalhães, presidente executivo da Brisa Internacional, na conferência "Business Roundtable Turquia", organizada pelo "Jornal de Negócios".
Guilherme Magalhães considerou que este tem sido um processo de grande transparência, mas longo, lembrando que o Governo turco tem vindo a anunciar que gostaria de lançar o concurso de imediato. "De imediato podia ser já este mês de Fevereiro como poderá ser até ao Verão ou pós-Verão," afirmou.
À venda vai estar a rede pública de auto-estradas com portagem da Turquia, incluindo as duas pontes do Bósforo. De acordo com o responsável, tratam-se de quase dois mil quilómetros, dos quais mais de 1700 de rede principal e outros 200 de rede secundária. No total, circulam anualmente nestas vias mais de 300 milhões de veículos, gerando receitas da ordem dos 250 a 300 milhões de euros por ano.
A banca tem avançado como valor indicativo para esta privatização os quatro mil milhões de dólares (mais de 2,9 mil milhões de euros). A Brisa pretende concorrer em consórcio com o grupo turco Akfen, estando ainda por definir os restantes parceiros que integrarão o agrupamento.

(Fonte: Jornal de Negócios)

23 fevereiro 2011

Turquia quer multiplicar por cinco as trocas comerciais com Portugal

"As trocas entre Portugal e a Turquia deviam ser de cinco mil milhões de dólares," afirmou o ministro do Comércio Externo da Turquia. "Podemos mesmo atingir os dez mil milhões," acrescentou. Zafer Çağlayan, que esteve hoje em Portugal numa conferência organizada pelo "Jornal de Negócios", deixou críticas às agências de "rating" que dão melhor "rating" a países que "multiplicaram a dívida oito vezes" do que à Turquia. "Não é justo," afirmou o ministro, no "Business Roundtable Turquia”.
As trocas comerciais entre Portugal e Turquia, actualmente, não chegam aos mil milhões de dólares.

(Fonte: Jornal de Negócios)

Os benefícios da Turquia para as empresas portuguesas

O ministro do Comércio Externo da Turquia, Zafer Çağlayan, esteve em Portugal para participar numa conferência organizada pelo "Jornal de Negócios" e diz que há oportunidades de investimento mútuas para empresários dos dois países.

Por que é que uma empresa portuguesa deve investir na Turquia?
Há tantas razões para uma empresa portuguesa hoje investir na Turquia. Para começar é um país em crescimento, com um PIB que subiu de 230 biliões de dólares (168 mil milhões de euros) para 730 biliões (533 mil milhões de euros) entre 2002 e 2010. Um mercado doméstico em crescimento localizado entre a Europa, Ásia Central e Médio Oriente, comum ambiente liberal e reformista, e condições de investimento altamente competitivas. Portugal investiu 759 milhões de dólares (554 milhões de euros) na Turquia desde 2005. Em 2010 havia só 26 empresas portuguesas a operar no país. Ficaremos satisfeitos por ver os empresários portugueses apreciar a cultura de negócios e escolher a Turquia para os seus investimentos.

Qual a estratégia do país para atrair investidores?
O nosso objectivo é encorajar os homens de negócios, os investidores internacionais em particular, a tirar partido das vantagens que a Turquia oferece. Com a estabilidade política e económica, implementando políticas macroeconómicas sólidas e estabelecendo um enquadramento legal e institucional. Vamos lutar para melhorar a infra-estrutura económica e social em áreas como instalações de telecomunicações, qualidade institucional, qualidade da educação ou um sistema judicial para proteger mais efectivamente direitos de propriedade intelectual. Tudo para assegurar a tendência de crescimento.

Quais são os maiores investidores portugueses na Turquia?
Actualmente, a Cimpor é a maior empresa portuguesa a operar na Turquia As outras são pequenas sociedades a operar sobretudo em Istambul, Ankara, Izmir e Kocaeli, nas áreas de construção, reparação de aparelhos electrónicos e produção de plásticos, equipamentos de televisão e rádio, comércio e consultoria. O interesse das empresas portuguesas na Turquia é muito baixo. Acho que as sociedades portuguesas deverão considerar investimentos em outras cidades da Turquia que também oferecem boas condições de investimento.

Há interesse em Portugal por parte de empresas turcas?
Até ao início de 2011 havia apenas uma empresa turca a operar em Portugal, a Abdi Ibrahim. Opera no sector farmacêutico e exportou 100 mil euros em capital para Portugal.

Que sectores têm mais potencial na Turquia?
O sector das infra-estruturas atrai mais e mais investidores todos os dias, focando-se em oportunidades de negócio de longo prazo. Além disso, o mercado energético da Turquia oferece um leque de actividades que vão da exploração de petróleo e distribuição e exportação de produtos petroquímicos, até à geração de electricidade baseada em todas as fontes de energia, bem como à construção de maquinaria e equipamento.

O governo turco ainda considera entrar na UE? Isso é uma razão para os estrangeiros investirem no país?
Apesar de todos os obstáculos políticos colocados pela União Europeia (UE), continuamos empenhados em progredir no nosso processo de negociação. Com a adesão, a Turquia irá assegurar a sua posição e ser uma área económica de investimento mais atractiva, especialmente para investidores europeus que sentiram os efeitos da crise global. Para aproveitarem as oportunidades que a Turquia oferece, cada vez mais investidores estrangeiros estão a chegar ao país todos os anos. E depois da nossa adesão este número irá aumentar.

(Fonte: Jornal de Negócios)

Zafer Çağlayan: "Estamos sobretudo preocupados com a Líbia"

O ministro do Comércio Externo da Turquia, Zafer Çağlayan, disse hoje que o seu país está particularmente preocupado com a Líbia. "Não temos interlocutores," disse, adiantando que há 200 empresas turcas na Líbia e 20 mil cidadãos turcos. "Queremos uma solução pacífica," concluiu o responsável que se encontra em Portugal na conferência "Business Roundtable - Turquia”, organizada pelo "Jornal de Negócios". A Líbia é um dos maiores parceiros comerciais da Turquia.

(Fonte: Jornal de Negócios)

Turquia crê que comércio com Portugal pode atingir 3 600 milhões de euros

O ministro turco do Comércio Externo, Zafer Çağlayan, acredita no reforço das relações comerciais entre Portugal e a Turquia e diz que o comércio bilateral pode atingir os cinco mil milhões de dólares (3,6 mil milhões de euros).
Na conferência sobre "Negócios e Internacionalização na Turquia", organizada pelo "Jornal de Negócios", que decorreu hoje em Lisboa, o ministro turco referiu também que o comércio bilateral entre Portugal e a Turquia é inferior a mil milhões de dólares (720 milhões de euros) e deveria ser pelo menos cinco mil milhões de dólares (3,6 mil milhões de euros).

(Fonte: Diário Digital /Lusa)

22 fevereiro 2011

Turquia é o novo mercado emergente para empresas portuguesas

As empresas portuguesas têm aumentado significativamente o investimento na Turquia. De acordo com os números da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), entre 2009 e 2010, o investimento dos consórcios nacionais no mercado turco observou um crescimento de 104 por cento, escreve o Jornal de Negócios.
Até Agosto de 2010, as empresas nacionais investiram 63,6 milhões de euros na Turquia, observando um crescimento na ordem dos 104 por cento entre 2009 e 2010.
Os números são avançados pela AICEP que ressalva, no entanto, que apesar do aumento, os valores situam-se abaixo dos máximos obtidos em 2007, ano em que foram atingidos os 281,2 milhões de euros, indica o jornal.

(Fonte: Jornal de Negócios / Fábrica de Conteúdos)

21 fevereiro 2011

Avião turco não aterra em Benghazi porque aeroporto está controlado

Um avião turco enviado à Líbia para repatriar os cidadãos turcos que estão no país, não pôde aterrar no aeroporto de Benghazi por este estar supostamente controlado por rebeldes.
O canal de televisão turco "NTV" explicou que os pilotos do avião da "Turkish Airlines" não conseguiram entrar em contacto com a autoridade de aviação civil no aeroporto, pelo que se viram obrigados a regressar à Turquia.
O Governo turco, que criou um centro de crise para obter informações sobre os seus cidadãos nos países afectados pelas revoltas, enviará dois navios para retirar os seus cidadãos da Líbia.
Durante o fim de semana, 581 Turcos foram evacuados da Líbia por meios aéreos, e o Governo turco tinha previsto enviar outros quatro aviões para repatriar mais cidadãos turcos da Líbia.
"O primeiro-ministro Erdoğan falou duas vezes com Kadhafi, que lhe assegurou que fará tudo para garantir a segurança e a vida dos cidadãos turcos na Líbia," explicou hoje, Zafer Çağlayan, ministro de Estado.
Os testemunhos dos Turcos na Líbia descrevem uma situação de caos, em que as forças opositoras ao regime assumiram o controlo de grandes cidades. "A cidade está sob controlo dos grupos opositores. Não nos deixam sair. Estamos no local de trabalho e alguns escritórios foram queimados. Há dois dias que não temos comida. A água quase acabou e também o combustível," explicou em declarações à "NTV" Ferhat Karsli, um trabalhador turco que está na cidade líbia de Jalu, a cerca de 400 quilómetros a sul de Benghazi.

(Fonte: Angola Press)

Diageo compra a maior destilaria da Turquia

A Diageo, fabricante de bebidas alcoólicas britânica, chegou a acordo para comprar a maior destilaria da Turquia por 3,3 mil milhões de liras turcas (1,48 mil milhões de euros).
A Diageo irá assim comprar a Mey İçki, que é a maior destilaria do país e é líder na produção de Rakı, a bebida tradicional local. Com esta aquisição, a cotada britânica espera incrementar os seus resultados em um por cento ao ano, no primeiro ano em que será dona da destilaria turca.
“Este investimento representa a continuação da nossa estratégia para aumentar a presença da Diageo em mercados emergentes como a China e o Vietname, que têm classe média a crescer rapidamente,” disse o CEO da firma, Paul Walsh, em comunicado citado pela "Bloomberg".
A companhia de bebidas alcoólicas pretende crescer por via de aquisições nos mercados de economias em maior expansão, disse a responsável financeira, Deirdre Mahlan, em entrevista dada à agência noticiosa norte-americana no seguimento da apresentação dos resultados relativos ao primeiro semestre do ano fiscal. Paul Walsh está também a tentar comprar uma participação no grupo chinês Sichuan Chengdu Quanxing Group.
“Vemos o mercado turco como tendo elevado potencial de crescimento, e a posição de mercado da Mey İçki é atractiva, com margens relativamente elevadas,” disse uma equipa de analistas do UBS em nota de investimento. “A Diageo ainda tem opções” para mais aquisições, dizia a nota de investimento a que a "Bloomberg" teve acesso.
A Diageo segue a valorizar 0,58 por cento para 12,07 libras esterlinas por acção na segunda sessão de ganhos consecutiva.

(Fonte: Jornal de Negócios)

17 fevereiro 2011

Selecção vai observar o jogo Beşiktaş-Fenerbahçe

A equipa técnica da selecção nacional, liderada por Paulo Bento, vai marcar presença em quatro jogos nos próximos dias. A Federação Portuguesa de Futebol divulgou, nesta quinta-feira, o mapa de observações directas.
"Para além destes, como habitualmente, muitos outros jogos serão analisados por via indirecta", acrescentou o organismo. Assim, os elementos da equipa técnica estarão no Benfica-Estugarda, no Beşiktaş-Fenerbahçe, no Portimonense-Olhanense e no Sporting-Benfica.
No Beşiktaş, jogam os Portugueses Manuel Fernandes, Ricardo Quaresma, Hugo Almeida e Simão Sabrosa. Este último já optou voluntariamente pela saída da selecção.

(Fonte: Mais Futebol)