google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

09 janeiro 2015

Canoagem: Inês Esteves junta-se a Carlos Marques e vai representar a selecção da Turquia

A canoísta Inês Esteves vai representar em 2015 a selecção da Turquia, juntando-se ao igualmente ex-internacional português Carlos Marques, que, também 'tapado' na equipa das 'quinas', aceitou em 2014 o convite para representar aquele país.
Inês Esteves, de 24 anos, partiu em Outubro com a frustração de entender que merecia mais: "Faço parte da selecção desde 2005, fui uma atleta sempre assídua em estágios, com alguns altos e baixos, mas sempre me levantei e nunca baixei os braços, pois é realmente canoagem que gosto de fazer. Sempre lutei, no entanto, nunca me deram a devida oportunidade."
Em declarações à Lusa, o vice-presidente da federação e diretor técnico nacional, Ricardo Machado, descarta qualquer responsabilidade nas opções -- "em momento algum lhes dissemos que não contávamos com eles" -- e assume que a federação "não tem capacidade financeira para lhes oferecer as mesmas condições de outros países".
"Independentemente do nível competitivo e dos objectivos desportivos definidos, qualquer selecção nacional baseia-se no topo da pirâmide desportiva. Não sendo possível a participação de todos os atletas, há naturalmente necessidade de escolher os melhores, em consequente detrimento de outros", justificou.
Apesar de entender a "natural frustração" dos atletas, Ricardo Machado recorda "tudo o que a federação lhes proporcionou ao longo de vários anos" e insiste que a política desportiva da canoagem na última década "tem sido a mais bem-sucedida em Portugal": "Só em 2014 conquistamos 18 medalhas entre Europeus e Mundiais."
"A nossa equipa técnica já deu provas de que faz bem o seu trabalho, por isso, tem a nossa total confiança, em todas as opções que toma", insiste o dirigente. Mais novo, Carlos Marques partiu há um ano resignado à competitividade do grupo: "A selecção de Portugal tem as vagas ocupadas para os próximos oito anos. O nível da equipa neste momento é muito alto para atletas jovens como eu terem uma oportunidade. A situação económica do país também não permite dedicar-me a tempo inteiro à modalidade, preciso de um emprego. Na Turquia posso concentrar-me apenas na canoagem."
Além dos portugueses, a Turquia está a apetrechar a selecção com canoístas de vários outros países, incluindo da Hungria, a maior potência da modalidade. "O nível alcançado até ao momento, por um lado, e as restrições financeiras, por outro, impõem essa criteriosa seleção dos atletas para disputar as competições internacionais. Acedemos a que representassem outro país, apenas porque não queremos cortar-lhes o sonho internacional", completou Ricardo Machado.
A dupla terá a oportunidade de mostrar competência nos Europeus de Maio na República Checa e, principalmente, nos Mundiais de Agosto, que apuram para o Rio2016.
 
(Fonte: Record)

01 janeiro 2015

Mário Felgueiras no Konyaspor

O guarda-redes Mário Felgueiras vai reforçar os turcos do Konyaspor, num acordo válido até Junho de 2016.

O português, de 28 anos, era capitão do Cluj (Roménia), que representou durante duas temporadas e meia, tendo rescindido durante esta semana com a equipa que atravessa uma situação financeira delicada.

Mário Felgueiras começou nas escolas do Vianense mas foi no Sporting que completou a sua formação. O antigo internacional sub-21 conta ainda com passagens pelo Espinho, Portimonense, SC Braga, V. Setúbal, Rio Ave e Brasov (Roménia).
 
(Fonte: A Bola)

21 dezembro 2014

Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condena o tratamento dos Alevitas na Turquia

Num acórdão proferido a 2 de Dezembro de 2014, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou a Turquia por ter recusado ao culto Alevita os benefícios concedidos a outras religiões.
Muito embora seguida por 15 a 20 milhões de turcos, o Estado turco não considera o Alevismo como uma religião.
Os Alevitas são muçulmanos xiitas (Alevita significa "discípulo de Ali"), defensores de uma exegese profunda do Alcorão, e, da sua adaptação a todos os lugares e a todas as épocas. Não vão às mesquitas, mas praticam o ritual do semah (o dos "dervixes rodopiantes"). Crentes numa estrita igualdade entre homens e mulheres, promoveram o laicismo na Turquia embora continuem, ainda, sem beneficiar disso.
Desde o século XVI, o Estado, otomano ou o turco, reprime ou ostraciza os Alevitas. O último massacre teve lugar em 1993 (aquando do festival cultural de Sivas). Até à data, continua a não haver qualquer alto funcionário Alevita, apesar desta comunidade ser particularmente brilhante.
A 16 de Novembro de 2014, ao anúncio da sentença do Tribunal Europeu, o primeiro- ministro, Ahmet Davutoglu, anunciou querer resolver o problema Alevita. No entanto, o discurso do Presidente Recep Tayyip Erdoğan mantêm-se sempre marcado por desprezo em relação a eles. Por seu lado, o CHP, o partido de oposição, apresentou uma proposta de lei para tratar da questão. Ela prevê o reconhecimento dos locais de culto Alevitas, a retirada da menção da religião no bilhete de identidade, a revogação dos cursos de cultura religiosa, a adopção de um dia feriado para a grande festa Alevita, Ghadir Khumm, e a transformação do hotel Madimak (local do massacre de 1993) em museu.
 
(Fonte: Rede Voltaire)

19 dezembro 2014

Turquia pede prisão para o imã rival de Erdoğan

O Ministério Público turco pediu mandado de prisão para o imã Fethullah Gülen, que se tornou o arqui-rival do Presidente Recep Tayyip Erdoğan, e vive nos Estados Unidos desde 1998. Gülen, de 73 anos, é acusado de ser o líder de “uma organização criminosa, que se estrutura nos media, na economia e na burocracia, violando a leis e os regulamentos”.
Este é o passo mais ousado na ofensiva de Erdoğan lançada nos últimos dias contra sectores dos media ligados a Gülen, defensor da modernização do islão, que construiu a sua influência graças a uma rede de escolas e universidades que formaram boa parte da moderna elite turca e tem um especial peso na justiça e na polícia.
A 14 de Dezembro foram presos o director de um important
e jornal diário ligado a Gülen, o Zaman, e o director do grupo de televisão Samanyolu, bem como outras figuras ligada aos media, criticadas pela União Europeia.
Mas nesta semana foram também anulados processos por corrupção iniciados em Dezembro do ano passado contra 53 pessoas, que chegaram a membros do Governo e figuras importantes da administração de Erdoğan. O dinheiro apreendido na casa do filho do ex-ministro do Interior Muammer Güler (cerca de 300 mil euros) e 1,5 milhões de euros descobertos dentro de caixas de sapatos na casa de Süleyman Aslan, ex-director geral do banco Halkbank, confiscados na altura, vão ser-lhes devolvidos – e com pagamento de juros, noticia o jornal turco Hürriyet, na sua edição online em inglês.
Estes processos foram considerados a grande ofensiva dos sectores que apoiam Gülen contra Erdoğan. Agora, está-se a assistir à resposta de Erdoğan, que acusa o ex-aliado de conspirar para o derrubar.
Mas colocar a disputa no plano internacional não será o mais benéfico para Erdoğan. As relações da Turquia com os Estados Unidos, que teriam de extraditar Gülen, já não são as melhores, tanto pelo discurso nacionalista do agora Presidente turco como pelas posições turcas sobre a guerra na Síria, nem sempre as mais satisfatórias para os EUA.
 
(Fonte: Público)   

Tribunal liberta editor de jornal com a mira apontada a Gülen

A Turquia prepara-se para pedir aos Estados Unidos a extradição do clérigo islamita e opositor do governo, Fethullah Gülen, sob acusação de alegada associação terrorista. Um tribunal anunciou esta sexta-feira ter aceitado o pedido do Procurador-Geral de Istambul para emitir um mandato de captura contra o clérigo islamita que reside nos Estados Unidos há mais de 15 anos.
Esse mandato, ao abrigo de um acordo geral neste sentido assinado entre os dois países, deverá conduzir ao pedido de Ancara a Washington para a extradição de Gülen, um antigo aliado do actual Presidente turco e actual opositor ao regime em vigor na Turquia.
O clérigo islamita é um dos responsáveis do grupo de comunicação Samanyolu, do qual fazem parte o jornal diário Zaman e a estação de televisão STV, que terão dado eco de uma reportagem e várias notícias, em 2013, sobre um caso de corrupção ao mais alto nível na Turquia e que motivou a queda de quatro ministros do executivo do então ainda primeiro-ministro Erdoğan.
O Governo de Ancara terá alegado provas de acusação contra várias pessoas ligadas a este grupo de comunicação, por alegada associação a grupo terrorista. Isso levou à prisão de quase 30 pessoas, entre elas o editor chefe do Zaman e o director executivo da STV.
Com muitos apoiantes da oposição a Erdoğan em protesto junto ao Palácio da Justiça de Istambul, o editor do jornal, Ekrem Dumanli, embora não absolvido, foi libertado esta sexta-feira ao lado de sete polícias suspeitos de corrupção. O jornalista vai aguardar julgamento em liberdade.
“Nós fomos interrogados pelo Procurador durante toda a noite. No final, perguntei-lhe se o motivo do tratamento a que fomos expostos por vários dias eram aqueles dois artigos e uma reportagem? Ele disse que ‘sim’, relatou Dumanli, ao microfone, perante a multidão de manifestantes, que apupou a alegada resposta do Procurador.
Menos sorte teve o director executivo da televisão. Hidayet Karaca vai aguardar julgamento atrás das grades e não calou a sua revolta, gritando repetidamente para as câmaras de televisão que “a imprensa livre não pode ser silenciada.”
Estados Unidos e União Europeia já revelaram desconfiança das acusações do Governo turco contra estes meios de comunicação e apelou a Ancara para não colocar pressão sobre a liberdade de imprensa.
 
(Fonte: Euronews)

18 dezembro 2014

Turkish Airlines reforça a operação em Portugal em 2015

A companhia aérea turca Turkish Airlines vai reforçar a operação em Portugal a partir da próxima Primavera, com a inauguração da rota entre o Porto e Istambul e o reforço da rota entre Lisboa e aquela mesma cidade turca.
A rota entre o Porto e Istambul, com três voos semanais, vai ser inaugurada no final de Abril e os voos entre a cidade turca e a capital portuguesa vão ser reforçados a partir do final de Março.
Nessa altura, a Turkish Airlines vai passar a disponibilizar 13 voos semanais, em vez dos 10 actuais, entre Lisboa e Istambul. No final de Abril, "ainda será adicionado mais um voo, num total de 14 voos por semana, entre as duas cidades.
 
(Fonte: Dinheiro Digital com Lusa)

03 novembro 2014

Nuno Coelho marca pelo Balikesirspor

O Balikesirspor empatou esta segunda-feira em casa do Eskişehirspor a dois golos, com dois portugueses no onze, André Santos e Nuno Coelho, em jogo da oitava jornada.
Yildirim marcou para os visitantes aos 27 minutos, mas Lawal empatou já na segunda parte, aos 65', e Funes Mori, avançado emprestado pelo Benfica, completou a reviravolta aos 74 minutos. Ainda assim, Nuno Coelho conseguiu empatar a 10 minutos dos 90.
 
(Fonte: Record)

02 novembro 2014

Turquia viola direito à educação

O Governo de Ancara está a fechar escolas de ensino secular substituindo-as por escolas públicas de ensino religiosas (Iman Hatip). Mais de 40.000 alunos, incluindo os não muçulmanos, foram forçados a frequentar estas escolas.
Com a reforma do sistema educativo, iniciada em Setembro, os alunos são colocados nas escolas com base nos resultados dos exames nacionais. Os que não conseguem entrar na primeira escolha vão para os estabelecimentos mais perto das suas casas. O problema é que as escolas seculares têm vindo a ser substituídas pelas Iman Hatip e em muitas áreas são a única opção disponível, deixando os alunos e os pais sem qualquer poder de escolha.
O problema não é novo: em Setembro, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou a Turquia dando procedência a uma queixa datada de 2011 de pais de alunos alevitas por estes serem forçados a frequentar um sistema educativo baseado nas convicções sunitas. Esta violação do direito à educação tem de ser resolvida «o mais rápido possível», recomendou o tribunal.
Actualmente existem cerca de 40.000 escolas públicas na Turquia. Segundo o Economic Research Institute (ERI), o número de escolas Iman Hatip aumentou 83 % nos últimos cinco anos, em comparação com o aumento de 57% das escolas de ensino regular e de 23% de escolas técnicas.
Mais de 1.450 escolas foram convertidas em escolas religiosas, desde 2010 a 2013, diz o ERI.
Os críticos acusam o novo sistema de educação de ser ideológico e de fazer parte de um plano dos dirigentes do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), que está no poder, de ‘islamizar’ a educação e de desmantelar o sistema secular fundado por Mustafa Kemal Atatürk.
«As mudanças no sistema foram feitas para apoiar a ideologia e o projecto religioso do Governo. Este sistema vai substituir o conhecimento, a ciência e as artes pelo dogma», disse à Al Jazeera Namik Havutca, do Partido Republicano (CHP).
 
‘Nova’ Turquia
 
Sinal dos tempos, Tayyp Erdoğan inaugurou na quarta-feira um palácio presidencial com mil divisões, em Ancara. Terá custado 280 milhões de euros e é mais um factor de divisão. «A nova Turquia deve afirmar-se com algo novo», disse o Presidente. Mas os secularistas encaram o abandono do palácio Çankaya, símbolo da República, como uma provocação e um gasto desnecessário.
 
(Fonte: Sol)

01 novembro 2014

Cidade síria de Kobane lembrada em Lisboa

A cidade síria de Kobane e a luta que ali acontece há mais de um mês foi lembrada este sábado no centro de Lisboa, numa manifestação aplaudida por Serdar Tunagur, curdo com o “coração na terra”.
Este sábado, “Dia Mundial Kobane”, em que ocorrem em todo o mundo acções para mobilizar apoios à cidade cercada pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI), no Rossio, em Lisboa, a situação também foi lembrada, com cartazes e com música.
Tunagur, 34 anos, refugiado curdo a viver em Portugal há quase quatro anos, dois filhos, um deles já nascido no país, esteve na frente dos cartazes, para dizer que “os curdos não aceitam os islamismos radicais”.
“Kobane historicamente é curda, são os curdos quem vive lá, e o EI quer matar os curdos”, diz Serdar Tunagur, acrescentando que estão de facto a matar, incluindo idosos, mulheres e crianças.
E há 47 dias, afirma, que os curdos estão a lutar para viver, “para não deixar a sua terra”, porque o EI não conseguiu em Kobane o que fez no Iraque, que foi tomar cidades numa noite.
Ainda assim, Serdar Tunagur é um homem optimista. Louva o apoio dos países ocidentais na luta contra o EI, mas lamenta que tenham “esperado 35 dias”, deixando os curdos a lutar sozinhos, quase sem armas, sem perceberem que “os curdos não iam deixar a sua terra e iam morrer ali”.
De Portugal vai acompanhando o que se passa lá. “Vivemos aqui, mas os nossos sonhos, ideias, a nossa cabeça, está tudo lá”, justifica. E por isso admite voltar “a casa um dia”. “O nosso coração vive na nossa terra”.
Foi por tudo isso que com a mulher e os filhos esteve junto da estátua de D. Pedro V, no Rossio, ao lado de cartazes a dizer “Save Kobane” ou “Viva a Resistência em Kobane”.
Muitos cartazes e música, e panfletos distribuídos por Sian Eden, turco, do movimento Ritmos de Resistência, uma rede de activistas contra o capitalismo, a globalização, a exploração e a opressão.
Diz à Lusa que os Estados Unidos apenas apoiam Kobane para a situação ficar como está, mas “não para o movimento curdo ganhar”.
Basicamente, diz, é preciso abrir “um corredor” para que outros curdos se possam juntar aos que lutam em Kobane, porque há muitos a querer fazê-lo.
Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, na noite passada entraram na cidade (que fica perto da fronteira com a Turquia) 150 curdos iraquianos (peshmergas),para combater o EI.
Desde o início da ofensiva, a 16 de Setembro, Kobane está completamente cercada pelos radicais do EI, excepto a norte, parte que limita com Turquia.
Nas últimas horas os combates continuam em Kobane, nomeadamente na zona da mesquita Al Hach Rachad, lá onde vive o coração de Tunagur.
 
(Fonte: Observador)

31 outubro 2014

Chegadas de portugueses à Turquia aumentam 31,6% em Setembro

A Turquia teve em Setembro um aumento em 31,6% do número de visitantes residentes em Portugal, que foram 6 410.
 
Esta subida, que significou um incremento de 1 540 relativamente a Setembro de 2013, impulsionou o crescimento da chegada de residentes em Portugal nos primeiros nove meses deste ano para 13,6%, representando um aumento de 5 054, para 42 319.
Estes números, divulgados pelo Ministério turco da Cultura e do Turismo, seguem a tendência verificada no Aeroporto de Lisboa, mas sem atingir os mesmos níveis de crescimento.
Em Setembro o movimento de passageiros em voos de e para a Turquia aumentou em 69,8% ou cerca de 5,8 mil, atingindo um total de 14 202, e nos nove meses de Janeiro a Setembro o aumento é em 33,1% ou cerca de 25,8 mil, para 103,9 mil.
A Turkish Airlines, parceira da TAP na Star Alliance e única companhia com voos regulares entre Portugal (Lisboa) e a Turquia (Istambul), teve em Setembro 13 247 passageiros nestas ligações, em alta de 58,5% ou cerca de 4,9 mil, e nos primeiros nove meses deste ano somou 99,3 mil, em alta de 33,3% ou cerca de 24,8 mil.
A Turkish, porém, não se dedica em Portugal apenas ao tráfego que tem como destino final a Turquia, pois aposta também em fazer valer o seu hub de Istambul para conexões para outros destinos, designadamente do Médio e Extremo Oriente.
Além dos voos da Turkish, o Aeroporto de Lisboa teve também este Setembro charters para Antália e Istambul, que no mês homólogo de 2013 não existiram.
Os charters para Antália somaram 693 passageiros nos dois sentidos em Setembro e 3 011 nos primeiros nove meses, neste caso com um crescimento superior a 200%.
Os charters para Istambul transportaram 262 passageiros em Setembro e 1 615 deste o início de 2014, neste caso em queda de 60,8%.

Fonte: (Press Tur)