Já os ex-jogadores do Sp. Braga, Marafona, João Novais e Wilson Eduardo, não saíram do banco de suplentes.
(Fonte: Record)
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Já os ex-jogadores do Sp. Braga, Marafona, João Novais e Wilson Eduardo, não saíram do banco de suplentes.
(Fonte: Record)
A seleção portuguesa de futebol feminino empatou esta quinta-feira 1-1 com a Turquia, no primeiro jogo do Grupo H europeu de apuramento para o Mundial de 2023, disputado em Alanya.
As turcas adiantaram-se aos 30 minutos, por intermédio de Yagmur Uraz, e a formação das quinas respondeu na segunda parte, aos 58 minutos, por Jéssica Silva.
As comandadas de Francisco Neto voltam a jogar no domingo, em Israel, num agrupamento no qual participam ainda a Alemanha, a Bulgária e a Sérvia. O primeiro qualifica-se para a fase final e o segundo segue para os play-off.
(Fonte: Observador)
O Presidente de Angola, João Lourenço, inicia na terça-feira uma visita de Estado à Turquia, a convite do seu homólogo Recep Tayyip Erdogan, levando na pasta vários acordos, entre os quais a ligação aérea entre os dois países.
O Chefe de Estado angolano deixa Luanda esta segunda-feira, à frente de uma delegação que integra vários ministros e tem chegada à capital, Ancara, prevista para hoje à tarde, segundo uma nota dos serviços de imprensa do Presidente.
Na capital turca, João Lourenço vai encontrar-se com Erdogan na terça-feira à tarde, enquanto as delegações ministeriais recíprocas vão analisar questões essenciais da relação entre Angola e a Turquia.
Na sequência destas ações, vão ser assinados vários acordos no domínio dos transportes (ligação aérea entre os dois países), a cooperação militar, o comércio, economia e recursos minerais.
Vão também passar em revista aspetos consulares e diplomáticos, designadamente a eliminação de vistos em passaportes de serviço, diplomáticos e especiais.
A missão do Presidente angolano na Turquia fica também marcada pela realização de um fórum económico empresarial na quarta-feira, onde irão participar dezenas de empresários dos dois países.
"Neste fórum, o estadista angolano vai dirigir-se ao empresariado turco, para sublinhar o potencial económico de Angola e as múltiplas iniciativas tendentes a melhorar progressivamente o ambiente de negócios", acrescenta o comunicado.
O diretor regional da Turkish Airlines, Alp Yavuzenser, disse hoje à Rádio Nacional de Angola, que a companhia turca vai operar duas vezes por semana na rota Ancara-Luanda-Ancara, quando for concretizado o acordo de ligação aérea com vista a aumentar o volume de investimentos e as trocas comerciais entre os dois países.
(Fonte: Jornal de Negócios)
O país está a usar a vacina produzida pela empresa chinesa Sinovac. No entanto, espera ter uma vacina de produção própria no final do verão.
A Turquia entrou em desconfinamento há um mês e continua a registar um elevado número de novos casos. No sábado, foram registados mais de 44.700 infetados.Na próxima terça-feira, os presidentes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu vão reunir-se com o Presidente turco, em Ancara, a capital do país. Em cima da mesa estará a situação dos refugiados e migrantes e os retrocessos nos direitos humanos e das mulheres.
(Fonte: Sic Notícias)
"A nova filial, com serviços centralizados e centro logístico dedicado, conta com uma equipa local de serviços comerciais, de atendimento, de assistência técnica, financeiras e de cadeia de abastecimento, representando um investimento de 2,5 milhões de euros", indicou, em comunicado, a empresa do grupo turco Arçelik.
Esta expansão, que se insere na estratégia de crescimento da empresa na Europa, vai permitir ampliar a capacidade de distribuição a nível nacional de 65% para 80% e alargar o número de insígnias de retalho que disponibilizam os produtos da Beko.
A marca quer ainda aumentar "em dois dígitos" o volume de negócios em 2021.
"O mercado português é muito atrativo para nós. Esta filial sublinha a nossa estratégia de internacionalização e é uma grande oportunidade para impulsionar o nosso crescimento", afirmou, citado no mesmo documento, o 'general manager' da Beko Portugal, Cem Basaral.
A Beko está presente em 135 países e disponibiliza produtos como grandes eletrodomésticos, aparelhos de ar condicionado e pequenos eletrodomésticos.
(Fonte: Jornal de Negócios)
O Governo português condenou a "utilização abusiva" de refugiados por parte da Turquia na intenção de abrir fronteiras para pressionar a União Europeia, mas afastou uma intervenção militar comunitária como forma de resposta.
Neste momento, há uma utilização abusiva, por parte da Turquia, da presença no seu território de vários milhões de migrantes e, claramente, o presidente turco a dizer que abria as fronteiras para a Grécia, estava a utilizar a presença desses refugiados na Turquia como arma de arremesso e isso é completamente inaceitável", declarou, esta quinta-feira, o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho
Falando à margem da reunião informal dos ministros da Defesa, que decorre na capital croata, em Zagreb, o ministro da Defesa vincou que a pressão turca "não surtirá qualquer tipo de efeito positivo". "Há que ter em conta esta realidade, de a Turquia ter quase quatro milhões de refugiados no seu território, e isso, evidentemente, merece uma atenção especial da UE, uma atenção reforçada em relação ao que tem sido o caso no passado", sustentou João Gomes Cravinho. Questionado sobre uma possível intervenção militar nas fronteiras externas da UE como forma de responder à Turquia, o responsável português rejeitou esta opção, privilegiando antes a via diplomática. "O meu colega grego [ministro da Defesa da Grécia, Nikos Panagiotopoulos], com quem tive ampla oportunidade de falar à margem nos corredores, não pede nenhum apoio militar, pede apoio político", disse João Gomes Cravinho.
Nos últimos dias, a tensão entre Ancara e Bruxelas tem vindo a intensificar-se após a Turquia ter anunciado a abertura de fronteiras para deixar passar migrantes e refugiados para a UE, ameaçando assim falhar os compromissos assumidos com o bloco comunitário. Com a medida, o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, pretende garantir mais apoio ocidental na questão síria, mas a intenção já foi veemente criticada por líderes de topo da UE, inclusive pela presidente do executivo comunitário.
Apesar de a Bulgária e o Chipre também serem pressionados, é sobretudo a Grécia que enfrenta esta pressão migratória nas suas fronteiras externas com a Turquia, o que levou o país a pedir, no passado domingo, que a agência europeia da guarda costeira, a Frontex, lançasse uma intervenção rápida nas fronteiras externas da Grécia no Mar Egeu. A Bulgária também solicitou apoio europeu para lidar com a chegada de migrantes e refugiados à sua fronteira.
A UE e a Turquia celebraram em 2016 um acordo no âmbito do qual Ancara se comprometia a combater a passagem clandestina de migrantes para território europeu em troca de ajuda financeira. Porém, a Turquia, que acolhe no seu território cerca de quatro milhões de refugiados, na maioria sírios, anunciou ter aberto as fronteiras com a Europa, ameaçando deixar passar migrantes e refugiados numa aparente tentativa de pressionar a Europa a assegurar-lhe um apoio ativo no conflito que a opõe à Rússia e à Síria.
João Gomes Cravinho observou, ainda, que "neste momento há um ambiente de grande tensão e alguma ambiguidade no relacionamento da Turquia com outros membros da NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte]", pelo que defendeu "mecanismos para superar" esta situação, desde logo por Ancara ser "um aliado valioso".
TSF
Memorando de entendimento assinado com Ministério do Mar prevê que os equipamentos sejam a principal fatia do investimento que vai ser integralmente privado. Nos próximos dois anos serão aplicados 44,1 milhões de euros no Terminal de Contentores de Alcântara.
O acordo alcançado entre o Ministério do Mar e concessionário do terminal de contentores de Alcântara com vista à sua ampliação foi convertido num memorando de entendimento, assinado esta tarde pela ministra do mar, Ana Paula Vitorino, e pelo presidente do grupo turco, Robert Yildirim, pondo fim ao longo vazio contratual em que mergulhou aquela concessão depois de terem falhado os acordos negociados em 2008. O memorando prevê um investimento de 122 milhões de euros e prolonga o período de concessão.
(Fonte: Público)