google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

13 janeiro 2009

Arménia e Turquia recebem “Prémio Fair Play”

A FIFA distiguiu com o prémio de “Fair Play” as Federações de Futebol da Arménia e da Turquia, durante a Gala da FIFA que se realizou no Palácio da Ópera de Zurique, na Suíça. Na origem da distinção esteve o facto de as selecções dos dois países se terem defrontado recentemente, ultrapassando dissidências políticas.

(Fonte: O Jogo)

08 janeiro 2009

República Checa defende entrada da Turquia na UE

O ministro checo dos Negócios Estrangeiros, Karel Schwarzenberg, defendeu hoje a adesão a prazo da Turquia à União Europeia, denunciando os "preconceitos" de muitos países do Ocidente contra os Turcos. "A República Checa está convencida de que um dia, a Turquia pode tornar-se membro da UE", declarou durante um encontro com jornalistas em Praga. "Mas devo insistir no facto de que, lamentavelmente, existem preconceitos na Europa Ocidental". Muitos países da Europa Ocidental têm "preconceitos contra os Turcos", continuou o ministro. "Devíamos tentar deixar cair esses preconceitos", salientou. Vários "antigos" Estados membros da UE, em particular a França, a Áustria e em menor medida a Alemanha, figuram entre os mais hostis à entrada da Turquia no bloco europeu. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, considera que a Turquia não tem lugar na UE. Chegou mesmo a vetar a abertura de cinco dos 35 capítulos temáticos que balizam as suas negociações de adesão, por achar que estes capítulos estão directamente ligados a uma adesão. "A Turquia é de uma importância estratégica para a UE", continuou Schwarzenberg. Mas reconheceu que Ancara tem ainda um caminho a percorrer. "O processo de reformas perdeu vigor nos últimos anos, persistem problemas que têm de ser resolvidos", disse. "A Turquia deve aceitar as condições para se tornar um Estado europeu e cumprir os critérios", exortou. A Turquia começou em Outubro de 2005 a negociar a adesão à UE mas o ritmo dessas negociações é muito lento.

(Fonte: Lusa / Sic)

07 janeiro 2009

Solana deslocou-se à Turquia para impulsionar o plano egípcio em Gaza

O alto representante para a Política Externa e Segurança Comum da União Europeia (UE), Javier Solana, continuará em Israel e na Turquia os esforços diplomáticos para impulsionar o plano defendido pelo Egipto, a fim de superar a crise na Faixa de Gaza, informaram hoje fontes oficiais.
A porta-voz de Solana, Cristina Gallach, disse à Agência Efe, em conversa telefónica, que Solana se reunirá hoje com representantes israelitas, incluindo o ministro da Defesa, Ehud Barak, e à noite irá à Turquia para se encontrar com o ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Ali Babacan.
O presidente egípcio, Hosni Mubarak, depois de se reunir ontem à noite com o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, anunciou um plano que busca uma trégua imediata entre Israel e os palestinianos da Faixa de Gaza, e posteriores consultas para resolver a crise a longo prazo.
Essas negociações incluem a possibilidade de se permitir a assistência humanitária para os habitantes de Gaza e a suspensão do bloqueio sofrido por esse território palestino há um ano e meio.
O plano do Egipto foi levado até ao Conselho de Segurança da ONU e, a princípio, conta com o apoio do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, dos Estados Unidos e do Reino Unido, entre outros países.
Com as conversações que realizará em Israel e Turquia, Solana "ajudará a impulsionar as ideias expostas pelo presidente Mubarak para encorajar os responsáveis israelitas a aceitarem-nas", disse a porta-voz.
Gallach acrescentou que Solana participou ontem à noite da reunião entre Mubarak e Sarkozy na localidade turística egípcia de Sharm el-Sheikh, "para ajudar a construir os elementos do plano" do presidente egípcio.
O chefe da diplomacia europeia juntou-se na segunda-feira a uma missão da "troika" da UE no Oriente Médio presidida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros checo, Karel Schwarzenberg, que se deslocou pelo Egipto, Israel, Cisjordânia e Jordânia.
Depois, Solana viajou a Damasco e Beirute, para analisar com as autoridades sírias e libanesas as vias para conseguir um cessar-fogo em Gaza, e ontem à noite retornou ao Egipto.
"O objetivo de voltar a Israel é acompanhar os esforços diplomáticos de ontem", acrescentou a porta-voz de Solana.
O plano defendido pelo Egipto propõe, em uma primeira fase, aliviar a situação humanitária dos palestiniaos em Gaza por meio de uma trégua, e iniciar negociações entre Israel e Egipto, por uma parte, e entre o Egipto e o movimento palestiniao Hamas, por outra.
Nessas conversas, destacou Gallach, haverá a tentativa de "estabelecer claramente os elementos do cessar-fogo e o funcionamento dos acessos a Gaza, incluindo o tema dos controles dos acessos ilegais".
A intenção é que, mais adiante, as partes envolvidas desenvolverão outras negociações para analisar a fundo as causas que geraram esta crise e evitar que exploda novamente no futuro.
"Agora, é preciso ser colocado em andamento", acrescentou a porta-voz de Solana.

(Fonte: EFE)

06 janeiro 2009

Governo turco "devolve" nacionalidade ao poeta Nazim Hikmet

O governo turco aboliu hoje por decreto a decisão que, em 1951, retirou a nacionalidade turca ao poeta Nazim Hikmet, falecido em Moscovo em 1963.
A iniciativa equivale na prática a "devolver" a nacionalidade ao poeta depois de morto.
Nascido em 1901, Hikmet é considerado o mais famoso dos poetas turcos e um dos mais destacados do século XX.
Além de poeta, foi também dramaturgo, novelista e biógrafo. Activista político, passou no exílio ou na prisão muito tempo da sua vida adulta.
A sua detenção nos anos 40 deu origem a uma campanha mundial para a sua libertação em que participaram artistas e intelectuais como Pablo Picasso e Jean Paul Sartre.
No ano em que lhe retiraram a nacionalidade recebeu o Prémio Internacional da Paz atribuído pelo Conselho Mundial da Paz.
Segundo o vice-primeiro-ministro e porta-voz do governo de Ancara, Cemil Cicek, após a decisão de hoje, o túmulo de Hikmet poderá ser trasladado para a Turquia, "quando o desejar a sua família".
Num dos seus poemas, Hikmet escreveu que desejava ser enterrado num cemitério na Anatólia, e que não precisaria de lápide se ficasse debaixo de uma árvore.

(Fonte: Expresso)

31 dezembro 2008

Mais de 25 mil turcos já pediram desculpa pelo genocídio arménio

Mais de 25 mil turcos adicionaram o seu nome ao texto que está a correr on-line, pedindo perdão em nome da Turquia pelo alegado genocídio arménio cometido ainda pelo império otomano, no fim da Primeira Guerra Mundial.
"Estamos a iniciar a erosão de um dos grandes tabus da Turquia. Ainda assim, vem com décadas de atraso", disse à revista alemã Der Spiegel Baskin Oran, o professor de Ciência Política da Universidade de Ancara que dinamiza a iniciativa.
Os nacionalistas turcos dizem que a campanha está a danificar a imagem do país, e o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan concorda. O académico acha que, pelo contrário, a imagem da Turquia vai melhorar: "Os turcos que agora estão a pedir desculpa não têm culpa dos pecados de 1915. Não há um crime colectivo, mas uma consciência colectiva."
Além do mais, os netos dos arménios que escaparam ao massacre vão finalmente ouvir um pedido de desculpas - "vindo de um país como a Turquia, onde não existe uma cultura de pedir perdão", sublinhou à Der Spiegel.
No entanto, apesar da adesão à iniciativa, a maioria das reacções que Oran tem tido ao pedido de desculpas, da parte de cidadãos turcos, é negativa. "Muitos acusam-me de ter insultado o povo turco. Mas é preciso recordar que aqui as crianças aprendem na escola que foram os arménios que mataram muçulmanos. A culpa é do nosso sistema de educação."
 
(Fonte: Público)

30 dezembro 2008

Parlamento turco discute participação dos SoD no Festival Eurovisão da Canção

O Parlamento turco discutiu esta segunda-feira as medidas a tomar perante a possível participação dos System of a Down (SoD) no festival Eurovisão da Canção. Em causa está o teor do tema a apresentar pela banda, de ascendência arménia, que retrata o alegado genocídio arménio alegadamente levado a cabo pelos Turcos durante a I Guerra Mundial.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, foi questionado pelo deputado do CHP Akif Ekici, que sublinhou que os bilhetes da banda proíbem a entrada a "cães e Turcos".
O grupo, que ainda não confirmou a sua participação, poderá competir com o tema "The Holy Mountains" que alude ao alegado genocídio e que, segundo Ekici, ofende o "povo turco".

(Fonte: Diário Digital)

29 dezembro 2008

Diálogo sírio-israelita impossível após ataques em Gaza

A ofensiva aérea israelita na Faixa de Gaza torna impossíveis as negociações de paz indirectas que Israel e a Síria mantêm com a mediação da Turquia, declarou hoje o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Ali Babacan. "Continuar com as conversações nestas condições é, naturalmente, impossível", afirmou Babacan à imprensa depois de se encontrar com o seu homólogo egípcio, Ahmed Abul Gheit, de visita à Turquia.
O ministro turco considerou que não é possível "fazer a guerra no caso israelo-palestiniano e, ao mesmo tempo, fazer a paz no caso sírio-israelita".
Na véspera, uma fonte do governo sírio emitiu a mesma opinião dizendo que as negociações de paz indirectas entre Síria e Israel não podem continuar depois da "agressão israelita" contra a Faixa de Gaza. "A agressão israelita contra Gaza fecha por si só a porta para qualquer acção no processo político entre a Síria e Israel", afirmou a fonte.


(Fonte: Diário Digital)

Diálogo sírio-israelita impossível após ataques em Gaza

A ofensiva aérea israelita na Faixa de Gaza torna impossíveis as negociações de paz indirectas que Israel e a Síria mantêm com a mediação da Turquia, declarou hoje o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Ali Babacan. "Continuar com as conversações nestas condições é, naturalmente, impossível", afirmou Babacan à imprensa depois de se encontrar com o seu homólogo egípcio, Ahmed Abul Gheit, de visita à Turquia.
O ministro turco considerou que não é possível "fazer a guerra no caso israelo-palestiniano e, ao mesmo tempo, fazer a paz no caso sírio-israelita".
Na véspera, uma fonte do governo sírio emitiu a mesma opinião dizendo que as negociações de paz indirectas entre Síria e Israel não podem continuar depois da "agressão israelita" contra a Faixa de Gaza. "A agressão israelita contra Gaza fecha por si só a porta para qualquer acção no processo político entre a Síria e Israel", afirmou a fonte.


(Fonte: Diário Digital)

28 dezembro 2008

Marca turca na final da taça UEFA


A identidade visual da final da Taça UEFA desta época, a realizar no Estádio Sükrü Saraçoglu, em Istambul, no dia 20 de Maio de 2009, foi apresentada na passada terça-feira. A final da Taça UEFA tem demonstrado, nos últimos anos, ter uma personalidade singular, através da criação de um design visual completo, desenvolvido especialmente para o evento, e este ano não vai ser excepção.


História em destaque

A ideia por detrás da criação de uma identidade visual para cada final baseou-se no desenvolvimento de um design específico, que inclua a Taça UEFA e lhe adicione uma característica distintiva da cidade anfitriã, com o objectivo de ajudar a promover a final e realçar o prestígio de um dos maiores eventos desportivos da Europa. Esta época, o conceito foca-se na história, património e retrato moderno de Istambul, com uma interpretação contemporânea dos tradicionais mosaicos. Motivos otomanos e bizantinos influenciaram o estilo global dos ícones do futebol e dos estádios.


Marcos famosos

O espaço central do mosaico tem a forma do Bósforo, o lendário canal marítimo que divide a cidade, entre a parte oriental e ocidental, mas que também forma a ponte que une os dois continentes, Europa e Ásia. Foi dado relevo ao Estádio Şükrü Saracoğlu, onde joga o Galatasaray AS, situado perto do rio Bósforo. Uma representação do próprio caminho para a final, destacando o encontro de duas identidades, dois continentes, duas equipas.


Cerimónia de apresentação

O design do evento foi apresentado numa cerimónia especial, na Süreyya Opera House, na presença de representantes da cidade de Istambul, da UEFA e da Federação Turca de Futebol (TFF). "Estamos orgulhosos por dar a conhecer o nome desta cidade e do nosso país", revelou o líder da TFF, Mahmut Özgener. "Acredito que esta final vai abrir novas portas à Turquia, tendo em vista eventos de maior dimensão, como um Campeonato da Europa". Şenes Erzik, vice-presidente da UEFA e presidente honorário da TFF, acrescentou: "Estou muito feliz e orgulhoso. Istambul aprendeu com outras experiências do passado, como a final da UEFA Champions League, em 2005, entre o Liverpool e o Milan. Posso garantir que os que se deslocarem a Istambul no próximo mês de Maio serão muito bem recebidos, segundo as tradições turcas".


Venda de bilhetes

A cerimónia marcou também o início da venda de bilhetes para os cidadãos turcos, através do site da Federação Turca de Futebol. Os ingressos foram colocados à venda na sexta-feira, a partir das 11h00 (Portugal Continental) e estarão disponíveis até ao dia 23 de Janeiro. Os adeptos turcos vão poder comprar um máximo de dois bilhetes, com os preços a oscilarem entre os 75 e os 130 euros.

(Fonte: UEFA)

27 dezembro 2008

Turquia diz que ataque israelita a Gaza foi "falta de respeito" aos esforços turcos pela paz

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, criticou hoje o ataque lançado pelo Exército israelita na Faixa de Gaza, que deixou pelo menos 208 mortos, ao qualificá-lo como uma falta de respeito aos esforços turcos pela paz.
"Isto é uma falta de respeito para connosco. Não somos um país qualquer. Somos um país que trabalha para que predomine a paz", disse Erdogan, em referência ao papel de mediador de Ancara para facilitar conversas indirectas entre Israel e Síria.
Erdogan explicou aos jornalistas que o ataque foi um duro "golpe à paz" na região, um objectivo no qual a Turquia tem trabalhado intensamente.
O primeiro-ministro pediu a intervenção da ONU no conflito e assegurou que tinha cancelado uma conversa por telefone com o chefe do Governo israelita, Ehud Olmert, ao ouvir sobre a operação da aviação judaica.
A Turquia é o aliado mais importante de Israel na região e Olmert esteve na segunda-feira passada em Ancara, onde se reuniu com autoridades turcas.
Depois das palavras de Erdogan, o Ministério dos Negócios Estrangeiros publicou um comunicado no qual condenava o ataque da aviação israelita, que terá um "grande efeito negativo na estabilidade regional".
A declaração escrita pediu para Israel cessar imediatamente a operação militar e ressaltou que é de vital importância transferir ajuda a Gaza para evitar uma tragédia humanitária.

(Fonte: EFE)