25 junho 2012

Governo sírio defende abate de avião turco

O porta-voz do Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros, Jihad Makdessi, afirma que o avião militar turco abatido sexta-feira "estava em violação flagrante da soberania síria". E deixou um aviso à NATO, que amanhã analisa o incidente, de que o território da Síria é "sagrado". "Se a reunião visa acalmar a situação, desejamos-lhes boa sorte," afirmou Makdessi, citado pela AFP. "Mas se o objectivo é uma agressão, dizemos-lhes que o território, o espaço aéreo e as águas sírias são sagradas para as forças armadas sírias," acrescentou Makdessi em conferência de imprensa transmitida pela TV estatal síria. A Turquia é um dos países que integra a NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e pediu a reunião dos membros da aliança, ao abrigo do artigo 4 do Tratado, sob o qual tais consultas podem ser requeridas caso um dos seus membros se sinta ameaçado. Os embaixadores da NATO reúnem em Bruxelas amanhã, para analisar o incidente e decidir qual a resposta a dar à Síria. Para os analistas, o pedido turco mostra que Ancara prefere uma resposta diplomática ao incidente e não uma resposta "musculada".
A Síria defendeu esta segunda-feira as suas acções, afirmando que o aparelho foi abatido dentro do seu espaço aéreo. "O avião militar turco violou o espaço aéreo sírio, as defesas aéreas sírias ripostaram e (o avião) despenhou-se em água sírias," explicou Makdessi, sublinhando que o aparelho voava a 100 metros de altitude dentro do espaço aéreo sírio. O porta-voz da diplomacia de Damasco sublinhou que o caça foi abatido por artilharia anti-aérea e não por um míssil teleguiado e que a cauda do aparelho já foi entregue à Turquia, como comprovativo. "As forças de defesa sírias usaram anti-aéreas com um alcance máximo de 1,2 quilómetros. Através da cauda podemos confirmar os estragos causados pelo fogo da artilharia. Não usamos o radar para esta acção," afirmou Makdessi. "A Síria reagiu à violação. Tínhamos de reagir de imediato, mesmo que o avião fosse sírio, tínhamos de o abater," acrescentou o porta-voz da diplomacia de Damasco. 
O caça turco, um F4 Phantom, foi abatido sexta-feira de manhã e caiu em águas do Mediterrâneo ao largo da costa síria. A Turquia reconhece que o avião entrou por momentos no espaço sírio mas que se encontrava sobre águas internacionais a 13 milhas náuticas da Síria, quando caiu. Ancara acrescenta que o aparelho efectuava um voo de treino, sem armas. Os dois pilotos estão desaparecidos, tendo sido encontradas as suas botas mas não os pára-quedas, segundo afirmam jornais turcos. As buscas pelos pilotos prosseguem. Ancara vai reunir esta tarde de novo para analisar que resposta dar ao incidente. 
A Turquia é vizinha da Síria e foi aliada do actual regime de Damasco até ao início da revolta contra o Presidente Bashar al-Assad, em Março de 2011. Desde então tem vindo a endurecer as críticas e apela à saída de Assad como forma de resolver a crise que se transformou em conflito armado entre as forças leais ao regime e os rebeldes, apoiados por outros países do Médio Oriente. O abate do aparelho turco pode ser o rastilho para o alastrar da violência a toda a região. Damasco sublinha que está comprometida com "relações de boa-vizinhança" com a Turquia. A União Europeia apelou a uma resposta "contida".

(Fonte: RTP)

07 junho 2012

Turquia foi admitida na Organização de Cooperação de Xangai

O Afeganistão e a Turquia foram admitidos na Organização de Cooperação de Xangai (OCX) com os estatutos de "observador" e "parceiro de diálogo", respectivamente, anunciou hoje o presidente chinês, Hu Jintao.
A admissão foi anunciada no fim de uma cimeira de dois dias que reuniu em Pequim os líderes dos seis países fundadores da OCX (China, Rússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Uzbequistão) e outros estadistas da região.
Fundada em 2001, para combater o que então se considerava as "três grandes ameaças à estabilidade da Ásia Central (terrorismo, separatismo e extremismo), a OCX ainda é pouco conhecida no Ocidente, mas não parou de crescer.
Índia, Paquistão, Irão e Mongólia já se tornaram membros observadores, e Sri Lanka e Bielorússia têm o estatuto de "parceiros de diálogo".

(Fonte: RTP)

05 junho 2012

Ucrânia foi derrotada pela Turquia (2-0)

A Turquia voltou a derrotar uma selecção presente na fase final do Euro2012. Depois de Portugal, no sábado, agora foi a vez da Ucrânia, co-organizadora da prova (2-0).
Caner Erkin (30m) e Mustafa Pektemek (70m) marcaram os golos deste encontro particular, disputado na cidade alemã de Ingolstadt.

(Fonte: Mais Futebol)

03 junho 2012

Abdullah Avcı: "Portugal não pode falhar golos jogando tão bem"



Abdullah Avcı, seleccionador da Turquia, considerou que Portugal pagou pelo desperdício de oportunidades de golo. "Portugal esteve muito bem nos primeiros 20 minutos, pressionou muito. Sabíamos que iam pressionar, estávamos preparados para isso. Quando não se marca um golo jogando tão bem, acaba-se por ter problemas. Foi o que aconteceu com Portugal. Jogou bem nos primeiros 20 minutos, não marcou e depois sofreu. Como penso que a selecção portuguesa se pode portar no Euro2012? Sabemos que Portugal participa consistentemente nas fases finais das competições internacionais desde 1996. Nestas grande provas é necessário começar bem e isso vai ser decisivo para Portugal. Nós também queremos tornar-nos numa equipa de fases finais."

(Fonte: Mais Futebol)

02 junho 2012

Turquia venceu Portugal (1-3)


Cantou-se o hino à mesma, no final, mas o Estádio da Luz, cheio, brindou a selecção nacional com um coro de assobios. A despedida pode ser vista como injusta, pois a partir de agora é que conta, mas a realidade é que a equipa das quinas ruma ao Euro2012 sem um triunfo que permitiria reequilibrar a confiança.
"Foi um problema de desempenho e não de empenho", disse Paulo Bento a propósito do nulo com a Macedónia. Oito dias depois, a frase volta a fazer algum sentido. O problema da selecção não foi entrega. A exibição foi demasiado condicionada pela ansiedade, talvez motivada pelos resultados anteriores e pela proximidade da grande competição.
Com um "onze" mais próximo daquele que deve estar pensado para o Euro, a selecção entrou em campo com a postura certa. Colocou intensidade no jogo desde início, e procurou pressionar o adversário em zonas algo adiantadas. Hugo Almeida cabeceou por cima logo na primeira jogada, e um livre de Ronaldo deixou Volkan Demirel em dificuldades, ao minuto sete.
Mas o ímpeto inicial limitou-se a esconder a ansiedade, destapada à medida que o cronómetro avançava. À equipa das quinas ia faltando a tranquilidade com que a Turquia, mais despreocupada, encarou a partida. A equipa visitante criou a primeira ocasião aos 13 minutos, com Yılmaz a aparecer isolado mas a permitir a defesa de Rui Patrício.
Portugal caiu de produção, ainda que aos 30 minutos tenha atirado à barra, por Hugo Almeida. A Turquia respondeu na mesma moeda, com Altıntop a acertar no poste de livre directo, ao estilo de Cristiano Ronaldo, colega no Real Madrid (33m). Logo a seguir a equipa visitante marcou mesmo, com Sararer a fugir pela esquerda e a cruzar para a conclusão de Bulut (35m).
O empate esteve muito próximo já em período de descontos, quando Moutinho isolou Ronaldo, mas o remate do capitão da quinas foi desviado pelo guarda-redes e passou a centímetros do poste. Antes já Hugo Almeida tinha desperdiçado uma soberana ocasião, ao tentar assistir Fábio Coentrão quando tinha apenas o guarda-redes pela frente (41m). O ponta de lança do Beşiktaş mostrou pouca sintonia com os colegas, e acabou por sair assobiado, na segunda parte.
Sem essa despedida, mas também pouco feliz esteve Miguel Veloso, que pareceu algo distante de Moutinho e Meireles, e também pouco entrosado com os centrais. Foi de um erro partilhado pelo médio defensivo e por Bruno Alves que nasceu o segundo golo da Turquia, apontado aos sete minutos da segunda parte. Bulut aumentou a vantagem turca e o desagrado nas bancadas, mas a selecção reagiu.
Cinco minutos depois Nani reduziu a desvantagem, com um remate seco e cruzado. Aos 65 minutos apareceu a oportunidade de chegar ao empate, com um penalti conquistado por Miguel Lopes, mas Cristiano Ronaldo voltou a perder o duelo com Volkan Demirel.
Portugal remeteu o adversário à sua área, a partir daí, mas não conseguiu chegar à igualdade. Como se isto não bastasse, ainda sofreu um terceiro golo, a dois minutos do fim. Surreal, diga-se, já que Ricardo Costa, ao tentar evitar que a bola ultrapassasse a linha de golo, chutou contra Pepe.

(Fonte: Mais Futebol)

01 junho 2012

Seleccionador turco elogia talento de Portugal

O seleccionador da Turquia, que sábado defronta Portugal, elogiou esta sexta-feira a qualidade e o "talento" dos jogadores portugueses e considerou que a equipa lusa tem possibilidades de conquistar o Euro2012.
"É uma equipa muito boa, que tem tentado melhorar enquanto conjunto. Tem jogadores fortes na frente e estão numa condição física muito boa," afirmou Abdullah Avcı, na antevisão ao último particular da selecção portuguesa antes do Campeonato da Europa.
Avcı substituiu o Holandês Guus Hiddink em Novembro de 2011 e acredita mesmo que a equipa das "quinas" pode vencer o troféu, tendo em conta o "talento" dos seus jogadores.
"Portugal tem marcado presença, de forma consistente, em todos os Europeus, desde 1996. Além disso, chegou à final do Euro2004. É uma equipa muito talentosa, portanto por que não?", sustentou, desejando "o melhor possível à selecção portuguesa no Euro2012".
O técnico turco espera "um jogo muito agradável" entre as duas selecções, considerando tratar-se, igualmente, de "um teste muito importante" para as duas formações. A Turquia também já começou a preparar a fase de qualificação para o Mundial2014.
"Sabemos que este é o último jogo de Portugal antes do início do Euro2012. Será um teste importante para as duas equipas. Também queremos marcar presença, de forma assídua, nesses torneios," acrescentou.
Abdullah Avcı deixou ainda um desejo, relativo ao Mundial, que terá lugar no Brasil: "Espero que estejamos juntos (Portugal e Turquia) no Campeonato do Mundo de 2014, no Brasil," concluiu.

(Fonte: Mais Futebol)

Selecção realizou último treino antes de defrontar a Turquia


O seleccionador português, Paulo Bento, voltou a contar com os 23 convocados para o Euro2012, pela terceira vez desde o início do estágio em Óbidos, que termina esta sexta-feira, na véspera do jogo particular com a Turquia.
Durante os 15 minutos abertos à comunicação social, neste último treino da preparação no campo da unidade hoteleira da Praia d'El Rey, os 23 futebolistas voltaram a estar à disposição do seleccionador Paulo Bento, tal como ocorreu nas últimas duas quintas-feiras.
Neste período, os três guarda-redes realizaram exercícios específicos com o técnico Ricardo Peres, enquanto os 20 jogadores de campo aqueciam sob a orientação de João Aroso.
Antes da selecção portuguesa se despedir de Óbidos, numa festa no centro da vila às 16h00, que, além de servir de incentivo à equipa das "quinas", pretende celebrar o Dia Mundial da Criança, Paulo Bento vai antecipar o "amigável" com a Turquia, marcado para as 19h45 de sábado, no Estádio da Luz, em Lisboa, em conferência de imprensa, a partir das 12h30.
Na despedida da população de Óbidos, os 23 jogadores, a equipa técnica e restante ‘staff’ da selecção vão percorrer a pé o percurso desde a porta da vila até à Praça de Santa Maria, onde estão previstos momentos musicais e discursos de responsáveis da selecção e do município local.
Após o último "teste" para o Euro2012 com a Turquia, a equipa das "quinas", que empatou 0-0 no sábado frente à Macedónia, parte para o seu "quartel-general" durante a competição, em Opalenica, na Polónia, na próxima segunda-feira, cinco dias antes de se estrear frente à Alemanha, em Lviv, na Ucrânia, em jogo da primeira jornada do Grupo B, que integra ainda a Dinamarca e a Holanda.

(Fonte: Correio da Manhã)

30 maio 2012

Quaresma quer vencer a Turquia

O avançado da seleção portuguesa de futebol, Ricardo Quaresma, em declarações à comunicação social, em Óbidos, esta manhã, antes do treino da selecção, revelou que é preciso "fazer um bom jogo frente à Turquia para ganhar confiança".
Ricardo Quaresma afirmou ainda que o principal objectivo da selecção para o Euro 2012 é "passar a fase de grupos. Depois será o que Deus quiser".
"O nosso grupo é muito difícil, pelo que em primeiro lugar o nosso objetivo é passar a primeira fase," concretizou.
Portugal joga frente à Turquia, sábado, às 19h45, no estádio da Luz. O jogador do Beşkitaş conhece bem o adversário e referiu a propósito: "A seleção turca é forte, tem um estilo muito característico."
O jogador de 28 anos ainda se referiu ao capitão da selecção Cristiano Ronaldo para acentuar: "Não precisa fazer um grande Europeu para conquistar a bola de ouro este ano. É um dos melhores jogadores do mundo e este ano voltou a fazer uma grande época," concluiu.

(Fonte: RTP)







Piloto português no Campeonato Mundial de 225 Offshore na Turquia


O Campeonato Mundial UIM da Classe 225 Offshore (WOC) acontece há nove anos consecutivos na Turquia, e tem ganho destaque no desporto motonáutico mundial. Acontece exclusivamente na Turquia desde a sua criação, e tem sido promovido pelo empresário turco Üğur Işık, e pelo Istanbul Offshore Club.
Este ano conta com uma equipa 100 por cento internacional, a GHB Offshore Racing, a competir com as já experientes equipas turcas. A GHB Offshore Racing tem um longo acordo de parceria com o grupo GHB International Sports Management, que tem Gustavo Bahia de Almeida como dono e principal executivo. A parceria tem em vista o Campeonato Mundial UIM da Classe 225 Offshore de 2013 e 2014. O grupo é responsável pela promoção de etapas do campeonato em novos países. Assim, ainda em 2012, o campeonato poderá ter as duas etapas finais num novo país, em Novembro ou Dezembro.
As etapas de abertura do Işıklar UIM World Offshore 225 Championship 2012, foram em Istambul, nos dias 5 e 6 de Maio. Estão confirmadas 14 etapas, e poderão ainda somar-se mais duas.
A equipa ECI Men Cosmetics (88) venceu as duas primeiras etapas e lidera o campeonato com 440 pontos. Em segundo lugar está o barco Beşiktaş-Míele (03) com 327 pontos, em terceiro o YKM Sports (02) com 255 pontos, em quarto o GSYIAD-Galatasaray (05) com 194, em quinto o Angel Yachts (66) com 113, em sexto o GHB Offshore Racing (67), do piloto português João Filipe, com 89 pontos, e em sétimo o GHB Offshore Racing (07) com 77 pontos. As provas são transmitidas em directo na Turquia, e em diferido para outros países.
Pela primeira vez, o campeonato tem um piloto português, João Filipe Galvão de Carvalho, que é também Team Manager da GHB Offshore Racing, e vice-presidente da GHB International Sports Management. Apesar de se ter estreado na Classe 225 Offshore, já tem uma longa experiência no mar.
Gustavo Bahia quer ter mais pilotos portugueses neste campeonato: "Somos uma equipa internacional, temos mecânicos ingleses, e nas etapas de abertura usamos pilotos de várias nacionalidades. Entretanto, o nosso objectivo principal é termos pilotos de países que não a Turquia e seria excelente contarmos com dois pilotos portugueses no barco 67."
Entretanto já foram disputadas mais duas etapas nos dias 19 e 20 de Maio, em Samsun. Seguem-se etapas em Elaziğ/Tunceli, Van, Erdek, Gaziantep e Mersin.

(Fonte: Notícias do Mar)

28 maio 2012

Procurador turco pede penas perpétuas para generais israelitas



Um tribunal turco aceitou hoje a acusação contra três generais e um almirante israelita, como responsáveis pelo homicídio de nove civis turcos, por ocasião da abordagem do navio "Mavi Marmara" por forças especiais israelitas. A acusação, que pede nove penas de prisão perpétua para cada um, tem um carácter simbólico. Não haverá, em caso de condenação, mecanismo algum para fazer cumprir as penas.
O navio "Mavi Marmara" fazia parte da "Flotilha da Liberdade" e pretendia furar por meios pacíficos o bloqueio israelita contra a Faixa de Gaza. Em 31 de Maio de 2010, o navio foi assaltado por forças especiais israelitas que abriram fogo e mataram nove passageiros.
O Governo israelita declarou "lamentar" a perda de vidas, mas recusou apresentar desculpas porque, na sua versão, os militares que procederam à abordagem a partir de um helicóptero apenas recorreram às armas de fogo depois de terem sido atacados. Segundo a versão israelita, os militares que assaltaram o navio é que foram as vítimas de um ataque, alegadamente realizado com facas, machados e objectos metálicos.
A ONU, contudo, condenou a morte de civis na operação, apesar da sua tradicional aprovação da política de bloqueio à Faixa de Gaza. E, por trás dos bastidores, o Governo de Tel Aviv terá, segundo o diário israelita Haaretz, levado a cabo esforços denodados nas últimas semanas para conseguir que Ancara deixasse cair a acusação. Para o efeito, ter-se-á mesmo oferecido para pagar avultadas compensações materiais às famílias das vítimas.
Segundo o Haaretz, 490 vítimas ou familares seus subscrevem a acusação. Nesse número incluir-se-iam 189 passageiros do navio, feridos durante a abordagem israelita.
Do outro lado, encontram-se em primeira linha um almirante (Eliezer Marom) e três generais (Gabi Ashkenazi, Amos Yadlin e Avishai Levi), chefes respectivamente da Marinha de Guerra, do Estado-Maior das Forças Armadas, dos serviços de inteligência da Força Aérea e do Exército. Além dos quatro oficiais-generais, a acusação visa também desconhecidos - os militares que executaram a operação e não puderam ser identificados.

(Fonte: RTP)

26 maio 2012

Mourinho em anúncio a imobiliária turca



José Mourinho, por 1 milhão de euros, aceitou dar a cara em anúncios a uma imobiliária turca, num país onde é visto como um ídolo. O treinador do Real Madrid esteve em Istambul, onde foi também orador numa conferência de liderança. “O mais importante é entender o país em que trabalhas, a cultura nacional do futebol,” disse, na ocasião. E, aos 49 anos, Mourinho é um bom exemplo desse entendimento.

(Fonte: Record)

25 maio 2012

Ataque suicida junto a esquadra de polícia em Kayseri

Um bombista suicida fez-se explodir num carro armadilhado esta sexta-feira de manhã à porta de uma esquadra de polícia na vila turca de Pinarbaşı, província de Kayseri, centro do país, causando a morte a um polícia e deixando pelo menos 19 feridos.
A televisão NTV avançou que um segundo bombista esteve envolvido neste ataque e que o número de mortos pode aumentar, uma vez que seis dos feridos se encontram em estado grave.
“Recebemos informação de que foi morto um polícia e que há 19 feridos, mas destes ainda não sabemos quantos são polícias e quantos são civis. Não estamos a conseguir entrar em contacto com Pinarbaşı,” explicou um responsável policial em Kayseri, citado pela agência noticiosa britânica Reuters.
A Turquia tem sido alvo de atentados à bomba perpetrados por separatistas curdos e rebeldes islamitas, incluindo organizações ligadas à Al-Qaeda, além de grupos da extrema esquerda e da extrema direita. Este ataque não foi ainda reivindicado.

(Fonte. Público)

23 maio 2012

O novo rumo da Turquia, por Abdullah Gül

A Turquia tem estado recentemente na vanguarda dos debates económicos e políticos internacionais. Por um lado, apesar da crise económica que subjuga a vizinha Europa, a Turquia permanece a segunda economia com mais rápido crescimento no mundo, depois da China. Por outro lado, quase não existem questões na agenda global – do Iraque e Afeganistão, à Somália, Irão, e à Primavera Árabe, e do desenvolvimento sustentável ao diálogo entre civilizações – em que a Turquia não represente um papel visível.
Este é um fenómeno bastante recente. Até há uma década, a Turquia era vista como não mais do que um firme aliado da NATO. Isso começou a mudar em 2002, quando nasceu uma era de estabilidade política, dando origem a uma visão para uma Turquia mais forte e um firme compromisso na realização dessa visão.
Para tal, os governos da Turquia desde 2002 implementaram reformas económicas ousadas, que prepararam o caminho para o crescimento sustentável e forneceram uma barreira de protecção contra a crise financeira de 2008. Como resultado, em menos de uma década, o PIB triplicou, fazendo da Turquia a 16.ª maior economia do mundo. Além disso, o país beneficia de finanças públicas fortes, política monetária prudente, dinâmica de dívida sustentável, um sistema bancário sólido e mercados de crédito que funcionam bem.
Ao mesmo tempo, aumentámos o âmbito dos direitos individuais, que tinham durante muito tempo sido subordinados a preocupações de segurança. Simplificámos as relações entre civis e militares, garantimos os direitos sociais e culturais, e encarregámo-nos dos problemas das minorias étnicas e religiosas. Estas reformas transformaram a Turquia numa democracia vibrante e numa sociedade mais estável, em paz consigo, e capaz de observar o seu ambiente externo a uma nova luz.
Muito simplesmente, deixámos de ver a nossa geografia ou história como uma maldição ou uma desvantagem. Pelo contrário, começámos a encarar a nossa localização na encruzilhada entre a Europa, a Ásia e o Médio Oriente como uma oportunidade para interagir simultaneamente com múltiplos intervenientes.
Como resultado, começámos a contactar países na nossa vizinhança e para além dela. Tentámos expandir o diálogo político, melhorar a interdependência económica, e fortalecer o entendimento cultural e social. E, embora dez anos sejam muito pouco para uma avaliação definitiva de uma política tão ambiciosa, cobrimos sem dúvida terreno considerável. Por exemplo, só com os nossos vizinhos, quadruplicámos o nosso volume de comércio.
Em várias ocasiões, também temos sido instrumentais na facilitação da paz e da reconciliação. Mas, o que é mais importante, a Turquia tornou-se um modelo de sucesso que muitos países à nossa volta tentam agora imitar.
E no entanto, até há um ou dois anos, alguns peritos políticos perguntavam, "O Que perdeu a Turquia?" ou "Para onde vai a Turquia?" – partindo da tese de que a Turquia mudara o seu eixo da política externa para longe do Ocidente. De facto, a orientação externa da Turquia permaneceu constante, porque assenta nos valores que partilhamos com o mundo livre. O que mudou foi a crescente assertividade nos nossos esforços para assegurar maior estabilidade e bem-estar humano na nossa região, evidente no nosso apoio à liberdade, à democracia, e à responsabilização não só para nós, mas também para outros.
Esta abordagem reflectiu-se na Primavera Árabe, que a Turquia apoiou ardentemente desde o início. Não hesitámos em ficar do lado dos que lutavam pelos seus direitos e dignidade. Na verdade, para países como a Tunísia, o Egipto, a Líbia e o Iémen, que tentam agora institucionalizar a mudança, a Turquia é o seu parceiro mais activo, partilhando a nossa própria experiência e fornecendo assistência tangível na forma de cooperação económica e de construção de capacidade política.
Na Síria, por outro lado, a revolução ainda não se concretizou, devido à repressão brutal do regime sobre os seus oponentes. Todos os dias, dezenas de pessoas morrem aí em busca da dignidade. A Turquia está a fazer tudo o que pode para aliviar o sofrimento do povo sírio. Infelizmente, até agora a comunidade internacional como um todo não tem conseguido fornecer uma resposta eficaz à crise.
A posição da Turquia quanto ao programa nuclear do Irão tem sido analogamente clara: opomo-nos categoricamente à presença de armas de destruição massiva (ADM) na nossa região. Tentativas para desenvolver ou adquirir ADM poderão desencadear uma corrida regional aos armamentos, levando a maior instabilidade e ameaçando a paz e segurança internacionais. É por isso que temos sempre pedido a criação de uma zona livre de ADM no Médio Oriente, incluindo tanto o Irão como Israel. Apoiamos o direito iraniano de usar a energia nuclear para fins pacíficos. Mas o programa do Irão deve ser transparente, e os seus líderes devem garantir à comunidade internacional a sua natureza não-militar. A chave reside em colmatar a falta de confiança e preparar o caminho para um diálogo consequente. Em Abril, acolhemos a ronda inaugural das conversações retomadas entre a comunidade internacional e o Irão.
Sejamos claros: não há uma solução militar para este problema. A intervenção militar apenas complicaria ainda mais o assunto, ao criar novos focos de conflito na nossa região e para além dela.
Neste e noutros assuntos, a Turquia tenta agir como uma "potência virtuosa", o que nos obriga a alinhar os nossos interesses nacionais com valores como a justiça, a democracia, e a dignidade humana, e a conseguir os nossos objectivos de política externa através da cooperação mútua em vez da coerção.
O multilateralismo eficaz constitui uma faceta chave desta visão. A Turquia foi membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas em 2009-2010, e procura agora outro mandato em 2015-2016. Dada a importância crucial dos acontecimentos na nossa parte do mundo, a contribuição da Turquia para o trabalho do Conselho promete ser altamente valiosa.
Em 2015, assumiremos a presidência do G-20, e estamos empenhados em usar os nossos meios e capacidades para torná-lo um órgão de governo global mais eficaz.
A transformação interna da Turquia na última década colocou-a numa posição ideal para beneficiar a região – e consequentemente a comunidade global. Embora tenhamos já conseguido muito, ainda se exige mais de nós. Dados os desafios da nossa vizinhança, e o papel central da região nos assuntos globais, a Turquia não se absterá de assumir novas responsabilidades.

(Fonte: Público)

18 maio 2012

Cientistas turcos dão conferência na Universidade da Madeira

Amitav Sanyal e Rana Sanyal, cientistas do Departamento de Química da Universidade de Boğaziçi, Turquia, visitam na próxima semana o Centro de Química da Madeira (CQM), unidade de investigação da Universidade da Madeira. Os cientistas irão, nos dias 22 e 25 de Maio, proferir as conferências: “Novel Biofunctional Materials from Dendron Building Blocks” e Dendron-Linear Polymer Constructs for Drug Delivery Applications.
A visita tem por base as relações científicas já existentes entre as duas instituições, as quais fazem parte de uma rede europeia financiada pelo programa COST (Cooperação Europeia em Ciência e Tecnologia) na área dos nanomateriais para aplicações em medicina. O desenvolvimento de nanomateriais para aplicações biomédicas constitui uma das actividades centrais do CQM, a que está ligado o lançamento do Mestrado em Nanoquímica e Nanomateriais, a arrancar no próximo ano lectivo, na Universidade da Madeira.

(Fonte: DN)

Simão Sabrosa pode sair do Beşiktaş rumo ao Benfica

Simão Sabrosa poderá estar de regresso ao Benfica, depois de ter trocado as águias pelo Atlético de Madrid em 2007. O antigo capitão encarnado tem mais um ano de contrato com o Beşiktaş, da Turquia, mas o clube de Istambul atravessa uma grave situação financeira, que torna o vencimento de Simão - cerca de 2,5 milhões de euros anuais - insuportável para o clube.
O sítio desportivo 365spor adianta que o baixo custo da transferência de Simão para a Turquia - "apenas" 900 mil euros - está a facilitar a decisão dos responsáveis do Beşiktaş em abrirem mão do ex-internacional português, que tem agora 32 anos.

(Fonte: DN)

17 maio 2012

Orduspor: Miguel Garcia e João Ribeiro perderam taça

Os Portugueses Miguel Garcia e João Ribeiro não conseguiram conquistar a Spor Toto Cup da Turquia. Os jogadores do Orduspor perderam na final com o Gaziantepspor (1-3).
Miguel Garcia foi titular, enquanto João Ribeiro entrou nos minutos finais do encontro.
A Spor Toto Cup é uma competição à margem da Taça da Turquia e do campeonato local. Engloba equipas que terminaram a fase regular entre o 9.º lugar e o 18.º.

(Fonte: Mais Futebol)