(Fonte: Público)
28 fevereiro 2009
Universidade do Porto acolhe 43 estudantes turcos
(Fonte: Público)
27 fevereiro 2009
Falar Curdo no Parlamento turco
Foram reveladas as nacionalidades das vítimas mortais do acidente aéreo com o avião da Turkish Airlines
O voo TK-1951 que partiu de Istambul, despenhou-se num campo lamacento localizado a cerca de 1,5 quilómetros da auto-estrada A9 no aeroporto de Schiphol na quarta-feira de manhã.
Foram reveladas ontem as nacionalidades das vítimas mortais pelas autoridades holandesas. São cinco cidadãos de nacionalidade turca e quatro de nacionalidade americana, sendo que já se sabia que os três pilotos de nacionalidade turca tinham perdido a vida. O presidente da câmara de Haarlemmermeer, Theo Weterings, disse ainda que os nomes das vítimas não serão revelados até os corpos serem totalmente identificados.
Segundo a Agência de notícias Anatolia, dois americanos que trabalham para a Boeing, estão entre os mortos. Tinha sido anteriormente avançado que quatro americanos que trabalhavam para a Boing estavam a bordo do avião. O avião transportava 135 pessoas e não 134 como tinha sido inicialmente avançado, disse também Weterings.
O avião transportava 51 cidadãos turcos, sete americanos, quatro iranianos, dois sírios e um de cada uma das seguintes nacionalidades: alemã, búlgara, finlandesa, italiana, tailandesa e sudanesa. Falta ainda determinar a nacionalidade de dois dos passageiros.
Entretanto, Pieter van Vollenhoven, o chefe das investigações, referiu que o Boeing 737-800 terá caído do céu, o que pode indiciar uma paragem total dos motores. Acrescentou que as análises às caixas negras do avião que estão a decorrer em Paris, deverão estar terminadas hoje mas só serão apresentadas conclusões preliminares na próxima semana. "Esperamos ter conclusões o mais breve possível," disse, acrescentando que as gravações das caixas negras são de alta qualidade.
Sobreviventes disseram que o barulho do motor parece ter parado, e que depois o avião simplesmente caiu sem força. A cauda do avião terá batido primeiro no solo. Testemunhas no solo disseram que o avião caiu cerca de 90 metros.
Gestão após desastre aéreo motiva fortes críticas
O Governo turco e a companhia aérea Turkish Airlines estão a ser alvo de severas críticas pela forma como responderam ao acidente do Boeing 737 no aeroporto de Schiphol, Amesterdão, que resultou em nove mortos e 80 feridos, e também devido ao facto de o avião ter um historial recente de problemas técnicos.
Algumas das críticas ao Ministério dos Transportes de Ancara e à companhia pública turca prendem-se com o facto de ter sido anunciado apressadamente que as 134 pessoas a bordo (127 passageiros e sete tripulantes) tinham sobrevivido. Informação tornada pública, sublinhe-se, quando os socorristas holandeses ainda procediam às operações de resgate.
Por outro lado, o avião teve, por duas vezes, problemas técnicos na semana passada: o primeiro aconteceu no dia 18 e na segunda-feira passada registou-se nova avaria, reparada no próprio dia mas que forçou os pilotos a suspenderem o voo.
O avião, que fazia a ligação entre Istambul e Amesterdão, despenhou-se na quarta-feira a poucos quilómetros do aeroporto, mas, miraculosamente, 125 pessoas foram retiradas dos destroços com vida.
(Fonte: Correio da Manhã)
26 fevereiro 2009
Foram detectadas falhas técnicas no avião da Turkish Airlines uma semana antes do acidente
A companhia aérea pediu ainda à imprensa para evitar comentários que possam desencadear mal-entendidos na opinião pública.
Durão Barroso envia condolências a Gül
Discutem-se as causas possíveis do acidente com o avião da Turkish Airlines
O acidente matou pelo menos nove pessoas e feriu 84. O avião, um Boeing 737-800 era operado pela principal companhia aérea turca e despenhou-se num campo perto do aeroporto de Amesterdão, partindo-se em três partes.
Os dados do voo e as gravações, recuperados no dia do acidente, serão a chave para determinar as causas do acidente com um tipo de avião que possui um bom registo de segurança, operado por uma companhia aérea igualmente com um bom registo de segurança, e que aconteceu num dos mais modernos aeroportos do mundo.
Este é o quarto acidente de aviação mais grave desde Agosto de 2008, quando um MD-80 da Spanair se despenhou quando levantava voo em Madrid. Os restantes aconteceram no rio Hudson, que teve um final feliz, e em Nova Iorque (Buffalo), a 12 de Fevereiro, com o voo fatal da Continental Airlines.
O facto do avião da Turkish Airlines não se ter incendiado levou alguns peritos a questionarem a quantidade de combustível presente no avião.
Estes são os principais cenários admitidos como causas do acidente que circulam na Turquia:
1) Vórtex ou vórtice: Um Boeing 777, operado pela KLM, estava parado mesmo à frente do avião acidentado da Turkish Airlines. Peritos dizem que o vórtex que o Boeing 777 criou, pode ter interferido na aterragem do avião da Turkish Airlines. Até agora aconteceram 54 acidentes causados por vórtex.
2) Falha no motor: Alguns passageiros disseram que viram fumo a sair do motor localizado no lado esquerdo. Embora ainda não tenha sido confirmado, os media sugerem que o avião solicitou uma aterragem de emergência. Fotos do acidente mostram um dos motores no chão, relativamente longe do avião, mas não está ainda claro se o motor caiu antes ou depois do acidente.
3) Perda de velocidade: O avião pode ter perdido inesperadamente velocidade de voo durante a sua aproximação à pista. São inúmeras as causas possíveis, segundo os peritos, entre as quais a perda de força do motor por falta de combustível, gelo, choque com pássaros ou problemas de controlo.
4) Ventos cruzados, ou seja, a diferença entre a velocidade e a direcção do vento na atmosfera numa relativa pequena distância. É apontada como uma causa possível para o acidente.
25 fevereiro 2009
Acidente com avião da Turkish Airlines em Amesterdão causa 9 mortos e 84 feridos
Estas informações foram avançadas há cerca de uma hora numa conferência de imprensa que teve lugar no aeroporto Schiphol.
O Boeing 737-800 aterrou às 09.31 GMT num terreno localizado a cerca de 1,5 quilómetros da movimentada auto-estrada A9 e partiu-se em três partes. Ambulâncias e bombeiros dirigiram-se imediatamente para o local da ocorrência. De acordo com testemunhas, foram de imediato encontrados corpos.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros turco informou que viajavam no avião sinistrado cerca de 56 estrangeiros e 78 cidadãos turcos. O avião partiu de Istambul às 08.22 am (06.22 GMT) em direcção a Amesterdão.
A Turkish Airlines disponibilizou um voo especial para Schiphol com familiares dos passageiros do avião sinistrado que deverá chegar às 17.10 GMT.
Ainda não foram determinadas as causas do acidente, mas algumas testemunhas afirmam ter visto os motores do avião a cairem, seguindo-se a queda do avião que se partiu em três partes. Os motores foram encontrados a cerca de 100 metros dos destroços do avião. Não foi vislumbrado qualquer fumo ou fogo. Foi também avançado que a causa do acidente poderá estar relacionada com insuficiente combustível para a realização da aterragem.
O acidente desta manhã foi o pior em Schiphol desde que um avião de carga da El Al embateu contra blocos de apartamentos num subúrbio de Amesterdão em Outubro de 1992 matando 43 pessoas.
17 fevereiro 2009
Obama telefonou aos dirigentes turcos
Obama e os líderes turcos falaram sobre o Iraque, sobre a necessidade de trabalharem juntos para conseguir a paz no Oriente Médio, e ainda sobre a revisão da estratégia americana no Afeganistão e Paquistão, segundo o comunicado.
"O presidente (Obama) destacou a importância da aliança entre os Estados Unidos e a Turquia, e afirmou que está impaciente para começar a trabalhar com o presidente Gül e o primeiro-ministro Erdoğan numa ampla agenda de interesses mútuos", indicou a Casa Branca.
"O presidente expressou o seu desejo de reforçar as relações turco-americanas e de trabalhar lado a lado de forma eficaz no seio da NATO", acrescentou a nota.
O telefonema de Obama acontece depois de uma visita do presidente turco a Moscovo, com o objectivo de reaproximar os laços do seu país com a Rússia, apesar das rivalidades históricas entre ambos.
15 fevereiro 2009
Polícia turca detém dezenas de manifestantes em protestos pró-curdos
As autoridades usaram canhões de água e gás lacrimogéneo para dispersar as mais de duas mil e quinhentas pessoas que se juntaram em frente à sede do Partido da Sociedade Democrática (DTP), a única formação política curda legalizada.
Os protestos foram convocados para marcar o décimo aniversário da captura do líder separatista Abdullah Ocalan. O fundador do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) foi capturado em 1999 e condenado a prisão prepétua por “separatismo”.
O Partido da Sociedade Democrática (DTP), a primeira formaçao pró-curda a entrar no parlamento turco em mais de uma década, enfrenta uma proibição do tribunal por estar alegadamente ligado ao PKK, considerado um grupo terrorista pela União Europeia, Turquia e Estados Unidos.
(Fonte: Euronews)
12 fevereiro 2009
Turquia preparada para aderir à UE até 2013
"Estamos plenamente determinados a entrar na União Europeia. Até 2013, a Turquia vai declarar-se pronta mas não sabemos se, por seu lado, a UE estará preparada", declarou o chefe da diplomacia turca à imprensa.
"Não estamos extremamente apressados", acrescentou, durante uma visita oficial à Letónia, país báltico membro da UE desde 2004. "Em dois ou três anos, a Turquia será diferente do que é agora", prosseguiu o ministro.
Ancara iniciou em Outubro de 2005 as negociações de adesão à UE, mas apenas dez dos 35 capítulos temáticos que conformam essas discussões foram abertos. Vários Estados membros, entre os quais a França, são hostis a uma plena adesão da Turquia.
Oito capítulos estão congelados desde Dezembro de 2006 devido à recusa turca de abrir portos e aeroportos aos navios e aviões da República de Chipre, que Ancara não reconhece e que é membro da UE.
01 fevereiro 2009
Abbas inicia em Paris viagem à UE e Turquia
No âmbito desta viagem, Mahmud Abbas não se deslocará, como previsto inicialmente, à República Checa, país que preside à UE, e esta foi adiada para data ainda não definida porque o líder palestiniano decidiu deslocar-se ao Egipto, hoje, para debater os esforços do Cairo com vista à consolidação do cessar-fogo em Gaza depois da ofensiva israelita, referiu o porta-voz de Abbas, Nabil Abu Rudeina.
Segundo a mesma fonte, Abbas partirá, amanhã, do Cairo para Paris, onde se encontrará com o Presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Na terça-feira, Abbas vai a Estrasburgo, onde deverá proferir um discurso no Parlamento Europeu.
Durante a estada nos países europeus, Abbas também irá ao Reino Unido (dia 5), à Polónia (7) e a Itália (9).
Além dos países da UE, Abbbas irá, no dia 6, à Turquia, cujo primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, abandonou bruscamente, na quinta-feira, um debate sobre o conflito de Gaza depois de uma azeda troca de palavras com o Presidente israelita, Shimon Peres, no Fórum de Davos, na Suíça.
Segundo Abu Rudeina, Abbas vai debater durante esta viagem "meios para consolidar o cessar-fogo em Gaza e os esforços para a reconstrução". (Fonte: Lusa)
31 janeiro 2009
Turquia: Meira titular na vitória do Galatasaray
A formação do internacional português é terceira classificada, com menos dois pontos que os líderes Sivasspor e Trabzonspor. Os primeiros empataram a zero com o Kayserispor e os segundos venceram na capital o Ankaraspor por 2-0.
Israel e Turquia desvalorizam discussão entre Erdoğan e Peres
Em Istambul, milhares de pessoas saudaram Erdoğan como um herói por ter criticado a ofensiva em Gaza e ter confrontado Peres com a acusação de, “no que toca a matar, [Israel] sabe bem como matar”. O município decorou a rua em frente à residência do chefe do Governo com cravos vermelhos e prolongou o horário de funcionamento do metropolitano, com serviço gratuito para os que se deslocassem ao aeroporto.
Numa conferência de imprensa, à chegada, Erdoğan deu a sua versão do incidente: “O meu discurso durou 15 minutos. Quando chegou a vez do senhor Peres, ele falou durante 23 minutos, sem qualquer aviso ou advertência. Enquanto falava, usou termos insultuosos, inaceitáveis. (...) Eu disse que não levantava a minha voz, mas tinha de responder às críticas. ” Confessou ainda que ficou profundamente irritado com o modo como o jornalista americano David Ignatius moderou o debate, não o deixando responder ao longo monólogo de Peres durante o qual, apontando um dedo ao líder turco, o interpelou: “O que faria se caíssem todas as noites 100 ‘rockets’ em Istambul?”
Para Yavuz Baydar, do influente jornal “Today’s Zaman”, a recepção a Erdoğan explica-se pela “frustração de grande parte da população turca com o que considera ser ‘a barbárie’ das forças armadas israelitas contra os civis de Gaza”. Muitos não compreendem também “as posições cépticas do Egipto e da Arábia Saudita em relação ao Hamas, por isso, Erdoğan ajudou a exprimir os sentimentos populares, apresentando-se como um líder capaz de ‘dar uma dura lição ao intransigente Israel’. Os Turcos gostam de ser duros e terão visto elementos de justiça naquele jogo de gritos” em Davos, acrescentou Baydar, em declarações ao PÚBLICO, por “e-mail”.
Não estará a ira de Erdoğan relacionada com as eleições locais de 29 de Março? “Naturalmente”, responde Baydar. “Ele é um mestre da retórica que sabe cativar a multidão. É óbvio que viu aqui uma oportunidade de chamar eleitores para o seu partido [AKP]. É realista dizer que já assegurou outra vitória – ou que, pelo menos, salvou a sua popularidade”.
No entanto, alertou o analista, “se ganhou em casa, não se sabe ainda se a sua escolha de palavras na discussão com Peres caiu bem na Europa e na América [onde o lobby judeu tem convencido o Congresso a não aprovar uma lei do genocídio arménio e apoiado a luta turca contra os separatistas curdos do PKK]. Ao aperceber-se dos riscos, [Erdoğan] apressou-se a enfatizar que não era anti-semita nem incitou ao ódio com base na religião.”
Shimon Peres telefonou a Erdoğan para se explicar, e ambos concordaram que “não há nenhum conflito entre Israel e a Turquia.” Baydar também crê que “os danos não foram assim tão grandes que não possam ser reparados”. Porque “Israelitas e Turcos precisam uns dos outros numa região instável e sob ameaça. São as únicas democracias no bairro, e a cooperação militar é importante para ambos.” Reconhece, por outro lado, que os dez mil membros da comunidade judaica, em Istambul e em Izmir, se sentem “muito mal”.
“Há um grande medo na comunidade”, constatou Baydar. “Alguns receberam ameaças de morte, a imprensa tem dado conta de manifestações de anti-semitismo e de casos em que os guardas de sinagogas têm sido rudes com os judeus que ali vão rezar. O anti-semitismo é um problema na Turquia desde há muito tempo. Devido ao horror em Gaza, os judeus aqui têm-se mostrado muito mais prudentes e silenciosos.”
A Turquia tem servido de ponte nas negociações indirectas Israel-Síria, e o Presidente Abdullah Gül (não Erdoğan) tem procurado “renovar” o Hamas, tentando convencê-lo a transformar-se numa força política e a reconhecer o Estado judaico. No entanto “a última discussão emotiva [com Peres] sugere que o país ainda não tem maturidade suficiente” para ser mediador, diz Baydar. (Fonte: Público)
30 janeiro 2009
Peres: Discussão em Davos não afecta relação com Turquia
"Não queremos um conflito com a Turquia. O nosso conflito é com os palestinianos", disse Peres aos jornalistas na estância alpina, acrescentando que conversou por telefone com Erdoğan depois do incidente.
"Não vejo este facto como um problema pessoal ou nacional. As relações podem permanecer como estão. O meu respeito [por Erdoğan] não mudou. Foi uma troca de opiniões, e opiniões são opiniões", disse.
Ao deixar o evento, Erdoğan disse que nunca mais voltaria ao Fórum de Davos, pois não teve liberdade para responder aos argumentos de Peres sobre a recente ofensiva de Israel contra o Hamas, que matou 1.300 palestinianos, mais de metade dos quais civis.
Peres diz que precisou de falar de forma incisiva na quinta-feira por causa do quadro "feio" pintado por outros oradores a respeito de Israel. "Foi simplesmente uma representação distorcida da natureza de Israel", afirmou.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e o secretário-geral da Liga Árabe, Amr Moussa, estavam entre os participantes do evento de quinta-feira.
Presidência de Israel nega ter pedido desculpa a Erdoğan
Segundo a agência turca Anatólia, Peres pediu desculpa ao chefe do governo turco, que abandonou um debate sobre o conflito em Gaza depois de uma intervenção do presidente israelita, em Davos, na Suíça.
"Esta alegação não tem o mínimo fundamento", declarou a porta-voz da presidência israelita, Ayelat Frish.
Em contrapartida, Frish afirmou que Peres tinha telefonado a Erdoğan, e adiantou que os dois dirigentes tinham tido uma "conversa amigável". Durante "esta conversa, o primeiro-ministro turco sublinhou que o seu gesto não visava Peres mas o presidente da sessão", que lhe tinha cortado a palavra, precisou a porta-voz.
O primeiro-ministro turco ficou furioso durante um debate público no Fórum económico mundial de Davos, e abandonou o local acusando os organizadores de o impedirem de falar depois de uma longa intervenção de Shimon Peres. Erdoğan desejava responder a Peres, que estava sentado ao seu lado, sobre a intervenção israelita em Gaza, mas o jornalista que mediava o encontro interrompeu-o com insistência, para lhe comunicar que o debate estava terminado. Quando abandonou a sala, Erdoğan criticou em frente dos jornalistas o tom empregado pelo presidente israelita. "Peres não se dirige a um chefe de uma tribo. Deve aprender como falar a um primeiro-ministro da República da Turquia", afirmou Erdoğan, citado pela Anatólia.
Erdoğan, que dirige uma formação resultante de um movimento islamita, criticou quase diariamente a ofensiva de 22 dias de Israel na Faixa de Gaza, a ponto de ser acusado por parte da imprensa e da oposição turcas de defender o movimento islamita Hamas, considerado uma organização terrorista pelo Ocidente.



