10 junho 2007

Iraque condena suposto ataque da Turquia

O governo iraquiano apresentou um protesto formal à Turquia a acusar o país do bombardeamrnto de áreas curdas no norte do Iraque na semana passada.
A carta de protesto enviada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros diz que o bombardeamento causou muitos danos na região. O documento diz que tais acções "diminuem a confiança entre os dois países e prejudicam a amizade entre eles."
A Turquia não confirmou a ocorrência do bombardeamento, mas tem vindo a aumentar as suas forças militares ao longo da fronteira com o Iraque.
Especula-se que o governo turco está a preparar um ataque às forças do ilegalizado PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão), que se encontram alojadas no norte do Iraque e que foram responsáveis por ataques recentes na Turquia.
Segundo a carta, os bombardeamentos terão ocorrido na quarta-feira e na quinta-feira, causando incêndios e danos sérios.
O governo iraquiano acrescentou também que não irá permitir que o seu território seja usado como base para qualquer acção contra os seus vizinhos e afirma que a presença de qualquer elemento do PKK é ilegal. "O Iraque gostaria de aproveitar a oportunidade para declarar a sua determinação de cooperar com as autoridades turcas para acabar com o temor legítimo do país, através de um diálogo construtivo e uma cooperação positiva", diz o documento.
A carta de protesto seguiu-se a um aumento substancial de tropas e tanques turcos ao longo da fronteira da Turquia com o norte do Iraque.
A Turquia diz que cerca de 4 mil militantes têm base no local e têm condições de realizar ataques contra o território turco.
Na quinta-feira, várias áreas próximas à fronteira foram declaradas "zonas temporárias de segurança."
Quatro soldados foram mortos quando uma bomba explodiu na sexta-feira numa dessas zonas. Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas na explosão, que terá sido provocada por grupos curdos.

(Fonte: BBC)

08 junho 2007

Ex-general supostamente envolvido no assassínio de Hrant Dink


Um militar supostamente implicado na morte do jornalista de ascendência arménia Hrant Dink apresentou queixa contra o advogado da família do jornalista por difamação.
O ex-general Veli Kuçuk, iniciou ontem um processo por difamação contra o advogado da família de Hrant Dink, Erdal Doğan, nas vésperas do início do julgamento dos presumíveis assassinos, no dia 2 de Julho.
Erdal Doğan, a quem o ex-general exige uma indemnização de 10.000 liras turcas (cerca de 5.000 euros), vai comparecer no tribunal no dia 18 de Setembro.
O advogado classificou o processo de "tragicómico" e lamentou que os encarregados de investigar o assassínio de Hrant Dink não tenham interrogado Veli Kuçuk, apesar da família do jornalista o considerar implicado no crime.
Após investigar o assassínio de Hrant Dink, o seu advogado, Erdal Dogan, declarou à imprensa que o seu cliente ficou extremamente intimidado com a participação de Veli Kuçuk num processo contra ele por "humilhação da identidade turca", em 2006.
Personagem chave no caso Susurluk de 1996, que ressaltou as relações estreitas entre as forças de segurança, os grupos mafiosos e os esquadrões de morte fascistas, Veli Kuçuk foi citado várias vezes em casos judiciais que nem sempre foram resolvidos.
Hrant Dink, director e cronista do semanário bilingue arménio e turco Agos, morreu no passado dia 19 de Janeiro de 2007 em resultado dos disparos de um jovem desconhecido em frente ao edifício do jornal, em Istambul.

(Fonte: Europa Press)

Neca quer regressar a Portugal

Depois de uma época emprestado pelo Marítimo ao Konyaspor, Neca pretende regressar à Madeira. O regresso pode, no entanto, ser difícil, uma vez que os turcos já terão inclusivamente accionado o direito de compra definitiva dos direitos do jogador. Embora a experiência na Turquia tenha sido positiva em termos desportivos, Neca diz que “tem sido muito complicado viver longe da família”. Por isso, o jogador está a fazer tudo para “ver se me deixam regressar”. Neca espera ver encontrada uma solução que lhe permita jogar no futebol português na próxima época.

(Fonte: Infordesporto)

Exército apela ao povo turco para realizar oposição em massa contra o terrorismo

O exército turco fez uma declaração ao país, cerca da meia-noite de ontem, onde apelou ao povo turco para realizar uma oposição em massa contra o terrorismo.
Nessa declaração, o exército disse que os últimos desenvolvimentos provaram que o aviso que o general supremo das Forças Armadas, Yaşar Büyükanıt, fez a 12 de Abril estava correcto. Nessa altura, o general disse que iriam acontecer ataques terroristas nas cidades turcas mais importantes a partir do mês de Maio.
Na declaração de ontem, o exército disse ainda que a integridade nacional e territorial do Estado turco estavam a ser ameaçados e que a nação deve estar alerta relativamente aos perigos que se aproximam. Disse também que está na altura de desmascarar as pessoas que, na Turquia e no estrangeiro, têm estado a usar valores de humanidade como a paz, democracia e liberdade para esconderem o seu apoio ao terrorismo.

07 junho 2007

Turquia cria zonas de segurança junto à fronteira com o Iraque

As forças armadas turcas anunciaram esta quinta-feira terem delimitado três zonas de segurança temporárias no sudeste do país no quadro de uma vasta operação contra os rebeldes curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). As coordenadas divulgadas por fontes militares, correspondem a três zonas não urbanas e montanhosas no Curdistão turco junto à fronteira com o Iraque. De acordo com oficiais das forças de segurança, milhares de soldados turcos terão entrado no Curdistão iraquiano para caçar guerrilheiros separatistas a operar a partir de bases no norte do país vizinho. Esta informação foi prontamente desmentida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Abdulah Gül, que, no entanto, afirmou que Ancara "fará tudo para erradicar as raízes do terrorismo." As forças armadas turcas estimam que existem milhares de rebeldes do ilegalizado PKK a operar a partir de bases no norte do Iraque. O conflito que opõe os separatistas curdos e o exército turco dura desde 1984 e terá feito, em 23 anos, perto de 37 mil mortos.

(Fonte: Euronews)

06 junho 2007

Sarkozy diz ter estratégia para manter a Turquia fora da UE

Numa entrevista ao jornal Le Figaro, o presidente francês disse que a sua prioridade ainda é a obtenção de apoio para substituir o tratado de Constituição do bloco europeu. "Vou propor uma forma de não quebrar a Europa e, ao mesmo tempo, não continuar com a estratégia de adesão da Turquia", afirmou Sarkozy. "Não mudei o meu pensamento: a Turquia não tem lugar na Europa", acrescentou.
Sarkozy disse que não pretende levar a discussão sobre a Turquia para a reunião da cúpula da Europa, no final deste mês. "Se eu colocar a questão da Turquia, ela simplesmente não será tratada", disse.
O presidente francês reafirmou que a sua oposição à entrada da Turquia na União Europeia não tem como alvo o povo turco, mas diz respeito a uma questão de definição das fronteiras da Europa.
A posição de Sarkozy é contrária à da maioria dos líderes europeus, que apoiam as negociações com Ancara.
As negociações estão paralisadas desde o ano passado, quando a Turquia se recusou a assinar um tratado com Chipre, membro da União Europeia cuja independência não é reconhecida pelos turcos.

(Fonte: Agência Estado)

Duas ex-prostitutas anunciam candidatura ao Parlamento turco

Duas ex-prostitutas anunciaram na passada segunda-feira que vão ser candidatas independentes ao Parlamento turco nas próximas eleições de 22 de Julho.
Em frente a um bordel de Istambul, Ayşe Tükrükçü e Saliha Ermez disseram que irão trabalhar para aliviar o sofrimento das prostitutas. As duas candidatas empunhavam cartazes que diziam: “Nós, como candidatas independentes, convidamos os líderes dos partidos políticos para o bordel.” Tükrükçü disse que os líderes dos quatro partidos que convidaram para verem as condições dos bordéis, não aceitaram o convite. Disse igualmente que vão convidar os líderes de todos os partidos para verem como é que as prostitutas vivem e, se estes não responderem, vão levar as suas amigas e vão visitá-los. “As pessoas que trabalham nos bordéis também são eleitoras. Não são as prostitutas que devem ter vergonha, mas aqueles que as forçam a trabalhar desta forma”, disse, argumentando que a maior parte das prostitutas querem desistir dessa forma de vida, se lhes for dada essa oportunidade. Disse também que recebeu telefonemas de felicitações e que o seu objectivo é fechar todos os bordéis.
Depois do discurso, Tükrükçü e Ermez quiseram entrar no bordel para falarem com as prostitutas mas não foram autorizadas pela polícia.

CHP recorre ao Tribunal Constitucional para anular pacote de reformas

O Partido Republicano do Povo (CHP) recorreu ontem ao Tribunal Constitucional para que este anule a aprovação do Parlamento do pacote de emendas à Constituição, que inclui nomeadamente a eleição presidencial por sufrágio universal.
O CHP, o maior partido da oposição, argumenta que o primeiro artigo do pacote, que reduz o mandato do Parlamento de cinco para quatro anos foi aprovado apenas por 366 deputados, em vez dos necessários 367. Assim sendo, sustenta que todo o pacote deverá ser anulado de acordo com o artigo 175 da Constituição.

05 junho 2007

Ancara pressiona Bruxelas para abrir capítulo da energia


É o braço-de-ferro entre a União Europeia e a Turquia. Ancara quer começar a negociar o capítulo da adesão relativo à energia para o qual se considera pronta.
As questões energéticas foram o grande tema do fórum que reuniu hoje, em Istambul, representantes europeus e turcos. A Europa tenta cativar os dirigentes turcos para que assinem o Tratado Energético, mas Ancara afirma que o país está num período de transição e que precisa de aumentar os investimentos nas infra-estruturas energéticas nacionais, antes de poder aderir à comunidade energética como um parceiro de pleno direito. Além disso, dizem os dirigentes turcos, o capítulo energético ainda não começou a ser discutido com a União.
A Turquia situa-se "numa zona geográfica onde se encontram 70% das reservas mundiais conhecidas de petróleo e gás", insistiu o representante de Ancara. Actualmente, os mais de 1700 quilómetros do oleoduto Baku-Tbilissi-Ceylan permitem trazer, do Mar Cáspio para o Mediterrâneo, o equivalente a um meio milhão de barris de petróleo por dia. Isto, contornando o território da Rússia, o que representa uma vantagem para uma União Europeia necessitada de diversificar as suas fontes de energia e a sua dependência face a Moscovo, principal fornecedor da Europa. Além disso, a Turquia está também determinada a levar a bom porto a construção do gasoduto Nabuco, que, atravessando o país, permitirá encaminhar o gás do Azerbaijão até à Áustria. O projecto, orçado em mais de quatro mil milhões de euros, deverá estar pronto em 2011. A Turquia acredita, pois, ter argumentos suficientes para pressionar a abertura do capítulo da energia, ainda este ano. Alguns analistas estimam que Ancara receia que a União deixe de ter razões para aceitar a adesão da Turquia se esta assinar o Tratado Energético que garante o fornecimento de energia à Europa.

(Fonte: Euronews)

João Gomes Cravinho destacou em Ancara a necessidade de progressos em Chipre

De acordo com a agência de notícias Anatólia, João Gomes Cravinho, disse ontem que podem acontecer progressos em Chipre se houverem conversações entre ambos os lados. "Nós valorizamos a questão de Chipre [...] e acreditamos que contactos intensos podem contribuir para um progresso", acrescentou.
Portugal vai assumir a presidência da União Europeia no dia 1 de Julho.

João Gomes Cravinho esteve em Ancara para ponto da situação das relações entre a UE e a Turquia

O chefe da diplomacia turca, Abdulah Gül, recebeu esta segunda-feira, em Ancara, o seu homólogo alemão, Frank Walter Steinmeier, assim como Olli Renh, o comissário para o alargamento, e João Gomes Cravinho, o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, país que vai assumir a presidência da União em Julho.
Durante este encontro com a 'troika' europeia, a Turquia defendeu o direito de responder militarmente aos ataques dos rebeldes curdos, lançados contra o seu território, a partir do norte do Iraque.
Quanto às negociações de adesão da Turquia, suspensas há seis meses por Ancara recusar abrir os seus portos e aeroportos aos navios e aviões cipriotas, os responsáveis europeus garantiram que o processo vai continuar, mas sem avançar datas. Ancara espera recomeçar a negociar três novos capítulos em Junho.

(Fonte: Euronews)

04 junho 2007

Sete soldados turcos foram mortos durante um ataque terrorista do ilegalizado PKK

Foram mortos hoje sete elementos das forças de segurança turcas num ataque perpetrado pelo ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) na província de Tunceli, no leste da Turquia.
Os sete militares eram membros da guarda paramilitar e foram mortos durante um ataque ao posto avançado que defendiam, perto da aldeia de Kocatepe no distrito de Pulumur. De acordo com testemunhos, um homem ter-se-á aproximado num veículo, terá lançado uma bomba e disparado contra as tropas. O atacante foi abatido pelos militares que sobreviveram ao ataque. Alguns testemunhos revelaram que outros membros do grupo terrorista voltaram a disparar, depois do primeiro ataque.
Para além dos sete soldados mortos, ficaram também feridos oito militares neste ataque. Os soldados mortos e feridos, estavam a cumprir o serviço militar a que são obrigados na Turquia.

Foi realizado o primeiro "casamento" homossexual na Turquia

Sibel e Nazlıcan, naturais de Tekirdağ, protagonizaram o primeiro casamento homossexual na Turquia. Embora o casamento não tenha validade legal, pois a Turquia não permite uniões homossexuais, Sibel e Nazlıcan celebraram o seu casamento como qualquer outro casal.
Nazlıcan, mãe de dois filhos de casamentos heterossexuais fracassados, é empregada e cantora no bar onde Sibel é gerente. Sibel diz que se sente homem e afirma que, assim que puder, vai fazer uma cirurgia de mudança de sexo. As duas mulheres pensam realizar um casamento válido perante a lei na Holanda.

03 junho 2007

Alberto João Jardim: "Uma Europa sem a Turquia e sem a Rússia está incompleta"

In O Primeiro de Janeiro

"Para mim, uma Europa sem a Turquia e sem a Rússia, está incompleta. A 'Europa do Atlântico aos Urais' de que falava o General De Gaulle. A cultura europeia que tem de ser a base primeira e fundamental da construção da União, também foi construída a partir da presença islâmica em muitas partes do velho continente. Não admitir a Turquia politicamente laica, mas de raízes islâmicas, é uma discriminação que pode destruir pontes necessárias com outras áreas do globo, nomeadamente sabendo-se da fragilidade energética da Europa. Além de que sou daqueles que não encontro valores hostis no monoteísmo islâmico, à nossa maneira de querermos viver."

Americanos criticam o suposto plano da Turquia de invasão do norte do Iraque para combater os rebeldes curdos

O secretário da Defesa americano, Robert Gates, criticou hoje o suposto plano da Turquia de enviar tropas do país para o norte do Iraque para combater os rebeldes curdos.
Gates disse à imprensa em Singapura que simpatiza com os turcos e partilha da sua preocupação relativamente aos ataques dos guerrilheiros. No entanto, acredita que "não ocorrerá nenhuma acção militar unilateral através da fronteira e dentro do Iraque".
Há um mês, o Exército turco intensificou as operações contra o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) perto da fronteira iraquiana. Fontes da província de Sirnak, na fronteira com a Síria e o Iraque, afirmaram que viram um comboio de 100 carros de combate a passar pelo centro da cidade em direcção à fronteira com o Iraque. Na quinta-feira, o chefe do Estado-Maior do Exército, general Yaşar Büyükanıt, disse que tudo estava a postos para uma incursão no norte do Iraque e que os militares apenas aguardavam a ordem do Governo. "Já deixei claro que esta operação é uma necessidade militar", afirmou.
"Centenas de turcos morrem todos os anos em virtude dos actos terroristas curdos, e estivemos a trabalhar com os turcos para tentar ajudá-los a controlar o problema em solo turco", afirmou o secretário da Defesa norte-americano.
No Sábado, o primeiro-ministro do Iraque, Nouri Al-Maliki, pediu à Turquia para respeitar a fronteira do país e ressaltou que o Governo de Bagdad não permitirá que o Curdistão iraquiano se transforme num campo de batalha.

(Fonte: EFE)

02 junho 2007

Cresce a tensão na fronteira entre a Turquia e o Iraque

Cresce a tensão na fronteira entre a Turquia e o Iraque, com o governo da Turquia a considerar um ataque contra uma base de rebeldes curdos no norte do país vizinho.
Hoje, durante uma visita à região autónoma curda, o primeiro-ministro iraquiano Nouri Al-Maliki exortou a Turquia a não realizar uma incursão militar, e disse que o seu governo não permitirá que uma área relativamente pacífica se torne um campo de batalha. Ao mesmo tempo, o comandante líder do grupo rebelde do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), Murat Karayilan, disse que as suas forças vão resistir a qualquer ataque militar turco.
Nas últimas semanas, a Turquia tem reunido as suas forças militares na fronteira com o Iraque, ao mesmo tempo que líderes políticos e militares debatem no país a possibilidade de um ataque contra os rebeldes curdos do PKK, que se escondem no Iraque e realizam incursões no sudeste da Turquia.
Especialistas militares disseram que é improvável que um ataque das forças turcas conduza a uma vitória decisiva contra os rebeldes curdos."Ninguém deve esperar que estiquemos os nossos pescoços como ovelhas para serem abatidas diante de um ataque com o objetivo de nos destruir", disse o líder rebelde curdo Karayilan. Apesar do discurso agressivo, a experiente guerrilha curda provavelmente não vai ficar e combater, de acordo com analistas. Pelo contrário, deverá procurar abrigo no complexo de cavernas e penetrar no interior do norte do Iraque, de volta para a sua principal base na montanha Qandil, dificultando a tarefa da Turquia.
Os comandos turcos realizam ocasionalmente incursões através da fronteira com o Iraque em busca de rebeldes curdos, que operam em pequenos grupos, carregam poucos alimentos e conhecem as fontes de água na região. Essas incursões normalmente possuem alcance e tempo limitados.
O primeiro-ministro iraquiano, Al-Maliki, prometeu que a liderança nacional iraquiana e curda estão unidas em não permitir que o Iraque seja usado como base para atingir países vizinhos, e exortou os lados a resolverem os seus problemas pacificamente. "Se há algum problema, não devemos contar com armas e ameaças, ou usar violência ou poder porque isso vai aumentar a tensão e agravar os problemas", disse Al-Maliki durante uma entrevista conjunta com o líder da região autónoma curda, Massoud Barzani, na capital regional Irbil.
Se a Turquia invadir o norte do Iraque, as forças turcas deverão estabelecer uma zona tampão de até 20 km para tentar conter a infiltração de rebeldes curdos, segundo uma fonte do governo turco.
A Turquia tem mais de 1000 tropas no Iraque a monitorizar as actividades dos rebeldes curdos desde a última grande incursão na região há uma década.