O treinador do Gaziantepspor, José Couceiro, afirmou à Antena 1 que já tinha tentado as tranferências de Jorginho e de Linz, mas que só agora é que foi possível chegar a acordo com o Sporting de Braga.
31 agosto 2009
José Couceiro: Gaziantepspor queria Jorginho e Linz há mais tempo
O treinador do Gaziantepspor, José Couceiro, afirmou à Antena 1 que já tinha tentado as tranferências de Jorginho e de Linz, mas que só agora é que foi possível chegar a acordo com o Sporting de Braga.
29 agosto 2009
Rasmussen na Turquia
28 agosto 2009
Vaz Té recusou proposta do Gaziantepspor
O avançado português do Bolton, Ricardo Vaz Té, rejeitou uma proposta dos Turcos do Gaziantepspor à última da hora por achar que não era o melhor rumo para a sua carreira futebolística.
“É verdade que tinha uma proposta do Gaziantepspor da Turquia mas no final recusei a proposta. Fui à Turquia discutir os termos com o clube e toda a gente foi muito simpática e fiquei surpreendido com a recepção. Passei os exames médicos e eles fizeram-me uma boa proposta mas neste ponto da carreira não pensei que fosse o melhor rumo a dar à minha vida”, explicou Vaz Té à “Sky Sports”.
Já se fala no interesse do Colónia de Maniche e Petit, uma possibilidade que o Português já não recusa dado que o Bolton decidiu aceitar propostas pelos seus serviços.
“Com o clube a aceitar propostas já não tenho a certeza do meu futuro aqui. De momento sou jogador do Bolton e vou continuar a dar o meu melhor. No entanto, estou de mente aberta a outros clubes e se uma proposta chegar e for aceite pelo Bolton eu irei analisá-la”, garantiu o médio de 20 anos.
“É verdade que tinha uma proposta do Gaziantepspor da Turquia mas no final recusei a proposta. Fui à Turquia discutir os termos com o clube e toda a gente foi muito simpática e fiquei surpreendido com a recepção. Passei os exames médicos e eles fizeram-me uma boa proposta mas neste ponto da carreira não pensei que fosse o melhor rumo a dar à minha vida”, explicou Vaz Té à “Sky Sports”.
Já se fala no interesse do Colónia de Maniche e Petit, uma possibilidade que o Português já não recusa dado que o Bolton decidiu aceitar propostas pelos seus serviços.
“Com o clube a aceitar propostas já não tenho a certeza do meu futuro aqui. De momento sou jogador do Bolton e vou continuar a dar o meu melhor. No entanto, estou de mente aberta a outros clubes e se uma proposta chegar e for aceite pelo Bolton eu irei analisá-la”, garantiu o médio de 20 anos.
(Fonte: O Jogo)
Península Ibérica e Turquia travam crescimento da Cimpor
A Cimpor conseguiu resistir à conjuntura económica internacional adversa e registar um crescimento de 1% no volume de negócios no primeiro semestre de 2009 para 1.023 milhões de euros.
O crescimento da actividade da cimenteira portuguesa foi travado pelas fortes quebras registadas em Portugal, Espanha e Turquia, mas mesmo assim os resultados líquidos mantiveram-se nos 107 milhões de euros.
Este crescimento residual foi conseguido à custa do grande desenvolvimento das operações da cimenteira portuguesas em mercados como a África do Sul, Egipto, a Índia e a China.
Portugal, juntamente com a Espanha e a Turquia, foram os mercados que travaram mais o crescimento da Cimpor nesta primeira metade de 2009.
Em Portugal, a Cimpor registou uma quebra de 7,1% no EBITDA, para 75,9 milhões de euros, e de 18,8% na facturação, para 224,3 milhões de euros. Em Espanha também se registaram quebras nestes indicadores.
Também a Turquia teve um comportamento negativo nas actividades da Cimpor neste primeiro semestre, baixando o EBITDA em 49,5%, para 4,5 milhões de euros, e a facturação em 39%, para 46,7 milhões de euros.
"As áreas de negócios de Espanha e Turquia - fortemente afectadas por uma importante redução do consumo de cimento, acompanhada de uma queda acentuada dos preços de venda - acusaram (...) uma redução de EBITDA que, em ambos os casos, e ao final de Julho, era da ordem dos 50%", sublinha a administração da Cimpor.
Para o segundo semestre, a Cimpor não perspectiva "grandes melhorias nos mercados de Portugal, Espanha e Turquia", mas antevê um crescimento dos resultados operacionais "em linha com o verificado neste primeiro semestre".
O crescimento da actividade da cimenteira portuguesa foi travado pelas fortes quebras registadas em Portugal, Espanha e Turquia, mas mesmo assim os resultados líquidos mantiveram-se nos 107 milhões de euros.
Este crescimento residual foi conseguido à custa do grande desenvolvimento das operações da cimenteira portuguesas em mercados como a África do Sul, Egipto, a Índia e a China.
Portugal, juntamente com a Espanha e a Turquia, foram os mercados que travaram mais o crescimento da Cimpor nesta primeira metade de 2009.
Em Portugal, a Cimpor registou uma quebra de 7,1% no EBITDA, para 75,9 milhões de euros, e de 18,8% na facturação, para 224,3 milhões de euros. Em Espanha também se registaram quebras nestes indicadores.
Também a Turquia teve um comportamento negativo nas actividades da Cimpor neste primeiro semestre, baixando o EBITDA em 49,5%, para 4,5 milhões de euros, e a facturação em 39%, para 46,7 milhões de euros.
"As áreas de negócios de Espanha e Turquia - fortemente afectadas por uma importante redução do consumo de cimento, acompanhada de uma queda acentuada dos preços de venda - acusaram (...) uma redução de EBITDA que, em ambos os casos, e ao final de Julho, era da ordem dos 50%", sublinha a administração da Cimpor.
Para o segundo semestre, a Cimpor não perspectiva "grandes melhorias nos mercados de Portugal, Espanha e Turquia", mas antevê um crescimento dos resultados operacionais "em linha com o verificado neste primeiro semestre".
(Fonte: Económico Sapo)
Colisão de comboio com veículo provoca cinco mortos
O acidente fez cinco mortos e 16 feridos. A colisão registou-se na província de Bilecik, quando um comboio que fazia a ligação entre Ancara e Istambul chocou com um veículo.
(Fonte: RTP)
27 agosto 2009
Rasmussen: Grécia e Turquia comprometem cooperação NATO-UE
A falta de cooperação entre Grécia e Turquia pode pôr em risco as operações da NATO no Afeganistão. Esta foi a mensagem que Anders Fogh Rasmussen transmitiu ao executivo grego durante a visita desta quinta-feira a Atenas.
O novo secretário-geral da NATO tentou sensibilizar o executivo helénico para as consequências dos diferendos com a Turquia nas relações entre Aliança Atlântica e União Europeia.
O ex-primeiro-ministro dinamarquês referiu que não tem sido possível concluir um acordo de segurança entre a NATO e a UE e que a falta de um acordo pode pôr em risco as forças de segurança no terreno.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte desloca-se em seguida à Turquia para uma visita de 48 horas.
Durante os dois dias, Anders Fogh Rasmussen vai sensibilizar as autoridades turcas para a mesma questão, mas aqui deverá uma tarefa bem mais complicada já que a Turquia sempre se opôs à sua nomeação para o cargo de secretário-geral da NATO.
O não reconhecimento por parte da Turquia da República de Chipre está na origem do diferendo entre Atenas e Ancara.
O novo secretário-geral da NATO tentou sensibilizar o executivo helénico para as consequências dos diferendos com a Turquia nas relações entre Aliança Atlântica e União Europeia.
O ex-primeiro-ministro dinamarquês referiu que não tem sido possível concluir um acordo de segurança entre a NATO e a UE e que a falta de um acordo pode pôr em risco as forças de segurança no terreno.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte desloca-se em seguida à Turquia para uma visita de 48 horas.
Durante os dois dias, Anders Fogh Rasmussen vai sensibilizar as autoridades turcas para a mesma questão, mas aqui deverá uma tarefa bem mais complicada já que a Turquia sempre se opôs à sua nomeação para o cargo de secretário-geral da NATO.
O não reconhecimento por parte da Turquia da República de Chipre está na origem do diferendo entre Atenas e Ancara.
(Fonte: Euronews)
Paris reafirma oposição à adesão da Turquia à União Europeia
O secretário de Estado dos assuntos europeus francês, Pierre Lellouche, reiterou hoje a oposição à entrada da Turquia na União Europeia e disse que vários parceiros europeus têm a mesma posição sem ousarem dizê-lo.
"Quero ser muito claro sobre este dossier, como serei em Ancara quando lá for. Somos favoráveis a um laço mais forte entre a Turquia e a Europa, mas opomo-nos à entrada da Turquia na União Europeia (UE)", declarou durante um seminário que reúne em Paris 180 embaixadores franceses.
Antes de entrar no Governo, Pierre Lellouche era favorável à entrada da Turquia na UE, mas depois de ter ocupado o cargo afirmou que haveria apenas uma política, a do presidente Nicolas Sarkozy, que é contra a adesão turca.
Pierre Lellouche sublinhou querer "a Turquia com a Europa, mas não dentro da Europa".
"Vários dos meus colegas (europeus) dizem em privado que partilham totalmente da posição francesa, mas que preferem por agora que sejamos nós a dizê-lo", acrescentou.
Ancara iniciou as negociações para a adesão à UE em 2005, mas as discussões estão praticamente congeladas.
"Quero ser muito claro sobre este dossier, como serei em Ancara quando lá for. Somos favoráveis a um laço mais forte entre a Turquia e a Europa, mas opomo-nos à entrada da Turquia na União Europeia (UE)", declarou durante um seminário que reúne em Paris 180 embaixadores franceses.
Antes de entrar no Governo, Pierre Lellouche era favorável à entrada da Turquia na UE, mas depois de ter ocupado o cargo afirmou que haveria apenas uma política, a do presidente Nicolas Sarkozy, que é contra a adesão turca.
Pierre Lellouche sublinhou querer "a Turquia com a Europa, mas não dentro da Europa".
"Vários dos meus colegas (europeus) dizem em privado que partilham totalmente da posição francesa, mas que preferem por agora que sejamos nós a dizê-lo", acrescentou.
Ancara iniciou as negociações para a adesão à UE em 2005, mas as discussões estão praticamente congeladas.
(Fonte: Diário de Notícias)
26 agosto 2009
Istambul exala vida por todos os poros
A conta certa estará algures entre os 12 e os 15 milhões de habitantes. Corporizam uma espécie de caos organizado. Misturarmo-nos entre a população de Istambul é uma aventura que pode parecer delicada, mas que termina em passeio. Já se chamou Bizâncio e Constantinopla. Foi capital de Impérios.
A maior cidade da Turquia é grande em muita coisa. É uma metrópole que entope, literalmente, nas horas de ponta. E o trânsito sofre com isso. Mas há o metro e muito caminho pedestre para palmilhar. As escolhas para visitas são infinitas. Jardins, palácios, mesquitas e igrejas fazem as delícias dos turistas. Mesmo à noite, onde a Praça Taksim é ponto de referência e de partida para outros programas.
Durante o dia, Istambul é banhada pela luz e pelo azul do Estreito de Bósforo, um canal com o seu quê de magia, que separa fisicamente a Europa da Ásia. Fazer a travessia é tempo bem gasto, se for feita de barco. A mais populosa cidade turca também é um importante centro financeiro e um óptimo mercado para as afamadas cadeias de hotéis. O moderno casa bem com o antigo e penetrar no interior das zonas históricas é encarnar essa experiência.
A população é maioritariamente muçulmana e as orações difundidas pelos altifalantes revestem Istambul com um manto especial, difícil de traduzir por palavras. Há um frenesim exterior que não se apaga, apenas se transforma, quando entramos no maior mercado coberto do mundo. Dá pelo nome de Grande Bazar e tem quatro mil lojas! Beber um chá, ser aliciado para comprar uma jóia ou deixar guiar o olfacto pelas especiarias, é o que espera qualquer cliente. Sempre com o atractivo de poder regatear os preços.
Istambul é um destino multifacetado, a exalar vida por todos os poros. O estatuto de Capital Europeia da Cultura, em 2010, é, apenas, mais um bom cartão de visita.
A maior cidade da Turquia é grande em muita coisa. É uma metrópole que entope, literalmente, nas horas de ponta. E o trânsito sofre com isso. Mas há o metro e muito caminho pedestre para palmilhar. As escolhas para visitas são infinitas. Jardins, palácios, mesquitas e igrejas fazem as delícias dos turistas. Mesmo à noite, onde a Praça Taksim é ponto de referência e de partida para outros programas.
Durante o dia, Istambul é banhada pela luz e pelo azul do Estreito de Bósforo, um canal com o seu quê de magia, que separa fisicamente a Europa da Ásia. Fazer a travessia é tempo bem gasto, se for feita de barco. A mais populosa cidade turca também é um importante centro financeiro e um óptimo mercado para as afamadas cadeias de hotéis. O moderno casa bem com o antigo e penetrar no interior das zonas históricas é encarnar essa experiência.
A população é maioritariamente muçulmana e as orações difundidas pelos altifalantes revestem Istambul com um manto especial, difícil de traduzir por palavras. Há um frenesim exterior que não se apaga, apenas se transforma, quando entramos no maior mercado coberto do mundo. Dá pelo nome de Grande Bazar e tem quatro mil lojas! Beber um chá, ser aliciado para comprar uma jóia ou deixar guiar o olfacto pelas especiarias, é o que espera qualquer cliente. Sempre com o atractivo de poder regatear os preços.
Istambul é um destino multifacetado, a exalar vida por todos os poros. O estatuto de Capital Europeia da Cultura, em 2010, é, apenas, mais um bom cartão de visita.
20 agosto 2009
Esperança de paz
(Getty Images) Após um encontro do Governo turco com o líder do partido pró-curdo (DTP), o dirigente histórico, Abdullah Öcalan, anunciou da prisão, onde está encerrado desde 1999, uma proposta para "uma paz duradoura".
Parecendo querer abrir uma nova etapa com vista à resolução da questão curda, o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan recebeu, no dia 5, o líder do DTP (Partido para um Sociedade Democrática), Ahmet Türk, que, no final, se manifestou "cheio de esperança".
Nas vésperas do 25.º aniversário da luta armada, que teve início em 15 de Agosto de 1984, o líder do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), Abdullah Öcalan, fez questão de incentivar a vontade de diálogo manifestada por Ancara anunciando, por sua vez, uma proposta de "roteiro" para "uma paz duradoura". No entanto, à reivindicação central do PKK de reconhecimento dos direitos culturais e uma autonomia política para a minoria curda, Erdoğan respondeu vagamente, admitindo a "possibilidade de uma melhor compreensão a médio e longo prazo" (Le Monde, 13.08). Em entrevista ao mesmo diário francês (15.08), o chefe da estrutura militar do PKK, Murat Karayilan, notou que "só há duas vias possíveis para resolver o problema: o esmagamento dos Curdos, método utilizado sem resultado; ou a abertura do diálogo, o que o Estado turco está a fazer. É preciso uma discussão real entre as duas partes, ora neste momento, o Governo turco procura resolver a questão sozinho. Pensamos que se trata de uma manobra para enganar a comunidade internacional. Eles querem diminuir o impacto do roteiro do nosso presidente." No entanto, Karayilan observou que o Estado turco tem urgência em estabilizar a situação no país devido, por um lado, à eventual saída das tropas americanas do Iraque e, por outro, ao facto de a Turquia se ter tornado um corredor energético de primeira importância. "O Ocidente tem necessidade de estabilidade na região". Sobre os objectivos que o PKK coloca no momento presente, Karayilan esclareceu que "já não somos separatistas há dez anos. A solução existe dentro das fronteiras actuais, mas apenas se a Turquia adoptar os padrões democráticos europeus. As duas partes devem depor armas. Ora, por enquanto, o Estado prossegue as negociações secretas com os Estados Unidos, Iraque e Irão para atacar o nosso movimento. Tudo o que queremos é sinceridade. Se a Turquia tentar utilizar os seus velhos métodos, enfrentá-la-emos militar e socialmente".
Frutos da resistência
A propósito da força militar do PKK, Murat Karayilan recordou que, "após a prisão de Öcalan, em 1999, os países ocidentais pensaram que o PKK desapareceria em seis meses. Durante dez anos as grandes potências tentaram aniquilar-nos. Sem o apoio de nenhum Estado, conseguimos resistir. Temos entre sete e oito mil homens, metade na parte iraquiana do Curdistão e metade na parte turca. Podemos facilmente aumentar este número em caso de necessidade". Para Karayilan o balanço é claro: "Foi graças à nossa luta que os Curdos redescobriram a sua identidade. Esta resistência fez evoluir o Estado turco: hoje reconhece a existência da questão curda e é possível descortinar uma solução." Considerando que a guerra com o PKK "tem sido um bom argumento" utilizado pela Alemanha e a França para recusar a adesão da Turquia à União Europeia, Karayilan constata que, "uma vez resolvido o problema, será mais fácil entrar na UE. Por esta razão nós apoiamos a adesão da Turquia". Contudo, o dirigente curdo não alimenta ilusões acerca das potências europeias: "A Alemanha e a França (…) não apoiam de forma suficientemente activa uma solução do conflito". Pelo contrário, assinalou Karayilan, "desde a eleição de Nicolas Sarkozy que a posição da França mudou. Há 26 dirigentes políticos curdos presos em França por “actividades terroristas”. Ao atacar as organizações curdas, num momento em que declarámos um cessar-fogo, Paris enviou uma mensagem de apoio aos que desejam que a guerra continue".
(Fonte: Avante)
Governo turco censura livro sobre transexual
O Governo turco proibiu a venda do livro "Üçüncü Sınıf Kadın", algo como "Mulher de Terceira Categoria", que fala da vida de uma transexual desde a infância até aos seus 20 anos. O autor, Anıl Alacaoğlu, soube da censura pelos jornais e recebeu a notificação oficial dez dias depois da decisão governamental.
O documento do Governo diz que a obra “favorece a homossexualidade, o que a sociedade turca não aceita moralmente, e relações anais com pessoas do mesmo sexo, o que também não é normal nos usos e tradições turcas. Obviamente que tais relações anormais e pervertidas afectariam o desenvolvimento mental das crianças negativamente”.
O documento do Governo diz que a obra “favorece a homossexualidade, o que a sociedade turca não aceita moralmente, e relações anais com pessoas do mesmo sexo, o que também não é normal nos usos e tradições turcas. Obviamente que tais relações anormais e pervertidas afectariam o desenvolvimento mental das crianças negativamente”.
(Fonte: http://paroutudo.com)
Subscrever:
Comentários (Atom)


