28 agosto 2010

Mundial de Basquetebol arranca hoje na Turquia


A 16.ª edição do campeonato do mundo de basquetebol arranca hoje na Turquia. Com 24 selecções presentes (quatro grupos de seis), a Espanha defende o título conquistado em 2006, no Japão, e surge novamente como uma das formações favoritas ao triunfo, a par dos Estados Unidos, apesar das baixas de vulto.
A Espanha, sem Pau Gasol e José Manuel Calderón, abrem a competição frente à França, outra selecção debilitada pelas ausências de Tony Parker, Mickael Pietrus e Joakim Noah. Já os norte-americanos – com uma equipa de segunda escolha, sem nenhum dos campeões olímpicos de 2008 e sem as principais estrelas da NBA – enfrentam a Croácia.
Referência ainda para Angola e Jordânia, selecções orientadas por Luís Magalhães e Mário Palma, respetivamente, que têm duros testes logo a abrir a competição, frente à Sérvia e Austrália.

(Fonte: Record)

27 agosto 2010

Sub 17: Turquia venceu Portugal

A selecção nacional de sub-17 perdeu esta sexta-feira com a Turquia por 2-3 em jogo do Torneio Internacional de Inglaterra, inserido na preparação para a fase de apuramento para o Europeu de 2011.
Portugal chegou a estar, por duas vezes, na frente do marcador, mas foi surpreendido na parte final da partida com dois golos, o último já nos descontos, que ditaram a derrota. Sancidino Silva abriu o marcador aos 23 minutos, a Turquia empatou por Beikan Şimşek, aos 58, enquanto Iuri Medeiros devolveu a vantagem a Portugal aos 69.

Portugal acabaria derrotado com um golo de Niyaz, no último minuto, e outro de Kadir Ari, já em tempo de descontos. No primeiro jogo do torneio, a Selecção nacional bateu a Austrália por 4-3.

A equipa comandada por Emílio Peixe jogou com a seguinte formação: José Costa (cap.), João Cancelo, Tiago Duque, Fábio Cardoso, Nuno Malheiro, Leandro Silva, João Teixeira (Diogo Mota, 59m), Carlos Chaby (Luís Cortez, 59m), Sancidino Silva (Frederic Maciel, 52m), Gonçalo Paciência (Alexandre Guedes, 52m) e Hélder Costa (Iuri Medeiros, 52m).

(Fonte: Mais Futebol)

FC Porto e Beşiktaş juntos na Liga Europa

O sorteio da Liga Europa colocou o Beşiktaş (Turquia), CSKA Sófia (Bulgária) e Rapid Viena (Áustria) como adversários do FC Porto no Grupo L. Ricardo Quaresma vai regressar ao Dragão.
O Beşiktaş será, teoricamente, o adversário mais difícil para o FC Porto. No play-off, a equipa de Quaresma afastou os finlandeses do HJK Helsínquia por 6-0 no conjunto das duas “mãos”.

(Fonte: A Bola)

26 agosto 2010

Angola e Luís Magalhães no Mundial de Basquetebol na Turquia

A selecção angolana, comandada pelo treinador português Luís Magalhães, parte para o Mundial de 2010, na Turquia, com a ambição de repetir a excelente prestação de 2006, ano em que chegou aos "oitavos", no Japão.
Numa grande competição pela 11.ª vez desde 1986 (só falhou, desde então, os Jogos Olímpicos de 88 e o Mundial de 98), Angola precisa de ficar entre os quatro primeiros do seu agrupamento para lograr os seus objetivos.
Pela frente, no seu sétimo Mundial, Angola tem a Argentina, a Sérvia, a Austrália, a Alemanha e ainda a Jordânia, que será orientada por outro técnico luso (Mário Palma) e é, teoricamente, a formação mais fraca do Grupo A.
Se quiser repetir 2006, a formação vencedora de dez dos últimos 11 campeonatos africanos - só falhou em 1997 (vitória do Senegal) - precisa, no mínimo, de dois triunfos. Ainda assim, Luís Magalhães já afirmou acreditar que "não é impossível" lograr idêntica prestação na Turquia.
Há quatro anos, na primeira fase, Angola ganhou ao Panamá, Japão e Nova Zelândia e só caiu perante a Espanha, que viria a sagrar-se campeã, e a Alemanha, mas com esta última apenas após três prolongamentos (103-108).
Desta vez, os germânicos não têm, no entanto, a sua grande "estrela" (Dirk Nowitzki), pelo que surgirão bem mais frágeis, sendo que os argentinos também não estão no seu máximo, face à ausência de Manu Ginobili.
Para enfrentar o Mundial, Luís Magalhães não fez grandes alterações em relação a competições anteriores, apostando na continuidade, em referências como Miguel Lutonda, Carlos Almeida, Eduardo Mingas ou Joaquim Gomes "Kikas".
estreia dos africanos está marcada para sábado, frente à Sérvia, seguindo-se a Jordânia (domingo), a Argentina (segunda-feira), a Alemanha (quarta-feira) e, a acabar, a Austrália (quinta-feira).
O conjunto angolano estreou-se nos Mundiais em 1986, ano em que caiu na fase preliminar, já em Espanha, palco da fase final do Mundial, com apenas 12 selecções.
Quatro anos depois (1990), na Argentina, os africanos conseguiram três triunfos, face à Coreia do Sul, Egipto e China, e terminaram no 13.º posto, para em 1994, no Canadá, ganharem apenas um e acabarem em 16.º.
Depois de falhar o Mundial de 1998, como consequência do terceiro posto no Afrobasket de 1997, os angolanos bateram o Canadá e a China e ficaram no 11.º lugar em 2002, sob o comando de Mário Palma.
Finalmente, em 2006, a Angola logrou o seu melhor registo na prova ao conseguir o 10.º posto, sob o comando de Alberto Carvalho, após triunfos sobre o Panamá, Japão e Nova Zelândia.
Em competições internacionais, o conjunto africano só havia brilhado mais intensamente nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona, onde humilhou a anfitriã Espanha (83-63), liderada pelos ex-benfiquistas Jean Jacques e José Carlos Guimarães, rumo ao 10.º lugar.

(Fonte: Lusa)

19 agosto 2010

Famílias de soldados mortos pelo PKK processam o exército turco


Parentes dos soldados turcos mortos em ataques do grupo armado curdo PKK nos últimos anos, processaram o Estado-Maior do exército da Turquia, que acusam de não ter tomado medidas suficientes para protegê-los.
As acusações de negligência dos comandantes militares surgiram na Turquia nos últimos anos, sobretudo desde o ataque em Dağlıca em 2007, que tirou a vida a 12 soldados, o de Aktütün em 2008, quando 15 efectivos morreram, e o de Hantepe de Junho passado, que matou 11 militares.
O Estado-Maior não respondeu às acusações, apesar da publicação em diversos jornais turcos sobre detalhes dos ataques. Segundo essas reportagens, aviões não-tripulados detectaram rebeldes do PKK pouco antes de atacarem Hantepe, sem que os comandantes militares alertassem os seus subordinados.
Segundo a imprensa turca, como o diário liberal "Taraf", o Estado-Maior acompanhou o ataque de Hantepe ao vivo pelas imagens dos aviões não-tripulados Heron, mas não ordenou o envio de reforços que pudessem resistir à acção.
Nos últimos meses, o PKK aumentou os seus ataques contra o exército turco. Somente neste ano, cerca de 100 soldados turcos morreram em combate contra o grupo curdo.

(Fonte: Efe)

17 agosto 2010

Palestiniano barricado na embaixada turca de Telavive

Um palestiniano de Ramallah está barricado no interior da embaixada turca em Telavive, confirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita. Foram ouvidos tiros. O homem barricou-se e ameaça matar “qualquer judeu” que tente entrar.
O advogado árabe israelita Shafik Abuani disse à "Rádio Israel" ter falado três vezes ao telefone com este homem, que identificou como Nadim Injaz, de 28 anos, um palestiniano de Ramallah, que lhe disse que deitaria fogo à embaixada se não lhe fosse concedido asilo político, adianta o "Ha'aretz". “Diz-se perseguido pelo Shin Bet [serviço de segurança interna israelita] e pelos serviços de segurança israelitas. Tentei acalmá-lo por telefone, e o cônsul turco e a sua mulher tiveram tempo para escapar”, disse ainda, citado pela AFP. Diz tratar-se de um homem mentalmente desequilibrado. “Este homem exigiu que o primeiro-ministro turco [Recep Tayyip Erdoğan] lhe conceda asilo político”. Há quatro anos tentou fazer o mesmo na embaixada britânica. Foi preso e libertado há duas semanas.
"Uma pessoa terá sido alvejada”, adianta o jornal “Ha’aretz”, citando um comunicado oficial. Polícia e ambulâncias dirigiram-se para o local e ouvem-se helicópteros a sobrevoar a embaixada, que fica na Rua Yarkon, em frente ao mar, que foi encerrada ao tráfego. O pessoal da embaixada terá barrado a entrada da polícia e dos paramédicos.
"Temos uma situação de reféns", confirmou à agência Associated Press o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros Yigal Palmor.
Israel e a Turquia eram países aliados, mas as suas relações têm sido difíceis no último ano e meio, desde a ofensiva israelita em Gaza iniciada no final de Dezembro de 2008. A tensão foi agravada a 31 de Maio, quando militares israelitas, ao abordarem um dos navios da pequena frota que seguia para Gaza, com a intenção de furar o bloqueio imposto por Israel, encontraram resistência por parte dos activistas turcos a bordo, o que resultou na morte de oito pessoas, todas civis turcos.

(Fonte: Público)

28 julho 2010

Cameron conseguirá levar a Turquia a negociar?


AFP

Num dos seus mais importantes discursos sobre a Europa, o primeiro-ministro britânico deu o maior apoio alguma vez visto à integração turca na UE. Enquanto a imprensa britânica se manifesta geralmente satisfeita, o continente e mesmo alguns elementos da imprensa turca manifestam dúvidas sobre o impacto da sua declaração.
Num discurso em Ancara, a 27 de Julho, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, expressou o seu desagrado pela lentidão das negociações e prometeu lutar pela adesão da Turquia à UE. O anterior ministro para as Questões Europeias, o trabalhista Denis MacShane, começa por felicitar a notícia, nas páginas de The Guardian. “A adoção por David Cameron da diplomacia ‘turcófila’ de Tony Blair, hoje em Ancara, deve ser saudada”, escreve. E recorda os leitores de que o anterior primeiro-ministro britânico “instou sozinho o conselho europeu para que fosse marcada uma data de início para as negociações de adesão da Turquia à UE”.
Contudo, Cameron enfrenta “uma paisagem política europeia diferente”, com a Alemanha e a França, anteriormente a favor da iniciativa de Blair, agora extremamente hostis em relação à entrada da Turquia na União. MacShane salienta que “a decisão de Cameron de se afastar do principal grupo político de centro-direita, onde se inserem Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, bem como a maioria dos outros partidos no poder na UE, significa que a voz da Grã-Bretanha estará ausente do debate político central da UE sobre a Turquia”.

Tratamento desonesto e humilhante
A Turquia está também a deixar arrastar as suas oportunidades, defende ele. “Ainda ontem, o ministro turco do Comércio dizia que a Turquia irá ignorar, ou mesmo torpedear, as sanções da UE contra o Irão. É uma atitude útil da parte de Ancara para o processo de aproximação à UE?” E mantém-se também a eterna questão do Chipre: “A Turquia consegue transformar a pedra de Chipre que tem no sapato num cacto enfiado nas calças, ao recusar-se a considerar com alguma abertura interesses cipriotas legítimos”. Contudo, considera que há “grandes nações ‘turcófobas’ da UE por detrás dos Gregos e dos Cipriotas, a manobrar a questão cipriota”.
O deputado conservador britânico Daniel Hannan cumprimenta, no Daily Telegraph, o discurso de Cameron e fustiga a UE pelo “tratamento desonesto e humilhante” em relação ao populoso vizinho muçulmano. A integração turca, argumenta, é “estrategicamente importante: uma forma de apoiar e de amparar a principal democracia muçulmana, e, com sorte, de diluir o euro federalismo”.

Para quê ligar-se a uma economia em regressão?
As negociações começaram em Outubro de 2005, mas, entretanto, Bruxelas não fez senão “acenar com falsas promessas”. “Obrigou-os a adoptar reformas humilhantes, que foram desde o estatuto das minorias à história dos massacres arménios de 1915. Acusa-os de autoritarismo, quando cerceiam os símbolos da devoção islâmica, e repreende-os como fundamentalistas quando não o fazem.”
Mas “se eu fosse Turco”, escreve o deputado euro céptico, “seria contra a integração na UE. A Turquia é um país dinâmico com uma população jovem – em contraste marcado com a UE. A última coisa de que precisa é da semana de 48 horas, da Política Agrícola Comum, do euro e dos restantes instrumentos do corporativismo de Bruxelas. Para quê ligar-se a uma parte da economia mundial que está em regressão, quando se tem novos mercados promissores a leste?”

"Caminho bucólico" para Bruxelas
Um Frankfurter Allgemeine Zeitung cético pega na afirmação de Cameron de que a um país membro da aliança da NATO em luta no Afeganistão não deve ser pedido que "guarde o acampamento, sem que se possa sentar na tenda." Se a pertença à NATO é critério para a adesão à União, “a UE deve admitir também o Canadá – e os Estados Unidos, já agora. Ambos têm mais em comum com a Europa, e de um ponto de vista geográfico, a Turquia tem uma parte ínfima que é 'europeia’. Mas agora a sério: porque pensa Cameron – e com que verve – que consegue fazer esticar indefinidamente a UE sem perigo? A dissidência entre os Ingleses e Paris e Berlim é enorme – e esse elemento-chave não pode ser contornado”.
Escrevendo no diário de Istambul, o Zaman, Amanda Paul salienta que “a estrada tem estado até agora cheia de buracos”, significando que a Turquia está a percorrer o “caminho bucólico” em vez da “auto-estrada” para Bruxelas. ”Os principais Estados-membros até podem considerar a Turquia um parceiro de grande importância estratégica, mas, ao mesmo tempo, acham-na demasiado diferente. Aparentemente, a palavra de ordem da UE ‘força na diversidade’ não se aplica à Turquia”, graceja.

UE e Turquia numa montanha-russa
O discurso de Cameron terá algum efeito? “A Turquia pode pedir-lhe que prove que as suas palavras são mais do que um manifesto de intenções. Isto pode ser feito, por exemplo, pressionando-o na questão de Chipre.” Mas o problema está em que, mesmo com a melhor das boas vontades do mundo, num processo de “transformação maciça”, as percepções negativas da Turquia tenderão a prevalecer. “A percepção dominante da Turquia é de um lugar agradável para se ir de férias, mas nunca o tipo de país que quereríamos a participar no nosso clube.”
“A UE e a Turquia”, escreve ainda Amanda Paul, “andam numa montanha-russa. Tem havido muitos altos e baixos, e estão muitos mais para vir. Infelizmente, as montanhas-russas nunca saem do lugar, estão destinadas a continuar às voltas, com umas paragens aflitivas pelo meio. Pode ser esse o caso das relações Turquia-UE”.

(Fonte: Presseurop)

19 julho 2010

Justiça indicia 196 pessoas sob acusação de conspiração para derrubar governo

A justiça turca indiciou hoje 196 pessoas, incluindo militares no activo e aposentados, sob acusação de terem participado numa conspiração para derrubar o governo em 2003, noticiou hoje a imprensa turca.
Os suspeitos foram indiciados no âmbito de uma investigação iniciada há vários meses pela justiça turca que visa levar perante a justiça as pessoas envolvidas numa conspiração para derrubar o governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP) em 2003.
De acordo com a acusação, o objectivo da conspiração era promover uma série de acções violentas para criar o caos no país e assim abrir caminho para derrubar o governo, actualmente ocupado por um partido de raízes islâmicas moderadas.
Entre os 196 indiciados estão 30 militares no activo e na reserva. De acordo com a agência estatal de notícias Anatólia, ainda não foi fixada qualquer data para o início do julgamento.
Mais de duas dezenas de membros da poderosa hierarquia militar turca, dos quais 15 no activo, já tinham sido detidos em Fevereiro, em Istambul, depois de terem sido formalmente acusados de conspiração. A maioria foi, entretanto, libertada.
As detenções de militares, num país onde o exército se considera guardião da laicidade do regime, reacenderam as tensões entre os apoiantes do governo e os partidários da laicidade.
As primeiras informações sobre a alegada conspiração foram publicadas em Janeiro por um jornal turco. Altos responsáveis do exército turco negaram todas as informações e consideram estar a ser alvo de uma campanha de difamação.

(Fonte: Lusa)

18 julho 2010

Ciclismo na Turquia: Três medalhas para Portugal

Depois de ter conquistado a medalha de bronze na prova do contra-relógio, Nélson Oliveira alcançou a medalha de prata na prova de fundo para sub-23 dos campeonatos europeus de juniores, que terminaram este domingo em Ancara.
É a terceira medalha para Portugal nesta campanha turca, uma vez que Rafael Reis também tinha alcançado a medalha de bronze na prova de fundo para juniores, juntando-se então às duas alcançadas por Nélson Oliveira.
Na prova deste Domingo, o Português apenas foi batido pelo Polaco Pawel Gawronski. Quanto aos restantes representantes nacionais, Marco Coelho foi 25.º classificado, Domingos Gonçalves foi 51.º, Guilherme Lourenço 52.º e António Carvalho 78.º.

(Fonte: A Bola)

17 julho 2010

Voleibol: Turquia em 3.º lugar na Liga Europeia

A Turquia alcançou este Sábado o 3.º lugar da Liga Europeia de voleibol, ao vencer a Roménia na "negra", por 3-2, em encontro disputado em Guadalajara, em Espanha.
A formação turca, afastada nas meias-finais pela Espanha, que pelas 19:00 disputa a final com Portugal, venceu pelos parciais de 25-19, 22-25, 17-25, 25-16 e 15-13, numa partida emotiva e equilibrada.
Presença habitual na final four da Liga Europeia, a Turquia repetiu o 3.º posto alcançado em 2008, depois de nas edições de 2005 e 2006 ter falhado o pódio e terminado no 4.º posto.

(Fonte: Record)

Liga Europeia de Voleibol: Portugal venceu e a Turquia ficou em terceiro lugar

A Selecção Nacional de voleibol masculino venceu este Sábado a Liga Europeia, cuja "final four" se realizou em Guadalajara, Espanha.
Portugal bateu na final a selecção da casa em quatro "sets" por 3-1, com os parciais 23-25, 25-23, 25-18 e 25-21.
Os homens de Juan Díaz precisaram de 108 minutos para conquistar o troféu pela primeira vez na sua história, depois de um segundo lugar em 2007 e um terceiro em 2009, com ambas as fases finais a serem realizadas em Portugal.
No terceiro lugar, ficou a Turquia que bateu a Roménia por 3-2.
A Liga Europeia realiza-se no mesmo período da Liga Mundial e engloba todas as selecções do velho continente que não participam na primeira competição.

(Fonte: Mais Futebol)

14 julho 2010

Turquia apoia Portugal para o Conselho de Segurança da ONU

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia disse, esta quarta-feira, que apoia a candidatura portuguesa ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU).
"Tenho o prazer de declarar aqui que a Turquia vai apoiar a candidatura de Portugal ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. Vamos apoiar Portugal com todos os instrumentos", declarou Ahmet Davotoğlu, numa conferência de imprensa em Lisboa, em conjunto com o seu homólogo português, Luís Amado.
Portugal é candidato a um lugar não-permanente no Conselho de Segurança para o biénio 2011-2012. A eleição faz-se com dois terços (128) dos votos dos 192 países membros da ONU.

(Fonte: A Bola)

11 julho 2010

Voleibol: Portugal voltou a vencer a Turquia na Liga Europeia



A selecção portuguesa de voleibol encerrou hoje a fase de grupos da Liga Europeia com novo triunfo frente à Turquia, por 3-1, em jogo disputado na Póvoa de Varzim.
Portugal, que já estava apurado para a “final four” da Liga Europeia, a realizar no próximo fim-de-semana em Guadalajara, em Espanha, venceu os Turcos por 25-19, 22-25, 25-14 e 38-36.
A selecção portuguesa teve uma prestação irrepreensível na qualificação para a fase final, em que venceu o Grupo B, somando 11 trunfos e apenas uma derrota, frente à Grécia, com apenas 11 “sets” perdidos.
A “final four” da Liga Europeia decorre no próximo fim-de-semana em Guadalajara, com as selecções de Portugal (vencedora do Grupo B), Espanha (anfitrião e vencedor do Grupo A), Roménia (2.º do A) e Turquia (2.º do B).
Portugal já participou por duas vezes na final four da Liga Europeia, na qualidade de anfitrião, tendo alcançado o segundo lugar em 2007 e o terceiro em 2009.
A edição deste ano da Liga Europeia apresenta como novidade o facto de abrir a hipótese ao vencedor de disputar o acesso à Liga Mundial de 2011, sob a forma de um “play off” intercontinental de qualificação.

(Fonte: Público)

10 julho 2010

Voleibol: Portugal venceu a Turquia por 3-0



A Selecção Nacional de Voleibol venceu esta tarde a congénere da Turquia por 3-0, no jogo inaugural da última ronda do grupo B da Liga Europeia da modalidade.
Numa partida disputada no Pavilhão Municipal da Póvoa de Varzim, a selecção portuguesa obteve uma vitória fácil, solidificando o primeiro lugar do grupo, que já tinha dado acesso à "final four" da competição, a ser disputada em Guadalajara (Espanha), entre 16 e 17 de Julho.
Portugal entrou com confiança na partida e, desde cedo, começou a construir uma vantagem confortável, muito graças a uma acertada colocação de jogo no campo do adversário.
Valdir Sequeira, responsável por seis pontos da equipa lusa, contribuiu para a vitória da equipa nacional no primeiro set por 25-17.
O segundo parcial já foi pautado por maior equilíbrio, graças a alguma desconcentração de equipa das quinas que perdeu muitos pontos.
Os Turcos mantiveram sempre próxima a marcha do marcador, acabando o set por ser decidido apenas na fase final, quando os Lusos forçaram o ritmo e venceram por 25-23.
O poderio da formação portuguesa foi, no entanto, evidente no terceiro e último parcial, altura em que a Turquia quebrou por completo, permitindo que os Portugueses vencessem o parcial por um esclarecedor 25-09.

Este Domingo, as duas equipas voltam defrontar-se na Póvoa de Varzim, numa partida agendada para as 16 horas.

(Fonte: JN)

Voleibol: Portugal e Turquia jogam Sábado e Domingo na Póvoa de Varzim

Juan Diaz, treinador da Selecção Nacional de Voleibol, convocou 12 atletas para o duplo embate com a Turquia a contar para a derradeira jornada do Grupo B da Liga Europeia.
Em relação ao grupo que defrontou a Grécia na última jornada, saem Frederico Siqueira e Carlos Libório e entram Marcel Gil e Flávio Cruz.
Portugal e Turquia defrontam-se Sábado e Domingo no Pavilhão Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim, estando os jogos marcados para as 16 horas.
Ambas as equipas já garantiram a presença na Final Four que vai decorrer nos dias 16 e 17 de Julho em Guadalajara, Espanha, para a qual também já estão apuradas Espanha e Roménia, primeiros classificados do Grupo A.

Eis a lista de convocados: Flávio Cruz (Sp. Espinho), Carlos Fidalgo (Benfica), Manuel Silva (AJF Bastardo), Rui Santos (AJF Bastardo), Marcel Gil (SC Caldas), João José (Friedrichshafen/ALE), Carlos Teixeira (Poitiers/FRA), João Malveiro (C. Maia), Marco Ferreira (Machico), André Lopes (Noliko Maaseik/BEL), Tiago Violas (Esmoriz) e Valdir Sequeira (Piacenza/ITA).

(Fonte: A Bola)

21 junho 2010

Inquérito israelita detecta "erros graves" no ataque à frota turca

O inquérito realizado pela Marinha israelita sobre o ataque, a 31 de Maio, de Telavive contra a comitiva humanitária Frota da Liberdade identificou "falhas sérias no procedimento da estratégia dos comandos israelitas", em concreto por parte dos serviços de inteligência militar.
A investigação interna concluiu que a unidade que procedeu à abordagem da frota estava "mal preparada", por não estar suficientemente informada, culminando, por isso, em erros adicionais no uso da força aquando da abordagem à embarcação com bandeira turca.
Apesar de reconhecer o abuso na intervenção, Israel salvaguardou os soldados envolvidos no ataque dizendo, no mesmo documento, que "se limitaram a responder de acordo com as circunstâncias do momento". Continuam, no entanto, por apurar as tais circunstâncias e a alegada necessidade de resposta - que deixa antever que poderá ter havido uma primeira investida por parte do barco turco.
Após uma semana de interrogatórios, os soldados israelitas admitiram ter recebido "informação falsa" que alertava para um eventual ataque por parte dos tripulantes da frota humanitária. "O principal problema assentou na falha de informação estratégica. Estávamos ali preparados para enfrentar agitadores violentos", confirmou ao Haaretz um dos homens envolvidos no ataque.
Telavive deu a mão à palmatória e admitiu que "a abordagem do barco turco só devia ter acontecido depois de uma tentativa de contenção dos activistas com jactos de água e granadas de fumo".
No mesmo dia em que anunciou ao mundo a abertura de um inquérito interno para apurar a verdade dos factos que envolveram ao ataque, o primeiro-ministro israelita garantia ao mundo que "o objectivo do governo passava por provar a todos que a acção dos soldados foi apropriada e seguiu todas as normas internacionais", e prometeu "responsabilidade e total transparência" ao longo de toda a investigação.
Depois de divulgado o relatório, os EUA felicitaram Telavive por ter dado um passo em frente na conclusão do processo, mas Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, mantém--se firme e insiste numa segunda investigação internacional, desta vez liderada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas - depois de o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, ter lamentado publicamente a autoria da investigação por "uma comissão própria, que pode ter resultados tendenciosos e favoráveis a Israel".
Telavive recusou o pedido, mas para evitar mais conflitos cedeu no bloqueio à Faixa de Gaza, aprovando na semana passada uma directiva que autoriza o envio de, pelo menos, carregamentos de ajuda humanitária para o território - mantendo, no entanto, os limites de circulação de pessoas e mercadorias.

(Fonte: Jornal i)