30 dezembro 2011

Turco resgatado de navio mercante ao largo do Faial

Um turco de 44 anos, tripulante de um navio mercante da mesma nacionalidade, foi resgatado na madrugada desta sexta-feira pela Força Aérea em pleno mar, ao largo da ilha açoriana do Faial, e levado de urgência para um hospital devido a uma fractura num braço.
O alerta de emergência emitido a partir da embarcação chegou ao Centro Coordenador de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, pelas 03h05.
De imediato descolou da Base Aérea n.º 4, nas Lajes, um helicóptero EH-101 Merlin, com uma equipa médica a bordo. A aeronave deslocou-se para o Faial para reabastecimento, tendo depois sido encaminhada por um avião C-295M para a zona onde se encontrava o navio mercante.
A operação de resgate do tripulante turco começou pelas 08h30, a 630 quilómetros a oeste do Faial. O ferido foi encaminhado por via aérea para o aeródromo da Horta, no Faial, de onde seguiu para uma unidade hospitalar.

(Fonte: Correio da Manhã)

29 dezembro 2011

Aviação turca matou por engano 35 contrabandistas curdos

Pelo menos 35 curdos foram ontem mortos num ataque da aviação turca no sudeste da Turquia, perto da fronteira com o Iraque. Mas foram mortos por engano, reconheceu um porta-voz do partido governamental turco. Em vez de guerrilheiros do PKK, eram jovens que faziam contrabando, provavelmente de cigarros. “De acordo com as primeiras informações que recebemos, estas pessoas eram traficantes, e não terroristas,” afirmou Huseyin Çelik, vice-presidente do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP) do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan. “Em nome do meu partido, quero exprimir a nossa consternação. Se houve um erro, quero garantir que o assunto não será enterrado.”
Segundo as autoridades locais, pró-curdas, que divulgaram imagens de corpos tapados com cobertores e burros mortos, a maior parte das vítimas eram jovens, alguns com 17 anos, que faziam contrabando de cigarros ou gasóleo entre o Iraque e a Turquia. Seriam cerca de 50, e alguns estão ainda desaparecidos.
O Partido da Paz e Democracia (BDP, pró-curdo), enviou dirigentes para Uludere, o local da província de Şırnak de onde se pensa que são as vítimas, diz a AFP. “Isto é um massacre. Os aviões de guerra deste país bombardearam um grupo de 50 dos seus cidadãos para os destruir. É um crime de guerra e contra a humanidade,” disse a vice-secretária do BDP, Gültan Kışanak, numa conferência de imprensa em Diyarbakır, a mais importante cidade do Curdistão turco.
O BDP anunciou que vai organizar manifestações de protesto em Istambul e noutros locais. Em Istambul começaram ontem. Mais de 2000 curdos ocuparam a praça Taksim, na parte europeia da cidade, gritando slogans como “o Curdistão será o túmulo dos fascistas” e “Erdoğan assassino”. Houve confrontos com a polícia, que usou canhões de água para dispersar os manifestantes, e fez várias detenções.

(Fonte: Público)

27 dezembro 2011

Turco baleou tia e sobrinha em Loures



Com a pistola dissimulada no interior do casaco, o atirador esperou que o homem e a sua filha, acompanhados pelos tios da menina, se dirigissem ao jardim em frente à sua casa na Bobadela, Loures. A seguir disparou pelo menos quatro vezes. O homem, de nacionalidade turca, atingiu Rosa Karpal, de sete anos, no braço direito, e Mine Karpal, turca de 34 anos, no braço esquerdo e nas costas. Os disparos terão sido o resultado de um ajuste de contas por parte do homem, turco, que já tinha feito várias ameaças.
"Ouvi os tiros e quando saí da pastelaria ainda vi a menina a cair desamparada junto à árvore. A mulher já estava no chão, em sangue," contou Paulo Gonçalves, proprietário d’A Espiga, onde as vítimas tinham estado a tomar café momentos antes. O dono da pastelaria da rua Bento Gonçalves, onde o crime ocorreu, foi o primeiro a chamar a polícia e os bombeiros.
"A menina começou logo a chorar, o pai socorreu-a e não saiu de perto dela. A senhora deitava muito sangue da barriga," contou Paulo Gonçalves. As vítimas, atingidas pelos disparos de vingança por volta das 16h00, foram de imediato transportadas pelo INEM para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. A tia Mine Karpal – que veio com o marido e os filhos passar o Natal e o Ano Novo com a família que vive em Portugal – ficou no Serviço de Observação e Rosa na Cirurgia Pediátrica. Não correm perigo de vida.
O autor dos disparos, que terá cerca de 25 anos, foi visto a fugir por várias pessoas, depois de disparar. "A pistola ia escondida na mão e ele afastou-se a andar muito devagar. Assim que virou a esquina, desatou a correr," explicou Pedro, 50 anos, dono da loja de artigos chineses ao lado do café.
O alegado homicida foi detido pouco tempo depois pela PSP. A carrinha BMW do pai da criança, estacionada em frente à pastelaria, foi inspeccionada pelos investigadores da PJ que periciaram o local depois do crime.
"O pai entregou uma fotografia à polícia assim que chegaram, explicando quem era o homem que tinha disparado. Conheciam-se," referiu o proprietário da pastelaria. "A família é muita pacata, moram aqui há cerca de três anos e são clientes habituais do café," acrescentou Paulo Gonçalves. O agora detido já teria ameaçado várias vezes a família, mas as razões que terão levado à tentativa de homicídio estão ainda por apurar. A PSP foi chamada em primeiro lugar ao local, tomou conta da ocorrência e vedou, ontem à tarde, parte da rua Bento Gonçalves, onde ocorreu o crime, para preservar os indícios existentes no local.
Eram visíveis na estrada pelo menos quatro invólucros de balas, cujo calibre é ainda desconhecido. Foram recolhidos pelos investigadores da Polícia Judiciária.

(Fonte: Correio da Manhã)

23 dezembro 2011

Arménios na Turquia contra medida do Parlamento francês


A aprovação pelo Parlamento francês do projecto-lei que torna ilegal negar o genocídio arménio de 1915 provocou consternação na Turquia.
Centenas de pessoas protestaram em frente à embaixada de França em Ancara, com o Partido Nacionalista a liderar.
Para a comunidade arménia a viver na Turquia, este reconhecimento acaba por ser contraproducente.
Robert Koptas, jornalista de um dos jornais arménios de maior prestígio na Turquia, considera que a medida veio desviar a atenção do trabalho que se tem vindo a realizar nos últimos anos.
“Neste momento, enquanto não houver consciência na Turquia sobre a questão, enquanto o povo turco não souber o suficiente sobre isso, punir indivíduos que negam esse passado num país estrangeiro, como em França, sentenciá-los a um ano de prisão e a pagar uma pesada multa de 45 mil euros, não me parece certo,” conclui o jornalista.
Koptas evidencia ainda que “a reacção na Turquia é, em geral, extrema. Por isso, esta lei vai prejudicar os nossos esforços para discutirmos o assunto. Desvia a atenção do nosso diálogo com a sociedade e dá mais argumentos aos nacionalistas e a todos aqueles que negam esse passado. Quando França limita a liberdade de expressão, as restrições à liberdade de expressão aqui, ficam legitimadas.”
Na Assembleia turca, o grupo de amizade franco-turco cessou funções. Os membros decidiram desta forma, protestar contra a medida do Parlamento francês.

(Fonte: Euronews)

Turquia acusa França de genocídio argelino

A tensão diplomática entre Ancara e Paris não pára de crescer. Recep Tayyip Erdoğan acusa a França de genocídio aquando da ocupação colonial da Argélia.
Os comentários de hoje do primeiro-ministro turco são a mais recente reacção à lei que a França aprovou, e segundo a qual é crime negar que os massacres cometidos pelos Turcos otomanos sobre Arménios constituem genocídio.
Erdoğan aponta agora o dedo aos colonialistas gauleses que acusa de terem incinerado argelinos. A França ocupou a Argélia na década de 30 do século XIX, e saiu do território cerca de 130 anos depois.
A polémica lei francesa ainda precisa de passar no Senado, mas assim que passou na Câmara Baixa, o líder turco suspendeu as relações políticas e económicas, e chamou o representante diplomático da Turquia em Paris.

(Fonte: Sol)

22 dezembro 2011

Turquia manda regressar o seu embaixador em França

A Turquia mandou regressar o seu embaixador em França, Tahsin Burcuoğlu, depois de ter sido votada no Parlamento francês uma lei que condena a negação do genocídio de 1915 em que foram alegadamente mortos 1,5 milhões de Arménios.
O termo genocídio é negado pelas autoridades turcas, que reconhecem terem morrido entre 250 mil e 500 mil Arménios durante o Império Otomano. Mas a Arménia tem defendido que, nesses massacres, morreram pelo menos 1,5 milhões de pessoas, e hoje os deputados franceses aprovaram uma lei que reconhece o genocídio e condena quem o negar.
Segundo a lei agora aprovada, a negação do genocídio arménio poderá ser penalizada com um ano de prisão e 45 mil euros de multa. A decisão indignou as autoridades turcas, que anunciaram que o seu representante em Paris deixará a França “amanhã”.
Este não é o primeiro caso de condenação da negação de um genocídio por parte da França, que já tomou uma decisão semelhante em relação ao massacre de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Nos últimos dias a Turquia pressionou a França para que a lei não fosse aprovada, sublinhou a AFP, mas o Parlamento aprovou o reconhecimento do genocídio numa iniciativa que contou com o apoio do Governo francês.
Ancara chegou a prometer represálias diplomáticas, económicas e culturais, adiantou a agência francesa, e essas medidas não se fizeram esperar. A ordem para fazer o embaixador em Paris regressar ocorreu pouco depois de ter sido anunciado o resultado da votação em França.
A Arménia, por outro lado, agradeceu a decisão francesa. O ministro arménio dos Negócios Estrangeiros, Edouard Nalbandia, manifestou a “gratidão” do seu país, e as autoridades arménias já se tinham congratulado com a iniciativa francesa. “Quero, uma vez mais, expressar a minha gratidão às autoridades francesas, ao Parlamento e ao povo francês,” disse Nalbandian. “Ao adoptar esta lei, a França prova novamente que os crimes contra a humanidade não prescrevem e que a sua negação deve ser punida.”
O texto que condena a negação do genocídio arménio foi aprovado por larga maioria dos deputados presentes, cerca de 50, com apenas meia dúzia dos parlamentares a votar contra, adiantou a AFP. A decisão irá agora deteriorar as relações entre a França e a Turquia, numa altura em que ambos os países procuravam alcançar uma posição comum quanto aos confrontos na Síria e a repressão perpetrada pelas autoridades de Damasco.

"Traição da história"
O vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arınç, considerou a decisão do Parlamento francês uma “traição da história” e adiantou, através de uma mensagem no Twitter: “Condeno o Parlamento francês por ter aprovado esta lei, que é o equivalente a uma traição da história e da verdade histórica.”
A Turquia também considerou que a lei agora aprovada tem “propósitos eleitoralistas”, nomeadamente cativar o meio milhão de Arménios que vivem em França, quando já se aproximam as presidenciais francesas que irão realizar-se na Primavera.
A proposta de lei terá ainda de ser aprovada pelo Senado antes de entrar em vigor. Uma legislação semelhante já foi adoptada pela Suíça e o Parlamento Europeu também reconheceu o genocídio arménio em 1987, o que também já foi feito pelo Uruguai, em 1965, pelo Parlamento russo (1994), o Senado belga (1998), o Parlamento canadiano (2004), o senado argentino e o Parlamento sueco (2010).
A decisão do Parlamento francês gerou protestos em frente à embaixada da França na Turquia e em frente ao Parlamento francês. Prevê-se que a reacção de Ancara passe também pela expulsão do embaixador francês.

(Fonte: Público)

25 novembro 2011

Turquia avisa Síria que tem de cumprir ultimato da Liga Árabe

O ultimato feito à Síria pela Liga Árabe para que aceite a entrada no território de uma missão de observadores é já "a nova e última oportunidade" dada ao regime de Damasco sob risco de se ver a braços com sanções internacionais, avisou esta manhã o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Ahmet Davutoğlu.
A menos de três horas de terminar o prazo dado, ontem, pelos países árabes para a Síria responder àquela exigência – e que termina às 11 horas (em Portugal continental), o cerco diplomático continua a intensificar a pressão sobre o regime do presidente sírio, Bashar Al-Assad – criticado pela comunidade internacional pela repressão sobre o movimento de oposição e revolta no país, que se arrasta há mais de oito meses e em que já morreram mais de 3500 pessoas segundo estimativas das Nações Unidas.
A Liga Árabe suspendera já a Síria da organização, no passado dia 12, depois de o regime de Assad não ter dado quaisquer sinais práticos de recuo na repressão apesar de dias antes ter expressamente anuído ao Plano de Acção Árabe, no qual as autoridades sírias se comprometiam a retirar as tropas e tanques das cidades revoltosas, entrar em negociações com a oposição e autorizar a entrada no país de jornalistas estrangeiros.
Caso Damasco se negue agora a permitir a entrada da missão de pelo menos 500 observadores na Síria, a Liga Árabe avançará para a adopção de sanções, a serem decididas numa reunião a realizar-se já amanhã. “É crucial que a Síria nos dê a sua resposta quanto antes, para que se ponha termo ao derramamento de sangue,” sublinhou DavutoĞlu, numa conferência de imprensa em Istambul com o homólogo jordano, Nasser Judeh.
Moscovo veio entretanto esta manhã reiterar a sua posição intransigente de recusa de aprovar sanções contra a Síria. “Neste momento precisamos não de resoluções, sanções ou pressões, mas sim de Diálogo,” lê-se num comunicado do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros.
A par da Rússia, também a China, Brasil e Índia – parceiros no grupo dos BRICS –, e ainda a África do Sul, voltaram ontem a instar o regime sírio a iniciar conversações com o movimento de oposição no país, ao mesmo tempo que alertaram para os riscos de ser lançada uma intervenção estrangeira na Síria. Num comunicado extremamente cuidadoso nas palavras, emitido ontem à noite, as cinco economias emergentes não fizeram qualquer menção à ameaça de sanções feita pela Liga Árabe.

(Fonte: Público)

24 novembro 2011

Basquetebol: Quinta dos Lombos foi derrotada na Turquia

A equipa feminina da Quinta dos Lombos, de Carcavelos, foi pesadamente derrotada pelas Turcas do Botaş Spor, de Adana, na 4.ª jornada do grupo A da Eurocup, perdendo por 80-47.
À Quinta dos Lombos nem Lisa Lee (17 pontos) valeu, com a equipa portuguesa a ser muito inferior em todos os períodos do jogo. Do lado das Turcas, também foi uma Norte-Americana a destacar-se. Monica Wright fez a diferença através de 19 pontos, 3 ressaltos e duas assistências.
A situação de perder por muitos não é novidade para a equipa portuguesa que já tinha sido derrotada em casa pela mesma equipa turca por esclarecedores 90-52.

(Fonte: A Bola)

22 novembro 2011

Empresas francesas boicotadas na Turquia

A aprovação pelo Parlamento francês do decreto-lei que penaliza a negação da existência do genocídio arménio de 1915, pode repercutir-se nos interesses franceses na Turquia.
Os Turcos não gostaram e prometem boicotar as empresas e produtos franceses, como confirma este Turco: "Estava a pensar mudar de carro. Já fui representante da Renault. Depois desta decisão do Parlamento francês, mudei de ideias. Não comprarei um carro francês."
O escritor e antigo embaixador turco em Roma, İnal Batu, acredita que as relações franco-turcas irão sofrer um revés e que a Turquia vai retaliar, visando as empresas francesas a operar no país.
"A amizade dura há décadas. Somos amigos e aliados da França, mas isto foi um grande golpe nas nossas relações. Esperemos que o bom senso no Senado prevaleça e que esta lei seja bloqueada. É claro o que deve ser feito: a Turquia tem de encontrar maneiras de afastar as empresas francesas dos grandes contratos. Estou certo de que fará isso," assegura İnal Batu.
Numa altura de crise, a tensão política entre Paris e Ancara pode resultar em dificuldades financeiras para as empresas francesas que vêm assim boicotada a actividade no mercado turco.

(Fonte: Euronews)

Erdoğan diz a Assad para olhar para destinos de Hitler e Kadhafi

O primeiro-ministro turco apelou hoje ao Presidente da Síria para que escute os protestos e abandone o cargo. É mais uma voz a pressionar Bashar Assad. O apelo turco surge depois de activistas sírios denunciarem a morte de cinco pessoas, incluindo cinco crianças, por militares num posto de controlo em Houla. "Para o bem do seu próprio povo e da região, deixe o lugar", declarou Recep Tayyip Erdoğan num discurso emitido pela televisão, dando exemplos do sucedido com Muammar Kadhafi e Adolf Hitler. "Se quer ver quem lutou até à morte contra o seu próprio povo, olhe para a Alemanha nazi, olhe para Hitler, Mussolini, Nicolae Ceausescu na Roménia", enumerou Erdoğan. "Se não consegue tirar daqui quaisquer lições, olhe para o líder líbio que foi morto há apenas 32 dias", prosseguiu. Nos últimos meses, a repressão ordenada pelo regime sírio já terá feito cerca de quatro mil mortos.
 
(Fonte: Sol)

11 novembro 2011

Embarcação sequestrada em Izmit

O sequestro foi noticiado pela estação de televisão turca NTV e ocorreu quando o barco se encontrava no Golfo de Izmit. Segundo a Reuters, a embarcação leva a bordo 17 passageiros e quatro membros da tripulação.
As razões do sequestro não foram divulgadas. Alguns relatos apontavam para que o rapto tenha sido levado a cabo por apenas uma pessoa, mas mais tarde o ministro turco dos Transportes, Binali Yıldırım, disse à NTV que a bordo da embarcação estavam 25 pessoas e que não foram feitas quaisquer exigências. "Um dos terroristas está junto ao capitão da embarcação e diz que tem explosivos," adiantou. "Ele diz que faz parte de um braço armado de uma organização terrorista," concluiu, usando uma expressão utilizada habitualmente para referir os extremistas curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Os sequestradores terão retirado os telemóveis aos passageiros. Navios da guarda costeira e um helicóptero foram enviados para acompanhar a embarcação. O sequestro ocorreu pelas 17.45 horas locais (15.45 horas em Lisboa).
O porto de Izmit fica a cerca de 100 quilómetros de Istambul. O responsável da autarquia local, İbrahim Karaosmanoğlu, adiantou à BBC ter falado com a tripulação, que disse haver apenas um sequestrador que pediu para falar aos órgãos de informação.

(Fonte: Público)

29 outubro 2011

Voleibol: Portugal e Turquia voltam a encontrar-se

Bielorrúsia, Turquia e o vencedor do encontro entre a Grã-Bretanha e a Albânia vão ser os adversários da selecção portuguesa na "poule" A da segunda ronda de acesso ao Campeonato da Europa de Voleibol Masculino de 2013.
A equipa das quinas, orientada pelo Cubano Juan Diaz, volta assim a defrontar os Turcos, depois de em 2010 os ter vencido categoricamente por 3-0 no jogo inaugural da última ronda da Liga Europeia, que decorreu no Pavilhão Municipal da Póvoa de Varzim.
A "poule" A da segunda ronda de acesso ao Europeu disputa-se de 6 a 9 de Setembro de 2012, em Portugal, e de 13 a 16 de Setembro de 2012, na Turquia.

(Fonte: Diário Digital / Lusa)

Voleibol: Portugal volta a medir forças com a Turquia

Bielorrúsia, Turquia e o vencedor do encontro entre a Grã-Bretanha e a Albânia vão ser os adversários da selecção portuguesa na "poule" A da segunda ronda de acesso ao campeonato da Europa de voleibol masculino de 2013.
A equipa das quinas, orientada pelo Cubano Juan Diaz, volta assim a defrontar os tTurcos, depois de em 2010 ter vencido categoricamente, por 3-0, no jogo inaugural da última ronda da Liga Europeia, que decorreu no Pavilhão Municipal da Póvoa do Varzim.
A "poule" A da segunda ronda de acesso ao Europeu disputa-se de 06 a 09 de Setembro de 2012, em Portugal, e de 13 a 16 de Setembro de 2012, na Turquia.

(Fonte: Expresso)

28 outubro 2011

Exército Livre da Síria protegido por militares turcos

A Turquia, que já foi um dos mais próximos aliados da Síria, está a acolher um grupo armado da oposição, envolvido na revolta contra o Presidente Bashar al-Assad, num evidente desafio ao regime vizinho.
Um comandante do Exército Livre da Síria e várias dezenas de membros do grupo encontraram refúgio num campo protegido por militares turcos no outro lado da fronteira, de onde lançam ataques contra forças sírias, escreve o jornal “New York Times”.
O apoio dado a estes rebeldes insere-se numa campanha mais alargada de Ancara para fragilizar o Governo de Assad, continua o jornal: "é possível que o país imponha brevemente sanções à Síria, ao mesmo tempo que tem reforçado o apoio ao Conselho Nacional Sírio, um grupo político da oposição que anunciou a sua formação em Istambul."
De qualquer forma, escreve o mesmo jornal, a protecção ao grupo armado, que é composto por desertores do Exército, continua a ser o maior desafio até agora para Assad, que há 11 anos herdou o poder do seu pai. Ainda na quarta-feira, o Exército Livre da Síria reivindicou um ataque que matou nove soldados sírios no centro do país, num dia em que morreram no total 20 pessoas.
Os responsáveis turcos dizem que a sua relação com o comandante do grupo, coronel Riad al-Asaad, e com os outros 60 ou 70 membros, é puramente humanitária, e que a primeira preocupação é a protecção física dos desertores.
“Quando todas estas pessoas fugiram da Síria, não sabíamos quem era quem, não estava escrito nas suas testas 'sou um soldado' ou 'sou um membro da oposição', afirmou ao diário nova-iorquino um responsável do Ministério dos Negócios Estrangeiros que quis manter o anonimato. “Estamos a dar protecção a estas pessoas, com residência temporária segundo fundamentos humanitários, e iremos continuar.”
O Exército sírio tem assistido a cada vez mais divisões sectárias, e isso será uma maior ameaça ao regime do que meses de manifestações na rua, salientam alguns analistas à Reuters.
Diplomatas e peritos militares comentam que a coesão do Exército está a ruir e as deserções a aumentar à medida que a liderança, composta sobretudo por elementos da minoria alauíta (sub-seita do islão xiita), envia forças para esmagar a rebelião no país, cuja população de 20 milhões é maioritariamente sunita.
“A repressão parece ser cada vez mais insustentável. Assad está a perder a capacidade de contar com os oficiais sunitas. Está a custar muito dinheiro mobilizar tropas já exaustas e a sua capacidade de lançar ataques simultâneos aos centros de protesto está a diminuir,” comentou um diplomata europeu. “A reacção sunita contra ele está a crescer e iremos assistir a um cenário onde irá perder o interior” do país.
Bashar reuniu-se na quarta-feira com ministros da Liga Árabe para encontrar um caminho para terminar com meses de violência. O líder da delegação, o primeiro-ministro do Qatar, Sheikh Hamad bin Jassim al-Than, disse que as conversações tinham sido “cordiais e francas” e que uma nova reunião ficou marcada para o dia 30 deste mês, em Doha ou Damasco.
Os confrontos têm paralisado algumas partes do país. Segundo a ONU, a rebelião na Síria fez até agora cerca de três mil mortos. A China e a Rússia travaram no Conselho de Segurança uma resolução que ameaçava impor sanções a Damasco. Mas na quinta-feira Pequim apelou ao Presidente Assad que acelere as reformas e responda às aspirações do seu povo.
O emissário especial chinês para o Médio Oriente, Wu Sike, que se encontrou em Damasco com o chefe da diplomacia síria, Walid Mouallem, pediu “um fim a todos os actos de violência e ao derramamento de sangue, e a realização de reformas por meio do diálogo e da via pacífica”, cita a AFP.

(Fonte: Público)

27 outubro 2011

Sismo: Jovem retirado com vida após 100 horas



Mais de 100 horas depois do sismo de 7.2, uma equipa de socorro do Azeibaijão resgatou com vida um jovem de 18 anos dos escombros de um edifício na cidade de Erciş. Trata-se de İmdat Padak, um estudante universitário que não aparentava ferimentos sérios, apesar de desidratado. O jovem habitava na aldeia de Kızılören, mas frequentava a universidade em Erciş. Foi levado para o hospital de Van.
O sismo de domingo fez 534 mortos confirmados e 2300 feridos, e deixou dezenas de milhar de desalojados.

25 outubro 2011

Sismo: Bebé com duas semanas foi retirada com vida dos escombros



Quarenta e oito horas depois do terramoto, foi possível salvar uma bebé que tem só duas semanas de vida. Foi resgatada esta manhã dos destroços de um prédio naquele que é apenas o resultado mais marcante de uma noite de trabalho intenso das equipas de salvamento.


(Fonte: RTP)