google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

08 junho 2009

Jenson Button vence GP da Turquia

O Britânico Jenson Button ganhou mais um Grande Prémio. Desta vez o triunfo foi em Istambul, no GP da Turquia. O piloto da Brawn GP, que completou a corrida em 1h 26m 24s 848, solidifica assim a sua liderança no mundial de pilotos.
No segundo lugar do pódio ficou o australiano Mark Webber (a 6,714 segundos), da equipa da Red Bull, à frente do seu colega de equipa, o Alemão Sebastian Vettel (a 7,461), que tinha partido da “pole position”. No Mundial, o Inglês Button conquistou a sexta vitória em sete provas e passou a somar 61 pontos, contra 35 do seu companheiro de equipa, o Brasileiro Rubens Barrichello, que abandonou e, pela primeira vez esta época, não pontuou. Vettel perdeu o comando para Button na primeira volta, devido a uma ligeira saída de pista, é o terceiro da classificação geral, com 29 pontos. O Italiano Jarno Trulli (Toyota), o Alemão Nico Rosberg (Williams-Toyota), o Brasileiro Felipe Massa (Ferrari), o Polaco Rober Kubica (BMW Sauber) e o Alemão Timo Glock (Toyota) terminaram nas posições seguintes e também pontuaram. O Britânico Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes), campeão do mundo em título, terminou em 13.º e ficou fora dos pontos pela terceira vez consecutiva.

(Fonte: Lusa/Público)

07 junho 2009

GP Turquia - GP2: Boa recuperação leva Álvaro Parente ao Top-10

Esperava-se que a segunda corrida de GP2 do programa do Grande Prémio da Turquia fosse bastante difícil para Álvaro Parente, dado que arrancava do 18.º posto da grelha de partida. Porém, o piloto português realizou uma prova de ataque, terminando no 10.º lugar.
Umas das qualidades pela qual é conhecido o jovem do Porto é a sua garra e hoje demonstrou, uma vez mais, essa característica, protagonizando uma prova de ataque do princípio ao fim. Logo no arranque conquistou sete postos, passando a pressionar intensamente Diego Nunes, tendo na sua traseira Romain Grosjean, o líder do campeonato. O Brasileiro sucumbiu aos ataques do Português que ascendeu ao 10.º posto, graças a uma ultrapassagem plena de oportunidade. De seguida, Álvaro Parente passou a atacar Edoardo Mortara, mas este mostrou-se bastante mais difícil de desfeitear, tendo o piloto da Ocean Racing Technology terminado no 10.º lugar final. "Depois da corrida de ontem era difícil hoje alcançar um bom resultado. Dei o meu máximo, ataquei do princípio ao fim, mas não era possível fazer mais. O carro do Mortara tinha uma velocidade de ponta muito elevada, o que me impediu de alcançar o nono posto", afirmou o piloto.
Após um fim-de-semana que não correu da melhor forma, o piloto de 24 anos mostra-se confiante de que poderá traduzir em resultados o andamento que tem vindo a demonstrar já na próxima etapa do campeonato de GP2. "Tudo poderia ter corrido melhor aqui na Turquia, mas acabei por cometer um erro... Penso que poderemos ser bastante competitivos nas próximas provas, dado que o carro está muito mais rápido e penso que ainda podemos melhorar um pouco", concluiu Álvaro Parente.
A competição que se assume como a antecâmara da Fórmula 1, regressará dentro de duas semanas, então para a ronda de Silverstone.

(Fonte: O Jogo Online)

FOTA ameaçou boicotar GP da Turquia

De acordo com rumores que circularam no "paddock" de Istambul na manhã deste Domingo, as oito equipas que são membros de pleno direito da FOTA terão ameaçado boicotar o GP da Turquia, como protesto contra a decisão da FIA de não recuar na intenção de implementar um limite orçamental em 2010.
A situação teria deixado a corrida com apenas duas equipas, Williams-Toyota e Force India-Mercedes, as únicas que se inscreveram de forma incondicional na próxima temporada.
Na manhã deste Domingo houve pela primeira vez uma reunião de pilotos com a FOTA, com os 16 homens das referidas oito equipas a manisfestarem total apoio às exigências da associação de equipas de F1.

(Fonte: Record)

06 junho 2009

GP2 - Álvaro Parente desiste na primeira corrida na Turquia

O piloto português Álvaro Parente abandonou este Sábado a primeira corrida de GP2 do Grande Prémio da Turquia, depois de um pião quando seguia na segunda posição.
Álvaro Parente, que arrancou do sétimo posto da grelha, conseguiu subir até ao terceiro lugar e depois ao segundo, após uma paragem nas boxes.
De acordo com um comunicado da assessoria de imprensa do piloto, o carro de Álvaro Parente "acabou por entrar em pião, obrigando-o a um abandono frustrante".
"É desapontante, uma vez que era possível ficar em segundo. O carro estava muito bem equilibrado (...) o plano era fazer três voltas muito rápidas antes da minha paragem para tentar alcançar o segundo lugar, mas a traseira fugiu-me e acabei por abandonar".
O piloto da Ocean Racing Team vai arrancar Domingo do 20.º lugar da grelha de partida e, apesar das hipóteses reduzidas, mostra-se disposto a realizar uma boa prova.
"Depois do abandono de hoje, a prova de amanhã está comprometida. Vou dar o meu máximo e tentar recuperar o máximo possível de modo a poder beneficiar de algum problema entre os pilotos da frente", afirmou.

(Fonte: RTP)

05 junho 2009

França vence Turquia (1-0) em jogo particular

A selecção francesa venceu a congénere turca por 1-0, com golo da autoria de Benzema aos 39 minutos da partida através da marca de grande penalidade.
O jogo até foi suspenso ao minuto 79’, devido ao arremesso de petardos por parte dos adeptos turcos para o relvado de jogo, numa partida em que a chuva caiu durante grande parte do encontro.
A França encontra-se no segundo posto do grupo 7 de qualificação para o Mundial 2010 liderado pela Sérvia com 12 pontos, a dois da França, ao passo que a selecção turca é terceira no grupo 5, a 10 pontos da Espanha, que vai na frente com 18 pontos.

(Fonte: O Jogo Online)

PNR contra entrada da Turquia na União Europeia

O cabeça de lista do PNR às eleições europeias manifestou-se esta noite contra a entrada da Turquia na União Europeia, afirmando que esse passo representa a destruição da Europa. Humberto Nuno Oliveira criticou ainda os subsídios vindos da União Europeia, e defendeu que a permanência de Portugal na organização tem sido desastrosa.


(Fonte: Antena 1)

Frank Rijkaard é o novo treinador do Galatasaray

O Galatasaray AŞ contratou o treinador holandês Frank Rijkaard, que assinou um vínculo válido por duas temporadas, após ter aceite o pedido de demissão apresentado por Bülent Korkmaz, na terça-feira.

Troféus em Barcelona
O técnico de 46 anos não orientava qualquer equipa desde que deixou o FC Barcelona, a 30 de Junho de 2008, após duas temporadas em que os catalães não conquistaram qualquer troféu. Sob as ordens de Rijkaard, contratado antes do início da época de 2003/04, depois de ter dirigido a selecção holandesa e o Sparta Rotterdam, os "blaugrana" conquistariam a UEFA Champions League e duas Ligas espanholas.

Presença na Europa League
Korkmaz rendera Michael Skibbe como treinador do Galatasaray a 23 de Fevereiro e levou a formação de Istambul até à quinta posição de Süper Lig, que valerá a presença na edição inaugural da UEFA Europa League. O Gala entra em acção na segunda pré-eliminatória, marcada para 16 de Julho.

(Fonte: Uefa.com)

Denizli mantém-se no Beşiktaş

O treinador Mustafa Denizli prolongou por mais uma temporada o seu contrato com o Beşiktaş JK, cuja duração expirava proximamente, isto depois de ter conduzido o clube de Istambul à conquista da "dobradinha" na Turquia.

Chegado em Outubro
Especulava-se no país sobre a possibilidade de Denizli, nomeado em Outubro do ano passado após o despedimento de Ertuğrul Sağlam, poder deixar o Beşiktaş devido a cansaço, depois de uma época extremamente desgastante, mas o técnico de 59 anos foi convencido a continuar, tendo para tal contribuído a perspectiva da presença do clube na fase de grupos da UEFA Champions League, em Setembro.

(Fonte: Uefa.com)


04 junho 2009

PPM quer Turquia na UE

O cabeça-de-lista do Partido Popular Monárquico (PPM) às eleições europeias, Frederico Carvalho, visitou hoje a mesquita central de Lisboa, onde defendeu a integração da Turquia na União Europeia, pois “não há que ter medo do Islão”.

Durante esta iniciativa, o candidato do PPM avançou com uma proposta para um futuro governo, com figuras do PSD, CDS-PP e PPM.

“Eu não punha de parte o Paulo Rangel (PSD) como primeiro-ministro, o Nuno Melo (CDS-PP) como ministro dos Negócios Estrangeiros e alguém do PPM como ministro do Ambiente”, rematou o candidato, expectante em relação ao sufrágio de Domingo.

Com a visita à mesquita central de Lisboa, uma iniciativa subordinada ao tema “Quem tem medo do Islão?”, o candidato pretendeu demonstrar que “não há que ter medo do Islão”, quando se fala na integração da Turquia na UE.

“Ser português é respeitar e integrar as diferentes culturas religiosas”, afirmou, acrescentando que “o desconhecimento é que leva ao medo”.

A visita à mesquita realizou-se, “infelizmente” para o candidato, no mesmo dia em que a Procuradoria-Geral da República arquivou o caso dos voos da CIA, nos quais alegadamente muçulmanos foram transportados “ilegalmente” para uma base de Guantánamo.

“É uma pena que Portugal, os políticos e a justiça portuguesa ainda não tenham aprendido que, para mantermos a nossa própria soberania, não precisamos de alinhar constantemente com os Estados Unidos”, afirmou Frederico Carvalho, considerando que isto só nos afasta do mundo árabe e muçulmano.

Após a visita guiada pelo actual imã da mesquita central de Lisboa, Sheik David Munir, o candidato subscreveu a sua mensagem de “respeito mútuo”, de que “podemos todos viver no mesmo mundo e compartilhar as mesmas ideias, respeitando a crença e os rituais de cada um”.

Frederico Carvalho revelou ainda que nesta segunda semana de campanha houve mais experiências “positivas” do que na primeira, lamentando o facto de não ter as “mesmas oportunidades” que tiveram os “grandes partidos” de passar a mensagem do PPM, “mais positiva e de responsabilidade”.

(Fonte: Público)

03 junho 2009

Rejeição da adesão turca utilizada como argumento eleitoral

A Turquia (72,5 milhões de habitantes), candidata à UE desde o Conselho Europeu de Helsínquia em 1999, iniciou as negociações de adesão em Outubro de 2005 e em 2008 o Conselho aprovou uma revisão da parceria de acesso, mas os principais dossiers permanecem estagnados ou ainda não foram iniciados.
Contudo, a Turquia possui uma longa tradição de contactos com as instituições europeias. Em 1963, a então Comunidade Económica Europeia (CEE) assinou com Ancara um acordo de associação para o estabelecimento progressivo de uma união aduaneira. Em Dezembro de 2006, e devido à recusa de Ancara em aplicar à República de Chipre o protocolo adicional do acordo de associação, o conselho europeu decidiu bloquear a abertura de oito capítulos negociais considerados “relevantes”.
Deste modo, a adesão turca também está intimamente relacionada com a questão de Chipre, sobretudo após a integração da República de Chipre (a “parte grega” da ilha, internacionalmente reconhecida) no grande alargamento de 2004. Nesta ilha dividida do Mediterrâneo oriental aumentam os receios de uma separação de facto das duas entidades cipriotas, sobretudo após a vitória da corrente nacionalista nas eleições que decorreram na auto-denominada República Turca de Chipre do Norte (RTCN), apenas reconhecida por Ancara e ocupada por forças militares turcas desde a invasão de 1974. Um argumento de peso que as autoridades da Turquia sempre utilizarão no seu processo negocial com Bruxelas.
As negociações com Ancara prosseguem a um ritmo muito lento, não apenas devido à actual e aparente falta de entusiasmo da parte turca, mas também pelos sinais emitidos por países decisivos da União: em Abril passado, o presidente francês Nicolas Sarkozy voltou a opor-se à adesão turca, enquanto a chanceler alemã Angela Merkel manifestava preferência por uma “parceria privilegiada” com Ancara, em alternativa à adesão plena.
O sentimento anti-adesão reforça-se em simultâneo na Europa e na Turquia, e não apenas entre os sectores ultra-nacionalistas, que também criticam a “hipocrisia” em torno de uma solução para Chipre.
Analistas têm notado que os políticos europeus conservadores estão a utilizar a questão da adesão turca como um argumento eleitoral para compensar os efeitos da persistente crise económica e o seu próprio desgaste político. Contudo, em Ancara considera-se que o líder francês e a chanceler alemã estão a violar os compromissos legais da UE em relação à Turquia.
Apesar de o tom anti-turco poder diminuir após as eleições europeias de 7 de Junho, receia-se que estas declarações provoquem um impacto de longo prazo na perspectiva de integração e comprometam o apoio público na Europa para a adesão. Numa recente entrevista, Sarkozy considerou que “o alargamento da Europa não pode prosseguir para sempre, e não devemos dar à Turquia mais falsas promessas”.
Neste contencioso, todos os argumentos são válidos. Durante a recente cimeira de Abril dos 28 Estados-membros da NATO em Estrasburgo (Croácia e Albânia foram integradas na organização), a Turquia colocou fortes objecções à eleição do novo secretário-geral e ex-primeiro-ministro dinamarquês, Anders Fogh Rasmunssen, opositor da entrada da Turquia na União e que irritou os muçulmanos ao apoiar o direito de caricaturar o profeta Maomé.
As reticências de Ancara face à designação do novo secretário-geral da NATO, depois retiradas após cedências mútuas, suscitaram perplexidade nas capitais europeias e colocaram uma questão simples: se um país com o peso e a dimensão da Turquia adoptou esta atitude na cimeira dos aliados atlânticos, que comportamento poderá demonstrar na qualidade de estado membro de pleno direito da UE?
Em paralelo, a iniciativa da União para uma nova parceria a leste, que inclui os três estados do Caúcaso (Arménia, Azerbaijão e Geórgia) e ainda Bielorrússia, Ucrânia, Moldávia, colide com uma zona geoestratégica de “interesse vital” para Ancara e Moscovo. Assim, e como também tem sido sublinhado, as políticas da UE face à Turquia e Rússia nunca poderão deixar de estar presentes quando se impulsionarem as relações com os países incluídos na parceria a leste.
Com os vizinhos “não-europeus” do sul (um vasto arco mediterrânico que se estende de Marrocos à Síria) foi também decidido reforçar a cooperação através de uma iniciativa paralela, a união para o Mediterrâneo, que ocorreu durante a presidência francesa (Julho de 2008).
A política de vizinhança a sul abrange um vasto leque de países da orla do Mediterrâneo: Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia, Egipto, Israel, território palestiniano ocupado, Líbano, Jordânia e Síria. Para além de uma parceria e acordo de cooperação com o Iraque.
A situação geográfica destes países exclui-os de qualquer perspectiva de adesão plena.

(Fonte: Açoriano Oriental)