google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

26 maio 2012

Mourinho em anúncio a imobiliária turca



José Mourinho, por 1 milhão de euros, aceitou dar a cara em anúncios a uma imobiliária turca, num país onde é visto como um ídolo. O treinador do Real Madrid esteve em Istambul, onde foi também orador numa conferência de liderança. “O mais importante é entender o país em que trabalhas, a cultura nacional do futebol,” disse, na ocasião. E, aos 49 anos, Mourinho é um bom exemplo desse entendimento.

(Fonte: Record)

25 maio 2012

Ataque suicida junto a esquadra de polícia em Kayseri

Um bombista suicida fez-se explodir num carro armadilhado esta sexta-feira de manhã à porta de uma esquadra de polícia na vila turca de Pinarbaşı, província de Kayseri, centro do país, causando a morte a um polícia e deixando pelo menos 19 feridos.
A televisão NTV avançou que um segundo bombista esteve envolvido neste ataque e que o número de mortos pode aumentar, uma vez que seis dos feridos se encontram em estado grave.
“Recebemos informação de que foi morto um polícia e que há 19 feridos, mas destes ainda não sabemos quantos são polícias e quantos são civis. Não estamos a conseguir entrar em contacto com Pinarbaşı,” explicou um responsável policial em Kayseri, citado pela agência noticiosa britânica Reuters.
A Turquia tem sido alvo de atentados à bomba perpetrados por separatistas curdos e rebeldes islamitas, incluindo organizações ligadas à Al-Qaeda, além de grupos da extrema esquerda e da extrema direita. Este ataque não foi ainda reivindicado.

(Fonte. Público)

23 maio 2012

O novo rumo da Turquia, por Abdullah Gül

A Turquia tem estado recentemente na vanguarda dos debates económicos e políticos internacionais. Por um lado, apesar da crise económica que subjuga a vizinha Europa, a Turquia permanece a segunda economia com mais rápido crescimento no mundo, depois da China. Por outro lado, quase não existem questões na agenda global – do Iraque e Afeganistão, à Somália, Irão, e à Primavera Árabe, e do desenvolvimento sustentável ao diálogo entre civilizações – em que a Turquia não represente um papel visível.
Este é um fenómeno bastante recente. Até há uma década, a Turquia era vista como não mais do que um firme aliado da NATO. Isso começou a mudar em 2002, quando nasceu uma era de estabilidade política, dando origem a uma visão para uma Turquia mais forte e um firme compromisso na realização dessa visão.
Para tal, os governos da Turquia desde 2002 implementaram reformas económicas ousadas, que prepararam o caminho para o crescimento sustentável e forneceram uma barreira de protecção contra a crise financeira de 2008. Como resultado, em menos de uma década, o PIB triplicou, fazendo da Turquia a 16.ª maior economia do mundo. Além disso, o país beneficia de finanças públicas fortes, política monetária prudente, dinâmica de dívida sustentável, um sistema bancário sólido e mercados de crédito que funcionam bem.
Ao mesmo tempo, aumentámos o âmbito dos direitos individuais, que tinham durante muito tempo sido subordinados a preocupações de segurança. Simplificámos as relações entre civis e militares, garantimos os direitos sociais e culturais, e encarregámo-nos dos problemas das minorias étnicas e religiosas. Estas reformas transformaram a Turquia numa democracia vibrante e numa sociedade mais estável, em paz consigo, e capaz de observar o seu ambiente externo a uma nova luz.
Muito simplesmente, deixámos de ver a nossa geografia ou história como uma maldição ou uma desvantagem. Pelo contrário, começámos a encarar a nossa localização na encruzilhada entre a Europa, a Ásia e o Médio Oriente como uma oportunidade para interagir simultaneamente com múltiplos intervenientes.
Como resultado, começámos a contactar países na nossa vizinhança e para além dela. Tentámos expandir o diálogo político, melhorar a interdependência económica, e fortalecer o entendimento cultural e social. E, embora dez anos sejam muito pouco para uma avaliação definitiva de uma política tão ambiciosa, cobrimos sem dúvida terreno considerável. Por exemplo, só com os nossos vizinhos, quadruplicámos o nosso volume de comércio.
Em várias ocasiões, também temos sido instrumentais na facilitação da paz e da reconciliação. Mas, o que é mais importante, a Turquia tornou-se um modelo de sucesso que muitos países à nossa volta tentam agora imitar.
E no entanto, até há um ou dois anos, alguns peritos políticos perguntavam, "O Que perdeu a Turquia?" ou "Para onde vai a Turquia?" – partindo da tese de que a Turquia mudara o seu eixo da política externa para longe do Ocidente. De facto, a orientação externa da Turquia permaneceu constante, porque assenta nos valores que partilhamos com o mundo livre. O que mudou foi a crescente assertividade nos nossos esforços para assegurar maior estabilidade e bem-estar humano na nossa região, evidente no nosso apoio à liberdade, à democracia, e à responsabilização não só para nós, mas também para outros.
Esta abordagem reflectiu-se na Primavera Árabe, que a Turquia apoiou ardentemente desde o início. Não hesitámos em ficar do lado dos que lutavam pelos seus direitos e dignidade. Na verdade, para países como a Tunísia, o Egipto, a Líbia e o Iémen, que tentam agora institucionalizar a mudança, a Turquia é o seu parceiro mais activo, partilhando a nossa própria experiência e fornecendo assistência tangível na forma de cooperação económica e de construção de capacidade política.
Na Síria, por outro lado, a revolução ainda não se concretizou, devido à repressão brutal do regime sobre os seus oponentes. Todos os dias, dezenas de pessoas morrem aí em busca da dignidade. A Turquia está a fazer tudo o que pode para aliviar o sofrimento do povo sírio. Infelizmente, até agora a comunidade internacional como um todo não tem conseguido fornecer uma resposta eficaz à crise.
A posição da Turquia quanto ao programa nuclear do Irão tem sido analogamente clara: opomo-nos categoricamente à presença de armas de destruição massiva (ADM) na nossa região. Tentativas para desenvolver ou adquirir ADM poderão desencadear uma corrida regional aos armamentos, levando a maior instabilidade e ameaçando a paz e segurança internacionais. É por isso que temos sempre pedido a criação de uma zona livre de ADM no Médio Oriente, incluindo tanto o Irão como Israel. Apoiamos o direito iraniano de usar a energia nuclear para fins pacíficos. Mas o programa do Irão deve ser transparente, e os seus líderes devem garantir à comunidade internacional a sua natureza não-militar. A chave reside em colmatar a falta de confiança e preparar o caminho para um diálogo consequente. Em Abril, acolhemos a ronda inaugural das conversações retomadas entre a comunidade internacional e o Irão.
Sejamos claros: não há uma solução militar para este problema. A intervenção militar apenas complicaria ainda mais o assunto, ao criar novos focos de conflito na nossa região e para além dela.
Neste e noutros assuntos, a Turquia tenta agir como uma "potência virtuosa", o que nos obriga a alinhar os nossos interesses nacionais com valores como a justiça, a democracia, e a dignidade humana, e a conseguir os nossos objectivos de política externa através da cooperação mútua em vez da coerção.
O multilateralismo eficaz constitui uma faceta chave desta visão. A Turquia foi membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas em 2009-2010, e procura agora outro mandato em 2015-2016. Dada a importância crucial dos acontecimentos na nossa parte do mundo, a contribuição da Turquia para o trabalho do Conselho promete ser altamente valiosa.
Em 2015, assumiremos a presidência do G-20, e estamos empenhados em usar os nossos meios e capacidades para torná-lo um órgão de governo global mais eficaz.
A transformação interna da Turquia na última década colocou-a numa posição ideal para beneficiar a região – e consequentemente a comunidade global. Embora tenhamos já conseguido muito, ainda se exige mais de nós. Dados os desafios da nossa vizinhança, e o papel central da região nos assuntos globais, a Turquia não se absterá de assumir novas responsabilidades.

(Fonte: Público)

18 maio 2012

Cientistas turcos dão conferência na Universidade da Madeira

Amitav Sanyal e Rana Sanyal, cientistas do Departamento de Química da Universidade de Boğaziçi, Turquia, visitam na próxima semana o Centro de Química da Madeira (CQM), unidade de investigação da Universidade da Madeira. Os cientistas irão, nos dias 22 e 25 de Maio, proferir as conferências: “Novel Biofunctional Materials from Dendron Building Blocks” e Dendron-Linear Polymer Constructs for Drug Delivery Applications.
A visita tem por base as relações científicas já existentes entre as duas instituições, as quais fazem parte de uma rede europeia financiada pelo programa COST (Cooperação Europeia em Ciência e Tecnologia) na área dos nanomateriais para aplicações em medicina. O desenvolvimento de nanomateriais para aplicações biomédicas constitui uma das actividades centrais do CQM, a que está ligado o lançamento do Mestrado em Nanoquímica e Nanomateriais, a arrancar no próximo ano lectivo, na Universidade da Madeira.

(Fonte: DN)

Simão Sabrosa pode sair do Beşiktaş rumo ao Benfica

Simão Sabrosa poderá estar de regresso ao Benfica, depois de ter trocado as águias pelo Atlético de Madrid em 2007. O antigo capitão encarnado tem mais um ano de contrato com o Beşiktaş, da Turquia, mas o clube de Istambul atravessa uma grave situação financeira, que torna o vencimento de Simão - cerca de 2,5 milhões de euros anuais - insuportável para o clube.
O sítio desportivo 365spor adianta que o baixo custo da transferência de Simão para a Turquia - "apenas" 900 mil euros - está a facilitar a decisão dos responsáveis do Beşiktaş em abrirem mão do ex-internacional português, que tem agora 32 anos.

(Fonte: DN)

17 maio 2012

Orduspor: Miguel Garcia e João Ribeiro perderam taça

Os Portugueses Miguel Garcia e João Ribeiro não conseguiram conquistar a Spor Toto Cup da Turquia. Os jogadores do Orduspor perderam na final com o Gaziantepspor (1-3).
Miguel Garcia foi titular, enquanto João Ribeiro entrou nos minutos finais do encontro.
A Spor Toto Cup é uma competição à margem da Taça da Turquia e do campeonato local. Engloba equipas que terminaram a fase regular entre o 9.º lugar e o 18.º.

(Fonte: Mais Futebol)

Pássaro confundido com espião israelita



Os incidentes diplomáticos começam por vezes pelas razões mais insólitas. A história desta ave é testemunha disso mesmo. O pássaro migratório abelharuco comum (merops apiaster) causou um verdadeiro frenesim numa vila na Turquia. O pássaro foi encontrado morto com um anel de metal na pata, no qual se lia "Israel".
A ave já sem vida foi encontrada caída num campo, e os habitantes chamaram prontamente as autoridades. A suspeita tornou-se maior quando os próprios polícias suspeitaram do animal. "Israel" tinha um bico que foi considerado demasiado grande. Em causa, terão alegado as autoridades, poderia estar a possibilidade do bico da ave esconder um microchip instalado pelo serviço de inteligência de Israel, o Mossad.
O animal acabou por ser levado para peritos governamentais, que depois de vários exames concluíram que "Israel" era afinal só um pássaro fora de rota. Uma conclusão que não convenceu os habitantes de Gaziantep e a própria polícia local. O ministério explicou que era normal as aves migratórias usarem anéis para que as rotas fossem registadas.
Os laços entre a Turquia e Israel deterioraram-se acentuadamente quando nove activistas turcos morreram num ataque de forças de segurança israelita contra um barco que tentava romper o bloqueio à Faixa de Gaza, há dois anos.
O abelharuco comum é um pássaro de cores garridas. Em Portugal, pode ser visto, sobretudo na região do Alentejo, a partir de finais de Março e princípios de Abril até ao mês de Setembro.

(Fonte: TVI24)

16 maio 2012

Turquia tenta recuperar processo de adesão à UE

A mudança de presidente e Governo em França está a levar a Turquia a renovar o seu interesse quanto a uma candidatura à adesão à União Europeia.
Na quinta-feira, dirigentes da Turquia e da União Europeia vão encontrar-se de forma informal para procurar recuperar o processo de negociações da sua estagnação.
O Governo turco anunciou esta semana que o Parlamento deve votar em breve uma série de reformas orientadas para a satisfação de exigências da União Europeia, que poderão ajudar a fazer avançar as negociações.
A Turquia começou em 2005 as negociações para a adesão, mas estas conheceram um progresso escasso, devido à disputa com Chipre e à oposição do antigo presidente francês Nicolas Sarkozy à adesão da Turquia.
O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Ahmet Davutoğlu, afirmou esta semana: "Com a chegada ao poder de François Hollande, estamos todos à espera que as relações entre a Turquia e a União Europeia conheçam um novo rumo."

(Fonte: Expresso)

Carlos Carvalhal continua na Turquia

O treinador português Carlos Carvalhal assinou nesta quarta-feira contrato com a equipa de futebol turca do Istambul BB, num vínculo “válido por duas épocas”, disse o técnico à agência Lusa.
Carlos Carvalhal, que na última temporada treinou o Beşiktaş dos portugueses Hugo Almeida, Simão, Quaresma, Manuel Fernandes, Bebé ou Júlio Alves, já tinha revelado a sua vontade de permanecer na Turquia.
O Istambul BB, equipa que terminou a época regular da Liga turca em sexto lugar, duas posições abaixo do Beşiktaş, irá ao “play-off” da Liga Europa.
Carlos Carvalhal, de 46 anos, teve na Turquia a sua segunda experiência no estrangeiro, depois de ter também treinado os Gregos do Astera Tripolis, na época de 2008/09.
Em Portugal, o treinador passou por clubes como o Vitória de Setúbal - no qual conquistou a Taça da Liga na primeira edição da prova - Belenenses, Marítimo ou Sporting de Braga, entre outros, mas o seu último clube foi o Sporting.

(Fonte: Público)

12 maio 2012

Dois jornalistas turcos foram libertados pela Síria

Dois jornalistas turcos, libertados após dois meses de detenção na Síria, chegaram hoje a Teerão, no Irão, onde se vão encontrar com as famílias antes de regressar à Turquia, noticiou a agência turca Anatólia. O avião que transportava Adem Özkose e Hamit Çoskun aterrou em Teerão, proveniente de Damasco.
Os dois jornalistas disseram à Anatolia que estavam bem e iam encontrar-se com as famílias na capital iraniana.
Özköse e Çoskun devem regressar à Turquia hoje à noite ou no domingo a bordo de um avião fretado pelos serviços do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, de acordo com a agência.
O operador de câmara freelancer Hamit Çoskun e o jornalista Adem Özköse, do jornal de tendência islamita Milat, entraram na Síria no início de Março para realizar um documentário sobre a situação no país vizinho da Turquia.
Os dois tinham sido vistos pela última vez a 09 de Março, perto do bastião rebelde de Idleb (noroeste), próximo da fronteira turca. Ancara acusou Damasco de ter detido os dois Turcos.

(Fonte: Sic Notícias)