09 outubro 2007

Abdullah II destaca "papel estratégico" da Turquia no Médio Oriente

O rei Abdullah II da Jordânia destacou hoje o "papel estratégico" da Turquia para resolver os problemas do Médio Oriente, em reunião com o ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Ali Babacan.
O monarca ressaltou "o papel estratégico da Turquia para tratar os assuntos do Médio Oriente, assim como para fomentar a estabilidade e a segurança na região". O rei elogiou os esforços da Turquia para aproximar Israelitas e Palestinianos, a fim de estimular o processo de paz.
Babacan, que realiza uma viagem pela região que já o levou à Síria e Israel, debateu com o rei Abdullah e com o primeiro-ministro da Jordânia, Marouf Bakhit, "meios para apoiar os contínuos esforços internacionais e regionais para assegurar o êxito da conferência para o Médio Oriente". Durante a reunião, o monarca insistiu na necessidade de que a cúpula, prevista para Novembro em Maryland (EUA), represente um "avanço real e tangível" no processo de paz, que deve incluir o reconhecimento dos direitos legítimos e a criação de um Estado palestiniano. O rei pediu aos países vizinhos do Iraque para ajudarem o Governo e o povo iraquiano "a acabar com a violência no país". Babacan expressou ao rei Abdullah a vontade do presidente turco, Abdullah Gül, de estreitar os laços económicos bilaterais com medidas como a assinatura de um acordo para a criação de uma área de livre-comércio entre os dois países.

(Fonte: Efe)

A Turquia chora a morte dos 15 jovens soldados





PKK matou 15 soldados turcos em 48 horas


Os separatistas curdos mataram 15 soldados turcos em 48 horas no leste e sudeste da Turquia, o balanço mais elevado desde 1995. O governo turco reuniu-se para discutir um reforço do dispositivo contra o ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Treze soldados morreram no Domingo num ataque perpetrado pelos rebeldes contra uma unidade em missão na província de Şirnak, na fronteira com o Iraque.
O Exército informou que foi lançada uma operação para encontrar os terroristas em território turco e dirigiram disparos "contra pontos de passagem fora do país", ou seja, o Iraque, onde os membros do PKK se infiltram a partir das suas bases no Curdistão iraquiano.
Este é o saldo mais elevado de vítimas sofrido pelo exército turco em 12 anos, já que, em Junho de 1995, um ataque custou a vida de 15 militares em Şemdinli, na fronteira entre o Irão e o Iraque.
No Sábado outro soldado morreu em confrontos com o PKK em Başkale (leste), também na fronteira com o Irão. A explosão de uma mina na passagem de uma patrulha militar na madrugada desta segunda-feira em Lice, na província de Diyarbakır, elevou o saldo de mortos para 15.
O PKK tem intensificado os seus ataques desde o início deste ano.

(Fonte: AFP)

05 outubro 2007

Pena de prisão de cerca de 19 anos para o assassino do padre católico italiano

O Supremo Tribunal condenou ontem a 18 anos e 10 meses de prisão, o adolescente que matou a tiro o padre católico italiano Andrea Santoro, enquanto este rezava numa igreja em Trabzon, na região do Mar Negro, em Fevereiro de 2006.
Há cerca de um ano, o jovem foi considerado culpado de assassínio premeditado, posse ilegal de arma de fogo e de perigo para a segurança pública, mas a sua família recorreu da sentença. Ontem, o tribunal confirmou a sentença.
Testemunhas dizem que o jovem, na altura com 16 anos, gritou “Deus é grande” ("Allahu Akbar") antes de atirar contra o padre.
O governo turco condenou fortemente o ataque, que coincidiu com o aumento da tensão religiosa em todo o mundo após a publicação de uma caricatura de Maomé num jornal dinamarquês.
O Papa Bento XVI, que visitou a Turquia em Novembro passado, prestou uma homenagem ao padre Santoro durante uma missa no Vaticano.
Alguns políticos da UE, disseram que este caso demonstrou que a Turquia deve fazer mais para proteger os padres cristãos e os missionários no país.
Em Abril deste ano três pessoas foram degoladas numa editora de Bíblias em Malatya. O julgamento ainda está a decorrer.
Na passada quarta-feira, dirigindo-se ao Conselho da Europa em Estrasburgo, o Presidente Abdullah Gül disse que os cristãos podiam praticar a sua fé livremente e com segurança na Turquia. Questionado pelos deputados sobre os ataques aos cristãos no país, Gül disse: “Não existem ataques contra cristãos na Turquia, mas sim crimes políticos, e um deles foi contra um padre cristão. O assassino foi capturado e está a ser julgado por tribunais independentes.”

03 outubro 2007

Presidente turco apresenta ao Conselho da Europa uma Turquia "eurocompatível"


O Presidente turco, Abdullah Gül, apresentou hoje, em Estrasburgo, ao Conselho da Europa, uma nova Turquia "eurocompatível", onde decorrem reformas e os direitos do homem são já direitos de cidadania.
"A Turquia aproxima-se da União Europeia na perspectiva da adesão, o país muda realmente e eu próprio e o meu partido estamos na primeira fila", reiterou o chefe de Estado turco perante a Assembleia Parlamentar (APCE) da organização pan-europeia. "As reformas em matéria dos direitos do homem na Turquia foram largamente aplaudidas na Europa e até no Médio Oriente", assegurou o Presidente, insistindo na "tolerância zero" em relação à tortura e aos maus-tratos, pelos quais a Turquia é regularmente condenada no Tribunal dos Direitos do Homem em Estrasburgo. Quando um parlamentar dinamarquês evocou atentados à liberdade de expressão, Gül declarou que "todas as formas de discriminação foram banidas", insistindo na igualdade de sexos e no direito de reunião e associação. O Presidente turco abordou também as reformas no sector económico e financeiro, antes de sublinhar o "florescimento da vida cultural e artística" no seu país. O presidente da assembleia parlamentar, René van der Linden, acolheu o seu convidado, declarando que a "UE deve manter a sua promessa". "O caminho será longo mas as negociações devem prosseguir com vista a uma adesão, porque se trata de um país europeu e um dos primeiros Estados a aderir ao Conselho da Europa", acrescentou.
Portugal, que exerce a presidência semestral da UE, já advertiu que não tenciona organizar um grande debate sobre a entrada da Turquia na União, mesmo que o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, queira discutir o assunto na Cimeira europeia de Dezembro. "A França tem todo o direito de querer levantar a questão do alargamento e da Turquia, mas a presidência e os outros Estados membros também têm direito aos seus pontos de vista", declarou recentemente o secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Manuel Lobo Antunes. "Toda a gente sabe que a questão do alargamento é mais uma questão política do que geográfica e que não será fácil chegar a uma conclusão absolutamente nítida, absolutamente clara", explicou o governante português ao apresentar, em Julho, as prioridades da Presidência portuguesa em Bruxelas. Portugal apoia a adesão da Turquia quando este país preencher "todas as condições", mas entende que de momento se deve concentrar nas prioridades que pretende alcançar na sua presidência da UE. O presidente francês, que considera que a Turquia não tem lugar na União Europeia porque se situa na Ásia menor, indicou que queria debater as fronteiras da UE e o alargamento na Cimeira europeia de Dezembro, em Lisboa. Se este debate tiver lugar corre-se o risco de se assistir a uma grande divisão entre os 27. O Reino Unido, Espanha, Suécia e Portugal são apoiantes da adesão turca, considerando que este país muçulmano fronteiriço com o Iraque é um aliado estratégico da UE. Outros, como a Áustria ou Chipre, opõem-se à sua adesão, como Sarkozy. Em Outubro de 2005, os 27 abriram oficialmente negociações com Ancara com vista à sua adesão, organizadas em 35 capítulos temáticos. Mas a abertura desses capítulos processa-se a um rítmo muito lento, e mesmo os mais optimistas não acreditam que este país possa aderir à UE antes de 10 ou 15 anos.

(Fonte: Público)

Explosões em Izmir mataram uma pessoa e feriram outras cinco


Duas explosões na cidade de Izmir, a terceira maior cidade da Turquia, provocaram ontem a morte a uma pessoa e feriram gravemente outras cinco, causando muito pânico na cidade.
A primeira explosão, ocorreu às 7.50 horas locais, em Sirinyer, e feriu duas pessoas. Um trabalhador municipal que efectuava limpezas de rotina, perdeu um braço e uma perna. A segunda explosão aconteceu no mesmo local a cerca de 100 metros da primeira, com um intervalo de três horas, e provocou a morte de uma pessoa e ferimentos graves em outras três. A polícia acredita tratar-se de um atentado perpetrado pelo ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Após os atentados, cerca de 100 pessoas manifestaram-se no local gritando palavras de ordem contra o PKK.

30 setembro 2007

Dragões chegam amanhã a Istambul


O Futebol Clube do Porto parte esta segunda-feira para Istambul, onde vai disputar, frente ao Beşiktaş, a 2ª jornada da fase de grupos da UEFA Champions League.
O voo de saída dos Dragões está marcado para as 14.30 horas (hora portuguesa), no
Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e a chegada à Turquia prevista para as 20.45 horas (hora local – mais duas horas do que em Portugal) do mesmo dia.
Já instalados na maior cidade da Turquia, os bicampeões de Portugal realizam a conferência de imprensa de antevisão do jogo às 18.30 horas (hora local) de terça-feira, no Estádio do Beşiktaş (BJK Inönü Stadi), com a presença de Jesualdo Ferreira e de um jogador do plantel azul e branco.
O treino de adaptação ao relvado do estádio da formação turca, cujos 15 minutos iniciais serão abertos à comunicação social, está marcado para as 19.00 horas (hora local). O desafio entre Beşiktaş e F.C. Porto terá início às 19.45 horas (hora portuguesa) de quarta-feira.

Encontra aqui o site oficial do Beşiktaş.

(Fonte: Site oficial do F.C Porto)

Rebeldes curdos mataram 12 passageiros de um autocarro no sudeste da Turquia

Um grupo de rebeldes curdos matou ontem 12 pessoas durante um tiroteio contra um pequeno autocarro de passageiros, na província de Şırnak, no sudeste da Turquia.
O veículo foi alvo de uma emboscada, cerca das 17 horas locais, de um grupo armado que abriu fogo e causou a morte a 12 pessoas (cinco civis e sete militares) e ferimentos ligeiros a outras duas.
A maioria dos ocupantes pertencia à mesma família, e entre os mortos encontram-se três crianças. Vários mortos pertenciam à Guarda Rural, um grupo paramilitar formado por Curdos e usado pelo Estado turco para lutar contra o ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
Apesar do atentado ainda não ter sido reivindicado, uma cadeia de televisão turca aponta a autoria do incidente aos separatistas curdos do PKK como uma resposta ao pacto alcançado sexta-feira entre Ancara e Bagdad, que permitirá a extradição de militantes do PKK para a Turquia.
Şırnak, província fronteiriça com o Iraque, é frequentemente palco de atentados do PKK, que Ancara acusa de se infiltrar em solo turco a partir dos seus refúgios nas montanhas do norte do Iraque.
O exército turco lançou uma grande operação para capturar os autores deste ataque.
O PKK levantou as armas em 1984 para reclamar a independência dos 12 milhões de curdos que vivem na Turquia, e desde então os seus confrontos com as forças de segurança turcas provocaram mais de 35 mil mortos.

27 setembro 2007

Ministro turco da Agricultura visitou a Associação de Amizade Luso-turca no Porto


No âmbito da Presidência Portuguesa da União Europeia, realizou-se no Porto um encontro informal dos ministros da Agricultura dos 27, entre os dias 16 e 18 de Setembro. O ministro turco da Agricultura, Mehdi Eker, esteve presente e aproveitou a ocasião para visitar as instalações da Associação de Amizade Luso-turca, no Porto.

26 setembro 2007

Gilberto Madaíl está na Turquia

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, está desde esta quarta-feira na Turquia, a fim de marcar presença na reunião do Comité Executivo da UEFA.
Em cima da mesa estará o licenciamento dos clubes para as provas organizadas pelo organismo e a tomada de decisão quanto ao parceiro de solidariedade do Euro-2008, a realizar na Áustria e na Suíça.
Também será discutido onde decorrerão os congressos do organismo em 2009 e 2010.

(Fonte: A Bola)

21 setembro 2007

Sarkozy diz que não há lugar para a Turquia na UE


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse ontem não acreditar que "haja lugar para a Turquia na União Europeia", mas expressou o desejo de que este país possa ser um "verdadeiro parceiro" da UE.
"Não acredito que haja lugar para a Turquia na Europa, por um motivo bem simples: trata-se de um país asiático", declarou Sarkozy em entrevista concedida às redes de televisão francesas TF1 e France 2.
"O que desejo propor à Turquia é uma verdadeira parceria com a Europa, mas não a sua integração" no continente, acrescentou o presidente da França, que já se tinha posicionado contra a entrada da Turquia na UE, durante a campanha para a eleição presidencial francesa.
O chefe de Estado lembrou que sugeriu no fim do mês de Agosto aos outros países da União Europeia a criação de um "comité", que seria encarregado de "refletir sobre o futuro da Europa e sobre a questão das fronteiras europeias".
Sarkozy tinha então vinculado o seu acordo para o prosseguimento das negociações de adesão da Turquia à UE à criação deste comité.
Esta proposta, que poderia evitar a curto prazo o bloqueio por Paris destas negociações, foi interpretada como uma suavização da posição de Sarkozy sobre a questão.
Sarkozy manteve-se vago sobre as declarações do seu secretário de Estado para Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet, que sugeriu na semana passada que a França desistisse das disposições da sua Constituição que impõem um referendo para qualquer nova adesão à UE.
"Trata-se da opinião de Jean-Pierre Jouyet. Eu terei propostas para fazer no momento adequado", disse Sarkozy.
Jouyet justificou a sua posição alegando que referendos automáticos podem bloquear a adesão de países que cumprem todas as condições impostas pela UE, como alguns Estados dos Balcãs.
As declarações do secretário de Estado foram muito criticadas por pessoas contrárias à adesão da Turquia. Segundo as pesquisas, a maioria dos franceses opõe-se à entrada deste país na UE.

(Fonte: AFP)

20 setembro 2007

O véu islâmico em debate na Turquia


O projecto do governo de Ancara de incluir na nova Constituição um texto que autorize o uso do véu islâmico nas universidades, está a provocar um violento debate sobre a questão na Turquia. O presidente e o primeiro-ministro turcos, Abdullah Gül e Recep Tayyip Erdoğan, defendem o fim da proibição do uso do véu islâmico nas universidades. Juristas e quadros do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, no poder), defendem os benefícios de uma tal revogação no projecto da nova Constituição que estão a elaborar. “O direito a uma educação superior não pode ser restringido devido à roupa utilizada por uma jovem”, declarou Erdoğan numa entrevista publicada ontem pelo "Financial Times". “Tal problema não existe nas sociedades ocidentais, mas existe na Turquia e acredito que se trata do primeiro dever daqueles que estão na política de resolver este problema”, adiantou.
Os defensores do regime secular, como o exército, a alta magistratura e os quadros superiores das universidades, consideram o uso do véu islâmico como um gesto de desafio em relação ao regime estritamente laico turco e acusam o AKP de Erdoğan, e que Gül abandonou depois de ser eleito em Agosto, de tentar desgastar os valores laicos do país.

(Fonte: O Primeiro de Janeiro)

Exército turco bombardeou fronteira com Iraque


O exército turco bombardeou ontem com artilharia dois municípios da região autónoma do Curdistão iraquiano, na fronteira com a Turquia.
Mais de 82 projécteis terão caído nos municípios de Zakho e Emadiyah, na província curda de Dahuk.
O bombardeamento provocou pânico entre os habitantes das duas cidades atingidas.
Nos últimos meses, a tensão na fronteira entre a Turquia e o Iraque aumentou devido à presença neste país de membros do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), acusado por Ancara de acções terroristas em território turco.
A Turquia, que mobilizou milhares de soldados para a fronteira, ameaçou várias vezes lançar uma operação militar em grande escala, a menos que Bagdad consiga acabar com as actividades do PKK no respectivo território.

(Fonte: Diário Digital)

AKP prepara-se para banir a proibição do véu islâmico nas universidades turcas


A questão do véu islâmico está a provocar um grande debate na Turquia, e a aumentar tensões em várias instituições do Estado, uma vez que o partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP, no poder) decidiu propor o levantamento da proibição do uso do véu islâmico nas universidades, mediante um artigo colocado na Constituição, que está a ser objecto de reformulação.
“O direito à educação superior não se pode basear naquilo que uma rapariga usa. Não existe um problema deste género nas sociedades ocidentais, mas é um problema na Turquia e eu acredito que a resolução deste problema é o primeiro dever dos políticos", disse o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan, numa entrevista ao "Financial Times".
De acordo com a actual Constituição, as mulheres que usam véu islâmico não podem estudar em escolas públicas e em universidades. As filhas de Erdoğan, que usam véu islâmico, foram estudar para os Estados Unidos.
Uma mulher que use véu islâmico, desde que o retire antes de entrar na universidade, pode estudar numa universidade turca. Muitas optam por usar peruca ou por não utilizar o véu dentro da universidade.
Os círculos secularistas vêem o véu islâmico como um símbolo político e como uma ameaça ao secularismo. Existe também o receio de que tal liberdade possa exercer pressão sobre as outras mulheres que não usam véu, incitando-as a usá-lo.
“Descrever o véu como um símbolo político está muito errado. Se é um símbolo político, deveria pertencer só a um único partido. Mas não pertence só ao AKP, pertence a todos os partidos. Mas os problemas deles são diferentes. Nós queremos uma Constituição que proteja um Estado democrático, secular e um Estado social de direito. Esta Constituição está a encaminhar a Turquia numa certa direcção, e é nosso dever debatê-la e consultar as pessoas de uma forma o mais abrangente possível", acrescentou Erdoğan.
O véu islâmico não é só proibido nas escolas públicas e nas universidades. Também o é em todas as outras instituições públicas do país. Ou seja, uma mulher com véu islâmico não pode trabalhar numa instituição pública. No entanto, em algumas escolas públicas mais conservadoras, podem ver-se alunas com véu islâmico, apesar do seu uso ser proibido por lei.

Ataque do PKK mata familiar do ministro dos Negócios Estrangeiros


Um familiar do ministro dos Negócios Estrangeiros, Ali Babacan, o soldado Erkut Babacan, morreu num ataque do ilegalizado Partido dos Trabalhadores dos Curdistão (PKK) no sudeste da Anatólia, em Bitlis.
Um grupo de militantes do PKK atacou o Comando Central da Esquadra de Çeltikli, matando um soldado e ferindo outro.
Erkut Babacan tinha 21 anos e o seu pai era primo do ministro dos Negócios Estrangeiros Ali Babacan. O pai de Erkut Babacan morreu há alguns anos num acidente de viação.