04 outubro 2007
03 outubro 2007
Presidente turco apresenta ao Conselho da Europa uma Turquia "eurocompatível"
O Presidente turco, Abdullah Gül, apresentou hoje, em Estrasburgo, ao Conselho da Europa, uma nova Turquia "eurocompatível", onde decorrem reformas e os direitos do homem são já direitos de cidadania.
"A Turquia aproxima-se da União Europeia na perspectiva da adesão, o país muda realmente e eu próprio e o meu partido estamos na primeira fila", reiterou o chefe de Estado turco perante a Assembleia Parlamentar (APCE) da organização pan-europeia. "As reformas em matéria dos direitos do homem na Turquia foram largamente aplaudidas na Europa e até no Médio Oriente", assegurou o Presidente, insistindo na "tolerância zero" em relação à tortura e aos maus-tratos, pelos quais a Turquia é regularmente condenada no Tribunal dos Direitos do Homem em Estrasburgo. Quando um parlamentar dinamarquês evocou atentados à liberdade de expressão, Gül declarou que "todas as formas de discriminação foram banidas", insistindo na igualdade de sexos e no direito de reunião e associação. O Presidente turco abordou também as reformas no sector económico e financeiro, antes de sublinhar o "florescimento da vida cultural e artística" no seu país. O presidente da assembleia parlamentar, René van der Linden, acolheu o seu convidado, declarando que a "UE deve manter a sua promessa". "O caminho será longo mas as negociações devem prosseguir com vista a uma adesão, porque se trata de um país europeu e um dos primeiros Estados a aderir ao Conselho da Europa", acrescentou.
Portugal, que exerce a presidência semestral da UE, já advertiu que não tenciona organizar um grande debate sobre a entrada da Turquia na União, mesmo que o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, queira discutir o assunto na Cimeira europeia de Dezembro. "A França tem todo o direito de querer levantar a questão do alargamento e da Turquia, mas a presidência e os outros Estados membros também têm direito aos seus pontos de vista", declarou recentemente o secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Manuel Lobo Antunes. "Toda a gente sabe que a questão do alargamento é mais uma questão política do que geográfica e que não será fácil chegar a uma conclusão absolutamente nítida, absolutamente clara", explicou o governante português ao apresentar, em Julho, as prioridades da Presidência portuguesa em Bruxelas. Portugal apoia a adesão da Turquia quando este país preencher "todas as condições", mas entende que de momento se deve concentrar nas prioridades que pretende alcançar na sua presidência da UE. O presidente francês, que considera que a Turquia não tem lugar na União Europeia porque se situa na Ásia menor, indicou que queria debater as fronteiras da UE e o alargamento na Cimeira europeia de Dezembro, em Lisboa. Se este debate tiver lugar corre-se o risco de se assistir a uma grande divisão entre os 27. O Reino Unido, Espanha, Suécia e Portugal são apoiantes da adesão turca, considerando que este país muçulmano fronteiriço com o Iraque é um aliado estratégico da UE. Outros, como a Áustria ou Chipre, opõem-se à sua adesão, como Sarkozy. Em Outubro de 2005, os 27 abriram oficialmente negociações com Ancara com vista à sua adesão, organizadas em 35 capítulos temáticos. Mas a abertura desses capítulos processa-se a um rítmo muito lento, e mesmo os mais optimistas não acreditam que este país possa aderir à UE antes de 10 ou 15 anos.
(Fonte: Público)
"A Turquia aproxima-se da União Europeia na perspectiva da adesão, o país muda realmente e eu próprio e o meu partido estamos na primeira fila", reiterou o chefe de Estado turco perante a Assembleia Parlamentar (APCE) da organização pan-europeia. "As reformas em matéria dos direitos do homem na Turquia foram largamente aplaudidas na Europa e até no Médio Oriente", assegurou o Presidente, insistindo na "tolerância zero" em relação à tortura e aos maus-tratos, pelos quais a Turquia é regularmente condenada no Tribunal dos Direitos do Homem em Estrasburgo. Quando um parlamentar dinamarquês evocou atentados à liberdade de expressão, Gül declarou que "todas as formas de discriminação foram banidas", insistindo na igualdade de sexos e no direito de reunião e associação. O Presidente turco abordou também as reformas no sector económico e financeiro, antes de sublinhar o "florescimento da vida cultural e artística" no seu país. O presidente da assembleia parlamentar, René van der Linden, acolheu o seu convidado, declarando que a "UE deve manter a sua promessa". "O caminho será longo mas as negociações devem prosseguir com vista a uma adesão, porque se trata de um país europeu e um dos primeiros Estados a aderir ao Conselho da Europa", acrescentou.
Portugal, que exerce a presidência semestral da UE, já advertiu que não tenciona organizar um grande debate sobre a entrada da Turquia na União, mesmo que o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, queira discutir o assunto na Cimeira europeia de Dezembro. "A França tem todo o direito de querer levantar a questão do alargamento e da Turquia, mas a presidência e os outros Estados membros também têm direito aos seus pontos de vista", declarou recentemente o secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Manuel Lobo Antunes. "Toda a gente sabe que a questão do alargamento é mais uma questão política do que geográfica e que não será fácil chegar a uma conclusão absolutamente nítida, absolutamente clara", explicou o governante português ao apresentar, em Julho, as prioridades da Presidência portuguesa em Bruxelas. Portugal apoia a adesão da Turquia quando este país preencher "todas as condições", mas entende que de momento se deve concentrar nas prioridades que pretende alcançar na sua presidência da UE. O presidente francês, que considera que a Turquia não tem lugar na União Europeia porque se situa na Ásia menor, indicou que queria debater as fronteiras da UE e o alargamento na Cimeira europeia de Dezembro, em Lisboa. Se este debate tiver lugar corre-se o risco de se assistir a uma grande divisão entre os 27. O Reino Unido, Espanha, Suécia e Portugal são apoiantes da adesão turca, considerando que este país muçulmano fronteiriço com o Iraque é um aliado estratégico da UE. Outros, como a Áustria ou Chipre, opõem-se à sua adesão, como Sarkozy. Em Outubro de 2005, os 27 abriram oficialmente negociações com Ancara com vista à sua adesão, organizadas em 35 capítulos temáticos. Mas a abertura desses capítulos processa-se a um rítmo muito lento, e mesmo os mais optimistas não acreditam que este país possa aderir à UE antes de 10 ou 15 anos.
(Fonte: Público)
Explosões em Izmir mataram uma pessoa e feriram outras cinco
Duas explosões na cidade de Izmir, a terceira maior cidade da Turquia, provocaram ontem a morte a uma pessoa e feriram gravemente outras cinco, causando muito pânico na cidade.
A primeira explosão, ocorreu às 7.50 horas locais, em Sirinyer, e feriu duas pessoas. Um trabalhador municipal que efectuava limpezas de rotina, perdeu um braço e uma perna. A segunda explosão aconteceu no mesmo local a cerca de 100 metros da primeira, com um intervalo de três horas, e provocou a morte de uma pessoa e ferimentos graves em outras três. A polícia acredita tratar-se de um atentado perpetrado pelo ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Após os atentados, cerca de 100 pessoas manifestaram-se no local gritando palavras de ordem contra o PKK.
30 setembro 2007
Dragões chegam amanhã a Istambul
O Futebol Clube do Porto parte esta segunda-feira para Istambul, onde vai disputar, frente ao Beşiktaş, a 2ª jornada da fase de grupos da UEFA Champions League.
O voo de saída dos Dragões está marcado para as 14.30 horas (hora portuguesa), no
Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e a chegada à Turquia prevista para as 20.45 horas (hora local – mais duas horas do que em Portugal) do mesmo dia.
Já instalados na maior cidade da Turquia, os bicampeões de Portugal realizam a conferência de imprensa de antevisão do jogo às 18.30 horas (hora local) de terça-feira, no Estádio do Beşiktaş (BJK Inönü Stadi), com a presença de Jesualdo Ferreira e de um jogador do plantel azul e branco.
O treino de adaptação ao relvado do estádio da formação turca, cujos 15 minutos iniciais serão abertos à comunicação social, está marcado para as 19.00 horas (hora local). O desafio entre Beşiktaş e F.C. Porto terá início às 19.45 horas (hora portuguesa) de quarta-feira.
Encontra aqui o site oficial do Beşiktaş.
(Fonte: Site oficial do F.C Porto)
Já instalados na maior cidade da Turquia, os bicampeões de Portugal realizam a conferência de imprensa de antevisão do jogo às 18.30 horas (hora local) de terça-feira, no Estádio do Beşiktaş (BJK Inönü Stadi), com a presença de Jesualdo Ferreira e de um jogador do plantel azul e branco.
O treino de adaptação ao relvado do estádio da formação turca, cujos 15 minutos iniciais serão abertos à comunicação social, está marcado para as 19.00 horas (hora local). O desafio entre Beşiktaş e F.C. Porto terá início às 19.45 horas (hora portuguesa) de quarta-feira.
Encontra aqui o site oficial do Beşiktaş.
(Fonte: Site oficial do F.C Porto)
Rebeldes curdos mataram 12 passageiros de um autocarro no sudeste da Turquia
Um grupo de rebeldes curdos matou ontem 12 pessoas durante um tiroteio contra um pequeno autocarro de passageiros, na província de Şırnak, no sudeste da Turquia.
O veículo foi alvo de uma emboscada, cerca das 17 horas locais, de um grupo armado que abriu fogo e causou a morte a 12 pessoas (cinco civis e sete militares) e ferimentos ligeiros a outras duas.
A maioria dos ocupantes pertencia à mesma família, e entre os mortos encontram-se três crianças. Vários mortos pertenciam à Guarda Rural, um grupo paramilitar formado por Curdos e usado pelo Estado turco para lutar contra o ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Apesar do atentado ainda não ter sido reivindicado, uma cadeia de televisão turca aponta a autoria do incidente aos separatistas curdos do PKK como uma resposta ao pacto alcançado sexta-feira entre Ancara e Bagdad, que permitirá a extradição de militantes do PKK para a Turquia.
Şırnak, província fronteiriça com o Iraque, é frequentemente palco de atentados do PKK, que Ancara acusa de se infiltrar em solo turco a partir dos seus refúgios nas montanhas do norte do Iraque.
O veículo foi alvo de uma emboscada, cerca das 17 horas locais, de um grupo armado que abriu fogo e causou a morte a 12 pessoas (cinco civis e sete militares) e ferimentos ligeiros a outras duas.
A maioria dos ocupantes pertencia à mesma família, e entre os mortos encontram-se três crianças. Vários mortos pertenciam à Guarda Rural, um grupo paramilitar formado por Curdos e usado pelo Estado turco para lutar contra o ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Apesar do atentado ainda não ter sido reivindicado, uma cadeia de televisão turca aponta a autoria do incidente aos separatistas curdos do PKK como uma resposta ao pacto alcançado sexta-feira entre Ancara e Bagdad, que permitirá a extradição de militantes do PKK para a Turquia.
Şırnak, província fronteiriça com o Iraque, é frequentemente palco de atentados do PKK, que Ancara acusa de se infiltrar em solo turco a partir dos seus refúgios nas montanhas do norte do Iraque.
O exército turco lançou uma grande operação para capturar os autores deste ataque.
O PKK levantou as armas em 1984 para reclamar a independência dos 12 milhões de curdos que vivem na Turquia, e desde então os seus confrontos com as forças de segurança turcas provocaram mais de 35 mil mortos.
O PKK levantou as armas em 1984 para reclamar a independência dos 12 milhões de curdos que vivem na Turquia, e desde então os seus confrontos com as forças de segurança turcas provocaram mais de 35 mil mortos.
27 setembro 2007
Ministro turco da Agricultura visitou a Associação de Amizade Luso-turca no Porto
No âmbito da Presidência Portuguesa da União Europeia, realizou-se no Porto um encontro informal dos ministros da Agricultura dos 27, entre os dias 16 e 18 de Setembro. O ministro turco da Agricultura, Mehdi Eker, esteve presente e aproveitou a ocasião para visitar as instalações da Associação de Amizade Luso-turca, no Porto.

26 setembro 2007
Gilberto Madaíl está na Turquia
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, está desde esta quarta-feira na Turquia, a fim de marcar presença na reunião do Comité Executivo da UEFA.
Em cima da mesa estará o licenciamento dos clubes para as provas organizadas pelo organismo e a tomada de decisão quanto ao parceiro de solidariedade do Euro-2008, a realizar na Áustria e na Suíça.
Também será discutido onde decorrerão os congressos do organismo em 2009 e 2010.
(Fonte: A Bola)
21 setembro 2007
Sarkozy diz que não há lugar para a Turquia na UE
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse ontem não acreditar que "haja lugar para a Turquia na União Europeia", mas expressou o desejo de que este país possa ser um "verdadeiro parceiro" da UE.
"Não acredito que haja lugar para a Turquia na Europa, por um motivo bem simples: trata-se de um país asiático", declarou Sarkozy em entrevista concedida às redes de televisão francesas TF1 e France 2.
"O que desejo propor à Turquia é uma verdadeira parceria com a Europa, mas não a sua integração" no continente, acrescentou o presidente da França, que já se tinha posicionado contra a entrada da Turquia na UE, durante a campanha para a eleição presidencial francesa.
O chefe de Estado lembrou que sugeriu no fim do mês de Agosto aos outros países da União Europeia a criação de um "comité", que seria encarregado de "refletir sobre o futuro da Europa e sobre a questão das fronteiras europeias".
Sarkozy tinha então vinculado o seu acordo para o prosseguimento das negociações de adesão da Turquia à UE à criação deste comité.
Esta proposta, que poderia evitar a curto prazo o bloqueio por Paris destas negociações, foi interpretada como uma suavização da posição de Sarkozy sobre a questão.
Sarkozy manteve-se vago sobre as declarações do seu secretário de Estado para Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet, que sugeriu na semana passada que a França desistisse das disposições da sua Constituição que impõem um referendo para qualquer nova adesão à UE.
"Trata-se da opinião de Jean-Pierre Jouyet. Eu terei propostas para fazer no momento adequado", disse Sarkozy.
Jouyet justificou a sua posição alegando que referendos automáticos podem bloquear a adesão de países que cumprem todas as condições impostas pela UE, como alguns Estados dos Balcãs.
As declarações do secretário de Estado foram muito criticadas por pessoas contrárias à adesão da Turquia. Segundo as pesquisas, a maioria dos franceses opõe-se à entrada deste país na UE.
"Não acredito que haja lugar para a Turquia na Europa, por um motivo bem simples: trata-se de um país asiático", declarou Sarkozy em entrevista concedida às redes de televisão francesas TF1 e France 2.
"O que desejo propor à Turquia é uma verdadeira parceria com a Europa, mas não a sua integração" no continente, acrescentou o presidente da França, que já se tinha posicionado contra a entrada da Turquia na UE, durante a campanha para a eleição presidencial francesa.
O chefe de Estado lembrou que sugeriu no fim do mês de Agosto aos outros países da União Europeia a criação de um "comité", que seria encarregado de "refletir sobre o futuro da Europa e sobre a questão das fronteiras europeias".
Sarkozy tinha então vinculado o seu acordo para o prosseguimento das negociações de adesão da Turquia à UE à criação deste comité.
Esta proposta, que poderia evitar a curto prazo o bloqueio por Paris destas negociações, foi interpretada como uma suavização da posição de Sarkozy sobre a questão.
Sarkozy manteve-se vago sobre as declarações do seu secretário de Estado para Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet, que sugeriu na semana passada que a França desistisse das disposições da sua Constituição que impõem um referendo para qualquer nova adesão à UE.
"Trata-se da opinião de Jean-Pierre Jouyet. Eu terei propostas para fazer no momento adequado", disse Sarkozy.
Jouyet justificou a sua posição alegando que referendos automáticos podem bloquear a adesão de países que cumprem todas as condições impostas pela UE, como alguns Estados dos Balcãs.
As declarações do secretário de Estado foram muito criticadas por pessoas contrárias à adesão da Turquia. Segundo as pesquisas, a maioria dos franceses opõe-se à entrada deste país na UE.
(Fonte: AFP)
20 setembro 2007
O véu islâmico em debate na Turquia
O projecto do governo de Ancara de incluir na nova Constituição um texto que autorize o uso do véu islâmico nas universidades, está a provocar um violento debate sobre a questão na Turquia. O presidente e o primeiro-ministro turcos, Abdullah Gül e Recep Tayyip Erdoğan, defendem o fim da proibição do uso do véu islâmico nas universidades. Juristas e quadros do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, no poder), defendem os benefícios de uma tal revogação no projecto da nova Constituição que estão a elaborar. “O direito a uma educação superior não pode ser restringido devido à roupa utilizada por uma jovem”, declarou Erdoğan numa entrevista publicada ontem pelo "Financial Times". “Tal problema não existe nas sociedades ocidentais, mas existe na Turquia e acredito que se trata do primeiro dever daqueles que estão na política de resolver este problema”, adiantou.
Os defensores do regime secular, como o exército, a alta magistratura e os quadros superiores das universidades, consideram o uso do véu islâmico como um gesto de desafio em relação ao regime estritamente laico turco e acusam o AKP de Erdoğan, e que Gül abandonou depois de ser eleito em Agosto, de tentar desgastar os valores laicos do país.
(Fonte: O Primeiro de Janeiro)
Os defensores do regime secular, como o exército, a alta magistratura e os quadros superiores das universidades, consideram o uso do véu islâmico como um gesto de desafio em relação ao regime estritamente laico turco e acusam o AKP de Erdoğan, e que Gül abandonou depois de ser eleito em Agosto, de tentar desgastar os valores laicos do país.
(Fonte: O Primeiro de Janeiro)
Exército turco bombardeou fronteira com Iraque
O exército turco bombardeou ontem com artilharia dois municípios da região autónoma do Curdistão iraquiano, na fronteira com a Turquia.
Mais de 82 projécteis terão caído nos municípios de Zakho e Emadiyah, na província curda de Dahuk.
O bombardeamento provocou pânico entre os habitantes das duas cidades atingidas.
Nos últimos meses, a tensão na fronteira entre a Turquia e o Iraque aumentou devido à presença neste país de membros do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), acusado por Ancara de acções terroristas em território turco.
A Turquia, que mobilizou milhares de soldados para a fronteira, ameaçou várias vezes lançar uma operação militar em grande escala, a menos que Bagdad consiga acabar com as actividades do PKK no respectivo território.
Mais de 82 projécteis terão caído nos municípios de Zakho e Emadiyah, na província curda de Dahuk.
O bombardeamento provocou pânico entre os habitantes das duas cidades atingidas.
Nos últimos meses, a tensão na fronteira entre a Turquia e o Iraque aumentou devido à presença neste país de membros do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), acusado por Ancara de acções terroristas em território turco.
A Turquia, que mobilizou milhares de soldados para a fronteira, ameaçou várias vezes lançar uma operação militar em grande escala, a menos que Bagdad consiga acabar com as actividades do PKK no respectivo território.
(Fonte: Diário Digital)
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