google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

18 janeiro 2008

Vaga de frio polar faz 10 mortos


A maior parte do território da Turquia está a ser atingido por uma vaga de frio polar que já causou 10 mortos e deixou rios, canais e lagos congelados, duas mil povoações incomunicáveis e suspendeu o tráfego em várias estradas do país.
Na região leste, as temperaturas desceram até aos 35 graus negativos, tendo 10 pessoas morrido devido ao frio em diversas províncias nos últimos três dias.
Os rios Yeşilirmak e Kızılırmak, dois dos maiores da Turquia, bem como o lago Beyşehir, ficaram congelados devido às baixas temperaturas.
Cerca de duas mil povoações e aldeias ficaram incomunicáveis, devido ao corte de estradas.
O Departamento de Meteorologia da Turquia indicou que as baixas temperaturas continuarão até à próxima segunda-feira.

(Fonte: Diário Digital)

17 janeiro 2008

Turquia e a sua adesão à UE em destaque na Aliança das Civilizações

O primeiro Fórum da Aliança de Civilizações estreou-se na terça-feira em Madrid, quase quatro anos depois dos atentados de 11 de Março, que impulsionaram o presidente do Governo espanhol, José Luiz Rodrigues Zapatero a propor, juntamente com o seu homólogo turco, Tayyip Erdoğan, a criação da Aliança de Civilizações.
Zapatero e Erdogan acabaram por ser os protagonistas do encontro que terminou ontem.
O primeiro-ministro turco garantiu que, caso a Turquia não entre na União Europeia, haverá mais um obstáculo para a paz no mundo. Zapatero afirmou que não existe nenhum conflito de civilizações entre Ocidente e o mundo Islâmico, e acrescentou: "Queremos a Turquia na União Europeia, é uma das decisões de maior relevância para o futuro da Europa e para a estabilidade internacional".
Na cerimónia de abertura do fórum, Jorge Sampaio - Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança de Civilizações - recordou o que motivara a criação da iniciativa em 2005 - uma necessidade de melhorar o entendimento e a cooperação entre nações e culturas que, garante, tem de ir além do debate intelectual, passando por soluções para temas tão polémicos como o ensino da religião nas escolas.
Nos dois dias do encontro organizaram-se diferentes encontros com políticos de 80 países, entre eles Portugal, que se fez representar pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado.
(Fonte: DN)

Zapatero garante o apoio espanhol à adesão da Turquia à UE


O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, garantiu na segunda-feira ao seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdoğan, que a Espanha "apóia e apoiará" à adesão da Turquia à União Européia (UE), destacando as boas perspectivas de trocas comerciais entre os dois países.

Em declaração conjunta aos jornalistas, sem direito a perguntas, Zapatero e Erdoğan revelaram-se confiantes no "êxito" da Aliança das Civilizações, iniciativa apadrinhada por Espanha e Turquia e liderada pelo ex-presidente português Jorge Sampaio.

O governante turco dedicou grande parte da sua intervenção ao tema do combate ao terrorismo, que considerou "um dos desafios mais importantes" da humanidade e a que só se pode responder "com a cooperação global". Neste quadro, Erdoğan defendeu as investidas do exército turco no norte do Iraque, contra o ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), ao mesmo tempo que rejeitou classificações mais favoráveis da força curda. "Não há terrorismo bom e terrorismo mau. Não pode haver. O terrorismo não pode ter desculpas nem justificações", afirmou.


(Fonte: Lusa)

Erdoğan: "Aliança das Civilizações é antídoto para o terrorismo"

Para o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, a Aliança de Civilizações, cujo primeiro fórum começou na segunda-feira em Madrid, deve servir de "antídoto para o terrorismo", segundo declarações suas numa conferência de imprensa conjunta com José Luis Rodríguez Zapatero.
"O processo da Aliança de Civilizações deve ser coroado de sucesso, e se o conseguirmos, de uma forma ou de outra, estou convencido que teremos encontrado o antídoto para o terrorismo", disse o chefe do Governo turco, acrescentando que o combate ao terrorismo deve ser feito em duas frentes: nacional e internacional.
Erdoğan e Zapatero, os dois ideólogos da Aliança de Civilizações, aproveitaram a véspera do evento para discutir o processo de adesão da Turquia à União Europeia. "A Espanha apoia e apoiará esta adesão", disse o líder do Governo socialista, depois do seu homólogo turco ter declarado aos jornalistas que pretende abordar a questão directamente com o chefe do Estado francês qe se opõe à adesão turca.
(Fonte: DN)

Primeiro-ministro turco e Orhan Pamuk na Aliança das Civilizações

O primeiro Fórum da Aliança das Civilizações, que promete ser um marco da discussão para fomentar o diálogo entre o mundo ocidental e o árabe-islâmico, começou na passada terça-feira em Madrid, com a presença de delegações de mais de 70 países.
O presidente espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, promotor da Aliança de Civilizações que a ONU assumiu em 2005, inaugurou o evento numa sessão com as participações do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o alto representante da ONU para a Aliança das Civilizações, Jorge Sampaio, e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, co-patrocinador da iniciativa.
O fórum conta com a participação de cerca de 400 pessoas, entre chefes de Estado e de Governo, ministros dos Negócios Estrangeiros, entre eles o Argentino Jorge Taiana e o Boliviano David Choquehuanca, líderes religiosos, políticos, empresários, jornalistas e representantes do mundo académico. Também marcaram presença os prémios Nobel de Literatura Wole Sovinka e Orhan Pamuk, o escritor Paulo Coelho, como Mensageiro da Paz da ONU, e o presidente da Câmara de Paris, Bertrand Delanoe, entre outros.
Zapatero apresentou o Plano Nacional para a Aliança de Civilizações, aprovado pelo Conselho de Ministros na sexta-feira. O plano traduz os objectivos concretos perseguidos pela aliança e "cobre quatro sectores: a juventude, a educação, os meios de comunicação e as migrações". Além disso, inclui o estabelecimento do prémio anual da "capitalidade intercultural" e a criação de um corpo de voluntários da Aliança de Civilizações. O projecto foi desenvolvido pelos governos da Espanha e da Turquia em 2005, e recebeu o apoio formal das Nações Unidas através do então Secretário Geral, Kofi Annan.
(Fonte: ANSA)

Primeiro-ministro turco acredita que a entrada da Turquia na UE aproximará o Oriente e o Ocidente

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, afirmou que a integração do mundo islâmico na União Europeia (UE), através da adesão da Turquia, aproximará o Oriente e o Ocidente, e permitirá avançar na agenda multilateral para garantir a paz e a estabilidade nos países da região.
O primeiro-ministro turco pediu o fim dos preconceitos existentes quanto à incorporação da Turquia à UE. Erdoğan pediu a Bruxelas que lhe explique as razões "científicas" que impedem a adesão da Turquia ao bloco, já que, na sua opinião, há países, como o Chipre, que não cumprem os requisitos mínimos e já foram admitidos. Neste sentido, afirmou que em Maio se reunirá na Alemanha com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, com o objetivo de abordar as diferenças que mantêm em relação à entrada turca no bloco.
Em relação à possível integração da Turquia numa "união euro-mediterrânea", Erdoğan afirmou que este procjeto ainda "não tem bases", e que não é "justo" que essa possibilidade seja colocada como uma alternativa à adesão à UE.
(Fonte: EFE )

Erdoğan afirma que as operações contra o PKK podem demorar mais do que o previsto

O Governo turco poderá pedir uma extensão do mandato parlamentar que autoriza o ataque a posições dos rebeldes curdos do PKK no norte do Iraque, quando a actual permissão expirar, em Outubro, afirmou, na passada segunda-feira, o primeiro-ministro Tayyip Erdoğan.
As forças armadas turcas começaram a bombardear alvos do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), no norte do Iraque, depois do Parlamento de Ancara ter aprovado a resolução de 17 de Outubro que deu luz verde às operações durante um período de 12 meses. "Espero que a nossa luta contra o terrorismo acabe depressa, mas não posso dizer quando é que vai acabar", afirmou Erdoğan a diversos homens de negócios, em Madrid, onde participa no Fórum Aliança das Civilizações, que tem como objectivo fortalecer as ligações entre o Ocidente e o Islão. "Se não acabar, pediremos ao Parlamento que nos autorize a continuar", afirmou Erdoğan.
A Turquia advoga o seu direito, ao abrigo da lei internacional, de levar a cabo operações para lá da fronteira, e tem recebido relatórios dos serviços secretos dos EUA, aliado na NATO, que indicam onde estão os alvos do PKK. Os comandos turcos têm, até agora, lançado ataques localizados no interior do território iraquiano e os comandantes descartam a hipótese de um ataque em larga escala, apesar da presença de cerca de 100 000 homens ao longo da fronteira. Ancara acusa o PKK da morte de perto de 40 mil pessoas desde 1984, quando começou a sua luta pela independência no sudeste da Turquia.
Os Estados Unidos e a União Europeia classificam o PKK como uma organização terrorista.
(Fonte: Reuters / Público)

Presidente turco assegura que ofensiva contra o PKK continuará até à sua destruição


O presidente turco, Abdullah Gül, reiterou que as operações militares do seu país contra os rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no norte do Iraque, continuarão até à destruição desse grupo.
Em entrevista publicada na passada segunda-feira no jornal árabe internacional "Al-Hayat", Gül assegurou que as ofensivas turcas contra o PKK dentro do território iraquiano contam com o sinal verde dos Estados Unidos. "O nosso principal objectivo é a organização terrorista [PKK]. Não temos outros planos, porque nos interessa ver um Iraque estável e seguro", disse Gül na entrevista que concedeu em Washington na semana passada.
Gül chegou nesse mesmo dia ao Cairo em visita oficial, para se reunir no dia seguinte com o presidente egípcio, Hosni Mubarak.
"Cruzamos a fronteira porque há uma organização terrorista que entra no nosso território para realizar massacres e acções brutais", acrescentou. "Não pretendemos invadir o Iraque, estamos a ajudar esse país. Se quiséssemos prejudicá-lo, teríamos imposto um boicote económico", disse o presidente turco.
Sobre o conflito entre Israelitas e Palestinianos, o presidente turco pediu ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que impulsione a criação de um Estado palestiniano que possa coexistir em paz com Israel, e apelou à comunidade internacional para que se some a esses esforços.
Gül também rejeitou a ideia de isolar a Síria, e argumentou que Damasco é o actor principal para se conseguir a paz na região.

(Fonte: EFE)

16 janeiro 2008

Artilharia turca voltou a bombardear bases do PKK no norte do Iraque

A artilharia turca bombardeou hoje várias áreas no norte do Iraque, no âmbito das operações militares contra o ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), noticiou a agência de notícias pró-curda Firat.
Segundo a mesma fonte, os bombardeamentos ocorreram de madrugada sobre a região de Nihele.
Após os disparos de artilharia, a agência curda, citando fontes da organização armada, afirmou que aviões turcos sobrevoaram a região.
A Turquia ainda não confirmou a operação militar ou informou sobre possíveis vítimas, embora a Firat tenha assegurado que várias povoações foram evacuadas.
Na terça-feira, 16 aviões de combate turcos bombardearam as bases do PKK em Hakurk, Avasin e Zap, também no norte iraquiano.
Ancara acusa as autoridades curdas iraquianas de não actuarem contra a presença do PKK no norte. O grupo rebelde tem as respectivas bases no montanhoso território iraquiano fronteiriço com a Turquia.
(Fonte: Diário Digital)

Cadeia de lojas Zara tem concorrência na aldeia de Zara


Zara é para a maior parte dos europeus o nome da cadeia de lojas de roupa do empresário espanhol Amancio Ortega, mas poucos sabem que é também nome de aldeia da província de Sivas, na Turquia. Uma coincidência que está a gerar grande polémica. É que a cadeia espanhola tem em marcha uma luta em defesa da sua marca naquele país, onde não faltam empresas e estabelecimentos com o nome Zara.
Segundo a edição on-line do El-Mundo, os advogados de Amancio Ortega já interpuseram vários processos administrativos "em defesa da marca" e estão dispostos a ir mais longe para defender a propriedade do nome perante o registo turco.
O presidente da Câmara de Comércio e Indústria da província de Sivas, Osman Yildirim, desdobra-se em argumentos para justificar o facto de ter chamado Zara à fábrica de lentes de contacto de que é sócio, quando a razão é tão simples: "Tanto o meu sócio como eu somos de Zara, por isso, quisemos chamar à empresa Zara Lens". Esse é também o motivo que justifica o nome de muitos outros estabelecimentos na Turquia, cujos proprietários são oriundos daquela localidade.
Face à imparável actividade dos advogados da cadeia espanhola de lojas Zara, a empresa do presidente da Câmara de Comérico e Indústria de Sivas já teve de mudar de nome duas vezes. "Mudamos o nome para ZarAccom e abriram-nos outro processo, que perdemos. Agora usamos o nome Zar&Accomm. Veremos o que se vai passar", afirma o sócio da primeira fábrica de lentes de contacto de Sivas.

(Fonte: DN)