google.com, pub-7650629177340525, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Notícias da Turquia

18 dezembro 2015

Portugal vence a Turquia em Santiago do Cacém

Santiago do Cacém viveu ontem, 17 de dezembro, um dia diferente no setor desportivo. O Campo Municipal Miróbriga recebeu o jogo Portugal vs. Turquia, onde a Equipa das Quinas venceu a partida por (1-0). Mickael Almeida, aos 42 minutos, marcou o golo da vitória da Seleção.
Esta foi a segunda partida da semana diante da Turquia, depois de ter empatado (1-1), na terça-feira, em Sines.
Estes encontros visam a preparação da Equipa Lusa que disputará a Ronda de Elite, a segunda e última fase de qualificação para o Campeonato da Europa Azerbaijão 2016, que será disputada entre os dias 16 e 21 de março na Croácia.
No mês de fevereiro, a formação orientada por Hélio Sousa terá ainda oportunidade de disputar mais três partidas no Torneio Internacional do Algarve.
A Câmara Municipal esteve representada neste encontro pelo Presidente da Câmara Municipal, Álvaro Beijinha, onde se destacou também a presença de um dos maiores goleadores de sempre da Seleção Portuguesa, o ex-internacional português, Pauleta, que neste momento exerce funções diretivas na Federação Portuguesa de Futebol.

(Fonte: Distrito Online)

17 dezembro 2015

Sete portistas vencem a Turquia

Diogo Costa, Diogo Bessa, Diogo Dalot, Diogo Leite, Diogo Queirós, Lamba e Lameira, jogadores das camadas jovens do FC Porto, participaram na tarde desta quinta-feira na vitória da seleção portuguesa de Sub-17 sobre a congénere da Turquia (1-0), em jogo particular disputado no Campo Miróbriga, em Santiago do Cacém.

Mickael Almeida foi o autor do único golo do desafio, que serviu de preparação para a Ronda de Elite, a segunda e última fase de qualificação para o Campeonato da Europa de 2016, que será disputada entre os dias 16 e 21 de Março, na Croácia.

O FC Porto foi o clube com mais representantes na equipa portuguesa (sete), que já na terça-feira tinha defrontado o mesmo adversário, tendo encontro terminado empatado (1-1).

A formação orientada por Hélio Sousa alinhou da seguinte forma: Diogo Costa; Diogo Dalot (João Oliveira, 41m), Thierry Correia (Diogo Bessa, 64m), Diogo Leite e Diogo Queirós (cap.); Florentino, Lameira e Filipe Soares (Gedson Fernandes, 41m); Nuno Santos (Leandro Tipote, 64m), Mickael Almeida (Lamba, 64m) e Trincão (Jorge Teixeira, 41m). 

(Fonte: FC Porto)

16 dezembro 2015

Portugal ajuda Turquia com 24 milhões de euros

O primeiro-ministro anunciou que Portugal vai contribuir com 24 milhões de euros para ajudar a Turquia no acolhimento aos refugidos, disponibilizar equipas técnicas que possam dar apoio no terreno e está disponível para receber mais refugiados.

"Esse apoio deve ser financeiro, que se estima em 24 milhões de euros, mas deve ser também um apoio mais ativo, quer disponibilizando equipas técnicas no apoio ao acolhimento, avaliação e rastreio das pessoas que pedem auxílio, como também na disponibilidade acrescida de acolher refugiados que agora se encontram na Turquia", afirmou António Costa.

O debate de preparação do Conselho Europeu expôs as divergências entre o PS e os partidos que apoiam no parlamento o Governo de António Costa, particularmente patente nas questões relacionadas com a França, a Síria e a questão turca, com o primeiro-ministro a defender o papel daquele país na crise dos refugiados e a porta-voz do BE a considerar que a Turquia "é parte do problema" do autoproclamado Estado Islâmico. "A Turquia não só ataca o exército curdo, linha de defesa contra o Daesh [acrónimo árabe do grupo Estado Islâmico], como é pela Turquia que circula o petróleo que alimenta o exército do terror. O Daesh ganha 1 a 2 milhões de euros por dia com a venda petróleo que, parte dele, passa pela Turquia", afirmou Catarina Martins, que salientou a importância de asfixiar as fontes de financiamento do autodesignado Estado Islâmico.
A porta-voz do BE argumentou ainda não poder "ignorar a venda de armas europeias, de Estados da União Europeia, ao Daesh, feita em grande medida através da Arábia Saudita", defendendo que "a Europa está a alimentar o terror que diz que quer combater" e manifestando-se contra bombardeamentos na Síria.
António Costa admitiu que existem duplicidades na questão do combate ao terrorismo, do Estado Islâmico e outros, nomeadamente os "offshore" que se mantêm no espaço europeu", mas não só concordou com a aliança com a Turquia como assumiu que a França tem legitimidade para se defender, reconhecendo implicitamente que os bombardeamentos na Síria foram um ato em legítima defesa pelos ataques terroristas em Paris.
"Fazemos parte da coligação internacional que responde ao Daesh e temos de assumir todas as obrigações que daí decorrem e desde logo reconhecemos à França a legitimidade para a invocação das cláusulas do artigo 42 do Tratado de Lisboa", afirmou.
Contudo, o primeiro-ministro sublinhou a necessidade de, neste processo de combate ao terrorismo, serem respeitados os "princípios da liberdade", nomeadamente quanto ao registo de passageiros, muito criticado pelo secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
"O registo de passageiros não pode ser feito de uma forma que viole garantias consagradas na carta dos direitos fundamentais", disse António Costa.
Jerónimo de Sousa referiu-se a uma deriva securitária e questionou a posição do Governo sobre a "diretiva do registo de identificação indiscriminada de passageiros que sujeita todos os cidadãos ao mesmo nível de controlo e vigilância, retendo-se a informação durante 5 anos, em que é posta à disposição dos serviços de informação".
O líder do PCP referiu-se também à discussão no Conselho do referendo à permanência da Grã-Bretanha na União Europeia, argumentando que será uma "grande operação de condicionamento do povo britânico" e que pode adotar medidas como a "institucionalização da discriminação dos emigrantes".
Na resposta, o primeiro-ministro opôs-se à europeização das questões internas dos países e apesar de sublinhar que Portugal mantém com a Grã-Bretanha a mais antiga aliança diplomática do mundo nunca poderá concordar com medidas que colidam com "liberdades fundamentais da União Europeia, como é a liberdade de circulação e o princípio de não discriminação".
Pelo partido ecologista "Os Verdes", Heloísa Apolónia defendeu que não se pode "cair na hipocrisia" de esquecer as causas da crise migratória e do terrorismo, que é alimentado pelo negócio das armas.
"E quando o terrorismo é combatido com bombardeamentos que massacram e afugentam povos, isso tem de ser discutido quando se discute com justiça a matéria dos refugiados", declarou.
O PS dividiu as suas perguntas em duas intervenções, com Eurico Brilhante Dias a questionar o Governo sobre fundos comunitários e Vitalino Canas a pronunciar-se sobre matérias como o terrorismo e a crise migratória, mas também o referendo na Grã-Bretanha.
Sobre esta matéria, Vitalino Canas disse que todos os Estados-membros devem contribuir para a permanência do país na União e que há propostas positivas que vão nesse sentido, como o aprofundamento do papel dos parlamentos nacionais e da participação dos Estados que não estão na moeda única.

(Fonte: Jornal de Notícias)

09 novembro 2015

Mais de 400 mil crianças sírias não vão à escola na Turquia

Mais de dois terços das 708 mil crianças sírias que estão na Turquia, como refugiadas, não vão à escola, apesar de a lei turca lhes dar esse direito e de estarem em idade da escolaridade obrigatória, conclui a organização humanitária Human Rights Watch, num estudo publicado nesta segunda-feira. 

É um número que representa cerca de 415 mil crianças e jovens sírios, entre os sete e os 17 anos, refugiadas na Turquia pela guerra e fora do sistema de ensino. Há várias barreiras para a entrada de crianças sírias nas escolas turcas. São sobretudo entraves de ordem social, económica, ou de inclusão social e educativa. O problema atinge predominantemente os sírios que estão fora dos campos de refugiados, 85% dos mais de dois milhões de cidadãos sírios fugidos da guerra no país vizinho – 90% dos jovens em campos na fronteira da Turquia com a Síria vão a escolas especiais com currículos sírios em língua árabe, mas apenas 25% dos que estão nas zonas urbanas o fazem. 

"Horrores indescritíveis" estão a ser feitos às crianças da Síria.Na Síria do pré-guerra, 99% das crianças cumpriam a escola primária e 82% matriculava-se nos primeiros anos do ensino secundário. Na Turquia, o país em que vivem mais refugiados sírios, há quatro anos de escolaridade obrigatória de ensino primário, outros quatro de ensino intermédio e mais quatro de ensino secundário. Ao não haver garantia de ensino para as crianças e jovens sírias deslocadas pela guerra, os países de acolhimento arriscam-se a criar uma população alienada, que corre para a radicalização ou para a morte, como diz Shaza, mulher síria à frente de um centro de educação em Istambul. O seu filho, Omar, regressou à Síria e juntou-se a um grupo rebelde depois de não ter conseguido entrar numa escola na Turquia, para onde fugiu da guerra. Morreu com 16 anos a lutar contra o exército do Presidente Bashar al-Assad. “Se uma criança não for à escola, terá grandes problemas no futuro. Acabará nas ruas, ou regressará à Síria para morrer em combate, ou será radicalizada por extremistas, ou morrerá no oceano a tentar chegar à Europa”, diz Shaza à Human Rights Watch. 

Conflitos impedem 13 milhões de crianças de ir à escola este ano Conflitos impedem 13 milhões de crianças de ir à escola este ano Em teoria, Ancara deu um salto qualitativo nas suas leis de proteção de refugiados sírios em 2014, com alterações para permitir o acesso ao sistema universal de educação. Isto apesar de não os reconhecer formalmente como tal – a Turquia é o único país-membro da convenção internacional de refugiados de 1951 que mantém o seu texto original e que, por isso, pode apenas considerar cidadãos europeus como refugiados. Em Abril, alterou a sua lei de imigração de forma a conceder autorizações formais de residência aos cidadãos sírios em seu território e assim permitir-lhes viver fora dos seus 25 campos de refugiados. Mais tarde, o Executivo turco reconheceu oficialmente o direito a cuidados de saúde, acomodação, educação e outros serviços e apoios do Estado a todos os estrangeiros sob a proteção do país. As reformas na lei de imigração e de residência de estrangeiros na Turquia permitiram que as crianças e jovens sírios pudessem entrar no sistema de ensino público turco com um cartão de “identificação de estrangeiro”, um documento acessível a todos os sírios no país. Estavam criadas as condições para que todas as crianças e jovens sírios na Turquia pudessem entrar no sistema de ensino. Na prática, porém, escreve a Human Rights Watch, há uma série de entraves à ida de crianças sírias à escola. Em primeiro lugar, há várias escolas públicas em que continuam a não ser admitidos cartões de identificação de estrangeiros como documento válido, sobretudo em zonas mais rurais. Para além disto, o sistema de ensino turco tem apenas aulas em turco e não em árabe, a língua oficial e predominantemente falada na Síria. Algumas das 50 famílias sírias entrevistadas pela organização humanitária disseram que os estabelecimentos não conseguiram integrar as crianças ou simplesmente que não sabiam que era permitido enviá-las à escola. 

Mas há um problema de fundo mais grave. A incapacidade económica é um dos entraves mais comuns à ida das crianças sírias na Turquia à escola. Os cidadãos sírios não têm autorização para trabalhar no país – Ancara teme que as centenas de milhares de sírios façam aumentar o desemprego, embora também não seja ilegal terem um emprego. Num limbo legal, o trabalho na Turquia para muitos refugiados é frequentemente mal remunerado. As crianças trabalham para compensar esta falta de dinheiro. Nisreen é uma síria de 28 anos na Turquia, viúva e mãe de quatro crianças. “Não temos dinheiro, por isso os meus três filhos mais novos não estão na escola”, disse à Human Rights Watch. “O centro [temporário de educação] mais próximo é demasiado caro: cada criança paga 22 dólares por mês pelo autocarro. Não temos dinheiro para isso. O meu filho mais velho trabalha como mecânico, mas a nosso rendimento é de 81 dólares por semana.” 

Os centros temporários de educação são os únicos na Turquia com um currículo em árabe especialmente concebido para as crianças sírias. Existem dentro e fora dos campos de refugiados e têm um programa preparado em parceria com o Governo de Ancara e o governo Interino da Síria, a organização-mãe do grupo de oposição a Assad exilado na Turquia e apoiado pelo Ocidente (Coligação Nacional da Síria). É em muito semelhante ao que é ministrado ainda em Damasco, embora lhes sejam retiradas as referências à família Assad e ao Governo sírio. Mas estes centros existem em apenas 19 das 81 províncias turcas e os refugiados estão espalhados por todo o país. Para além do mais, alguns destes centros são geridos por organizações privadas que cobram taxas de transporte e de ensino que podem atingir as dezenas de dólares mensais.

(Fonte: Público)

01 outubro 2015

Sporting empatou em Istambul


Os “leões” criaram várias oportunidades para vencerem o Besiktas confortavelmente, mas acabaram por sair de Istambul com um empate a uma bola e o primeiro ponto na fase de grupos da Liga Europa.

Não foi por falta de oportunidades que o Sporting não saiu esta quinta-feira de Istambul com um triunfo histórico, na segunda jornada da fase de grupos da Liga Europa. Frente ao Besiktas, os lisboetas dominaram grande parte do encontro, marcaram um golo cedo, falharam muitos outros, alguns de forma escandalosa, e acabaram por sofrer o empate já na segunda parte, no primeiro (e praticamente único) lance de perigo do adversário. 

Os “leões” perderam a oportunidade de alcançar o primeiro triunfo em solo turco e acumulam 18 partidas consecutivas sem vencer fora de Alvalade nas competições europeias, distribuídas pelos últimos quatro anos.

Já se sabe que Jorge Jesus tem como prioridade absoluta o campeonato nacional e, como tal, a cabeça do treinador está sintonizada na recepção ao Vitória de Guimarães, no próximo domingo. Neste contexto, não se estranhou tanto as sete alterações que o técnico promoveu na equipa titular que subiu ao relvado do Estádio Ataturk, fazendo alinhar algumas das segundas linhas, com menor ritmo nesta fase da temporada. Mesmo assim, houve espaço para surpresas. A principal, foi a estreia do jovem Matheus Pereira, de 19 anos, mais um produto das escolas “leoninas” e presença habitual, esta temporada, na equipa B dos “leões”.

Apesar das novidades, os lisboetas não acusaram as mexidas em todos os sectores da equipa e conseguiram pôr em sentido um Besiktas que, pelo contrário, aposta forte nesta Liga Europa e não poupou os seus protagonistas. Entre eles, estava Ricardo Quaresma, que defrontou, pela primeira vez, a equipa que o formou numa competição europeia. Mas, tal como a maioria dos seus companheiros, exceptuando o guarda-redes Tolga Zengin, o internacional português não esteve em noite particularmente inspirada.

(Fonte: Público)

30 setembro 2015

Turcos da Yildirim pagam mais de 330 milhões para controlar Tertir

Mota-Engil vendeu a posição por 275 milhões de euros. Novo Banco exerceu ‘tag along’ pelos restantes 36,875%.

Os turcos do grupo Yildirim vão pagar à Mota-Engil e ao Novo Banco mais de 330 milhões de euros para controlar 100% da Tertir, gestora de terminais portuários em Portugal, Espanha e no Peru. Em comunicado ontem distribuído, o grupo construtor revelou que a posição de 63,125% no capital da Tertir foi alienada por 275 milhões de euros. Por seu turno, o banco liderado por Stock da Cunha não especificou o valor da sua transacção, exercendo o direito de ‘tag along', mas o Diário Económico sabe que o encaixe para o Novo Banco foi acima do ‘book value', isto é, acima dos 55 milhões de euros a que a participação está registada nas contas desta instituição bancária. Tudo somado, dá mais de 330 milhões de euros, no mínimo, que os turcos da Yildirim irão pagar pelo controlo da Tertir. 

Além das concessões em quatro terminais de contentores, com capacidade para movimentação anual de 1,650 milhões de TEU (medida-padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento), a Tertir gere ainda dois terminais de carga geral e um terminal de granéis alimentares, num total de quatro quilómetros de cais concessionados em Portugal, nos portos de Lisboa, Leixões, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz. A Mota-Engil aproveitou ainda para vender a Transitex, uma empresa de serviços de suporte de logística.

"A transacção efectuada resultou na sequência de várias demonstrações de interesse que foram surgindo ao longo dos últimos anos por parte de diversos operadores internacionais", sublinha Gonçalo Moura Martins, presidente executivo da Mota-Engil, no referido comunicado. "A aceitação da proposta efectuada pela Yildirim permitiu concretizar este acordo que assegura que o novo accionista dará continuidade ao investimento que vinha sendo realizado no sector portuário para conferir o nível de competitividade que se exige ao sector portuário nacional, sendo para esta entidade uma oportunidade de reforçar a consolidação do sector em linha com o que se verifica a nível mundial", acrescentou o CEO da Mota-Engil.

Robert Yuksel Yildirim, presidente da Yilport, que só irá assumir a gestão dos terminais da Tertir após o parecer favorável da Autoridade da Concorrência, destacou que "como resultado dos investimentos que tem vindo a realizar na Turquia e no estrangeiro durante os últimos anos, a Yilport tornou-se a empresa mais importante no negócio de operações de gestão portuária na Turquia e a única empresa turca a constar da lista dos 20 maiores operadores de terminais de contentores a nível mundial".

Este investimento na aquisição da Tertir foi o maior de sempre de um grupo turco em Portugal, seguindo-se a um outro recente, de uma empresa do mesmo país, também no sector marítimo, a Global Liman Isletmeleri, que liderou o consórcio vencedor para concessão do terminal de cruzeiros do porto de Lisboa. Mas será apenas o início do investimento da Yilport na Tertir e em Portugal, estando previsto o reforço do investimento nos terminais portuários nacionais, "de forma a poder aumentar a sua competitividade, sobretudo através do aumento de movimentação de contentores e do fluxo de negócios nesses terminais. 

"A seguir a esta compra da Tertir, está previsto um investimento massivo do grupo Yildirim no sector portuário em Portugal, com modernização e equipamentos renovados, tornando os portos nacionais dos mais competitivos da Europa e trazendo mais investimento para Portugal", assegurou Gonçalo Vaz Botelho, vice-presidente da comissão executiva do Banco Finantia, em declarações ao Diário Económico. O Finantia foi um dos intermediários desta operação de venda da Tertir. 

(Fonte: Económico)

29 setembro 2015

Mota-Engil vende negócios de portos e logística a grupo turco


A Mota-Engil vai vender ao grupo turco Yildirim as concessões portuárias em Portugal, Espanha e Perú e a empresa logística, num negócio de 275 milhões de euros, segundo a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). 

Segundo a comunicação, a Mota-Engil chegou a acordo com o grupo Yildirim para alienar as “suas subsidiárias Mota-Engil Logística e Tertir, Terminais de Portugal”, sendo que antes dessa transação se efetivar haverá “algumas operações de reorganização societária”. 

A empresa disse que a parte que lhe corresponde dos ativos a alienar será negociada por 275 milões de euros e que “inclui as concessões portuárias, detidas pelo GRUPO em Portugal, Espanha e Perú, bem como a empresa de serviços de suporte de logística Transitex”. 

Para a alienação se concretizar, é necessária a ‘luz verde’ da Autoridade da Concorrência. 

A empresa liderada por António Mota disse que esta venda acontece “na sequência da decisão estratégica de saída do segmento portuário em sintonia com o reforço recente que o GRUPO fez no segmento de resíduos”. 

Recentemente o grupo ganhou a corrida à privatização da Empresa Geral do Fomento (EGF). 

“O encaixe financeiro resultante desta transação irá permitir ao GRUPO a otimização e o reforço da sua estrutura de capital, em linha com a estratégia financeira delineada”, diz ainda a Mota-Engil. 
 

Venda é "reconhecimento" da Mota-Engil na gestão portuária


O presidente executivo da Mota-Engil, Gonçalo Moura Martins, considerou que a venda ao grupo turco Yildirim das concessões portuárias em Portugal, Espanha e Perú “concretizam o reconhecimento da qualidade da gestão” do grupo no setor. 

“A transação efetuada resultou na sequência de várias demonstrações de interesse que foram surgindo ao longo dos últimos anos por parte de diversos operadores internacionais, que concretizam o reconhecimento da qualidade da gestão promovida ao longo de quase uma década pela Mota-Engil no setor portuário e que permitiu promover a modernização do setor em Portugal e o crescimento nacional e internacional da Tertir, criando valor num ativo estratégico” para o país, afirmou Gonçalo Moura Martins, em comunicado. 

Para o presidente executivo, “a aceitação da proposta efetuada pela Yildirim permitiu concretizar este acordo que assegura que o novo acionista dará continuidade ao investimento que vinha sendo realizado no setor portuário para conferir o nível de competitividade que se exige ao setor [portuário] nacional, sendo para esta entidade uma oportunidade de reforçar a consolidação do setor em linha com o que se verifica a nível mundial.” 
 
Novo Banco vende posição na empresa de portos Tertir



O Novo Banco vai vender a sua parte na empresa de logística e portos Tertir aos turcos do grupo Yildirim, segundo a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), mas não indica o valor do negócio. 

O Novo Banco herdou essa posição - equivalente a 36,875% do capital social - do BES e a venda agora anunciada acompanha a alienação da Tertir que está a ser feita pelo grupo Mota-Engil, atual acionista maioritário da empresa de terminais portuários. 

Pouco antes deste comunicado do Novo Banco, a Mota-Engil anunciou precisamente a alienação de vários negócios portuários e de logística à empresa turca Yildirim, entre os quais da Tertir, que controla. 

Para o negócio com a Tertir se concretizar é ainda necessária a ‘luz verde’ da Autoridades da Concorrência, com o Novo Banco a dizer que espera que a operação fique fechada “até ao final do ano corrente”. 

O banco liderado por Stock da Cunha sublinhou os benefícios desta venda para o Novo Banco, referindo que terá “um impacto positivo nos resultados líquidos, rácio de solvabilidade e de liquidez”. 

(Fonte: TVI)

Mota-Engil vende Tertir ao grupo turco Yildirim por € 275 milhões


Nunca os turcos gastaram tanto dinheiro em Portugal: Mota-Engil vende Tertir por €275 milhões

O grupo turco Yildirim compra a operação dos terminais portuários da Tertir à construtora Mota-Engil, sendo o maior negócio feito até hoje em Portugal por uma empresa da Turquia


As concessões portuárias da Tertir, detidas pela construtora Mota-Engil em Portugal, Espanha e no Peru, bem como a empresa de logística Transitex, são vendidas por 275 milhõesde euros ao grupo turco Yildirim, informou a construtora num comunicado enviado ao mercado bolsista. Esta é a maior operação realizada em Portugal por um grupo empresarial da Turquia.
No entanto, esta venda encontra-se pendente da decisão de não oposição da Autoridade da Concorrência, esperando-se a sua concretização até ao final de 2015.
O grupo Mota-Engil tomou a decisão de vender a sua participação na Tertir na sequência da decisão estratégica de saída do segmento portuário.
A Mota-Engil reforçou a sua atividade "no segmento de resíduos com o qual, após a integração recente da EGF, pretende basear a expansão internacional da sua atividade de serviços", refere o comunicado.
Segundo o presidente executivo do grupo Mota-Engil, Gonçalo Moura Martins, “a transação efetuada resultou na sequência de várias demonstrações de interesse que foram surgindo ao longo dos últimos anos por parte de diversos operadores internacionais, que concretizam o reconhecimento da qualidade da gestão promovida ao longo de quase uma década pela Mota-Engil no setor portuário e que permitiu promover a modernização do setor em Portugal e o crescimento nacional e internacional da Tertir, criando valor num ativo estratégico para Portugal".
O comunicado refere ainda que "a aceitação da proposta efetuada pela Yildirim permitiu concretizar este acordo que assegura que o novo acionista dará continuidade ao investimento que vinha sendo realizado no setor portuário para conferir o nível de competitividade que se exige ao setor portuário nacional, sendo para esta entidade uma oportunidade de reforçar a consolidação do sector em linha com o que se verifica a nível mundial.”
O presidente da Yilport, Robert Yuksel Yildirim, explicou que “desde a sua entrada no negócio de operações e gestão portuária, em 2005, a Yilport tornou-se um operador portuário global e continua a fazer progressos neste sector, com investimentos na Turquia e no estrangeiro durante".
A Yilport tornou-se a empresa mais importante no negócio de operações e gestão portuária na Turquia e a única empresa turca a constar da lista dos 20 maiores operadores de terminais de contentores a nível mundial. O grupo Yildirim foi assessorado nesta transação pelo VTB Capital e pelo Banco Finantia.

(Expresso)

28 setembro 2015

Vítor Pereira satisfeito com a personalidade da sua equipa

Mesmo tendo perdido na deslocação ao Olímpico de Istambul, Vítor Pereira era um homem satisfeito. Não com o resultado, claro está, mas com a personalidade de uma equipa que demonstra ter grande influência portuguesa. Sua, de Bruno Alves, Raul Meireles e ainda de Nani.

"Estou orgulhoso com a personalidade da minha equipa. Mandámos no jogo do primeiro ao último minuto. Arbitragem? Cabe-vos analisar, mas não vou retirar o foco dos protagonistas, que são os jogadores. Estou muito satisfeito e o resultado é injusto".

Para além da presença lusa, há outro nome a que não podemos fugir. Markovic, ex-Benfica, foi titular no encontro ante as águias negras, foi um dos tais "protagonistas" que mereceram destaque de Pereira, mas a agilidade que imprimiu no jogo valeu uma falta aos 37’ e... saída por lesão.

PORTUGUESES EM JOGO

VÍTOR PEREIRA. O treinador do Fenerbahçe esteve muito ativo ao longo do jogo. Apresentou a equipa que jogou melhor futebol, saindo muito desagradado com o trabalho do árbitro... e com razão.

BRUNO ALVES. Imperial no jogo aéreo, o melhor da defesa e um dos líderes da equipa. Apesar da boa exibição deste português, o Fenerbahçe sofreu 3 golos de cabeça, dentro da área, ainda que não na zona de Bruno Alves.

RAUL MEIRELES. O médio foi o grande estratega do Fenerbahçe. Com muita classe, mas menor rotação, soube manter nível elevado, gerindo equilíbrios nas transições... Muito bem.

NANI. O antigo avançado do Sporting perdeu mais tempo a discutir com os árbitros do que propriamente a jogar. Assinou algumas iniciativas individuais, mas sem impacto no jogo coletivo da sua equipa.

QUARESMA. O extremo que trocou o FC Porto pelo Besiktas não jogou devido a um problema no pé direito. Mas nem por isso deixou de ser o jogador mais acarinhado pelos adeptos, incluindo... os do Fenerbahçe.

(Fonte: Record)

19 setembro 2015

Rui Bragança vence Grande Prémio da Turquia em taekwondo

Rui Bragança venceu este sábado a categoria de -58 kg do Grande Prémio da Turquia de taekwondo, amealhando importantes pontos na corrida ao apuramento para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro do próximo ano.

O atleta do Vitória de Guimarães impôs-se na final por 8-4 ao alemão Levent Tuncat, numa reedição do combate decisivo que lhe valeu a medalha de ouro nos I Jogos Europeus, em junho em Baku, Azerbaijão.

Júlio Ferreira (bronze nos Jogos Europeus) e Michel Fernandes foram eliminados na primeira ronda de -80 kg. Mário Silva e Nuno Costa (-68 kg) e Joana Cunha (-57 kg), prata nas Universíadas, competem domingo.

Portugal participa com um recorde de seis atletas numa competição acessível apenas aos 32 melhores do Mundo de cada categoria olímpica.


(Fonte: Mais Futebol)