23 outubro 2007
Ambiente de consternação na Turquia pela morte de mais 12 soldados
Os soldados que morreram no último mês no sudeste da Turquia, estavam todos a cumprir o serviço militar obrigatório. Não possuem qualquer experiência militar e muitas vezes são comandados por outro jovem como eles que adquire o estatuto de tenente, por ter uma licenciatura, mas que também não possui qualquer experiência militar. Entre estes 12 mortos, está um desses tenentes. Também entre estes 12 mortos está um jovem curdo. Sim, porque os Curdos que vivem na Turquia estão integrados na sociedade turca e também cumprem o serviço militar obrigatório e também estão a chorar estes mortos e este conflito. Por outro lado, ainda ontem um Turco de ascendência curda, será melhor dizer assim, me dizia que era Curdo e que começava a sentir medo de dizer que o era porque a opinião pública está de tal forma revoltada que pode confundi-los com os rebeldes do PKK.
22 outubro 2007
Governo e Exército turco apelam à união nacional
Ontem à noite decorreu uma reunião de emergência, em Ancara, entre o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan, o presidente da República, Abdullah Gül e o chefe do Estado-Maior general das Forças Armadas Yaşar Büyükanıt. Esta reunião foi convocada na sequência do ataque do PKK na fronteira entre a Turquia e o norte do Iraque, que provocou a morte de 12 soldados e ferimentos em 16.
Um comunicado apresentado após a reunião revelou que "é óbvio que o PKK está a tentar quebrar a unidade e a integridade da sociedade turca com ataques hediondos. Embora a Turquia respeite a integridade territorial do Iraque, não vai tolerar nenhum apoio ao terrorismo e pagará qualquer preço para proteger os seus direitos, leis, integridade e cidadãos. Contudo, acreditamos que a nossa nação, embora reaja, evitará atitudes e comportamentos que possam atentar contra sentimentos de amizade, manterá o seu bom senso sob quaisquer circunstâncias, agirá com unidade e dará uma resposta significativa ao terrorismo com uma unidade e integridade revigoradas.”
Bush condena o ataque do PKK
O presidente americano, George W. Bush, condenou "firmemente", no Domingo, o ataque realizado pelo Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) contra o exército turco, que matou 12 militares na fronteira entre Turquia e Iraque.
O presidente Bush "condena o ataque na província de Hakkari e expressa pêsames às famílias que perderam entes queridos e a todo o povo da Turquia", afirmou Gordon Johndroe, porta-voz da Casa Branca.
"Estes ataques são inaceitáveis e devem parar imediatamente. Os confrontos a partir do território iraquiano devem ser solucionados rapidamente pelo governo iraquiano e pelas autoridades regionais curdas", acrescentou Johndroe.
"Os Estados Unidos, a Turquia e o Iraque continuarão juntos para vencer os terroristas do PKK", disse o porta-voz.
"Estamos indignados com a violência terrorista que causou a morte de 12 pessoas", disse por sua vez o porta-voz do departamento de Estado Sean McCormack. "Condenamos categoricamente o PKK."
Doze militares e 32 rebeldes curdos morreram Domingo durante violentos combates que se seguiram à emboscada do PKK contra patrulha militar no sudeste da Turquia.
O presidente Bush "condena o ataque na província de Hakkari e expressa pêsames às famílias que perderam entes queridos e a todo o povo da Turquia", afirmou Gordon Johndroe, porta-voz da Casa Branca.
"Estes ataques são inaceitáveis e devem parar imediatamente. Os confrontos a partir do território iraquiano devem ser solucionados rapidamente pelo governo iraquiano e pelas autoridades regionais curdas", acrescentou Johndroe.
"Os Estados Unidos, a Turquia e o Iraque continuarão juntos para vencer os terroristas do PKK", disse o porta-voz.
"Estamos indignados com a violência terrorista que causou a morte de 12 pessoas", disse por sua vez o porta-voz do departamento de Estado Sean McCormack. "Condenamos categoricamente o PKK."
Doze militares e 32 rebeldes curdos morreram Domingo durante violentos combates que se seguiram à emboscada do PKK contra patrulha militar no sudeste da Turquia.
(Fonte: AFP)
As emendas à Constituição foram aprovadas com 69.1% dos votos
Já foram apurados na totalidade os resultados do referendo à revisão constitucional. O sim venceu com 69.1% e o não obteve 30.9% dos votos.
Em causa esteve o fim da votação do presidente da República pelo Parlamento para um único mandato de sete anos, que passa a ser escolhido por sufrágio universal, directo e secreto, para dois possíveis mandatos consecutivos de cinco anos cada.
O Presidente Abdullah Gül, com um mandato de sete anos conferido pelo Parlamento em Agosto, poderá ser reeleito para outro de mais cinco já por sufrágio universal.
As legislaturas do Parlamento, que eram de cinco anos, passam a ser de quatro. O quórum parlamentar baixou de dois terços para um terço, bastando que um candidato presidencial seja indicado por 20 deputados de qualquer partido com mais de 10 por cento de votos.
Dos mais de 42 milhões de recenseados, só exerceram o seu direito cívico 52 por cento nas assembleias de voto que estiveram abertas 10 horas.
O Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP, no poder), o pró-curdo Partido da Sociedade Democrática (DTP) e o centro-direita do Partido da Mãe Pátria (ANAVATAN, sem representação no hemiciclo), pediram o "sim".
A principal força política da oposição, o laico Partido Republicano do Povo (CHP), apelou à abstenção, enquanto o Partido da Acção Nacionalista (MHP) e o de centro-esquerda Partido da Esquerda Democrática (DSP) apostaram no "não".
O Presidente Abdullah Gül, com um mandato de sete anos conferido pelo Parlamento em Agosto, poderá ser reeleito para outro de mais cinco já por sufrágio universal.
As legislaturas do Parlamento, que eram de cinco anos, passam a ser de quatro. O quórum parlamentar baixou de dois terços para um terço, bastando que um candidato presidencial seja indicado por 20 deputados de qualquer partido com mais de 10 por cento de votos.
Dos mais de 42 milhões de recenseados, só exerceram o seu direito cívico 52 por cento nas assembleias de voto que estiveram abertas 10 horas.
O Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP, no poder), o pró-curdo Partido da Sociedade Democrática (DTP) e o centro-direita do Partido da Mãe Pátria (ANAVATAN, sem representação no hemiciclo), pediram o "sim".
A principal força política da oposição, o laico Partido Republicano do Povo (CHP), apelou à abstenção, enquanto o Partido da Acção Nacionalista (MHP) e o de centro-esquerda Partido da Esquerda Democrática (DSP) apostaram no "não".
21 outubro 2007
Exército turco diz que matou 32 rebeldes do PKK em resposta a ataque
Terão morrido 32 militantes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), para além de 12 soldados turcos, desde a noite de Sábado, em combates que continuaram hoje perto da fronteira iraquiana, segundo fontes militares.
O Estado-Maior das Forças Armadas da Turquia anunciou em comunicado que os combates em curso fazem parte de uma ampla operação militar por terra e ar em resposta ao ataque cometido por separatistas curdos nas imediações de Yuksekova, povoado da província de Hakkari (sudeste), fronteiriça com o Iraque. O comunicado do Exército cifra os soldados turcos mortos em 12 e os feridos em 16. Os líderes militares turcos afirmaram que, na noite de ontem, um batalhão de Infantaria de Yuksekova foi atacado de três posições diferentes por cerca de 200 militantes do PKK armados com artilharia pesada e rifles automáticos. O Estado-Maior turco afirmou hoje que já tinha bombardeado até 63 alvos no norte do Iraque. Além disso, deu a entender que os combates com o PKK continuavam hoje no norte do país vizinho. A agência "Firat", que é pró-curda, também disse que o Exército turco começou ontem a atravessar a fronteira com o Iraque a partir da localidade de Oremar, também na província de Hakkari. Ao mesmo tempo, em Bagdad, foi anunciado que o Exército turco bombardeou hoje povoados curdos na província de Dahuk, no norte do Iraque. Segundo fontes iraquianas, que pediram para não serem identificadas, 85 projéteis da artilharia turca atingiram povoados nas regiões de Zakho e Emadiyah. Além disso, a explosão de uma mina durante a passagem de um pequeno autocarro na província turca de Hakkari feriu dez civis neste Domingo.
(Fonte: EFE)
O Estado-Maior das Forças Armadas da Turquia anunciou em comunicado que os combates em curso fazem parte de uma ampla operação militar por terra e ar em resposta ao ataque cometido por separatistas curdos nas imediações de Yuksekova, povoado da província de Hakkari (sudeste), fronteiriça com o Iraque. O comunicado do Exército cifra os soldados turcos mortos em 12 e os feridos em 16. Os líderes militares turcos afirmaram que, na noite de ontem, um batalhão de Infantaria de Yuksekova foi atacado de três posições diferentes por cerca de 200 militantes do PKK armados com artilharia pesada e rifles automáticos. O Estado-Maior turco afirmou hoje que já tinha bombardeado até 63 alvos no norte do Iraque. Além disso, deu a entender que os combates com o PKK continuavam hoje no norte do país vizinho. A agência "Firat", que é pró-curda, também disse que o Exército turco começou ontem a atravessar a fronteira com o Iraque a partir da localidade de Oremar, também na província de Hakkari. Ao mesmo tempo, em Bagdad, foi anunciado que o Exército turco bombardeou hoje povoados curdos na província de Dahuk, no norte do Iraque. Segundo fontes iraquianas, que pediram para não serem identificadas, 85 projéteis da artilharia turca atingiram povoados nas regiões de Zakho e Emadiyah. Além disso, a explosão de uma mina durante a passagem de um pequeno autocarro na província turca de Hakkari feriu dez civis neste Domingo.
(Fonte: EFE)
Rebeldes curdos mataram 12 soldados turcos e feriram 16
Doze soldados turcos foram mortos por rebeldes curdos, durante a noite, junto à fronteira iraquiana. Dezasseis foram feridos e cerca de uma dezena estão desaparecidos.
Esta emboscada pode precipitar a iminente incursão militar da Turquia no Curdistão iraquiano, para eliminar bases rebeldes curdas. Bagdad já apelou à contenção e ao diálogo com Ancara. Washington teme também a desestabilização do norte do Iraque. Mas o sinal para avanço das tropas turcas pode ser dado a qualquer momento, uma vez que o primeiro-ministro turco esteve reunido hoje com as chefias militares durante duas horas e meia para discutir esta situação.
A emboscada levada a cabo durante a noite por rebeldes do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) contra soldados turcos, nas montanhas junto à fronteira com o Iraque, ameaça desencadear o que se temia: as tropas turcas que há poucos dias receberam autorização para penetrar em território do norte iraquiano podem ter agora a esperada ordem de marcha do primeiro-ministro turco.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, convocou uma reunião de crise com o general das Forças Armadas, Yaşar Büyükanıt, e com o presidente da República, Abdullah Gül, que terminou há pouco tempo, para decidir quais os passos seguintes, numa altura em que é enorme a pressão da opinião pública interna com vista a uma vasta operação turca contra os rebeldes curdos no norte do Iraque.
Esta emboscada pode precipitar a iminente incursão militar da Turquia no Curdistão iraquiano, para eliminar bases rebeldes curdas. Bagdad já apelou à contenção e ao diálogo com Ancara. Washington teme também a desestabilização do norte do Iraque. Mas o sinal para avanço das tropas turcas pode ser dado a qualquer momento, uma vez que o primeiro-ministro turco esteve reunido hoje com as chefias militares durante duas horas e meia para discutir esta situação.
A emboscada levada a cabo durante a noite por rebeldes do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) contra soldados turcos, nas montanhas junto à fronteira com o Iraque, ameaça desencadear o que se temia: as tropas turcas que há poucos dias receberam autorização para penetrar em território do norte iraquiano podem ter agora a esperada ordem de marcha do primeiro-ministro turco.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdoğan, convocou uma reunião de crise com o general das Forças Armadas, Yaşar Büyükanıt, e com o presidente da República, Abdullah Gül, que terminou há pouco tempo, para decidir quais os passos seguintes, numa altura em que é enorme a pressão da opinião pública interna com vista a uma vasta operação turca contra os rebeldes curdos no norte do Iraque.
No Sábado, o Parlamento iraquiano rejeitou a ameaça de incursão turca e pediu diálogo às autoridades de Ancara. O líder da região autónoma do Curdistão já fez saber que os curdos iraquianos estão preparados para se defender de um ataque turco e que não querem ser vítimas de uma guerra entre o PKK e a Turquia. O aviso foi feito depois de se ter reunido com o presidente iraquiano Jalal Talabani, também ele um Curdo, e um dia depois de milhares de Curdos terem saído à rua em protesto contra uma incursão da Turquia.
A Turquia decide hoje a eleição do presidente da República por voto universal

Três meses depois das eleições de 22 de Julho, que deram uma vitoria ao partido de orientação islâmica da Justiça e Desenvolvimento (AKP), a Turquia realiza hoje um referendo para a população decidir sobre as alterações controversas que o Governo pretende introduzir na Constituição, que incluem nomeadamente a eleição do presidente da República por voto universal.
As emendas à Constituição incluem a eleição do presidente da República por um mandato de cinco anos, com possibilidade de ser reeleito por mais cinco anos, o Parlamento passa a ter um mandato de quatro anos em vez dos actuais cinco, e o quórum do Parlamento passa de 367 para 184. Incluem ainda um artigo temporário que estipula que o 11º presidente será eleito por voto popular. No entanto, a 28 de Agosto o 11º presidente, Abdullah Gül, foi eleito pelo Parlamento. Apesar do AKP possuir larga maioria no Parlamento, não detém os dois terços necessários. Por diversas razões, outros partidos da oposição, como o nacionalista MHP, o nacionalista Curdo DTP e os Kemalistas nacionalistas do DSP, decidiram não se juntar ao CHP na sua tentativa de boiciotar mais uma vez o voto parlamentar e bloquear a eleição. Como resultado, o quórum exigido pelo Tribunal Constitucional foi atingido nessa altura.
O AKP esperava que o presidente Ahmet Necdet Sezer, que apoiou a campanha militar contra o AKP, levasse a proposta a referendo. Sezer enviou inicialmente a moção de volta para o Parlamento para nova votação, mas o AKP conseguiu que o pacote de emendas fosse aprovado com o apoio do Partido da Mãe Pátria (ANAVATAN) sem nenhumas alterações. O plano inicial do AKP era conduzir eleições nacionais e o referendo no mesmo dia. Para esse efeito, o AKP autorizou também uma lei que visava reduzir o período de tempo de realização do referendo, de 120 dias para 45 dias. Sezer, que declarou que a emenda constitucional é contra o sistema parlamentar turco e que podia causar instabilidade, usou todo o tempo legal para analisar a proposta e no final anunciou a realização de um referendo. De igual modo, também voltou a enviar a lei que consagrava a diminuição do período de tempo para realização de um referendo, de volta para o Parlamento, o que anulou a possibilidade de realização de um referendo antes das eleições de 22 de Julho. Mais de 150 deputados do AKP foram deixados de fora da lista eleitoral de Erdoğan, o que tornou impossível uma nova votação no Parlamento favorável ao AKP.
Na Turquia, o presidente nunca foi eleito por voto popular, mas escolhido pelo Parlamento, tal como o primeiro-ministro. O primeiro-ministro é tradicionalmente visto como o chefe do Governo eleito, enquanto que o presidente tem sido a "cabeça do Estado" e o "guardião da Constituição".
Desde a fundação da República em 1923 e até 1945, a Turquia foi o Estado de um só partido. Com o sistema multipartidário em 1946, o cargo do presidente passou a ser um cargo de representação civil. Depois do terceiro golpe militar, em 1980, os poderes do presidente aumentaram substancialmente. O presidente controlava nomeadamente juízes, procuradores públicos e reitores universitários. O general Kenan Evren, o líder do golpe militar de 1980, foi presidente até 1989. O seu sucessor, Turgut Özal, com um passado islâmico, foi ministro da Economia logo a seguir ao golpe militar e depois foi primeiro-ministro até 1989, altura em que substituiu o general Evren. Özal levou a cabo reformas de mercado ditadas pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e abriu a economia turca ao mercado mundial. A sua política estava em linha com os interreses militares da altura. Contudo, Özal mostrou-se relutante em apoiar totalmente a "guerra" do exército turco contra o PKK, em 1993, e preferiu alegadamente um compromisso com os Curdos nacionalistas. O exército não aceitou isso e Özal morreu nesse mesmo ano em circunstâncias desconhecidas.
Desde então e até aos nossos dias, o cargo do presidente tem estado firmemente nas mãos dos Kemalistas. A eleição directa do presidente iria aumentar grandemente o peso político civil, em deterimento do militar. O presidente poderia clamar legitimidade democrática e representar "toda a nação", em contraste com um Parlamento dominado por partidos políticos. Sem sombra de dúvida que um presidente eleito por sufrágio universal seria muito mais forte do que os seus antecessores, concentrando um poder considerável nas suas mãos.
A oposição kemalista ao Governo do AKP tem criticado a liderança do partido, e especialmente Erdoğan, por fazer alterações à Constituição, baseadas unicamente nas necessidades tácticas imediatas do AKP e com possíveis riscos futuros incalculáveis para o sistema como um todo.
Ver-se-ão quais as implicações políticas e legais deste referendo.
Dois hotéis turcos entre os dez melhores do mundo
Dois hotéis turcos estão entre os dez melhores do mundo, de acordo com uma sondagem realizada pela TUI, a maior operadora turística do mundo, junto dos seus clientes de todo o mundo.
Esses hotéis localizam-se em Antália, no sul da Turquia, e são: Delphin Deluxe Resort e Barut Hotel Lara Resort Spa & Suites.
Os clientes da TUI também escolheram o "hotel mais amigo do ambiente", e a escolha também recaiu num hotel localizado na Turquia: Iberotel Sarıgerme Park Hotel.
Também faz parte da lista dos dez melhores hotéis do mundo, um hotel português: Albergaria Dias, no Funchal (Madeira).
A Turquia tem ainda mais hotéis listados entre os 100 melhores do mundo: Barut Hotel & Apartments Cennet, Hotel Melas Resort, Hotel Sunrise Queen Amara Beach, Golden Coast, Cornelia Deluxe, Robinson Club Nobilis, Delphin Palace, Sheraton Voyager Antalya, Hillside Beach Club e İberotel Sarıgerme Park.
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