google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

23 dezembro 2011

Arménios na Turquia contra medida do Parlamento francês


A aprovação pelo Parlamento francês do projecto-lei que torna ilegal negar o genocídio arménio de 1915 provocou consternação na Turquia.
Centenas de pessoas protestaram em frente à embaixada de França em Ancara, com o Partido Nacionalista a liderar.
Para a comunidade arménia a viver na Turquia, este reconhecimento acaba por ser contraproducente.
Robert Koptas, jornalista de um dos jornais arménios de maior prestígio na Turquia, considera que a medida veio desviar a atenção do trabalho que se tem vindo a realizar nos últimos anos.
“Neste momento, enquanto não houver consciência na Turquia sobre a questão, enquanto o povo turco não souber o suficiente sobre isso, punir indivíduos que negam esse passado num país estrangeiro, como em França, sentenciá-los a um ano de prisão e a pagar uma pesada multa de 45 mil euros, não me parece certo,” conclui o jornalista.
Koptas evidencia ainda que “a reacção na Turquia é, em geral, extrema. Por isso, esta lei vai prejudicar os nossos esforços para discutirmos o assunto. Desvia a atenção do nosso diálogo com a sociedade e dá mais argumentos aos nacionalistas e a todos aqueles que negam esse passado. Quando França limita a liberdade de expressão, as restrições à liberdade de expressão aqui, ficam legitimadas.”
Na Assembleia turca, o grupo de amizade franco-turco cessou funções. Os membros decidiram desta forma, protestar contra a medida do Parlamento francês.

(Fonte: Euronews)

Turquia acusa França de genocídio argelino

A tensão diplomática entre Ancara e Paris não pára de crescer. Recep Tayyip Erdoğan acusa a França de genocídio aquando da ocupação colonial da Argélia.
Os comentários de hoje do primeiro-ministro turco são a mais recente reacção à lei que a França aprovou, e segundo a qual é crime negar que os massacres cometidos pelos Turcos otomanos sobre Arménios constituem genocídio.
Erdoğan aponta agora o dedo aos colonialistas gauleses que acusa de terem incinerado argelinos. A França ocupou a Argélia na década de 30 do século XIX, e saiu do território cerca de 130 anos depois.
A polémica lei francesa ainda precisa de passar no Senado, mas assim que passou na Câmara Baixa, o líder turco suspendeu as relações políticas e económicas, e chamou o representante diplomático da Turquia em Paris.

(Fonte: Sol)

22 dezembro 2011

Turquia manda regressar o seu embaixador em França

A Turquia mandou regressar o seu embaixador em França, Tahsin Burcuoğlu, depois de ter sido votada no Parlamento francês uma lei que condena a negação do genocídio de 1915 em que foram alegadamente mortos 1,5 milhões de Arménios.
O termo genocídio é negado pelas autoridades turcas, que reconhecem terem morrido entre 250 mil e 500 mil Arménios durante o Império Otomano. Mas a Arménia tem defendido que, nesses massacres, morreram pelo menos 1,5 milhões de pessoas, e hoje os deputados franceses aprovaram uma lei que reconhece o genocídio e condena quem o negar.
Segundo a lei agora aprovada, a negação do genocídio arménio poderá ser penalizada com um ano de prisão e 45 mil euros de multa. A decisão indignou as autoridades turcas, que anunciaram que o seu representante em Paris deixará a França “amanhã”.
Este não é o primeiro caso de condenação da negação de um genocídio por parte da França, que já tomou uma decisão semelhante em relação ao massacre de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Nos últimos dias a Turquia pressionou a França para que a lei não fosse aprovada, sublinhou a AFP, mas o Parlamento aprovou o reconhecimento do genocídio numa iniciativa que contou com o apoio do Governo francês.
Ancara chegou a prometer represálias diplomáticas, económicas e culturais, adiantou a agência francesa, e essas medidas não se fizeram esperar. A ordem para fazer o embaixador em Paris regressar ocorreu pouco depois de ter sido anunciado o resultado da votação em França.
A Arménia, por outro lado, agradeceu a decisão francesa. O ministro arménio dos Negócios Estrangeiros, Edouard Nalbandia, manifestou a “gratidão” do seu país, e as autoridades arménias já se tinham congratulado com a iniciativa francesa. “Quero, uma vez mais, expressar a minha gratidão às autoridades francesas, ao Parlamento e ao povo francês,” disse Nalbandian. “Ao adoptar esta lei, a França prova novamente que os crimes contra a humanidade não prescrevem e que a sua negação deve ser punida.”
O texto que condena a negação do genocídio arménio foi aprovado por larga maioria dos deputados presentes, cerca de 50, com apenas meia dúzia dos parlamentares a votar contra, adiantou a AFP. A decisão irá agora deteriorar as relações entre a França e a Turquia, numa altura em que ambos os países procuravam alcançar uma posição comum quanto aos confrontos na Síria e a repressão perpetrada pelas autoridades de Damasco.

"Traição da história"
O vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arınç, considerou a decisão do Parlamento francês uma “traição da história” e adiantou, através de uma mensagem no Twitter: “Condeno o Parlamento francês por ter aprovado esta lei, que é o equivalente a uma traição da história e da verdade histórica.”
A Turquia também considerou que a lei agora aprovada tem “propósitos eleitoralistas”, nomeadamente cativar o meio milhão de Arménios que vivem em França, quando já se aproximam as presidenciais francesas que irão realizar-se na Primavera.
A proposta de lei terá ainda de ser aprovada pelo Senado antes de entrar em vigor. Uma legislação semelhante já foi adoptada pela Suíça e o Parlamento Europeu também reconheceu o genocídio arménio em 1987, o que também já foi feito pelo Uruguai, em 1965, pelo Parlamento russo (1994), o Senado belga (1998), o Parlamento canadiano (2004), o senado argentino e o Parlamento sueco (2010).
A decisão do Parlamento francês gerou protestos em frente à embaixada da França na Turquia e em frente ao Parlamento francês. Prevê-se que a reacção de Ancara passe também pela expulsão do embaixador francês.

(Fonte: Público)

25 novembro 2011

Turquia avisa Síria que tem de cumprir ultimato da Liga Árabe

O ultimato feito à Síria pela Liga Árabe para que aceite a entrada no território de uma missão de observadores é já "a nova e última oportunidade" dada ao regime de Damasco sob risco de se ver a braços com sanções internacionais, avisou esta manhã o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Ahmet Davutoğlu.
A menos de três horas de terminar o prazo dado, ontem, pelos países árabes para a Síria responder àquela exigência – e que termina às 11 horas (em Portugal continental), o cerco diplomático continua a intensificar a pressão sobre o regime do presidente sírio, Bashar Al-Assad – criticado pela comunidade internacional pela repressão sobre o movimento de oposição e revolta no país, que se arrasta há mais de oito meses e em que já morreram mais de 3500 pessoas segundo estimativas das Nações Unidas.
A Liga Árabe suspendera já a Síria da organização, no passado dia 12, depois de o regime de Assad não ter dado quaisquer sinais práticos de recuo na repressão apesar de dias antes ter expressamente anuído ao Plano de Acção Árabe, no qual as autoridades sírias se comprometiam a retirar as tropas e tanques das cidades revoltosas, entrar em negociações com a oposição e autorizar a entrada no país de jornalistas estrangeiros.
Caso Damasco se negue agora a permitir a entrada da missão de pelo menos 500 observadores na Síria, a Liga Árabe avançará para a adopção de sanções, a serem decididas numa reunião a realizar-se já amanhã. “É crucial que a Síria nos dê a sua resposta quanto antes, para que se ponha termo ao derramamento de sangue,” sublinhou DavutoĞlu, numa conferência de imprensa em Istambul com o homólogo jordano, Nasser Judeh.
Moscovo veio entretanto esta manhã reiterar a sua posição intransigente de recusa de aprovar sanções contra a Síria. “Neste momento precisamos não de resoluções, sanções ou pressões, mas sim de Diálogo,” lê-se num comunicado do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros.
A par da Rússia, também a China, Brasil e Índia – parceiros no grupo dos BRICS –, e ainda a África do Sul, voltaram ontem a instar o regime sírio a iniciar conversações com o movimento de oposição no país, ao mesmo tempo que alertaram para os riscos de ser lançada uma intervenção estrangeira na Síria. Num comunicado extremamente cuidadoso nas palavras, emitido ontem à noite, as cinco economias emergentes não fizeram qualquer menção à ameaça de sanções feita pela Liga Árabe.

(Fonte: Público)

24 novembro 2011

Basquetebol: Quinta dos Lombos foi derrotada na Turquia

A equipa feminina da Quinta dos Lombos, de Carcavelos, foi pesadamente derrotada pelas Turcas do Botaş Spor, de Adana, na 4.ª jornada do grupo A da Eurocup, perdendo por 80-47.
À Quinta dos Lombos nem Lisa Lee (17 pontos) valeu, com a equipa portuguesa a ser muito inferior em todos os períodos do jogo. Do lado das Turcas, também foi uma Norte-Americana a destacar-se. Monica Wright fez a diferença através de 19 pontos, 3 ressaltos e duas assistências.
A situação de perder por muitos não é novidade para a equipa portuguesa que já tinha sido derrotada em casa pela mesma equipa turca por esclarecedores 90-52.

(Fonte: A Bola)

22 novembro 2011

Empresas francesas boicotadas na Turquia

A aprovação pelo Parlamento francês do decreto-lei que penaliza a negação da existência do genocídio arménio de 1915, pode repercutir-se nos interesses franceses na Turquia.
Os Turcos não gostaram e prometem boicotar as empresas e produtos franceses, como confirma este Turco: "Estava a pensar mudar de carro. Já fui representante da Renault. Depois desta decisão do Parlamento francês, mudei de ideias. Não comprarei um carro francês."
O escritor e antigo embaixador turco em Roma, İnal Batu, acredita que as relações franco-turcas irão sofrer um revés e que a Turquia vai retaliar, visando as empresas francesas a operar no país.
"A amizade dura há décadas. Somos amigos e aliados da França, mas isto foi um grande golpe nas nossas relações. Esperemos que o bom senso no Senado prevaleça e que esta lei seja bloqueada. É claro o que deve ser feito: a Turquia tem de encontrar maneiras de afastar as empresas francesas dos grandes contratos. Estou certo de que fará isso," assegura İnal Batu.
Numa altura de crise, a tensão política entre Paris e Ancara pode resultar em dificuldades financeiras para as empresas francesas que vêm assim boicotada a actividade no mercado turco.

(Fonte: Euronews)

Erdoğan diz a Assad para olhar para destinos de Hitler e Kadhafi

O primeiro-ministro turco apelou hoje ao Presidente da Síria para que escute os protestos e abandone o cargo. É mais uma voz a pressionar Bashar Assad. O apelo turco surge depois de activistas sírios denunciarem a morte de cinco pessoas, incluindo cinco crianças, por militares num posto de controlo em Houla. "Para o bem do seu próprio povo e da região, deixe o lugar", declarou Recep Tayyip Erdoğan num discurso emitido pela televisão, dando exemplos do sucedido com Muammar Kadhafi e Adolf Hitler. "Se quer ver quem lutou até à morte contra o seu próprio povo, olhe para a Alemanha nazi, olhe para Hitler, Mussolini, Nicolae Ceausescu na Roménia", enumerou Erdoğan. "Se não consegue tirar daqui quaisquer lições, olhe para o líder líbio que foi morto há apenas 32 dias", prosseguiu. Nos últimos meses, a repressão ordenada pelo regime sírio já terá feito cerca de quatro mil mortos.
 
(Fonte: Sol)

11 novembro 2011

Embarcação sequestrada em Izmit

O sequestro foi noticiado pela estação de televisão turca NTV e ocorreu quando o barco se encontrava no Golfo de Izmit. Segundo a Reuters, a embarcação leva a bordo 17 passageiros e quatro membros da tripulação.
As razões do sequestro não foram divulgadas. Alguns relatos apontavam para que o rapto tenha sido levado a cabo por apenas uma pessoa, mas mais tarde o ministro turco dos Transportes, Binali Yıldırım, disse à NTV que a bordo da embarcação estavam 25 pessoas e que não foram feitas quaisquer exigências. "Um dos terroristas está junto ao capitão da embarcação e diz que tem explosivos," adiantou. "Ele diz que faz parte de um braço armado de uma organização terrorista," concluiu, usando uma expressão utilizada habitualmente para referir os extremistas curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Os sequestradores terão retirado os telemóveis aos passageiros. Navios da guarda costeira e um helicóptero foram enviados para acompanhar a embarcação. O sequestro ocorreu pelas 17.45 horas locais (15.45 horas em Lisboa).
O porto de Izmit fica a cerca de 100 quilómetros de Istambul. O responsável da autarquia local, İbrahim Karaosmanoğlu, adiantou à BBC ter falado com a tripulação, que disse haver apenas um sequestrador que pediu para falar aos órgãos de informação.

(Fonte: Público)

29 outubro 2011

Voleibol: Portugal e Turquia voltam a encontrar-se

Bielorrúsia, Turquia e o vencedor do encontro entre a Grã-Bretanha e a Albânia vão ser os adversários da selecção portuguesa na "poule" A da segunda ronda de acesso ao Campeonato da Europa de Voleibol Masculino de 2013.
A equipa das quinas, orientada pelo Cubano Juan Diaz, volta assim a defrontar os Turcos, depois de em 2010 os ter vencido categoricamente por 3-0 no jogo inaugural da última ronda da Liga Europeia, que decorreu no Pavilhão Municipal da Póvoa de Varzim.
A "poule" A da segunda ronda de acesso ao Europeu disputa-se de 6 a 9 de Setembro de 2012, em Portugal, e de 13 a 16 de Setembro de 2012, na Turquia.

(Fonte: Diário Digital / Lusa)

Voleibol: Portugal volta a medir forças com a Turquia

Bielorrúsia, Turquia e o vencedor do encontro entre a Grã-Bretanha e a Albânia vão ser os adversários da selecção portuguesa na "poule" A da segunda ronda de acesso ao campeonato da Europa de voleibol masculino de 2013.
A equipa das quinas, orientada pelo Cubano Juan Diaz, volta assim a defrontar os tTurcos, depois de em 2010 ter vencido categoricamente, por 3-0, no jogo inaugural da última ronda da Liga Europeia, que decorreu no Pavilhão Municipal da Póvoa do Varzim.
A "poule" A da segunda ronda de acesso ao Europeu disputa-se de 06 a 09 de Setembro de 2012, em Portugal, e de 13 a 16 de Setembro de 2012, na Turquia.

(Fonte: Expresso)